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  • Jorge Vieira
  • 28/jul/2022

Vice de Simplício assina compromisso de abrir mão de regalias do cargo caso seja eleita

Candidato oficial do Solidariedade ao governo do Maranhão, o ex-secretário Simplício Araújo ao anunciar que sua companheira de chapa será a nutricionista e vereadora do município de Pedreiras Marly Tavares, publicou a carta compromisso em sua rede social na qual ela renuncia qualquer tipo de regalia que o cargo oferece, caso seja eleita.

“Nossa companheira de chapa, Marly Tavares, nutricionista, vereadora de primeiro mandato e primeira mulher a ocupar a presidência da Câmara Municipal de Pedreiras. Marly assinou carta compromisso renunciando a regalias como escolta policial, casa e alimentação paga com recursos públicos”, diz Simplício.

O candidato inclusive publica a carta em que sua companheira de chapa aceita as condições impostas para ocupar o cargo em caso de vitória no pleito que se aproxima. No documento, a candidata a vice se diz disposta a renunciar, caso eleita, todas as regalias.

“Eu, Marly Tavares Soares Silva, pré-candidata a vice-governadora do Estado do Maranhão na chapa encabeçada pelo pré-candidato a governador Simplício Araújo, me comprometo a renunciar, caso eleita, a todas as regalias dispostas ao cargo de vice-governador, tais como cassa oficial, alimentação, segurança p

 

ara que o dinheiro do povo possa ser investido ao bem do povo e não a interesses pessoais”, diz a carta assinada pela vice de Simplício Araújo.

  • Jorge Vieira
  • 28/jul/2022

Confirmado como candidato ao governo, Simplício terá que superar obstáculos

O ex-secretário de Indústria, Comércio e Energia Simplício Araújo teve seu nome confirmado na convenção do Solidariedade na noite desta quarta-feira (27) e vai representar o partido na sucessão estadual, pondo fim a especulações de que a pré-candidatura ao governo do estado seria apenas uma estratégia para chegar à Câmara Federal.

A verdade é que poucos acreditavam que a candidatura de Simplício fosse mantida devido aos baixos índices de intenção de votos e falta de apoio político, mas para surpresa de muitos, o ex-secretário está oficializado como candidato a governador mesmo com os institutos de pesquisas apontando seu fraco desempenho junto ao eleitorado neste momento,

Ex-secretário do ex-governador Flávio Dino (PSB) que mostrou competência ao ter atuação destacada durante o período mais rigoroso da pandemia da Covid-19 e desenvolver programas para garantir a geração de emprego e renda, Simplício entra no jogo sucessório e terá que ultrapassar obstáculos, sendo o primeiro deles melhorar sua performance junto ao eleitorado.

Com apenas cerca de 2% de intenção de votos, conforme as últimas sondagens, o agora candidato terá que a difícil tarefa de alcançar índices de aceitação que lhe permitam ultrapassar Weverton (PDT), Lahesio Bonfim (PSC) e Edivaldo Holanda Junior (PSD), os três candidatos que estão atrás de Carlos Brandão, líder na preferência do eleitorado e é tido como presença certa no segundo turno.

Simplício não surpreendeu apenas pela manutenção da candidatura, mas também por não ter declarado apoio à candidatura do ex-governador Flávio Dino ao Senado e muito menos apresentar o seu vice. Como existe ainda prazo para definição, é provável que o candidato defina essa questão nos próximos dias.

Integrante da nova geração de políticos que tenta se consolidar como liderança no estado, Simplício é um bom nome para ser avaliado, tem um bom discurso e trabalho a apresentar seja como deputado ou secretário e carrega com ele a bandeira da geração de emprego e renda como forma de proporcionar o desenvolvimento do estado e o bem estar da população.

 

  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2022

Mesmo com pandemia, gestão Flávio Dino e Brandão cumpriu 88% das promessas de campanha, aponta G1

Levantamento do site G1 divulgado nesta quarta-feira (27) revela que o Governo do Maranhão cumpriu integral ou parcialmente 88% das promessas de campanha assumidas em 2018 pela então chapa Flávio Dino e Carlos Brandão (ambos do PSB).

De acordo com o site de notícias da Globo apenas 12% dos compromissos de campanha firmados por Dino e Brandão ainda não foram cumpridos.

O bom resultado foi obtido mesmo em meio ao cenário desfavorável da pandemia do coronavírus, que causou estragos na economia de todos os estados brasileiros.

Segundo o G1, em três anos e meio o governo Dino/Brandão cumpriu de forma integral ou parcial 50 das 57 promessas de campanha anunciadas durante as eleições de 2018.

O levantamento do G1 revela que o Governo do Maranhão figura na quarta posição entre os estados que mais cumpriu promessas de campanha – levando em consideração os compromissos integralmente e parcialmente executados – atrás apenas do Rio Grande do Sul, Ceará e Mato Grosso.

Maranhão na frente do Governo Federal

Com 88% das promessas de campanha concretizadas ou em andamento, a dupla Dino e Brandão conseguiu obter resultado bem superior ao obtido pelo próprio Governo Federal no mesmo período.

