Um jovem criado pelas ruas da Vila Embratel e conhecedor dos problemas da periferia, o militar e evangélico Jeremias Freire, ou Capitão Jeremias, tem uma história de luta e superação. Ele traz consigo os anseios da população da área Itaqui Bacanga, região sempre lembrada em períodos eleitorais, mais abandonada pelo poder público.
“O Capitão Jeremias chega para fazermos uma caminhada com gente do povo, decente, honesta que poderá, com a nossa história e ideais, fazer uma grande caminhada dentro do nosso projeto”, disse o ex-juiz federal Carlos Madeira.
“Estamos unindo a experiência com a juventude, ambas oriundas dos bairros de São Luís, pra vencermos essa eleição”, enfatizou o presidente do Solidariedade e secretário estadual da Indústria e Comércio, Simplício Araújo.
Em nota distribuída à imprensa, o presidente estadual do PSL, vereador Francisco Carvalho nega que esteja entregando comando do partido no Maranhão para o empresário Edison Lobão Filho, o Edinho, conforme anunciado pelo próprio ex-candidato a governador do Estado em entrevista ao blog do John Cutrim.
Conforme os esclarecimentos, Carvalho diz que permanece no comando da legenda PSL até 2021 e que “não procedem os rumores publicados na imprensa de que haveria mudanças na direção estadual do partido”. A nota diz ainda que “as decisões tomadas pela instância estadual são sempre feitas em consenso com a direção nacional, que tem reiterado apoio ao presidente Chico Carvalho”, diz a nota.
Na entrevista a John Cutrim, Edinho afirmou que estaria assumindo a direção do PSL como aval da direção nacional. Chico Carvalho, no entanto, diz que não precede a informação passada pelo empresário. Ao ser questionado pelo blog do Jorge Vieira sobre a veracidade dos fatos narrados por Lobão, o vereador mandou a a mensagem que posto abaixo.

Nota de esclarecimento do PSL
O PSL do Maranhão está em fase de concluir a organização de suas convenções em todos os municípios do estado. Estamos com dezenas de pré-candidatos a prefeito e centenas de pré-candidatos a vereador já preparados para as disputas municipais. O partido sairá das urnas com uma grandiosa vitória em 2020, ajudando a construir cidades melhores.
Não procedem os rumores publicados na imprensa de que haveria mudanças na direção estadual do partido. As decisões tomadas pela instância estadual são sempre feitas em consenso com a direção nacional, que tem reiterado apoio ao presidente Chico Carvalho.
O presidente Chico Carvalho comanda o PSL por mais de 17 anos e tem sempre estabelecido diálogo com os políticos que desejam se filiar ao PSL, ressaltando que o importante é que os que chegam somem com o partido. A direção estadual foi legitimamente eleita e tem mandato até abril de 2021.
Assim, as portas do PSL permanecem abertas para todos que respeitem as regras do jogo democrático que já está em curso e queiram ajudar o partido a crescer ainda mais.
Edinho também enviou nota à imprensa, nesta manhã de sexta-feira (4) reafirmando que foi convidado pelo direção nacional do partido para assumir o comanda da legenda no estado. Veja abaixo a íntegra da nota de esclarecimento.
Nota à imprensa de Edison Lobão
Fui recentemente convidado pela Direção Nacional do PSL para assumir o Diretório Estadual no Maranhão desse importante partido.
De logo e antes de qualquer resposta ao convite a mim dirigido, bem assim, como demonstração de lealdade e correção no meu proceder, entabulei conversas e fiz entendimentos com o atual presidente da legenda no Maranhão, Vereador Francisco Carvalho.
Na data de ontem, em meu escritório, o Vereador Francisco Carvalho – após agradecer muito o meu ingresso no partido – acertou, na presença de testemunhas, que iria renunciar ao mandato de presidente do PSL, abrindo, espontaneamente, espaço para minha assunção ao comando da agremiação.
Contudo, na manhã de hoje, fui surpreendido com a “Nota de Esclarecimento” do vereador Chico Carvalho, em suma dizendo “não procederem os rumores publicados na imprensa de que haveria mudanças na direção estadual do partido”.
