O deputado Adriano Sarney, o mais autêntico representante da oligarquia Sarney no plenário da Assembleia Legislativa, tentou, na sessão desta manhã de terça-feira (14), requentar a Fake News da suposta inelegibilidade do governador e questionar a carnificina na Penitenciária de Pedrinhas em 2014, último ano do governo de sua tia Roseana, mas acabou sendo confrontado com a realidade é levado enquadra que o fez ficar caladinho escutando o deputado Rogério Cafeteira cobrar dele mais seriedade e respeito com a opinião pública ao repercutir inverdades.
Ao fazer uso da tribuna, o parlamentar sobrinho de Roseana Sarney e que carrega o sugestivo apelido de “Menino Maluquinho”, insistiu na cantilena de que o governador Flávio Dino está inelegível, e a levantar suspeitas sobre o terror que chamou a atenção do mundo inteiro para os horrores praticados na maior penitenciário do Estado que estava sob controle das facções criminosas, mas acabou tendo que silenciar diante da enquadrada que levou do líder do governo, deputado Rogério Cafeteira (DEM), que mostrou ao paramentar neófito que a esdruxula sentença da juíza de Anelise em nada interfere na candidatura de Dino e que as cabeças eram atiradas por cima do muro de Pedrinhas por conta da política equivocada de segurança do governo da tia de Adriano.
Com um discurso completamente confuso, típico de quem não domina o que fala, Adriano, num surto de delírio, chegou a levantar suspeita de Sávio Dino, irmão do governador Flávio Dino, que foi secretário de Justiça entre 2005 e 2006, no Governo de José Reinaldo Tavares, poderia ser o responsável pelo o que veio ocorrer em 2014 em Pedrinhas, o que foi considerado um absurdo por Rogério Cafeteira.
Para o Rogério Cafeteira, o neto de José Sarney apenas repetiu a notícia falsa que o grupo de comunicação do qual o deputado é um dos donos, vem divulgando na vã esperança de confundir a população sobre elegibilidade do governador. Cafeteira fez questão de esclarecer que nunca disse que a sentença da juíza era fake, mas sim a suposta inelegibilidade do governador.
“O que nós dissemos é que o que foi dito aqui pelo deputado Adriano e que vem sendo propagado pelo sistema de comunicação da família do deputado é uma mentira e é, o deputado sabe disso, uma decisão de 1º grau não torna ninguém inelegível, a Lei Complementar 135/2010 é muita clara, só uma decisão de colegiado, de tribunal, pode deixar algum candidato inelegível, o que não é o caso, e nós recorremos dentro da lei, discordamos da sentença, recorremos ao tribunal, achamos que a conduta da magistrada não foi o correto e assim foi uma decisão dos advogados do Governador Flávio Dino, fizeram a representação no CNJ, agora as pessoas que são acostumadas a sempre mandar e serem obedecidas têm dificuldade de conviver com o contraditório”, observou Cafeteira.
Sobre os episódios em Pedrinhas em 2014, Rogério Cafeteira disse que Adriano pisou feio na bola ao tocar nesse assunto, “até porque nessa época o Maranhão é conhecido até hoje pelas decapitações, Pedrinhas é conhecida nacionalmente pela decapitação de detentos e depois alguns detentos ainda chutando as cabeças como se fossem bolas de futebol. E aí querer ainda responsabilizar um irmão do Governador Flávio Dino que foi Secretário durante um ano, mais ou menos, entre 2005 e 2006? Eu acho que aí foge qualquer discussão”.
O líder do governo Flávio Dino leu inclusive uma parte do despacho do desembargador do TRE-MA, que concedeu o direito de resposta ao Governador Flávio Dino e obrigou a Mirante a falar a verdade. “O que ele diz no seu despacho: “Notícia sabidamente inverídica e difamatória”. E que infelizmente continua sendo propalada, inclusive aqui dessa tribuna. Então, só para registrar, o governador Flávio Dino está elegível. Terá o deferimento do seu registro de candidatura agora. Concorreremos e venceremos pelo reconhecimento que o povo tem pelo trabalho do Governador”.
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