A deputada Andréa Murad (PMDB), após mais de quinze dias de ausência, retornou ao plenário da Assembleia Legislativa para se colocar em defesa do ex-secretário Chefe da Casa Civil no Governo Roseana Sarney, João Guilherme Abreu, acusado pelas Polícias Civil e Federal de ter recebido propina de R$ 3 milhões para acelerar o pagamento de um título precatório da Constran no valor de R$ 113 milhões.
Filha de Ricardo Murad, político acusado de corrupção durante sua gestão na Secretaria de Saúde do Estado, Andréa saiu em defesa do homem de confiança da ex-governadora e que se encontra no olho do furacão de um investigação e ameaçado de voltar à prisão. A parlamentar, como se estivesse delirando, teve a coragem de afirmar que todos os problemas de João Abreu com a polícia é perseguição do governo Flávio Dino.
A deputada, sem medir suas palavras, acabou por defender a corrupção de agentes do governo Roseana e que agora estão sendo investigados e com risco de passarem uma temporada na cadeia. Andréa, como se estivesse preparando uma autodefesa do pai infrator acusa a polícia de estar a serviço de agentes políticos apenas para perseguir adversários.
A parlamentar, na maior cara de pau, teve a coragem de afirmar que João Abreu é um poço de honestidade e que não deveria ter sido preso. Para a parlamentar, corrupto do tipo Ricardo Murad e João Abreu são impunes e merecem gozar de liberdade para continuar disseminando o crime de corrupção.
Após a parlamentar descer da tribuna, o líder do governo, deputado Rogério Cafeteira, lembrou a filha de Ricardo Murad que quem decretou a prisão de João Abreu foi a Justiça e não o secretário de Segurança, Jefferson Portela, ou o governador Flávio Dino.
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