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  • Jorge Vieira
  • 15/set/2025

Dino barra emendas Pix com indícios de fraude em 9 municípios

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino barrou o envio de emendas Pix com indícios de fraude para municípios. Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) revelou que, entre as 10 cidades que mais receberam recursos, nove apresentaram irregularidades.

Entenda

  • “Emenda Pix” é o nome dado à modalidade que permite a transferência direta de verbas da União aos estados e municípios, sem a necessidade de formalização prévia de convênios, apresentação de projetos ou aval técnico do governo federal.
  • O mecanismo caiu no gosto de deputados e senadores pela falta de burocracia na transferência dos recursos.
  • No ano passado, a indicação das emendas de transferência especial teve um volume recorde no Orçamento, aumento esse que acendeu um alerta para possíveis usos eleitorais do recurso.

A decisão, assinada pelo ministro na manhã desta segunda-feira (15/9), ocorre após uma auditoria da CGU apontar a existência de R$ 17,5 bilhões em emendas Pix entre 2020 e 2024, distribuídas em 95% dos municípios.

De acordo com a CGU, foram examinados os 200 municípios que mais receberam verbas, com foco nos 10 principais. Desses, nove apresentaram irregularidades.

Os levantamentos apontam que, nesses nove municípios auditados, houve casos de superfaturamento, como nas prefeituras do Rio de Janeiro (RJ), São João de Meriti (RJ) e Macapá (AP); obras paralisadas, como em São Luiz do Anauá (RR); execução fora das especificações técnicas, como em Iracema (RR); desvio de objeto contratado, como em Camaçari (BA); e contratação de empresa sem comprovação técnica, como em Coração de Maria (BA).

As que apresentam indícios de crimes, além do envio do material à Polícia Federal (PF) para análise e eventual inclusão em inquéritos conduzidos pela corporação.

 

Além da suspensão e do envio dos casos à PF, o ministro também determinou que a CGU amplie as auditorias sobre os repasses, após identificar um “altíssimo índice de problemas” nos municípios analisados — apenas São Paulo (SP) no TOP-10 apresentou conformidade plena na aplicação dos recursos.

 

“A continuidade é necessária para separar o joio do trigo, evitar injustiças, possibilitar o exercício pleno do direito de defesa e aplicar as sanções cabíveis após o devido processo legal”, pontuou Dino.

Os casos deverão permanecer no STF, por envolverem parlamentares, e só depois, se for o caso, serão remetidos às instâncias inferiores.

Conforme mostrado pelo Metrópoles recentemente, com os valores das emendas Pix sendo injetado nos cofres de diversas prefeituras nos últimos anos, alguns chefes do Executivos municipais utilizaram as verbas para ampliar o arsenal das guardas municipais. A reportagem constatou que, além de pistolas, as compras incluem armas de grosso calibre.

 

A reportagem identificou, por meio do portal Transferegov, seis cidades que utilizaram os recursos recebidos para aplicar na compra de fuzis, carabinas e espingardas calibre 12 para equipar as guardas municipais. Ao incluir na conta as cidades que utilizaram a verba também para a aquisição de pistolas, o número salta para oito cidades, que juntas adquiriram mais de 280 armas de fogo.

 

Em número de armas, o destaque fica com Hortolândia (SP), município do interior de São Paulo. Com o dinheiro indicado à época pelos deputados Major Olimpio e Policial Katia Sastre, a cidade comprou ao menos 93 armas para a guarda municipal, o que inclui 90 pistolas e 3 carabinas. São cerca de R$ 427 mil aplicados a essa finalidade. (Metrópoles)

  • Jorge Vieira
  • 15/set/2025

Pressão por anistia cresce e governo traça estratégias para barrá-la

Enquanto a oposição aperta o cerco para votar o projeto de lei (PL) da anistia para envolvidos no 8 de Janeiro, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) amarra estratégias para barrar o avanço da matéria no Congresso Nacional.

O tema ganhou fôlego nas últimas semanas com a entrada na articulação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-PB). Agora, a mobilização deve crescer ainda mais após a condenação do ex-presidente
Governistas ouvidos pelo Metrópoles veem o movimento como natural, mas acreditam que a ofensiva não deve prosperar. E mesmo que avance na Câmara dos Deputados, o Senado deve barrar a proposta.

De toda forma, aliados do presidente Lula já se movimentam para derrotar o texto, caso vá a plenário. Como mostrou o Metrópoles, o objetivo do governo é derrubar o projeto para encerrar de vez a discussão, antes das eleições de 2026.

Já nesta semana, o governador Tarcísio deve voltar a Brasília para intensificar as negociações em torno da anistia. Enquanto isso, o governo já conta votos para derrubar o texto, caso seja pautado em plenário.

Para o deputado federal Rogério Correia (PT-MG), a mobilização de bolsonaristas pela anistia não deve travar a tramitação da matéria. “[Votar em setembro] é o compromisso que Hugo Motta tem conosco e também Arthur Lira [relator do texto]. Nós não achamos que isso vai atrapalhar, não. Pelo contrário, acho que esse assunto da anistia é, hoje, assunto da extrema direita”, ressaltou.

O parlamentar afirma que o projeto dos bolsonaristas é “criar instabilidade social, econômica e política no Brasil”. Ele aposta que nem Motta, nem Alcolumbre estariam de acordo em estabelecer isso na Câmara e no Senado.

Recentemente, Motta reafirmou publicamente o compromisso de votar a proposta do IR. Segundo ele, o tema é “uma prioridade para o Brasil e os brasileiros”. Apesar disso, o projeto ainda não tem data para análise.

  • Jorge Vieira
  • 13/set/2025

Deputado pede convocação de Weverton em CPI para explicar encontros com Careca do INSS

O deputado Kim Kataguiri (União-SP) apresentou um requerimento para que o senador Weverton Rocha (PDT-MA) seja convocado a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga fraudes bilionárias no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O pedido foi apresentado um dia antes da prisão de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, acusado pela Polícia Federal de ser um dos principais articuladores do esquema desmantelado pela Operação Sem Desconto. Segundo os investigadores, o grupo usava entidades de fachada e sindicatos fantasmas para promover descontos indevidos, em um esquema que gerou prejuízos estimados em R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

No documento protocolado, Kataguiri afirma que as investigações da CPI revelam não apenas a ação de organizações fraudulentas, mas também a existência de possíveis vínculos políticos que teriam garantido sobrevida e até proteção ao esquema.

Ao GLOBO, o senador chamou o requerimento de Kim de uma tentativa de se criar narrativas e disse não acreditar que o documento será pautado.

— Rechaço a tentativa dele de criar narrativas envolvendo meu nome— disse o senador lembrando que ele entrou com uma ação no Supremo contra o deputado por difamação.

Como o GLOBO mostrou em maio, Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, era uma figura conhecida nos círculos políticos de Brasília. Um dos parlamentares com quem teve contato foi o senador Weverton, aliado do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi. Os dois se reuniram no Senado e estiveram juntos na casa do parlamentar em Brasília durante um “costelão” (churrasco de costela).

Os encontros foram confirmados por pessoas próximas ao senador e pela própria assessoria do parlamentar. “Conheci Antônio Carlos Camilo Antunes em um costelão na minha casa, para a qual ele foi levado por um convidado. Na ocasião, ele se apresentou como empresário do setor farmacêutico”, disse Weverton em nota enviada ao GLOBO.

Weverton contou que recebeu o Careca do INSS em seu gabinete no Senado ao menos três vezes “para tratar da pauta legislativa de legalização da importação de produtos à base de cannabis para fins medicinais”.O parlamentar do PDT, que não é investigado, é um dos vice-líderes do governo no Senado. Procurado para comentar sobre o pedido de convocação, ele ainda não retornou.

O deputado argumenta que a presença do senador na comissão é necessária para esclarecer os contatos que manteve com Antunes e outros dirigentes investigados. No texto, ele lembra ainda que o atual secretário-executivo do Ministério da Previdência foi chefe de gabinete de Weverton.

No requerimento, Kataguiri ressalta que a convocação não deve ser vista como ato de perseguição, mas como oportunidade para que o senador apresente sua versão “sob compromisso legal” perante a comissão. “Assim, a convocação se mostra medida necessária para o pleno esclarecimento da dimensão política do maior esquema de fraudes contra aposentados já identificado no país”, escreveu.

Para que a convocação aconteça, o requerimento do deputado precisa ser pautado pelo presidente da CPI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), e aprovado pela maioria do colegiado.

O escândalo do INSS teve um novo capítulo nesta sexta-feira com a prisão de Antunes. A ação, determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), é um desdobramento da Operação Sem Desconto, que apura um esquema bilionário de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Segundo o GLOBO apurou, investigadores identificaram risco de fuga e indícios de ocultação patrimonial.

As investigações revelaram que os envolvidos praticaram “os crimes de impedimento ou embaraço de investigação de organização criminosa, dilapidação e ocultação de patrimônio, além da possível obstrução da investigação por parte de alguns investigados.” Ao todo, segundo a PF, “estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de São Paulo e no Distrito Federal”.

Após ser preso, Antunes foi levado para a Superintendência da PF em Brasília. De acordo com a investigação, ele teria movimentado R$ 9,3 milhões em repasses destinados a pessoas ligadas a servidores do INSS, entre 2023 e 2024. Procurada, a defesa do empresário não se manifestou até o momento.

(O Globo)

  • Jorge Vieira
  • 12/set/2025

Executiva Nacional do Republicanos reafirma apoio a Orleans Brandão

Dirigentes e lideranças políticas do Republicanos no Maranhão reuniram-se nesta sexta-feira (12), em São Luís, para reafirmar o apoio do partido à pré-candidatura de Orleans Brandão ao Governo do Estado em 2026. O encontro teve a participação dos presidentes estadual, deputado Aluisio Mendes, e nacional da legenda, Marcos Pereira, que defenderam o projeto político que dará continuidade à gestão exitosa e bem avaliada do governador Carlos Brandão.

“O apoio que já era público, assumido por nossos líderes estaduais, agora tem o aval da Executiva Nacional do Republicanos, um dos mais importantes partidos do Brasil, que tem 44 deputados federais, quatro senadores, dois governadores e centenas de prefeitos e vereadores. Orleans é um jovem talentoso, que já mostrou sua capacidade para o trabalho como secretário de Assuntos Municipalistas, e representa a continuidade de um dos governos mais bem-sucedidos do Maranhão. Este projeto tem o apoio incondicional do Republicanos, para o Maranhão continuar avançando e progredindo”, afirmou Marcos Pereira, sob aplausos dos participantes do encontro.

O presidente estadual do Republicanos agradeceu aos prefeitos, vereadores e demais lideranças políticas do partido que participaram do encontro para reafirmar apoio à pré-candidatura de Orleans Brandão. “Hoje, com nosso dirigente nacional, viemos consolidar nossa decisão de apoiar esse projeto que já nasceu vitorioso. Somos 24 prefeitos e cerca de 200 vereadores, e cada um de nós sai imbuído do compromisso de mostrar a todos que o melhor para governar o Maranhão é Orleans Brandão”, enfatizou Aluisio Mendes.

Orleans Brandão disse receber com muita alegria a manifestação de apoio dos presidentes Marcos Pereira e Aluisio Mendes, e também dos prefeitos vindos de todas as regiões do Maranhão para o encontro promovido pelo Republicanos. “Aluisio Mendes tem a marca da lealdade e do trabalho permanente nos municípios, e assim como nós faz a política do diálogo. Temos uma história de amizade com esses líderes, e com vocês firmamos o compromisso de continuar levando a todo o estado as políticas públicas que estão desenvolvendo o Maranhão, conversando com as pessoas e buscando soluções”, finalizou Orleans.

  • Jorge Vieira
  • 12/set/2025

Câmara promoverá audiência sobre segurança do consumidor solicitada por Raimundo Penha

A Câmara de São Luís promove no próximo dia 15 de setembro, a partir das 15h, no Plenário Simão Estácio da Silveira, uma Audiência Pública com o tema “Proteção ao consumidor, garantindo segurança da população e promovendo um ambiente de mercado justo e competitivo em todo território estadual”

O requerimento, aprovado na sessão do dia 20 de agosto, é de autoria do vereador Raimundo Penha (PDT) tem como objetivo promover uma ampla discussão sobre o tema.

Entre os assuntos a serem debatidos estão: o combate às fraudes nas medições de bombas de combustíveis; a verificação do peso correto dos botijões de gás comercializados nos locais de venda; a fiscalização da comercialização de cabos e fios de energia elétrica; os grandes índices de incêndios em residências, apartamentos e prédios comerciais; e demais ações voltadas à defesa do consumidor e à segurança pública.

“O evento permitirá a troca de informações, esclarecimentos e o alinhamento de estratégias entre os órgãos públicos, o setor empresarial e a sociedade civil organizada, buscando maior eficácia nas políticas públicas de fiscalização e proteção do consumidor no município de São Luís”, afirma Penha.

Entre os setores convidados estão: Setor de Comércio e Indústria; Setor de Fiscalização e Segurança Pública; Setor Jurídico e de Direito do Consumidor; Setor de Saúde e Engenharia.

  • Jorge Vieira
  • 11/set/2025

1ª Turma do STF forma maioria para condenar Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está condenado. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria na tarde desta quinta-feira (11), com o voto da ministra Cármen Lúcia, que ainda não terminou sua leitura, para condenar o líder máximo da extrema direita brasileira pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e formação de organização criminosa. O voto não está concluído, mas a magistrada já confirmou que assim votará. Sobre os dois outros crimes, relacionados à destruição de patrimônio público tombado, ainda não há decisão.

Com o voto de Cármen, o placar do julgamento ficou em 3 a 1. Tendo em vista que o colegiado da Primeira Turma do STF é formado por cinco ministros, já não é mais possível o ex-presidente provar sua inocência. Falta ainda o presidente do colegiado, ministro Cristiano Zanin, apresentar seu voto. Não houve ainda nenhuma leitura de veredicto, tampouco a pena a que será submetido Bolsonaro, o que deve acontecer apenas na sessão final do julgamento, marcado para esta sexta-feira (12).

Se o voto de Cármen Lúcia for no mesmo sentido em relação aos demais réus, a Primeira Turma também formará maioria para condenar os corréus Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Augusto Heleno, Anderson Torres, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto. O tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, já havia sido condenado igualmente por formação de maioria, com o voto do ministro Luiz Fux, na noite de quarta-feira (10).

O voto de Cármen Lúcia foi o primeiro depois da ressaca mental originada com o voto do ministro Luiz Fux, que na quarta (10) leu seu entendimento sobre os casos relacionados à ação penal por longas e intermináveis 14 horas, apresentando uma visão tão distorcida quanto risível dos fatos ocorridos entre o final de 2022 e começo de 2023, algo que já passou a ser apontado como o mais esdrúxulo voto da história da mais alta corte do Judiciário nacional.

Fux chegou ao ponto do absurdo de ter absolvido Bolsonaro da acusação da tentativa de golpe, sob o argumento de não ter ocorrido tentativa de golpe, para então condenar Mauro Cesar Cid, um simples ajudante de ordens do ex-presidente, pelo crime que ele acabara de dizer que não existia, o de tentativa de golpe.

  • Jorge Vieira
  • 11/set/2025

Direção estadual PSOL se manifesta sobre eleições para governo e Senado

A direção estadual do PSOL, veio a público esclarecer que ainda não existe candidaturas oficiais ao Governo do Estado e ao Senado e que esta decisão será tomada somente na convenção que somente será realizada no período autorizado pela justiça eleitoral. Em nota “à imprensa e sociedade maranhense”, o presidente estadual da legenda, João Carlos, diz que o tema sobre tática eleitoral somente será discutido no Seminário Eleitoral do PSOL no início de outubro.

O dirigente da sigla de esquerda lamenta que alguns militantes interessados em concorrer ao governo e ao Senado estejam se apresentando se apresentando com se já fossem candidatos oficiais do partido e apresenta uma relação de nomes que já mostraram interesses em representar o partido na eleição majoritária.

NOTA DO PSOL À IMPRENSA E À SOCIEDADE SOBRE PRÉ-CANDIDATURAS AO GOVERNO E AO SENADO

O direito de qualquer filiado ou filiada do PSOL apresentar-se como pré-candidato ou pré-candidata a cargos eletivos é legítimo, assim como o de pleitear o reconhecimento do partido para compor chapas majoritárias ou proporcionais. No entanto, é sempre imprescindível ressaltar: a oficialização de qualquer candidatura depende de aprovação em convenção pública do partido, após amplo debate democrático.

Nesse sentido, o Diretório Estadual do PSOL, por meio de sua Presidência, vem esclarecer à imprensa e à população que, até o presente momento, não há qualquer decisão oficial sobre nomes ou tática eleitoral para o pleito de 2026. Como é tradição em nosso partido, tais definições serão fruto de ampla discussão coletiva, envolvendo instâncias e militância, condição indispensável em um partido de esquerda, democrático e plural como o PSOL.

Diversos nomes já se colocam à disposição para debate interno. Entre as pré-candidaturas ao Governo do Estado, estão: Valdeny Barros (Barreirinhas), Lindenberg Cunha Braga (Santa Inês) e Enilton Rodrigues (Arame). Para o Senado, estão postos os nomes de Antônia Cariongo (Santa Rita), Aline Maria e Luís Noleto (São Luís), Aluísio Melo (Imperatriz) e Moisés da Juventude (Timon).

Informamos ainda que o 1º Seminário Eleitoral do PSOL no Maranhão, para discutir tática eleitoral, ocorrerá no início de outubro, com ampla participação da base. Lamentamos a postura de alguns filiados que, ao apresentarem decisões pessoais ou de seus agrupamentos como se fossem deliberações oficiais do PSOL, desrespeitam as instâncias partidárias e confundem a opinião pública. Solicitamos, portanto, que esse veículo de comunicação colabore na correção das informações, garantindo à sociedade maranhense o devido esclarecimento.

João Carlos
Presidente Estadual do PSOL Maranhão

1 50 51 52 53 54 2.807

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