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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 3/jul/2017

Governo realiza última vistoria para entrega da Casa de Apoio Ninar

O governador Flávio Dino, acompanhado do secretário Carlos Lula, vistoria a Casa de Apoio

A Casa de Apoio Ninar está quase pronta para ser entregue à população maranhense. Uma última vistoria foi realizada, na tarde de domingo (2), pelo governador Flávio Dino e representantes do Governo do Estado ao espaço que será inaugurado na próxima terça-feira (4). A entrega será mais um marco na gestão do governador Flávio Dino, que tem investido em espaços e serviços que promovam a reorganização da rede pública de saúde no estado, ampliando o acesso especialmente a quem mais precisa do atendimento.

Durante a vistoria, o governador ressaltou o simbolismo da ação. “Em vez de privilégios, direitos. Essa é uma visão que tem norteado os passos da nossa gestão. Um dos exemplos dessa grande mudança que o Maranhão atravessa está aqui na antiga casa de veraneio do Governo do Estado, hoje transformada nesse projeto, para servir à população. Essa é uma obra que tem um significado social e simbólico, pois a casa que antes era para poucos será agora de todos e para todos”, disse o governador.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, reforçou o significado do projeto. “É muito gratificante para nós ver a conclusão dessa obra que abrigará a Casa de Apoio do Ninar e entregar às famílias um serviço como esse. Com esse projeto, ampliamos no estado a assistência às crianças com problemas de neurodesenvolvimento e suas famílias, devolvendo o espaço público ao seu verdadeiro dono, que é o povo maranhense. É com investimentos assim que o Maranhão tem se tornado um estado mais justo, com a oferta de condição de vida digna para todos”, contou.

Semanalmente, a casa abrigará 15 famílias e cinco profissionais de saúde dos municípios com especialidades como pediatria, terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia, enfermagem e assistência social, que acompanharão as atividades. Além de um lugar de acolhimento para as famílias e para as crianças, a Casa de Apoio Ninar será um espaço para o desenvolvimento de atividades multidisciplinares que incluem avaliações médicas, oficinas, palestras, circuito de estimulação multidisciplinar, musicalização infantil e de adulto, arteterapia, dança, dentre outras atividades.

“Esse não é um lugar para se pensar na doença e sim um espaço que servirá de estímulo para que as mães exerçam a sua maternagem, ou seja, fortaleçam o vínculo afetivo com as crianças. Através de atividades com a família e as crianças, a proposta é promover momentos de interação, favorecendo o relacionamento entre os bebês e a família e a construção da memória”, destacou a neuropediatra Patrícia Sousa, uma das responsáveis pelo desenvolvimento do projeto da Casa de Apoio do Ninar.

Com as obras de readequação concluídas e o espaço equipado, a casa já está praticamente pronta. Reestruturada para favorecer a acessibilidade e mobilidade dos usuários e abrigar espaços como consultórios, recepção, centros de convivência, refeitório, dormitórios, auditório, cozinha entre outros, a obra custou ao Estado R$ 565.977,38, investimento que transformou o espaço para a nova finalidade.

Mães como Bianca Muniz, moradora do município de Santa Luzia do Paruá, estão ansiosas para conhecer a casa. “É mais uma estrutura para atender a gente, é uma ajuda a mais. Moro no interior e quando venho para as consultas, fico na casa de uma amiga minha. Quando soube da casa fiquei muito feliz porque acredito que seja um apoio a mais além do Ninar”, contou Bianca, mãe de Arthur Muniz Nunes.

  • Jorge Vieira
  • 3/jul/2017

Geddel Vieira Lima é preso pela Polícia Federal

Estadão – O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso na tarde desta segunda-feira pela Polícia Federal dentro da Operação Cui Bono. A decisão partiu do juiz Vallisney  de Souza, titular da  10ª Vara Federal de Brasília. O mandado é de prisão preventiva, quando não há prazo para a soltura.

A prisão foi baseada nos depoimentos do operador Lucio Funaro e do empresário e delator Joesley Batista no âmbito da Cui Bono e atende a pedido da Polícia Federal e da Força-Tarefa Greenfield – que também é responsável pelas operações Sépsis e Cui Bono.

A operação investiga a existência de práticas criminosas na liberação de créditos e investimentos por parte de duas vice-presidências da Caixa Econômica Federal: a de Gestão de Ativos de Terceiros (Viter) e a de Pessoa Jurídica. Uma das vice-presidências era ocupada por Geddel.

No pedido enviado à Justiça, a  PF e o MPF sustentam que Geddel tem agido para atrapalhar as investigações. O objetivo seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração. Para isso, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo.

