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  • Jorge Vieira
  • 4/out/2021

Crescimento de Edivaldo nas pesquisas anima direção do PSD

O bom desempenho de Edivaldo Holanda Junior na pesquisa do Instituto Escutec para o governo do Estado animou ainda  mais a direção estadual do PSD. Os dirigentes do partido estão convictos que, sem Roseana Sarney no páreo (deverá confirmar candidatura a deputada federal), Edivaldo terá um espaço enorme para crescimento.

“Em um provável cenário sem a ex-governadora Roseana Sarney, o nosso pré-candidato ao governo, Edivaldo Holanda, apareceu em 2º lugar na última pesquisa realizada pelo instituto Escutec, um dos que mais cresceram nesses últimos meses”, observou Edilázio em sua rede social.

Quem também ficou entusiasmado com o resultado da pesquisa foi o deputado estadual César Pires, um dos articuladores da pré-campanha. Para o parlamentar, o espaço para crescimento de Edivaldo é imenso: “a pré-campanha está apenas começando e já estamos entre os primeiros”, adverte.

Pires, que acompanhou o pré-candidato na visita à Região Tocantina, retornou bastante animado com a recepção tida por Edivaldo e muito confiante no sucesso da candidatura.

“Fizemos a aposta certa, o ex-prefeito de São Luís é competitivo, muito cativante, dono um carisma incomum, transmite cofiança a quem conversa com ele e vai crescer muito com essas visitas ao interior do Maranhão”, diz o deputado.

Segundo apurou o blog junto a fonte fidedigna, a caravana do pré-candidato Edivaldo já está programando novas agendas de visitas para os próximos finais de semana e seguirá nesta pegada por todo o período da pré-campanha.

 

  • Jorge Vieira
  • 4/out/2021

Pode cravar: Lula ganha no 1º ou no 2º turno, diz Flávio Dino à revista Exame

Único governador comunista do país, Flávio Dino representa hoje uma das figuras mais proeminentes da política nacional. Cotado a ocupar o lugar de vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem é próximo, Dino decidiu recentemente disputar uma vaga no Senado. Mas não será pelo PCdoB, partido do qual fez parte nos últimos 13 anos. O governador migrou em junho para o PSB, em uma movimentação vista como parte dos esforços da campanha de Lula às eleições de 2022, que pressupõe a formação de uma ampla rede de esquerda e centro.

No nordeste, as articulações políticas para a disputa presidencial seguem mais firmes que nunca, com Dino à frente dos principais pelotões. “Pode cravar sem medo de errar que Lula ganha as eleições ou no primeiro turno ou no segundo”, diz.

Dino recebeu a reportagem de EXAME no Palácio dos Leões, sede do governo, onde convive com móveis de jacarandá e tapeçarias francesas do século 19 que guardam a herança de uma das fases mais prósperas do Brasil imperial. O governador ocupa uma sala em uma ala reformada, distante da pompa monárquica do restante do prédio construído de frente para o mar no século 17.

Após dois mandatos no governo do estado, Dino colhe frutos da melhoria de indicadores em áreas como segurança pública e educação. O Maranhão passou da 17ª posição no ranking estadual do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 2013 para a 13ª em 2017. Nos últimos cincos a taxa de crimes letais caiu 41%, segundo a secretaria de segurança do estado.

Mas falta ainda reduzir os índices de extrema pobreza, que cresceu quase 18% entre 2016 e 2018, segundo dados do IBGE, bem acima dos 13% da média nacional. “O Maranhão tem tudo para avançar com o aprimoramento do ambiente econômico do país”, diz. Veja, a seguir, os principais trechos da entrevista.

Estamos nos aproximando de 2022, quando seu mandato se encerra. Que balanço o senhor faz de seu governo?

O principal ponto desafiador é a questão econômica. Desde 2015, quando tomei posse, tem sido um período complicado no país, com o início da recessão e uma queda muito forte no PIB. É inegável que houve um impacto na extrema pobreza. Isso desafia o Brasil e, claro, o Maranhão. Mas faço questão de frisar que o conjunto de ação que tomamos para minimizar esses dados produziram indicadores bem interessantes. O principal deles é que em 2021 teremos o quinto ano consecutivo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados positivo, o que é uma exceção em termos nacionais.