A política prescinde realmente da obediência “ao jogo democrático”, como declara a referida “nota de esclarecimento”. Mas tal “jogo” também exige lealdade e manutenção da palavra empenhada.
A postura do atual presidente, cujo mandato termina em abril de 2021, poderia fazer suscitar em alguns a necessidade de ocorrência de Intervenção na Direção Estadual, em razão de desacordos com as orientações da Direção Nacional do PSL. Possibilidade, de minha parte, que de já afasto. Nunca ingressaria num partido sob o estigma da discórdia ou da cizânia políticos/partidária.
Mantenho-me sereno – na certeza da correção das minhas ações – e certo de que os legítimos interesses do Partido Social Liberal, de crescer e se fortalecer no Maranhão, hão de prevalecer.
Edison Lobão Filho
O deputado federal Rubens Jr (PCdoB) voltou a utilizar o Twitter para criticar o apoio do ex-delegado de Polícia Civil, Sebastião Uchôa, ao pré-candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos).
Uchôa foi secretário no governo Roseana Sarney da então SEJAP (hoje SEAP), responsável pela gestão dos presídios do Estado, época que Pedrinhas “pegava fogo”, rebeliões eram recorrentes e cenas de barbáries ganharam repercussão nacional e internacional.
Utilizando a hastag #TBT- que relembra, às quintas-feiras, fatos marcantes do passado- o comunista disse que a lembrança não era de saudades “um passado triste e recente, que envergonhou todos nós maranhenses”, frisou.
O pré-candidato pelo PC do B, lamentou o apoio recebido por Braide “Infelizmente, tem gente que se orgulha de receber o apoio de quem comandava Pedrinhas à época”, completou.
A puxada de tapete do deputado estadual Wellington do Curso pelo senador Roberto Rocha na eleição para prefeito de São Luís não foi a única. Em 2016, na condição de senador eleito pelo PSB, ele chantageou a direção nacional do partido e conseguiu retirar da sucessão o então deputado estadual Bira do Pindaré, levando o partido para compor aliança com o então candidato PP, que ocupava as primeiras posições nas pesquisas de intenção de voto.
A exemplo de WC, Bira também se revoltou, criticou a postura traiçoeira do senador, que se prevaleceu do mandato, ameaçou inclusive sair do partido, caso não fosse consumado seu desejo de alijar o companheiro de legenda da disputa para colocar o filho como vice do candidato do PP. Em entrevista ao programa Ponto Continuando, da Mais FM, nesta quarta-feira (3), Bira lembrou do episódio em que foi sacado de forma covarde da disputa em 2016.
Rocha carrega um extenso currículo de traições, Em 2012, Rocha compôs a chapa, como vice, de Edivaldo Holanda Júnior. Em 2014 foi Edivaldo quem lançou ele como candidato ao Senado, em um ato público no Palácio de La Ravardiere, mas quando foi para a reeleição, Roberto, já senador eleito pelo governador Flávio Dino e apoio de Edivaldo, e quis impor o filho Roberto Rocha Júnior como vice, mas como não foi aceito, rompeu.
Na época, Bira, recém desfiliado do PT, ingressou no PSB e lançou a pré-candidatura a prefeito de São Luís, mas teve que enfrentar a resistência de Roberto Rocha que tudo fez para barrar sua candidatura e levar o partido para compor aliança com o PP e colocar seu filho como vice na chapa de WC, hoje vítima fatal do punhal do senador.
A exemplo de 2016, projeto de Rocha também corre o risco de fracassar. Naquela eleição que Roberto deu a rasteira em Bira, Wellington era favorito; agora a história se repete. Braide lidera, mas nada garante que vencerá a eleição, até porque as pesquisas indicam tendência de queda do seu percentual de aceitação.
Rocha corre o risco mais uma vez de ser castigado pelas urnas. O eleitor não costuma pactuar com traíra e a eleição de 2018 onde ele teve apenas 2% dos votos para governador deveria servir de exemplo.