O MPF divulgou a seguinte nota a respeito da prisão de Geddel: Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar, tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo. Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, sonda a mulher do doleiro sobre a disposição dele em se tornar um colaborador do MPF. Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa. Por isso, eles pediram a prisão “ como medida cautelar de proteção da ordem pública e da ordem econômica contra novos crimes em série que possam ser executados pelo investigado”.

Com a prisão de Geddel, passam a ser cinco os presos preventivos no âmbito das investigações da Operação Sépsis Cui Bono. Já estão detidos os ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o doleiro Lúcio Funaro e André Luiz de Souza, todos apontados como integrantes da organização criminosa que agiu dentro da Caixa Econômica Federal (CEF). No caso de Cunha, Alves e Funaro, já existe uma ação penal em andamento. Os três são réus no processo que apurou o pagamento de propina em decorrência da liberação de recursos do FI-FGTS para a construção do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Além deles, respondem à ação, Alexandre Margoto e Fábio Cleto.

Mais sobre as investigações – Geddel Vieira Lima é um dos investigados na Operação Cui Bono. Deflagrada no dia 13 de janeiro, a frente investigativa tem o propósito de apurar irregularidades cometidas na vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, durante o período em que foi comandada pelo político baiano. A investigação teve origem na análise de conversas registradas em um aparelho de telefone celular apreendido na casa do então deputado Eduardo Cunha. O teor das mensagens indicam que Cunha e Geddel atuavam para garantir a liberação de recursos por vários setores da CEF a empresas que, após o recebimento, pagavam vantagens indevidas aos dois e a outros integrantes do esquema, entre eles Fábio Cleto. Cleto, que ocupou por indicação de Eduardo Cunha a vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias, foi quem forneceu as primeiras informações aos investigadores. Em meados do ano passado, ele fechou acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República (PGR).

Em conversas datadas de 2012, por exemplo, os envolvidos revelam detalhes de como agiram para viabilizar a liberação de recursos para sete empresas e um partido político. Entre os beneficiados do esquema ilícito aparecem companhias controladas pela holding J&F, cujos acionistas firmaram recentemente acordo com o MPF. O aprofundamento dos indícios descobertos com a análise do conteúdo armazenado no aparelho telefônico apreendido permitiu aos investigadores constatarem intensa e efetiva participação de Geddel Vieira Lima no esquema criminoso. Além da prisão preventiva, a Justiça acatou os pedidos de quebra de sigilos fiscal, postal, bancário e telemático do ex-ministro. (Por Andreza Matais e Fábio Fabrini)

  • Jorge Vieira
  • 3/jul/2017

São João no Maranhão movimentou R$ 60 milhões, diz Imesc

As festas e os arraiais do São João de Todos, segundo o Imesc (Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográfico), movimentaram pelo menos R$ 60 milhões neste ano no Maranhão.

Conforme o Imesc, foram R$ 20 milhões nos arraiais de São Luís e no mínimo R$ 40 milhões nas outras cidades do interior do Estado.

O cálculo não leva em conta a renda gerada pela rede hoteleira, por exemplo. Está contabilizado apenas o montante que circulou nos arraiais e nas festas.

O Governo do Maranhão investiu R$ 18 milhões no São João em 80 cidades. Os R$ 60 milhões de retorno são mais do que o triplo do valor investido.

“O turismo é universalmente lembrado como uma alavanca de desenvolvimento local em momentos de crise nacional como esta. Essa foi a aposta que fizemos ao organizar o São João de Todos 2017, que encantou a tantos maranhenses e turistas neste junho”, afirma o governador Flávio Dino.

“Fico feliz que tenhamos obtido resultados concretos com a geração de milhares de postos de trabalho”, acrescenta.

 

  • Jorge Vieira
  • 3/jul/2017

Ex-presidente da Câmara Municipal de Barão de Grajaú é condenado por improbidade

Irregularidades na prestação de contas de 2005 da Câmara de Vereadores de Barão de Grajaú levaram o Poder Judiciário a condenar, em 2 de junho, o ex-presidente da casa legislativa, Eduardo Ferreira e Silva, à suspensão, por nove anos e quatro meses, de seus direitos políticos.

O ex-vereador também foi proibido, por seis anos e oito meses, de contratar com o Poder Público ou receber incentivos e/ou benefícios ou creditícios, mesmo que por meio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.

Proferida pelo juiz David Meneses, a sentença é resultado de Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa, ajuizada, em julho de 2013, pela titular da Promotoria de Justiça da comarca, Ana Virgínia Pinheiro Holanda de Alencar.

