É de se estranhar quando um político informa a sua verdadeira receita junto à Justiça Eleitoral e se percebe que ele é o que possuí a menor declaração de bens entre os candidatos ao ponto de se fazer estardalhaço na mídia com o fato? Pura hipocrisia o que a oposição propaga pelo simples fato do candidato Edivaldo Holanda Junior (PDT), mostrar ser um político anti-patrimonialista.
Não dá para entender. Em tempos que se cobra dos políticos para serem honestos, anti-corruptos, sinceros nas contas públicas sem enriquecimentos ilícitos publicizarem descaradamente, nas redes sociais e nos meios de comunicação, que estranhamente Edivaldo, por ter um patrimônio coerente com sua receita, seja taxado de mentiroso, incompetente ou algo semelhante. E tudo isso para tentar desfigurar um político que tem mostrado lucidez, trabalho e honestidade em sua gestão.
Há de se mostrar, a quem distorce tais fatos, que os tempos dos coronéis, dos currais, dos candidatos endinheirados, que cobram votos dos eleitores acabaram. O momento é de se varrer de vez candidatos mentirosos, que plantam factóides, e que ainda condenam quem zela pelo patrimônio público sem dilapidá-lo.
Edivaldo é um homem humilde, religioso, que tem como missão servir ao povo que o elegeu para administrar São Luís, uma cidade que se encontrava destruída física e administrativamente. Foram precisos dois anos para colocar a casa em ordem e partir para execução de obras essenciais.
Durante os três anos e oito meses de administração não se ouviu falar em corrupção ou coisa do gênero. Por isso os que possuem esse costume se admiraram com o fato do prefeito ser um político de hábitos modestos e que administra dinheiro público para melhorar a qualidade de vida da população e não para constituir patrimônio pessoal, a exemplo de velhos políticos que mandavam na cidade e no Estado.
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