Outro êxito indiscutível é a ampliação de políticas sociais. O Maranhão tem, por exemplo, a menor taxa por covid-19 do país, o que é fruto dos investimentos que fizemos nos últimos anos. Foram abertos 30 hospitais que garantiram uma rede grande que foi muito eficiente no combate à covid. Foram 2 bilhões de reais por ano que garantiram esse indicador. Na educação, implementados escola em tempo integral, o que não existia no Maranhão.

O que falta então para o Maranhão conseguir dar um salto de crescimento e sair das últimas posições do ranking nacional da extrema pobreza?

A melhoria do ambiente nacional vai levar a isso. Se pegar o crescimento do PIB entre 2010 e 2020, mostra uma tendência de crescimento forte da economia no Maranhão. Então creio que ultrapassada essa quadra de dificuldades do Brasil, o Maranhão tem tudo para avançar ainda mais. Nos últimos anos, a extrema pobreza cresceu no país inteiro, não só no Maranhão.

É que nos últimos anos, principalmente entre 2016 e 2018, a extrema pobreza cresceu quase 18% no Maranhão, acima do restante do país, e continua nesse patamar, não?

Mas é fruto dos problemas da economia do país.

Mas não existem ações que pudessem ser tomadas a nível estadual para que esse nível de extrema pobreza começasse a cair?

O que temos feito é investimento público para gerar trabalho, por isso temos um Caged positivo, e muita política social. Não é uma solução sistêmica porque não se faz política econômica a nível estadual. É muito difícil para um estado sozinho reverter uma tendência nacional.

O crescimento previsto para o país para os próximos anos, de 2,5% ao ano, é suficiente para que haja um crescimento tal capaz de reduzir a extrema pobreza no estado?

Eu acho que a gente cresce mais do que isso no Maranhão.

Por quê?

Existem investimentos contratados que vão levar a isso. Estão previstos grandes investimentos na retomada da produção de alumínio da Alcoa. Isso gera crescimento do PIB. Vai ter o porto da Cosan em São Luís e o porto de Itaqui deve continuar crescendo, assim como tudo que se refere a grãos.

Falando agora sobre as eleições presidenciais de 2022, como o senhor vê o cenário de polarização entre Lula e Bolsonaro? Em sua visão, quais são as chances de chegarmos ao segundo turno com os dois candidatos?

Lula estará no segundo turno, se houver segundo turno. A minha dúvida é se o Bolsonaro estará porque há espaço para a chamada terceira via desde que ela se apresente como algo afirmativo. Não basta uma suposta terceira via dizer que não é Lula nem Bolsonaro, isso é muito pouco para motivar os eleitores. Não tem identidade, não tem programa e não tem líderes claros. Caso a terceira via permaneça assim, o segundo turno vai ser entre Lula e Bolsonaro. Se houver programa e ideário, aí pode ser que a terceira via desloque o Bolsonaro. Eu torço por isso.

Mas não pode tirar o Lula também?

Não tira.

E por quê o senhor acha isso?

Porque na história das eleições, desde 1989, sempre teve o PT protagonizando. De Lula em 89 até Fernando Haddad em 2018, o PT sempre esteve em um dos polos. Então, é uma tendência muito forte da política brasileira. O “lulismo” tem muita força.

Mas mesmo o PT não tendo conquistado tantos votos nas últimas eleições estaduais, o senhor acredita que Lula vai de qualquer jeito para o segundo turno até com uma eventual terceira via forte?

A figura de Lula tem muita força. O “lulismo” no século 21 está como o varguismo, do ex-presidente Getúlio Vargas, esteve para o país no século 20. Desde 1930 até 1964 o varguismo esteve presente. Juscelino e João Goulart chamavam essa herança para eles. O varguismo sempre esteve posicionado em um dos polos. E só não continuou assim porque teve o golpe militar em 1964. Você pode cravar sem medo de errar que Lula ganha no primeiro turno ou no segundo.

