O país atravessa hoje uma das maiores crises política e financeira da história. Os números oficiais indicam que a indústria praticamente parou, o comércio retraiu, o poder de compra do consumidor caiu drasticamente e os estados não conseguem mais sequer pagar salários dos seus servidores.
O quadro é crítico, preocupante e as perspectivas não são nada animadoras para 2016, mas nem por isso o Maranhão, segundo o líder do governo, deputado Rogério Cafeteira (PSC) usou medidas amargas, como demissão, redução ou parcelamento de salário de servidores.
Conversei na tarde de segunda-feira (19) com o deputado Rogério Cafeteira sobre a situação do atual do Estado e ele observou que, apesar da crise que assola o país e das condições em que recebeu o Estado da gestão anterior, o governador Flávio Dino (PCdoB) vem fazendo uma administração além das expectativas.
“Basta ver que nenhum Estado concedeu aumento salarial para qualquer classe, enquanto que no Maranhão o governador concedeu reivindicações históricas dos professores, tais como, progressão funcional dos docentes e gratificação por desempenho de gestão escolar.
Cafeteira adverte que, enquanto os demais estados reclamam da crise, Flávio Dino já concedeu aumento salarial a diversas classe, inclusive para a Polícia Civil, delegados, convocou mais de mil policiais para compor a segurança, prorrogou 9.990 contratos de professores e ainda contratou mais mil docentes.
O parlamentar lembra ainda que, além de contratar novos docentes, o governo reajustou em 15% os salários, quando a lei mandava reajustar em apenas 13%. Para completar o pacote de bondade desenvolve os programas Escola Digna, Mais IDH e Mais Asfalto. Rogério destaca ainda o pagamento de mais de R$ 200 milhões de dívidas herdadas da desastrosa gestão de Ricardo Murad na secretaria de Saúde.
Para o líder do governo, o trabalho incansável do governador para colocar o Maranhão no caminho da dignidade e do desenvolvimento sócio-econômico tem incomodado muito os adversários que passaram cinquenta anos no poder e levaram o Maranhão a ostentar os piores indicadores econômicos e sociais do país.
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