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2017: Um ano para o senador “Asa” esquecer

O ano que está indo embora não foi nada fácil para o senador Roberto Rocha, o popular “Asa de Avião”.  Iniciou 2017 com uma luta sem sentido pelo comando do PSB, tentou de todas as formas retirar da presidência estadual do partido o prefeito de Timon Luciano Leitoa e acabou protagonizando um fato inédito na política brasileira: ser expulso da legenda em pleno exercício do mandato.  Não satisfeito, articulou a intervenção no diretório estadual do PSDB, destituiu Carlos Brandão da presidência, assumiu o comando dos tucanos no Estado, mas acabou destituído nesta terça-feira (21) pelo presidente nacional em exercício, Alberto Goldman.

Roberto Rocha, um político burguês, criado e cevado no ceio da oligarquia Sarney,  sem expressão, se elegeu senador da República na sombra do governador Flávio Dino, a quem jurava fidelidade antes de conseguir o mandato. Bastou ser diplomado pelo TRE-MA para se revelar um traidor e tramar contra os interesses do Maranhão. Fez pior ainda ao se reaproximar do grupo Sarney e conchavar com os senadores Edison Lobão e João Alberto, ambos serviçais do ex-presidente José Sarney, e transferir para a Codesvaf cercar de R$ 90 milhões que a bancada federal havia destinado, em emendas, à saúde pública dos 217 municípios maranhenses.

Já em 2016, Rocha mostrou a que estava disposto ao tentar empurrar goela abaixo o filho vereador primeiro emprego, Roberto Rocha Júnior, como vice do prefeito Edivaldo Holanda. Diante da aberração, os partidos da aliança rejeitaram a oferta. Diante da recusa, levou o filho e o PSB para uma aliança com o tresloucado deputado Wellington do Curso (PP) e amargou derrota humilhante. Sem clima e sem moral para pedir intervenção no diretório estadual, acabou sendo expulso e foi provocar discórdia na legenda dos tucanos. Chegou de “helicóptero”, mas acabou sem chão e teve um pouso tumultuado.

Se o estigma de traidor já o perseguia, o lobo tirou a pele de cordeiro em que se escondia e iniciou uma série de agressões ao seu criador, se reaproximou da oligarquia, grupamento político que levou o Maranhão ao fundo do poço ao longo de quase cinquenta anos de mando no Maranhão e passou a agredir o governador Flávio Dino, o único responsável pela sua ascensão em nome de um projeto pessoal de ser governador do Estado, mesmo não tendo as condições mínimas para concorrer ao cargo, dai a desconfiança de que esteja contratado pelo grupo Sarney para fazer parte do “laranjal” de Roseana Sarney.

O senador iniciou o ano querendo atropelar todo mundo por conta do mandato que o governador lhe deu, mas vai terminar 2017 amargando o isolamento, sem partido para chamar de seu. O PSDB que sob o comando de Carlos Brandão cresceu vertiginosamente e se instalou em todos os municípios do Maranhão, enquanto no curto espaço de tempo que esteve sob a direção da Rocha, murchou e correu sério risco de esvaziamento. A destituição de Rocha da Comissão Provisória, portanto, representa a esperança dos tucanos maranhenses retomarem o caminho de volta para a aliança com os partidos que apoiarão a reeleição de Dino.

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