O senhor deixou o PCdoB e foi para o PSB, partido que atraiu recentemente políticos de renome na esquerda como o deputado Marcelo Freixo. Qual é a posição do PSB hoje em relação à disputa presencial?

O PSB está mais no campo do “lulismo”, embora não seja automaticamente um partido do “lulismo”. É mais provável que o PSB esteja com Lula. Ainda há algumas figuras que vão se posicionar, como Gilberto Kassab (presidente nacional do PSD), e tem que ver como o Centrão vai se posicionar. Já comecei a ver gente do Centrão que defendia o Bolsonaro fazer agora cara de paisagem. Acho que uma pequena parte do Centrão fica com Bolsonaro, uma parte vai para terceira via e uma parte vai com Lula.

Hoje há algum candidato da terceira via com projeção nacional e chances de angariar um bom volume de votos?

Esse é um dos problemas. Além de não ter programa, hoje a terceira via não tem um rosto. No mundo todo, embora os partidos possam ter maior ou menor importância, o indivíduo tem um papel muito alto. Isso pesa em qualquer eleição. Uma das dificuldades da terceira via é que hoje não existe essa figura. E muitos da chamada terceira via apostaram no bolsonarismo, que deu errado em tudo. Hoje, a rejeição ao Bolsonaro é muito forte e não acredito que ele reverta isso. Mas tem tempo para as eleições. O povo só sintoniza eleição no meio do ano eleitoral. Os políticos é que têm um ritmo mais acelerado. A eleição está sendo muito antecipada e isso é muito ruim.

Nas eleições para presidente, deverão ser discutidas questões ideológicas, inclusive no que se refere a aspectos da economia como o gasto público, o risco fiscal e as privatizações? O que se espera dessas questões em um eventual governo do PT?

São questões que não estiveram sobre a mesa nas eleições de 2018 e por isso houve esse desastre bolsonarista. Em 2018, não houve debate, só fake news e o episódio da facada. Não houve debate. Em 2022, terá.

Mas deve haver esse tipo de debate?

Eu espero que sim. Não me parece ser o desejo do Bolsonaro, mas espero que a sociedade cobre isso. Lembro bem de uma entrevista com Bolsonaro em que ele não sabia responder perguntas básicas, sobre reforma tributária e outros temas. Como alguém elege um presidente da República que não tem noção básica de um tema tão fundamental? Ele dizia que então entendia nada de economia e ainda sim se elegeu. Isso é um absurdo.

Como os partidos de esquerda estão se posicionando hoje sobre uma série de questões econômicas, como gasto fiscal, visando as eleições de 2022?

As privatizações, por exemplo, não são prioridade na nossa agenda. Uma coisa é concessão, que a Dilma fez, outra é dizer que vai vender a Petrobras e o Banco do Brasil. Isso não cabe numa agenda de desenvolvimento como nós acreditamos. Eu defendo que a Petrobras já está muito privatizada, por isso essa política de preço tresloucada que está aí massacrando o povo brasileiro.

Por falar nisso, como o senhor vê a discussão em torno da política de preço da Petrobras?

É pressão dos acionistas. A paridade de preços com o mercado internacional atende exclusivamente o interesse dos acionistas.

A política de preços da Petrobras vem impactando diretamente a inflação?

Ela vem condenado as pessoas à fome. Não é privatização que vai resolver isso. Em relação a outros temas, como responsabilidade fiscal, as nossas experiências de governo, nos estados, todos têm uma situação fiscal melhor do que estados governados pela direita. Então não é verdade a ideia que ser de esquerda é ser contra a responsabilidade fiscal. O único estado hoje com rating C ou D do Tesouro é o Rio Grande do Norte porque pegou terra arrasada, aí é impossível conseguir reverter em tão pouco tempo. Mas os demais, Bahia, Pernambuco, Piauí, Ceará, que são estados de referência no nosso campo, estão bem.

Em sua visão, quais seriam os principais erros da equipe econômica?

