Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
  • Jorge Vieira
  • 7/dez/2011

Corregedoria vai investigar denúncia de propina, mas oposição colhe assinaturas para cria CPI

O deputado Bira do Pindaré (PT) começou a colher assinaturas visando a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar qual parlamentar teria recebido R$ 1,5 milhão, de empreiteiras ligadas à construção civil, para a aprovação do projeto de lei do líder da bancada do governo, deputado Stênio Resende (PMDB), que flexibilizou a derrubada da palmeira de babaçu nas zonas urbanas.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB) comunicou ao plenário sua decisão de não receber o requerimento do deputado Carlos Alberto Milhomem (PSD), solicitando que a CPI dos R$ 73,5 milhões, instalada ontem, ampliasse a investigação para apurar quem recebeu R$ 1,5 milhão para aprovar o projeto dos babaçuais, por não atender aos preceitos regimentais e encaminhou à Corregedoria Parlamentar da Casa,comandada pelo deputado Jota Pinto (PR) a responsabilidade pela apuração dos fatos.  
A iniciativa do presidente, embora tenha sido elogiada por vários parlamentares que fizeram uso da palavra para se manifestarem sobre o assunto, não contemplou a oposição, que exige uma apuração rigorosa sobre o fato denunciado. Já na apresentação do requerimento, oito deputados assinaram o documento criando a CPI para investigar especificamente a denúncia de que um deputado do governo teria recebido o dinheiro para ser repartido com outros 29 parlamentares que votaram pela aprovação do projeto.
Segundo Bira do Pindaré, o assunto que está posto lança suspeita sobre os 42 deputados. “Nós não podemos ficar sem dar uma resposta à sociedade, nós sabemos que a Corregedoria tem limitações, ela não vai ter um alcance para além da investigação dos deputados identificados, se forem identificados, se é que a Corregedoria tem um condão de identificar, pois não se fala apenas de um, mas se fala de 30 deputados. A questão é muito mais séria, porque além dos deputados, envolve também, empresários, e se tudo isso for verdade, nós estamos diante de uma conduta tipificada no Código Penal Brasileiro de ‘corrupção’, que é crime, e nós não podemos aceitar passivamente a pecha de criminosos”, defendeu Bira..
Para o deputado petista, é preciso ser apurado com rigor, zelo e todo o cuidado necessário uma acusação tão grave quanto essa. “Nós não podemos permitir, que confundam as condutas existentes aqui nesta Assembleia. É preciso que se apure e se apure com todo rigor, por isso estou com o requerimento pronto já com 08 assinaturas e está aberto a todos os colegas que quiserem subscrevê-la para que a gente possa abrir essa apuração”, defendeu Pindaré.
A discussão em torno da denúncia, levada ao plenário terça-feira pelos deputados Tatá Milhomem e César Pires (DEM), dominou praticamente toda a sessão de ontem. O líder do Bloquinho, Eduardo Braide (PMN) defendeu uma investigação rigorosa sobre o caso, pois, em seu entendimento, da forma como está sendo colocado, toda Assembleia está sob suspeita.