IRREGULARIDADES – As ilegalidades verificadas referem-se à folha de pagamento, concessão de diárias sem especificação dos serviços e à desobediência do limite estabelecido pela legislação para a remuneração de ex-presidentes de Câmaras de Vereadores.

Além do relatório de gestão, não foram apresentados, ainda, documentos como o plano de carreiras e salários dos servidores e a cópia da lei que fixa os subsídios dos vereadores.

As contribuições previdenciárias dos edis também não foram retidas e recolhidas.

 

  • Jorge Vieira
  • 3/jul/2017

Sem perspectiva para 2018, sarneistas torcem por Temer

Políticos ligados a família Sarney  já admitem nos bastidores que uma possível cassação do presidente Michel Temer (PMDB) jogará por terra qualquer chances de um nome ligado ao grupo obter sucesso na eleição para governador do Estado em 2018. Segundo um parlamentar, que pediu para não ser identificado, os sarneisistas creditam que com Temer no comando da Nação as perspectivas de retorno ao Governo do Maranhão são bastante precárias, sem ele, nenhuma.

O grupo Sarney, que tem a ex-governadora Roseana (PMDB) sua principal representante na política estadual, é rejeitada, segundo as duas últimas pesquisas realizadas pelos Institutos Exata e Ecutec, por  quase 50% da população, enquanto as demais lideranças, tipo João Alberto e Edison Lobão são simplesmente ignorados e já estão em franco processo de aposentadoria.

João Alberto já anunciou o desejo de não disputar a reeleição, assim como informou que seu projeto para 2018 é lutar pela reeleição do filho deputado João Marcelo. O senador, inclusive, já manifestou apoio à candidatura do ministro Sarney Filho (PV) ao Senado, e é visto com alternativa do grupo ao governo, caso Roseana desista da disputa.

Já o senador Edison Lobão, enrolado até o pescoço na Operação Lava Jato, acusado de receber propina do esquema que sangrou a Petrobras e outras estatais ligadas ao Ministério das Minas e Energia deve lançar o filho Edinho Lobão (PMDB) candidato ao Senado e iniciar sua aposentadoria após longos anos de desserviço ao Maranhão e ao país. Lobão foi citado por quase todos os delatores como beneficiário de propina.

Se com Michel todo complicado na presidência, por conta das denúncias de corrupção e obstrução de Justiça, as chances do grupo Sarney voltar ao comando do Estado são praticamente zero, sem ele Roseana, que já morre de medo de levar outra surra dos eleitores nas urnas, ai mesmo que irá se esconder.

Diante do quadro totalmente desfavorável, os sarneistas, que estão em abstinência do poder desde que foram varridos do Palácio dos Leões  pela população em 2014, torcem para que a espada da Justiça não decepe a cabeça do presidente golpista, corrupto como eles, ainda que esteja com a moral enfiada na lama.

 

  • Jorge Vieira
  • 2/jul/2017

Feirinha São Luís chega à 4ª edição com aprovação do público que cresce a cada domingo do evento

A Ferinha São Luís, uma iniciativa da Prefeitura de São Luís, completou o primeiro mês de funcionamento neste domingo (02) com aprovação do público que aumenta a presença a cada edição na Praça Benedito Leite. O prefeito Edivaldo esteve no local para conversar com as pessoas e obter impressões do projeto, executado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), que além de resgatar o centro histórico, contribui para elevar a renda de artesãos e produtores da agricultura familiar da ilha de São Luís.

A iniciativa reúne órgãos municipais, Banco do Nordeste, Governo do Estado,Supermercados Mateus, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Citelum e Associação Comercial do Maranhão (ACM). Apoiam ainda o evento, o Senac, a Academia Maranhense de Letras, e a Arquidiocese de São Luís.

“A Feirinha tem fortalecido a agricultura familiar, que possui presença muito forte na zona rural da Ilha. Temos investido em programas interessantes como PNAE e PAA, de aquisição de alimentos para as escolas e cestas distribuídas às comunidades carentes. Em mais esta ação damos oportunidade ao produtor de ter mais um espaço de comercialização dos seus produtos”, disse Edivaldo. O prefeito permaneceu no local, onde chegou acompanhado da primeira-dama, Camila Holanda, durante mais de duas horas. Edivaldo percorreu a feira acompanhado ainda por parte do secretariado de governo, dos vereadores Marquinho e Raimundo Penha, e do pai, o deputado estadual Edivaldo Holanda.