Em um cenário de desemprego alto e inflação, o governo teria que agir, mas não age. O governo é um cercadinho com uma live e um aglomerado de molecagem. Aos olhos do mundo, o Brasil saiu do conjunto de países a ser levado a sério. Agora, é visto como uma coisa caricata. O Brasil é uma coisa insana agora. Enquanto não se trocar esse comando desvairado, não vamos sair dessas armadilhas. Agora, é óbvio que tem saída. Estamos falando de um país que tem 360 bilhões de dólares de reserva internacional e tem petróleo.

Por fim, o senhor está sendo cotado para ser vice do Lula ou senador. Como o senhor, que é próximo a Lula, está refletindo sobre essa questão?

O mais provável é que eu saia do governo em abril e seja candidato ao Senado. Em relação a outros cenários, não depende de mim. Quem conduz a formação deu uma chapa é quem a lidera. Eu sempre brinco que não existe candidato a vice. (Por Carla Aranha – Revista Exame)

  • Jorge Vieira
  • 4/out/2021

Às véspera de indicar o candidato do grupo, Flávio Dino rasga elogios a Brandão

Nas hostes governistas ninguém tem mais dúvida de que o governador Flávio Dino (PSB) vai mesmo bater o martelo em torno do nome que representará seu grupo na sucessão estadual em novembro próximo, assim como são cada vez mais evidentes os sinais de que o escolhido será mesmo o vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

Em diversas oportunidades, o governador tem destacado a lealdade do vice, sendo que em um dos eventos do último final de semana chegou a pedir uma salva de palmas para Brandão “por lhe ajudar muito todos os dias e ter algo que ele considera muito importante: “ atributo a lealdade”.

A afirmação do governador, de que vai decidir sobre o candidato que receberá seu apoio no próximo mês, agitou o bastidores da sucessão estadual, até porque muitos acreditavam que esta pauta somente seria colocada na mesa no início de 2022 para não antecipar um possível racha puxado pelo candidato do PDT, Weverton Rocha, que já anunciou que seu projeto não tem recuo.

Segundo o governador, o processo de escolha do candidato acontecerá “sem ansiedade, sem agonia, no espírito de concórdia, de paz, de convergência”. Diz ainda: “O que não pode acontecer, é o Maranhão sair da estrada certa”, observou.

Ao destacar que o Estado não pode sair da estrada certa, o governador fez outra afirmação que revela seu nível de confiança no vice: “O Brandão, assim como eu, conhece cada pedaço, cada obra, cada meta do Governo do Estado e me ajuda muito todos os dias esses anos todos”

As expectativas em torno da escolha de Dino recaem sobre o vice-governador pelos constantes elogios dirigidos a ele e recados considerados diretos ao senador Weverton Rocha, interpretados por quem acompanha os bastidores da sucessão, como indicativo de afastamento.

Resta saber se o senador foguete do PDT manterá a candidatura, caso seja preterido, como tudo indica que será.

  • Jorge Vieira
  • 2/out/2021

Edivaldo surpreende e já aparece em 2º lugar em cenário sem Roseana

A mais nova pesquisa do Instituto Escutec, divulgada neste sábado (2) pelo jornal O Estado do Maranhão, provocou euforia entre os articuladores da pré-campanha de Edivaldo Holanda Junior (PSD). O ex-prefeito de São Luís, que está visitando a Região Tocantina, segundo fontes do blog Jorge Vieira, comemorou.

Pela sondagem do Escutec, num cenário sem a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), Edivaldo, mesmo só tendo iniciado sua pré-campanha na última quarta-feira (29) de setembro), já aparece em segundo lugar, o que mostra a densidade eleitoral da pré-candidatura.

Sem Roseana, tudo indica que ela concorrerá a um cadeira na Câmara dos Deputados, o pré-candidato do PDT Weverton Rocha aparece com 24%, seguido por Edivaldo Júnior com 17%, Roberto Rocha 14% e Carlos Brandão 11%.

Na pesquisa com todos os pré-candidatos, Roseana lidera com 26%, seguida do senador Weverton Rocha (PDT) com 20%, seguido do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD) com 12% e o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) com 10%. Roberto Rocha (sem partido) 9%, o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (sem partido) obteve 5%, o secretário de Indústria, Simplício Araújo (SD) com 4%, o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) com 3% e o secretário de Educação, Felipe Camarão (PT) com 2%.