“Eu, como vários outros deputados de primeiro mandato, não esperava encontrar aqui um cenário como este. Portanto, faço este apelo à Corregedoria desta Casa, juntamente com Conselho de Ética, se for preciso, para que esse fato seja esclarecido, para que a gente venha dissipar qualquer dúvida que diga respeito a esse fato que foi noticiado e que já está aí virando até motivo da imprensa nacional. Portanto, quero dizer que é um fato que precisa ser passado a limpo, para que não recaia sobre toda esta Casa essa desconfiança em função dessa matéria que foi levantada”, repugnou-se Braide.
O líder do Bloquinho não revelou se vai assinar a CPI proposta por Bira, mas segundo informações colhidas nos bastidores do Poder Legislativo, os treze parlamentares que integram o Bloco da União Democrática estariam dispostos a colocar a assinatura no requerimento, por entenderem que todo parlamentar da base do governo está sob suspeita.    
Enquanto não existe uma definição sobre a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito, a recomendação da Presidência da Casa é para que a Corregedoria inicie imediatamente a apuração da denúncia. Pelo Regimento Interno, a investigação ficará sob a responsabilidade dos deputados Jota Pinto (PR), Edilázio Júnior (PV) Cleide Coutinho (PSB).
Para o líder da oposição, Marcelo Tavares, a CPI ou a Corregedoria tem condições de fazer uma investigação séria. “Acho correta a decisão do presidente de encaminhar para a Corregedoria, mas a oposição adverte: quer a apuração, mas ela não pode ser pela metade como é a CPI dos Convênios dos R$ 73 milhões. Se aqueles que suspeitam dos deputados porque votaram, eu quero acrescentar dois suspeitos à lista: a governadora Roseana Sarney e o Chefe da Casa Civil, Luís Fernando Moura da Silva; porque assinaram a sanção da Lei. Ora, se ofereceram um milhão e meio na Assembleia. Eu posso aqui dizer: será que ofereceram alguma coisa no Executivo?”, questionou.  
Na avaliação da deputada Gardênia Castelo (PSDB), a denúncia tem que ser apurada com urgência por uma CPI. “Nós fomos eleitos para trabalhar, para apresentar projeto, em fim, para fiscalizar o Governo e temos obrigação sim, se for preciso, cortar na própria carne”, defendeu. Gardênia explicou que a Corregedoria da Casa não terá condição de apurar a denúncia, porque não envolve apenas parlamentares.  
“É preciso que a gente comece agora separar os joios do trigo; eu não quero aqui acusar ninguém e nem nunca fiz isto. Mas vou fazer uma pergunta: que autoridade moral está Casa tem para investigar algum convênio, propor alguma CPI, se ela própria não se investiga, se ela própria não cria uma CPI para apurar essas denúncias que pairam sobre todos os deputados?”, questionou.
O deputado Raimundo Cutrim (PSD) defendeu a CPI proposta por Bira, afirmando que cada assinatura colocada no requerimento representa o fortalecimento do Poder, que precisa esclarecer a denúncia que, em seu entendimento, tanto afeta a imagem do parlamento e de todos os deputados. “Não foi citado um deputado, foi citada a Casa. “Não creio que algum deputado tenha feito isto e tenho certeza que a CPI haverá de esclarecer que isso tudo não passou de informações equivocadas, quero crer nisto para que a Casa não se manche, não se suje com essa questão que tanto tem atraído coisas negativas”, defendeu.