O evento, que acontece aos domingos das 7h30 às 15h, auxilia na exposição e comercialização de produtos e subprodutos da agricultura familiar, como frutas, legumes, verduras, hortaliças, doces, compotas, queijos e comidas típicas do estado. Participam da feirinha 11 polos que comercializam produtos diversos a preços competitivos distribuídos em 61 barracas, sendo 25 para produtores rurais, 25 para artesanato e 11 para gastronomia. Que vai ao local também tem como atração uma programação cultural, com acentuação folclórica no mês de junho e obras literarias.

“Estamos na fase de consolidação da ação para em seguida implementar novidades a partir do próximo mês. Ao longo do processo associamos uma série de coisas, como por exemplo, a inclusão do comércio de flores ornamentais. No próximo domingo teremos a parte cultural com participação de grupos de chorinho”, comentou o secretário da Semapa, Ivaldo Rodrigues. Para o secretário, o principal público da feira tem sido os próprios ludovicenses.

PROJETO TEM APROVAÇÃO POPULAR

Para os produtores e comerciantes, a Feirinha São Luís tem obtido êxito crescente. Pela primeira vez participando do evento, a funcionária da Santa Pamonha e Mania Pimenta, Ane Pestana, elogiou a iniciativa e comemorou a aprovação pelo público presente dos produtos colocados à venda. “Estamos vendendo produtos com preços entre R$ 15 e R$ 20 e todos têm sido aceitos pela população por saber se tratar de algo diferenciado”, avaliou Ane pestana.

O artista Uimar Júnior esteve também pela primeira vez na Feirinha São Luís, acompanhado pela mãe. “Acho um evento bem interessante, com uma programação cultural muito boa e uma gastronomia saborosa. Estava faltando uma iniciativa que resgatasse o centro histórico de São Luís. As pessoas estão frequentando e afastando um preconceito que havia em relação ao centro. Acredito que precisa dar mais ênfase na produção do artesanato maranhense. Tenho visto coisas boas, mas penso que podemos ampliar mais ainda”, disse o artista.

  • Jorge Vieira
  • 2/jul/2017

Enquanto ataca Flávio Dino, prefeito de Caxias esquece de governar seu município

Os poucos resultados apresentados pelo prefeito de Caxias Fábio Gentil (PRB) em seis meses de governo vem causando profunda insatisfação entre os caxienses.

Não bastasse a falta de ações concretas para a cidade, as andanças de Gentil pelo Maranhão e as entrevistas que ele tem concedido em rádios e TVs de vários municípios vêm irritando a população de Caxias, que cobra explicações do prefeito, por exemplo, sobre a crise instalada na saúde do município.

Em uma rede social, um internauta chegou a questionar a participação de Fábio Gentil em uma entrevista à uma rádio da baixada maranhense, já que Caxias fica localizada no leste maranhense.

A entrevista realizada neste sábado (1º), em Pinheiro, acontece após Fábio Gentil ter gravado em São Luís para a Mirante. A maratona de Gentil pelo Maranhão tem um objetivo explícito: atacar a gestão Flávio Dino (PCdoB).

O prefeito de Caxias vem tentando jogar a culpa no governo do Estado, que supostamente teria cortado repasses estaduais para o sistema saúde de Caxias, pelo fechamento do Hospital Geral da Cidade, que é legalmente de responsabilidade da município.

O governo do Maranhão contesta as acusações de Gentil e garante que não foi feito nenhum corte de verbas da saúde de Caxias.

Com base em dados do Portal da Transparência do Estado, o secretário de Estado da Saúde (SES), Carlos Lula, garantiu que Caxias é um dos municípios que mais recebem recursos estaduais destinados a saúde.

Com intuito de liquidar a questão, o secretário Carlos Lula enviou ofício à Fábio Gentil propondo que ele repasse a gestão integral da Maternidade Municipal Carmosina Coutinho para a responsabilidade da gestão estadual, o que corresponderia a uma economia de R$ 1,5 milhão mensal para a Prefeitura de Caxias.

Para espanto de todos e até de Carlos Lula, uma vez que a oferta do secretário da SES corresponderia, segundo Gentil, ao valor dos cortes efetuado pelo governo Dino, o prefeito de Caxias recusou a proposta.

Por enquanto quem vem sofrendo com o impasse é a população do município, que ironicamente só vem recebendo atendimento em saúde pública no Hospital Macrorregional de Caxias, gerido pelo governo.

Enquanto os caxienses esperam que as promessas de campanha de Fábio Gentil um dia de tornem realidade, o prefeito de Caxias segue em uma alucinada campanha, desta vez contra o governo Dino, que nada tem haver com a lamentável atuação do gestor.

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