Este novo levantamento mostra que enquanto o ex-prefeito da capital continua crescendo, o senador do PDT, que mantém uma campanha ostensiva e vem movimento estrutura gigante na realização de atos públicos no interior do Maranhão parece estagnado, dando a impressão de que chegou no limite do teto.

A pesquisa Escutec ouviu 1,4 mil eleitores, entre os dias 23 a 30 de setembro, com intervalo de confiança de 90% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

  • Jorge Vieira
  • 1/out/2021

Oposição aposta em protestos do dia 2 de outubro para barrar reformas de Bolsonaro

Após um intervalo de dois meses, a oposição ao governo Bolsonaro voltará às ruas neste sábado, 2 de outubro, com a ambição de iniciar uma fase até então inédita de protestos.

Para além de uma tentativa ainda distante de convencer o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a iniciar um processo de impeachment contra o presidente, alguns líderes de partidos da esquerda enxergam na mobilização popular uma grande oportunidade de aumentar a pressão sobre seus colegas parlamentares para barrar a aprovação das reformas administrativa (PEC 32) e tributária, previstas para entrarem em votação ainda este ano.

Embora descarte a necessidade de responder ao 7 de setembro bolsonarista com mobilizações ainda maiores, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) menciona a adesão de representantes de partidos como o PSDB e o Cidadania, para projetar uma nova correlação de forças tanto na Câmara quanto no Senado.

“Isso (as manifestações) para nós tem importância lá fora e tem importância na repercussão aqui dentro, porque as coisas vão sendo decididas lá fora e aqui também. Eu vejo que a reforma administrativa está com dificuldade. Nós precisamos ampliar nossa potência de votação aqui dentro”, defende a parlamentar.

Ainda objeto de divergências, a reforma administrativa já chegou à sua quinta versão, após mudanças exigidas pela oposição e organizações civis que reúnem servidores. Mesmo assim, líderes da base do governo já admitem que a votação do texto, aprovado pela comissão especial da Casa na semana passada, pode ser adiada para 2022.

A oposição argumenta que o texto possibilitaria uma redução significativa na jornada e salário de servidores, precarizando as atividades oferecidas pelo Estado. Para a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), é preciso vincular a luta do ‘Fora Bolsonaro’ com a luta contra a PEC 32 “que o Lira tenta a todo momento votar aqui na Câmara para sinalizar aos mercados, dando uma estabilidade política para o governo Bolsonaro nesse momento , de crise social, política e econômica”.

Nesta quinta-feira, Arthur Lira anunciou que colocará a reforma tributária para votação ainda este ano, mesmo reconhecendo ser um dos temas da agenda legislativa que mais causa divergências. Dentre os pontos mais polêmicos, está a criação de um imposto único a partir da unificação do PIS com o Cofins, dois tributos federais que incidem sobre o consumo e não sobre a renda ou o patrimônio, como defende a oposição.

Levante unificado – A queda de popularidade de Bolsonaro em pesquisas recentes ajuda a projetar um cenário de maior isolamento também de suas políticas, de modo geral. Soma-se a isso o desembarque de parte dos partidos de direita e centro-direita, que devem engrossar as próximas manifestações puxadas pela esquerda ou seguir tentando emplacar um movimento exclusivo da terceira via.

Na avaliação do cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) Luis Felipe Miguel, seria importante conseguir somar todas as forças que se colocam contra o governo Bolsonaro em nome da democracia, “porque não se pode pensar em um movimento que una apenas setores que têm um projeto comum de sociedade”.

Por outro lado, Miguel faz ressalvas sobre a necessidade de aceitação da direita ao contexto político atual. “Não dá para fazer um tipo de manifestação, como a que o MBL e parte da direita organizaram no dia 12 de setembro, que tem uma pauta ‘nem Bolsonaro e nem Lula’, porque essa pauta não une e não combate às ameaças de golpe”.

Já para Melchionna, a propalada convergência de campos ideológicos muito distintos seria apenas ocasional e sublinha que uma unidade de ação não serviria para palanque eleitoral, “já que as eleições serão apenas no ano que vem”. “Quem tiver nas ruas marchando pelo ‘Fora Bolsonaro’ é bem-vindo, mas é claro que nós vamos manter a nossa independência política, com as nossas bandeiras e a nossa cara”, destaca.

Mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro já enfrentava resistência nas ruas com a campanha do “Ele Não” durante a campanha e no início de sua gestão. Ainda com uma base eleitoral bastante consolidada à época, o presidente precisou conviver com o primeiro grande ciclo de protestos, em meados de 2019, que viera a ser conhecidos como “Tsunami da Educação”, por ser puxado pela comunidade estudantil após cortes anunciados na educação básica e superior.

Segundo Miguel, naquele momento Bolsonaro começou a utilizar uma estratégia surpreendente, que teria contribuído para desmobilizar seus opositores. “Qualquer outro governo, mesmo de direita, diante de manifestações daquela magnitude teria buscado um espaço de negociação para reduzir o seu desgaste. O governo Bolsonaro opera por uma lógica contrária de sempre ampliar a tensão e o confronto”, opina.

A série de distrações e crises gestadas pelo próprio Palácio do Planalto também fizeram disparar os protestos em defesa do meio-ambiente, motivados pelas queimadas na Amazônia e pelo desmonte dos órgãos de fiscalização ambiental. Porém, os ânimos voltaram a arrefecer após o início da pandemia da Covid-19 e um longo período de isolamento, e os brasileiros só voltaram às ruas em grande número no dia 29 de maio deste ano.

Há também quem acredite que as manobras do presidente Bolsonaro já não surtem os mesmos efeitos como antes, como o porta-voz da Rede em São Paulo, Giovanni Mockus, que enxerga Bolsonaro em uma “sinuca de bico” inédita. “Inclusive essa carta que ele publicou logo após o 7 de setembro traz palavras totalmente vazias, e aqui em Brasília ninguém está acreditando nisso, é apenas mais uma retórica de efeitos passageiros”, conclui. (Brasil de Fato)

 

  • Jorge Vieira
  • 1/out/2021

Em Açailândia e Itinga, Edivaldo visita lideranças políticas e religiosas

Em Açailândia e Itinga do Maranhão nesta quinta-feira (30), em seu segundo dia de visita à região tocantina, o pré-candidato ao governo e ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, reuniu com líderes políticos e religiosos e recebeu o carinho da população nos dois municípios.

Acompanhado do deputado federal e presidente estadual do PSD,  Edilázio Júnior, e do deputado estadual César Pires, Edivaldo participou de evento com centenas de lideranças políticas e comunitárias da região. Estavam presentes, por exemplo, os vereadores Ceara, Xanddy Sampaio, Marcelo Oliveira, Bernadete Mariquinha, Sirley Mototaxi, Adriano da Saúde, Dr. Adjackson, Cesar Costa e Fanio Mania, além de centenas de açailandenses. O município é o sexto colégio eleitoral do Maranhão.

“Eu já ouvi falar muito bem do trabalho dele. Tinha muita vontade de conhecê-lo, e estou muito feliz em ter a oportunidade de conversar com ele”, disse a açailandense Simone Costa e Silva.

Tanto pelas lideranças quanto pela população, ele foi cumprimentado pelos resultados da sua gestão como prefeito da capital do Maranhão.

Antes, o ex-prefeito fez uma visita de cortesia ao deputado estadual Pastor Cavalcante e a pastores da Comadesma (Convenção dos Ministros das Igrejas Assembleia de Deus Seta no Sul do Maranhão e outros estados da federação), onde mais uma vez foi parabenizado pelo trabalho como gestor. Ele também participou de um café da manhã na residência do prefeito de Açailândia, Aluísio Sousa, onde também foi bastante cumprimentado pelos resultados da sua administração como prefeito de São Luís.

Ainda em Açailândia, Edivaldo Holanda Junior foi recebido por membros da Igreja Batista Missionária, entre os quais o apóstolo Antônio Pereira.