O levantamento do G1 aponta que em pouco mais de três anos e meio, o presidente Jair Bolsonaro (PL) só conseguiu cumprir completamente ou em partes apenas 52% das promessas que fez aos seus eleitores.

  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2022

‘O Brasil precisa de urgência para recuperar o emprego e a qualidade de vida do povo’, diz Lula

Em entrevista na manhã de hoje ao portal UOL, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil precisa de urgência para recuperar o emprego e a qualidade de vida do povo. Lula citou o também ex-presidente Juscelino Kubistcheck para dar a dimensão das necessidades do país. “São quatro anos em que a gente pretende fazer aquilo que o Juscelino fez, cinquenta em cinco, nós vamos tentar fazer 40 em quatro porque o Brasil precisa de muita urgência para recuperar seu emprego e a qualidade de vida do povo”.

Na conversa com os jornalistas Kennedy Alencar, Alberto Bombig e Carla Araújo, o ex-presidente defendeu a volta do PAC e de programas sociais extintos e voltou a dizer que, num dos primeiros atos de um eventual novo mandato vai convidar os 27 governadores para que eles indiquem as três principais obras de infraestrutura de cada estado, envolvendo educação e saúde, para que elas comecem ainda antes do Carnaval.

Lula afirmou também que vai retomar os programas que foram sucesso nos governos petistas, como o Minha Casa Minha Vida e o Bolsa Família. Sobre o principal programa de habitação do país, Lula destacou o subsídio dado a famílias de baixa renda e a construção de 4 milhões de unidades residenciais.

“O Minha Casa Minha Vida é programa que precisa ser retomado. Pode ser aperfeiçoado, mas foi o mais importante programa habitacional feito nesse país. Levava em conta as pessoas que não podiam pagar e a gente subsidiava. Foram mais de quatro milhões de casa”, disse lamentando que o programa tenha sido extinto pelo atual governo e substituto pelo chamado Casa Verde Amarela.  “O povo deve ter liberdade de escolher a cor que quiser para sua casa”, afirmou.

O ex-presidente também ressaltou a importância de retomada do Bolsa Família, com os parâmetros que tinha de exigir contrapartidas relacionadas à manutenção das crianças na escola e atendimento das agendas de saúde pública, como vacinação. Lula defendeu R$ 600 para o programa e se considerar o número de pessoas por família.

  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2022

Convenções partidárias movimentam bastidores da política

O PSTU abriu nesta terça-feira (26) a temporada de convenções dos partidos que vão concorrer às eleições majoritárias com candidaturas própias  ou coligados, confirmando nome do professor Hertz Dias para governador e Saulo Arcangeli para o Senado. Hoje será a vez do Solidariedade homologar Simplício Araújo, em evento que acontecerá no Hotel Rio Poty, na Ponta D’areia,, a partir da 19h.

As atenções da classe política, no entanto, estarão voltada para final de semana quando os quatro principais candidatos na corrida do Palácio dos Leões realizarão suas festa democráticas para confirmar as presenças de Carlos Brandão (PSB), Weverton Rocha (PDT), Edivaldo Holanda Junior (PSD) e Lahesio Bonfim (PSC).

O primeiro dos quatro a reunir sua militância, aliados políticos e simpatizantes da candidatura será o representante pedetista na sexta-feira (29) no Estádio Municipal Nhozinho Santos, enquanto no sábado (30) será a vez de Edivaldo Holanda e Carlos Brandão realizarem seus atos políticos antes de colocarem as campanhas ruas.

Para o encontro que vai reunir os partidos da base do governo Jair Bolsonaro (PL) em apoio a Weverton, a grande expectativa gira em torno do comparecimento do deputado federal e presidente do PL no Maranhão, Josimar de Maranhãozinho, alvo de três operações da Polícia Federal por suposto desvio de recursos públicos. Os pedetistas, segundo comentam nos bastidores da política, estariam tentando convencer Maranhãozino a não comparecer.

A aliança governista que reúne dez partidos, além de Brandão governador, confirmará Felipe Camarão (PT) como vice e Flávio Dino ao Senado. A festa está programada para o Aterro do Bacanga, a partir das 16h, e deverá ser bastante concorrida devido a animação da militância com o resultado da última pesquisa do Instituto Econométrica que aponta Brandão folgado na liderança com uma diferença de onze pontos percentuais para o segundo colocado.

Edivaldo Holanda, por sua vez reúne partidários, militância e simpatizante também no sábado e realizará sua convenção para confirmar a candidatura ao governo. O ex-prefeito de São Luís optou por não lançar candidatura ao Senado e vai anunciar o vice de sua chapa na festa democrática que marcará o inicio de sua campanha oficial ao governo do Maranhão.

Já no domingo (31), a surpresa da pré-campanha Lahesio Bonfim, ex-prefeito do pequeno município de São Pedro dos Crentes, reunir a militância para homologar seu nome na disputa eleitoral. O vice ainda está sendo articulado e somente deverá ser anunciado na convenção. O PSC vai apoiar a candidatura de Roberto Rocha, que tenta a reeleição.

