O prefeito de Imperatriz, delegado Assis Ramos, anunciou nessa semana sua saída do MDB e sua filiação ao DEM. Alguém poderia achar normal a mudança de partido de um prefeito para se fortalecer para a reeleição, mas, nesse caso, o nome é ingratidão e traição.
Assis só conseguiu se tornar candidato em 2016 porque o MDB garantiu a legenda, pois no PP, onde estava, nem sua filiação tinha sido deferida.
Na campanha, Assis teve o apoio fundamental do então senador João Alberto, que presidia o MDB. Só o partido e seus dirigentes fizeram doações de valores que somaram mais de 90% da arrecadação de recursos da campanha.
Depois de Assis eleito, tanto o senador João Alberto, como seu filho, deputado federal João Marcelo, ajudaram a sua gestão com toda força. Foram muitos recursos, sobretudo para a saúde, que foram garantidos através dos dois e dos demais líderes do MDB.
Como forma de agradecimento, Assis ficou de votar e apoiar João Marcelo à reeleição. Deu míseros 1010 votos a ele, fato que o deixou muito descontente.
Agora, depois que João Alberto, e Edison Lobão, ambos do MDB, saíram do mandato de senador, Assis os descarta, como também descarta o partido que lhe garantiu a candidatura e apoio, em uma clara manifestação de traição e ingratidão.
Assis ainda falou com orgulho nas redes sociais, sem esconder nada, que estaria saindo com interesse, pois o DEM tem vários ministros, dentre eles, o da saúde, com quem teria conseguido recursos para a reforma do Socorrinho.
Enfim, rei morto, rei posto.
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