“Tem sido muito gratificante todo esse carinho e atenção que estou recebendo em cada município por onde tenho passado, com o reconhecimento das pessoas ao trabalho realizado como prefeito de São Luís. É com essa experiência muito exitosa da nossa gestão e com a disposição de trabalhar pela população maranhense, que estamos percorrendo o Maranhão e apresentando a nossa pré-candidatura”, destacou Edivaldo.

Em Itinga, localizado a 120 km de Imperatriz, Edivaldo, juntamente com toda comitiva que o acompanha, foi recebido pelo presidente do PSD no município, vice-prefeito Jamel Georges Daher em evento com a presença do prefeito Lúcio Flávio, vereador e cirurgião-dentista Rubens Teixeira (Rubinho), entre outras lideranças locais.

“Não o conhecia pessoalmente, mas conheço o trabalho que ele realizou em São Luís. É uma honra e alegria muito grande recebê-lo em nossa cidade” , afirmou o vereador Rubinho.

“Após dois mandatos como prefeito de São Luís, o Edivaldo finalizou a gestão com uma aprovação de cerca de 80%. Isso é reconhecimento da população. Nenhum gestor que não tenha trabalho comprovado consegue esse feito”, destacou o deputado estadual César Pires.

Nesta sexta-feira (1), Edivaldo percorre Porto Franco, Campestre e São João do Paraíso.

  • Jorge Vieira
  • 1/out/2021

Pesquisa Escutec gera expectativa nos pré-candidatos ao governo

O Instituto Escutec divulga neste sábado (2) o resultado da terceira pesquisa, de um pacote de quatro, contratada pelo jornal O Estado do Maranhão sobre a intenção de votos para o governo do Estado. A nova sondagem tem gerado clima de expecativa nos pré-candidatos envolvidos na corrida eleitoral, embora ainda seja muito cedo para apontar favoritismo.

Como não aconteceu nenhum fato novo de grande repercussão na população, é provável que o levantamento do Escutec não seja muito diferente dos anteriores com a ex-governadora Rosana Sarney (MDB) mantendo a liderança e em situação de empate técnico Carlos Brandão (PSDB), Edivaldo Holanda Junior (PSD) e Weverton Rocha (PDT).

A pesquisa, no entanto, deve servir de parâmetro para medir se os atos públicos realizados pelo pré-candidato do PDT tem surgido algum tipo de efeito na população, a final já foram realizados quatro manifestações no interior do Maranhão, porém sem despertar grande interesse da população, hoje mais preocupada com vacina e emprego que com eleição faltando ainda um ano.

A pré-candidata Roseana, embora tenha contratado junto ao próprio Escutec um levatamento qualitativo para avalair suas reais possibilidades na disputa governamental, deve também aproveitar os números desta pesquisa que foi conluída hoje para avaliar se vale apena correr o risco de um novo fiásco eleitoral.

Como nas duas pesquisas anteriores a ex-governadora apareceu com percentuais de intenção de votos praticamente semelhantes, mas um elevado índice de rejeição, seus aliados acreditam que ela esteja no teto, sem perspectiva de crescimento e que mais seguro será ela disputar um mandato de deputada federal

Carlos Brandão, provável candidato apoiado pelo governador Flávio Dino que vem reunindo com lideranças políticas, prefeitos, vereadores e deputado aguarda com certa expectativa o resultado da nova sondagem até pata sentir se o engajamento solicitado dos aliados tem surtido efeito em seus redutos.

Edivaldo Holanda Junior, que iniciou sua maratona de visitas ao interior do Maranhão na quarta-feira (29 de setembro) pela região Tocantina e permanece por lá até o próximo domingo (3) tem dado pouca importância a pesquisa por está muito distante do pleito, mas também quer saber como anda seu nível de intenção de votos ainda que tenha iniciado suas andanças pelo interior do Estado somente esta semana.

Com o mesmo grau de interesse, Lahércio Bonfim (PSL), Josimar de Maranhãozinho (PL), Simplício Araújo e Roberto Rocha (sem partido) também esperam ter melhoarado seus índices de inteção de votos. Os quatro tentam viabilizar suas candidaturas, mas pelos últimos levatamentos junto à população, seus projeto de poder não tem despertado interesse do eleitorado.

É aguardar para confeferir o que diz o Escutec.

 

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