  • Jorge Vieira
  • 7/dez/2011

Corrgedoria da Assembleia vai investigar quem levou R$ 1,5 mi de empreiteiras

O Presidente Arnaldo Melo (PMDB) delegou à Corregedoria da Casa a responsabilidade pela apuração da denúncia de que um deputado da base do governo levou R$ 1,5 milhão de construtoras para aprovar o projeto de lei que flexibilizou a derrubada da palmeira de babaçu. 
O líder da oposição defendeu que fosse criada uma CPI para investigar a denúncia, e defendeu a convocação da governadora Roseana Sarney e do secretário chefe da Casa Civil, Luís Fernando para depor. Foi ela quem sancionou o projeto”, lembrou Marcelo Tavares.
Apesar dos apelos para a formação de Comissão Parlamentar de Inquérito, os trabalhos de apuração ficarão mesmo a cargo do Corregedor da Casa, deputado Jota Pinto.

  • Jorge Vieira
  • 7/dez/2011

CPI começa com bate boca entre deputados

O deveria ser apenas a instalação formal da Comissão Parlamentar de Inquérito que vai apurar o sumiço de R$ 73,5 milhões da Prefeitura de São Luís, acbou se transformando num bate boca acolarorado entre os deputados Roberto Costa (PMDB) e Marcelo Tavares (PSB). O líder da oposição denunciou que a CPI estava se reunindo para fazer política e não investigar corrupção. “Isso aqui é uma CPI de mentirinha”, provocou.
“Respeite esta Comissão, que foi constituida com a autorização da maioria da Casa para apurar um fato determinado que foi o desaparecimento de R$ 73,5 milhões da Prefeitura de São Luís e vai se manter neste objetivo”, respondeu Roberto Costa. Não sei o que o prefeito fez para o senhor para defendê-lo com tanta determinação”, completou. 
Os dois voltaram se desentender no final da reunião quando o deputado Magno Bacelar, que presidia os trabalho, inicou o processo de escolha do presidente, vice-presidente e relator. Marcelo se candidatou ao cargo de relator e voltou a denunciar que a CPI estaria sendo dirigida. “Porque investigar apenas a prefeitura de São Luís e não a de Brejo onde o prefeito sacou o dinheiro no caixa e gastou?”, questionou.  
No meio da discussão, Bacelar colocou os cargos em votação, sendo ele próprio eleito para presidente, Rogério Cafeteira vice, e Roberto Costa ficou como relator.  
A CPI volta reunir na próxima terça-feira, às 15, nas Sala das Comissões, quando serão aprovados os requerimento convocando os que prestrarão depoimento.

  • Jorge Vieira
  • 7/dez/2011

CPI dos R$ 73 milhões deve convocar João Castelo

O prefeito João Castelo deverá ser convocado a depor na CPI que vai investigar o sumiço de R$ 73,5 milhões da Prefeitura de São Luís. Se não aceitar o convite para explicar o que fez com a grana, será conduzido sob vara.
A Comissão reúne nesta manhã de quarta-feira (07) para eleger o presidente, relator e começar a discutir a relação dos que serão convidados a prestar esclarecimento sobre o paradeiro da grana.
O dinheiro foi repassado à Prefeitura pelo governo Jackson Lago, em 2009, fruto de convênios para a construção de obras  viárias, como a construção dos viadutos do retorno do Calhau e Forquilha, prolongamento da Litorânea e asfaltamento de ruas.
Os recursos fora depositados na conta do convênio, no Banco do Brasil, de onde foi transferido para a Caixa Econômica Federal e desapareceu. O prefeito, embora bastante cobrado, nunca disse onde escondeu ou se sacou.  

  • Jorge Vieira
  • 6/dez/2011

CPI que vai investigar o “sumiço de R$ 73,5 milhões reúne amanhã

Começa amanhã (7), às 8:00h, no Plenarinho da Assembleia Legislativa, o primeiro trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o desaparecimento dos R$73,5 milhões das contas da Prefeitura de São Luís; recursos provenientes de três convênios entre Governo do Estado e Prefeitura de São Luís, em 2009 
Será uma reunião de cunho administrativo, na qual os deputados Roberto Costa (PMDB), Vianey Bringel (PMDB), Magno Bacelar (PV), Alexandre Almeida (PSD), Rogério Cafeteira (PMN) Marcelo Tavares (PSB) e Léo Cunha (PSC) irão deliberar sobre a escolha do presidente e relatores da CPI. Na reunião ainda deverão ser aprovados os primeiros requerimentos solicitando documentos e reuniões.
O deputado Roberto Costa (PMDB) afirmou que a criação da CPI se deu principalmente pela falta de informações sobre o  recurso. “Essa comissão só foi criada pela falta de informação por parte do prefeito de São Luís a respeito do desaparecimento dos R$73,5 milhões. Esse dinheiro era para ter sido aplicado na infraestrutura da cidade, para ser feito o elevado da Forquilha, o prolongamento da Avenida Litorânea e que sumiu misteriosamente das contas da Prefeitura de São Luís e das contas-convênio no Banco do Brasil. Inclusive na própria prestação de contas que a Prefeitura faz ao Tribunal de Contas do Estado não consta nem número de convênios, nem número das contas e nem os recursos destinados para o convênio. A nossa intenção é que o prefeito venha a público prestar esclarecimento acerca do desaparecimento” afirmou Costa