O candidato, que chegou a declarar apoio à pré-candidatura do Pastor Bel ao Senado, após levar um puxão de orelha do presidente do PSC, deputado federal Aluísio Mendes, que chegoua abrir as porta do partido para ele sair, se acertou com o dirigente do partido e convenceram Pastor Bel ser primeiro suplente de Roberto Rocha, que está 20 pontos perentuais atrás de Flávio Dino.

  • Jorge Vieira
  • 26/jul/2022

Escândalo do orçamento secreto impacta em queda de Weverton em pesquisa

As denúncias sobre a suposta participação do senador Weverton Rocha (PDT) no uso irregular de recursos do chamado orçamento secreto repercutiram negativamente no projeto eleitoral do pedetista e o escândalo resultou na queda das intenções de voto.

Isso é o que aponta Pesquisa Econométrica divulgada nesta terça-feira, 26, pelo jornal O Imparcial, disponibilizada desde a noite de segunda-feira (25). Segundo o levantamento, Carlos Brandão (PSB) lidera com 34,8%. Weverton aparece mais de dez pontos percentuais atrás, com 23,6% das intenções de voto.

Sondagem do instituto Exata divulgada em junho pelo mesmo O Imparcial, apontava Weverton na frente, com 29% e Brandão com 24%. No comparativo entre as duas pesquisas, Weverton caiu mais de oitos pontos, enquanto seu principal adversário, o governador e pré-candidato à reeleição Carlos Brandão cresceu mais de 10 pontos percentuais e agora tem ampla vantagem.

Citado pela revista IstoÉ como um dos “caciques políticos” do Maranhão decisivos na distribuição de verbas via orçamento secreto, Weverton agora amarga empate técnico com Lahésio Bonfim (PSC) – Weverton e Lahésio também disputam a vaga de candidato oficial do presidente Jair Bolsonaro (PL) no Maranhão.

Reportagem da Revista Piauí revelou para o Brasil que Weverton Rocha seria peça-chave no uso de verbas federais via orçamento secreto para beneficiar prefeitos aliados.

No esquema, dados fraudados da área da Saúde eram usados para que políticos como Weverton, indicassem de forma anônima, verbas para cidades onde possuem bases eleitorais.

Weverton terá ainda que conviver durante a campanha com a péssima repercussão do escândalo do orçamento secreto. O pré-candidato do PDT (partido de Weverton) à presidência, Ciro Gomes, chegou a chamar de “picaretas” os parlamentares favorecidos com o orçamento secreto.

  • Jorge Vieira
  • 26/jul/2022

Pesquisa indica que atuação de Roberto Rocha como senador não agrada a população

Pelos números da pesquisa apresentados pelo Instituto Econométrica/O Imparcial, Roberto Rocha pode ir desarrumando as gavetas do seu luxuoso gabinete e começar a se despedir dos seus auxiliares no Senado. Com 20 pontos percentuais atrás do seu criador, o ex-governador Flávio Dino (PSB), o senador bolsonarista do PTB está tendo sua atuação no Congresso Nacional reprovada pela população.

Conforme o resultado da sondagem sobre intenção de votos para senador, apresentado pelo Econométrica nesta segunda-feira (25), Flávio Dino mantém uma larga margem de vantagem sobre seu principal oponente. O ex-governador socialista tem 48,5% de intenção de votos contra apenas 27,9%, ou seja, Dino tem vantagem de 20 pontos sobre o senador que se elegeu, pasmem, pelo PSB e virou bolsonarista.

Roberto conquistou o mandato em 2014 com o empenho pessoal do então candidato a governador Flávio Dino na reta final da campanha, quando o então deputado federal Gastão Vieira liderava a corrida ao Senador, e pelos esforços dos líderes da aliança que interrompeu o ciclo de dominação do grupo Sarney no Maranhão após quase cinco décadas no poder, mas traiu o grupo e expôs seu lado direitista.

Com o mandato voltado para defender os interesses do governo de Jair Bolsonaro, o senador que prometia mostrar para que servia um senador, acabou virando pau mandado do Palácio do Planalto, fiel serviçal e cumpridor das ordens do presidente e passou se posicionar contra os interesses do Maranhão, limitando-se a criticar a gestão Dino/Brandão, atitude que está sendo agora medida pelas pesquisas.

E pelo que vem mostrando as sondagens junto ao eleitorado maranhense, Flávio Dino caminha a passos largos para se eleger senador e mandar de volta para casa seu oponente, que tudo prometeu, mas nada fez de concreto para ajudar o estado, se limitando a criticar até o esforço do governador para evitar mortes no auge da pandemia de Covid-19.

A pesquisa ouviu 1535 pessoas em 57 municípios do Maranhão, incluindo a capital São Luís, no período de 19 a 22 de julho de 2022, com uma margem de erro de 2,5% para mais ou para menos, e confiabilidade de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número MA-08398/2022.

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