São Luís terá um antes e depois ao fim da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior em todas as áreas. E uma de grande destaque é a Limpeza Urbana onde ele está fazendo mais um importante investimento: a construção de um Galpão de Triagem de Materiais Recicláveis, Pátio de Compostagem, Usina de Beneficiamento de Resíduos da Construção Civil e de um Centro de Educação Ambiental. Juntos os equipamentos vão garantir a reciclagem de mais de 8 mil toneladas de resíduos.
Com isso Edivaldo vai garantir o reaproveitamento do resíduo orgânico das feiras como frutas, legumes e outros vegetais, do entulho de obras que é entregue nos Ecopontos ou descartado de forma irregular na cidade, além dos materiais recicláveis.
Toda esta estrutura está em construção na área do antigo Aterro da Ribeira, que durante mais de 20 operou como um lixão a céu aberto e durante a gestão Edivaldo passou por uma completa transformação e em nada lembra o estado de degradação em que se encontrava.
Edivaldo fez de São Luís a cidade do Nordeste com maior taxa de reciclagem, cerca de 5,5%. Bem diferente da cidade que ele recebeu 8 anos atrás.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania) participou, na noite desta quarta-feira (3), do evento Diálogos Jurídicos, que reuniu mais de 150 operadores do Direito, num debate e troca de ideias, organizado pelo deputado federal Rubens Jr, pré-candidato a prefeito de São Luís.
Em entusiasmada exposição, Eliziane Gama, que na última eleição, em 2018, recebeu mais de 1,5 milhão de votos, sendo quase 230 mil apenas em São Luís, demonstrou toda confiança que fez a escolha certa em apoiar Rubens Jr “O Rubens reúne vários elementos, entre eles, a responsabilidade pública, é jovem, determinado e tem foco”, afirmou.
Outros partidos, como o PC do B, PP, PMB, Democracia Cristã e PT estão com Rubens, fechando a maior coligação do pleito, junto ao Cidadania, da senadora “Eu tenho muita convicção da eleição do Rubens Jr, a cada momento que passa é como se o caminho fosse se abrindo mais”, completou.
Nesta quinta-feira (3), o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA) reforçou o compromisso de batalhar pela manutenção do valor de R$ 600, pago como auxílio emergencial a trabalhadores informais que perderam renda em razão da pandemia da Covid-19. Para o parlamentar, a decisão do governo de reduzir o benefício de R$ 600 para R$ 300 é mais uma tentativa de retroceder na decisão do Congresso de abril deste ano.
“O governo federal, que só queria aqueles R$ 200, teve que engolir nossa decisão, da Câmara e do Senado, de elevar a quantia a R$ 600. É o mesmo governo que queria garantir apenas três meses de renda, quando nós estendemos este período e agora vamos levar, de fato, até dezembro. É absolutamente inaceitável o corte de 50%, reduzindo de R$ 600 para R$ 300… Tenho certeza que aqui na Câmara dos Deputados nós impediremos este ato cruel contra milhões e milhões de brasileiros e brasileiras”, afirmou.
Jair Bolsonaro fez o anúncio de redução do valor e manutenção dos pagamentos até o mês de dezembro na última segunda-feira (31).
Além da queda no valor do auxílio, a Medida Provisória que regulamenta a decisão, publicada nesta quinta, expôs a alteração dos critérios e o endurecimento das regras para ter direito à ajuda. O governo excluiu presos em regime fechado e brasileiros que moram no exterior, condicionou o repasse apenas a maiores de 18 anos e vetou o pagamento a jovens com menos de 24 anos matriculados em unidades de ensino superior ou de ensino técnico, entre outras regras para reduzir o número de beneficiários.
O impacto que a perda de renda causará na população pode ser dimensionado na última pesquisa Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad-Covid), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo indicou que, em julho, cerca de 4,4 milhões de domicílios brasileiros sobreviveram somente com a ajuda do benefício aprovado pelo Congresso, sendo a única receita destas famílias. De acordo com a análise, entre os domicílios mais pobres, os rendimentos atingiram 124% do que seriam com as rendas habituais.