As questões políticas muitas vezes transcendem às legendas partidárias e se transformam em regionalismos. Um exemplo é que, durante três anos, o ministro da Saúde foi um piauiense.
Parece coincidência, mas isto reflete nos recursos enviados aos estados. Comparado ao recurso que o Piauí recebe no teto da Saúde, o Maranhão fica muito atras. São R$ 158,00 para o nosso estado contra R$ 227,oo do estado vizinho.
Portanto é mais do que válida a união de prefeitos e bancada maranhense nas reivindicações por um teto maior. As necessidades dos estados são iguais, mas a atenção dada não é a mesma.
No repasse de recursos o regionalismo prejudica, mas quando se unem por igualdade, como o caso do Maranhão, este mesmo regionalismo contribui por condições melhores. É preciso saber diferenciar e pesar isto a favor de todos e não de A ou B.
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