  • Jorge Vieira
  • 6/dez/2011

Bira denuncia descaso da Vale com vida humana em Açailândia

O deputado Bira do Pindaré (PT) utilizou o tempo dos blocos da Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira (06), para denunciar a enorme quantidade de partículas poluentes que siderúrgicas da Vale do Rio Doce despejam há anos na atmosfera, no povoado Piquiá de baixo – Açailândia-MA.
Nesta quarta-feira (07) as pessoas que residem em Piquiá promoverão a Marcha da Indignação. 350 famílias reivindicarão seus direitos e o principal deles, o direito à vida.
“São 350 famílias esquecidas as margens da cidade de Açailândia, cinco siderúrgicas vomitam sua poluição há mais de 20 anos, e eles não conseguem ter respostas satisfatórias, nem da Vale do Rio Doce, nem do Governo do Maranhão, nem da Prefeitura de Açailândia, nem do Tribunal de Justiça”, protestou Bira.
A comunidade pediu que fosse deslocada, inclusive já conseguiu a desapropriação de uma nova área. Por força de uma liminar os moradores de Piquiá não puderam até hoje se mudar para o novo endereço. O mais grave de tudo, é que de acordo com a comunidade, um rebanho com 50 cabeças de gado ocupa o local e impede que as pessoas possam construir suas novas casas.
“Então trocaram milhares de vidas humanas por 50 vacas, é o que acusam as lideranças da comunidade de Piquiá de Baixo. Portanto trago aqui essa notícia, faço mais uma vez esse apelo para a gente encontrar uma solução, Piquiá é o único lugar do mundo que conheço que a gente enxergar o ar, o ar a gente ver, porque o ar é absolutamente impróprio para a convivência humana”, condenou Bira.

  • Jorge Vieira
  • 6/dez/2011

Escândalo: bancada do governo vendeu a Assembleia por R$ 1,5 mi

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assmebleia Legislativa, Carlos Alberto Milhomem (DEM) oficializou hoje um pedido para que a CPI que vai apurar o sumiço dos R$ 73 milhões da Prefeitura de São Luís, investigue denúncias de que um deputado da bancada do governo teria recebido a importância de R$ 1,5 milhão para a aprovação do projeto de lei que permitiu a derrubada de palmeira da Babaçu em área urbana, de interesse de uma construtora.
Segundo a denúncia de Tatá, o dinheiro seria repartido entre 30 parlamentares que integram a base de sustentação do governo, o que daria R$ 50 mil a cada um dos votantes.  O problema é que o dinheiro não foi repartido como prometido e agora Milhomem, que integra a bancada do governo e alega que não recebeu sua parte, pediu uma CPI para apurar responsabilidades.
O governo, que já era desmoralizado por conta das inúmeras denúncias de corrupção, agora possui uma bancada à sua altura. Enquanto Roseana ataca os cofres públicos, sua bancada garimpa migalhas junto aos empresários da construção civil, vendendo aprovação de projeto de lei. Uma palhaçada jamais vista no parlamento maranhense.
O mais intrigante é que a denúncia parte de um deputado do governo chateado porque não recebeu sua parte. Se tivesse recebido jamais teria vindo a público os verdadeiros motivos que levaram a bancada governista a aprovar, contra os votos da oposição, a derrubada dos babaçuais, a toque de caixa.
Milhomem, na realidade, não quer apurar nada, joga apenas para a platéia, pois se essa fosse sua intenção teria apresentado um pedido específico para a formação de um Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar o processo de votação do projeto que flexibilizou a derrubada das palmeiras que impediam a Franere de construir vários empreendimentos imobiliários na cidade.

Cada governo tem a bancada que merece e nessa bancada tem deputado que tem medo de passar em frente a Delegacia de Polícia. O deputado Rigo Teles, por exemplo, responde a inúmeros processos na Polícia Federal por fraude e enriquecimentom ilícito. Só não está preso porque conta com a proteção do senador José Sarney.  

1 2.667 2.668 2.669 2.670 2.671 2.808

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz