Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
  • Jorge Vieira
  • 25/nov/2011

Presidente Arnaldo Melo cancela entrevista

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), cancelou agora a pouco a entrevista que concederia à imprensa para falar sobre o encontro que teve com a governadora na tarde de ontem.
Segundo informou a assessoria do presidente, houve um “ruído” na informação passada a jornalistas e blogueiros, de que Arnaldo Melo iria fazer um pronunciamento esta manhã, como noticiou o bloco no post acima.
Melo teria desistido da entrevista após a governadora mandar prender todo o comando da paralisação. Não havia mais o que falar.

  • Jorge Vieira
  • 25/nov/2011

Militares montam estratégia para resistir a intimidação da governadora

Mlitares começaram montar barracas na área extena do Palácio Manoel Bequimão para resistir a tentativa de intimidação da governadora Roseana Sarney, que solicitou a prisão de todo o comando do movimernto.

A extratégia é só levantar acampamento após terem garantidas as reivindicações da categoria.
“Escolhemos a Assembleia Legislativa para acampar porque o oficial de justiça só entrará aqui  para entregar a ordem de prisão com a autorização do presidente”, disse agora a pouco um dos líderes da paralisação.
Os militares pedem que não sejam reveladas suas identidades a fim de evitar mais perseguições por parte da governadora.    
O clima é de confronto e não há, por parte do governo, disposição para o diálogo. Agora a pouco, no momento em que os militares se concentravam, uma agente da ABIN foi descoberto e retirado do local.  Os policiais o escoltaram até a porta de saída da Assembleia.

  • Jorge Vieira
  • 25/nov/2011

Presidente da Assembleia fará pronunciamento esta manhã sobre a greve dos militares

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB) fará um pronunciamento, esta manhã, sobre o encontro que teve com a governadora Roseana Sarney, na tarde de ontem, para tratar sobre a greve dos policiais militares e bombeiros, que paralisaram suas atividades por tempo indeterminado.
Arnaldo Melo (PMDB) foi indicado mediador do movimento grevista dos militares junto ao governo do Estado. A decisão foi tomada em reunião realizada entre os deputados e o comando de greve, no gabinete da Presidência, no final da manhã de ontem, logo após o encerramento da sessão plenária.
O parlamentar deveria retornar a Assembleia Legislativa ao final do encontro com Roseana, para comunicar aos grevistas que estão acampados na área externa do Palácio Manoel Bequimão, mas resolveu marcar para esta manhã um pronunciamento para relatar o que pretende a governadora.
Segundo Arnaldo Melo, o comando de greve quer dialogar com o governo do Estado, quer que se estabeleça um canal de negociação e decidiram, conjuntamente com os líderes desta Casa, que a Assembleia Legislativa, por intermédio de sua Presidência, é quem deve cumprir esse papel.
A mais nova tentativa para tentar sensibilizar a intransigente governadora para a causa dos militares, no entanto, foi em vão, pois antes mesmo da reunião terminar, Roseana solicitou a prisão de todo comando da greve, como forma de intimidar a corporação.  
  

  • Jorge Vieira
  • 25/nov/2011

PT cobra de Dilma afastamento de afilhados de Lupi

BERNARDO MELLO FRANCO

Com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), enfraquecido no cargo, o PT mudou de estratégia e decidiu cobrar abertamente que a presidente Dilma Rousseff ordene uma faxina para varrer pedetistas de postos do segundo escalão da pasta.
A medida esvaziaria o poder de Lupi, que ainda luta para permanecer no cargo após acusações de favorecimento a seus aliados.
O presidente do PT, Rui Falcão, disse ontem à Folha que o governo deveria rever o domínio do PDT sobre as superintendências regionais do ministério, as antigas delegacias do trabalho.
“O que estamos assinalando em relação ao Ministério do Trabalho é que a política de porteira fechada não é mais correta. As delegacias regionais deviam ser mais plurais”, afirmou Falcão.
Filiados ao PDT chefiam hoje 20 das 27 superintendências regionais do Trabalho, segundo levantamento publicado na segunda-feira pelo jornal “Valor Econômico”.
De acordo com Falcão, o PT não se mobilizará para defender a saída ou a permanência do ministro pedetista até a reforma ministerial que Dilma planeja promover no início do ano que vem.
“O PT não está propondo nem a manutenção nem a derrubada do ministro. Isso é uma avaliação que cabe à presidente fazer”, disse.
Ele ainda contestou a versão de que seu partido faz lobby para voltar ao ministério, que foi comandado pelos petistas Ricardo Berzoini e Luiz Marinho no primeiro mandato do ex-presidente Lula.
“Nós ocupamos ministérios importantes no governo. Não estamos fazendo pleito nesse sentido”, afirmou.
MUDANÇA DE TOM
Até aqui, a direção do PT evitava criticar abertamente o loteamento de cargos do ministério na gestão Lupi.
Nos bastidores, dirigentes da CUT (Central Única dos Trabalhadores), ligada ao PT, já faziam pressão para que Dilma reduzisse o espaço da Força Sindical na pasta.
A Força é presidida pelo deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (PDT-SP), do partido de Lupi.
O Ministério do Trabalho informou que não comentaria as declarações de Falcão.
De acordo com a assessoria da pasta, o ministro entende que as superintendências regionais do Trabalho são cargos de livre escolha, a serem preenchidos conforme a vontade do ministro.
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, disse que o PT está tentando obter mais cargos para a CUT e reclamou da pressão contra Lupi.
 
“O PDT indicou pessoas que são ligadas ao partido. A crítica deles, na verdade, é de que os cargos não estão com o PT. Aí não vale”, afirmou o sindicalista

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Governo responde as reivindicações dos militares com intimidação

A resposta do governo às reivindicações dos militares e dos bombeiros foi fulminante.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), ainda não tinha sequer concluído seu encontro com a governadora Roseana Sarney (PMDB), quando clamou pelo entendimento entre as partes, quando o coronel Edilson Moraes Gomes, certamente orientado pelo comandante da tropa, protocolava, na Procuradoria Geral de Justiça, representação solicitando que fosse pedida à Justiça Militar a prisão dos coronéis e líderes do movimento grevista.      
Estão passíveis de terem as prisões decretadas a qualquer momento Ivaldo Barbosa, Francisco Melo da Silva, Antonio Ferreira Brandão, Raimundo Constâncio Castro, Roberto Campos Filho, Antonio Nascimento Santos Filho, Alexandre Henrique Rios Leite e Jean Marry Serejo Santana.
A iniciativa da governadora, de radicalizar e querer dobrar na força a categoria, na avaliação de políticos experientes, que preferem deixar o abacaxi para Roseana descascar, só vai fazer acirrar ainda mais o confronto. Os militares já anunciaram que o movimento continua.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Flávio Dino condena intransigência do governo e declara apoio aos policiais e bombeiros

O presidente da Embratur Flávio Dino, via Facebook, condena a intransigência do governo de Roseana Sarney,  em não negociar com a categoria e declara apoio aos policiais e bombeiros e demais famílias que sofre com a falta de politicas publicas na segurança do nosso estado.

Veja a declaração

Acompanho com preocupacão a crise com policiais e bombeiros do Maranhão, causada pela insensibilidade e omissão do governo estadual.

Expresso meu desejo de que o diálogo democrático prevaleça entre as partes e que se encontre uma solucão adequada às reivindicações.

Manifesto minha solidariedade às famílias dos policiais e bombeiros, assim como às demais famílias que sofrem grave insegurança.

Medidas autoritárias não solucionarão a crise. Colegas parlamentares da oposição estão atuando corretamente em busca de caminho democrático.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Desembargadores discutem greve com o comando da Segurança do Estado

O presidente em exercício  do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Bayma Araújo, e o corregedor-geral de Justiça, Guerreiro Júnior, receberam na manhã desta quinta-feira, 24, o secretário de Segurança Pública do Estado, Aluízio Mendes, o comandante da Polícia Militar do Maranhão, coronel Franklin Pacheco, e o subcomandante Edílson Gomes, para tratar sobre a greve dos policiais militares e do Corpo de Bombeiros do Maranhão, decretada na quarta-feira, 23.

Durante a reunião, as autoridades fizeram uma consulta ao presidente do TJ sobre a legalidade das ações do movimento, que atinge cerca de 40% do efetivo de 7 mil homens, incluindo policiais e bombeiros, principalmente na região de Imperatriz.
Bayma Araújo informou, na reunião, sobre a decisão do desembargador Stélio Muniz, que deferiu liminar durante o plantão judiciário determinando a imediata suspensão do movimento, sob pena de multa diária de R$ 200,00 por integrante das forças, e o desconto da remuneração pelos dias parados.
O pedido foi ajuizado pelo Estado do Maranhão, alegando que o movimento seria ilegal, segundo decisão anterior do ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal (STF), em matéria semelhante, considerando a atividade de segurança pública como serviço público essencial, não alcançável pelo direito de greve.
Bayma observou que cabe ao Poder Judiciário, neste momento, analisar a aplicabilidade do Código de Processo Penal Militar, que regulamenta o exercício do cargo dos militares, e encontrar uma solução viável, coibindo possível ilegalidade, mas sem violência e de modo que não prejudique à sociedade.
Medidas – o secretário Aluízio Mendes afirmou que o Governo do Estado está avaliando outros instrumentos jurídicos – além da medida cautelar -, para o enfrentamento da greve, caso a decretação da ilegalidade pelo Judiciário não seja suficiente para dar fim à paralisação.
De acordo com o secretário, uma das medidas analisadas seria uma representação com pedido de prisão dos líderes do movimento. Quanto à segurança da população, o secretário afirmou que o quadro é de normalidade, vez que o Governo conta com o apoio de policias da Força Nacional e de soldados do Exército na garantia da ordem.
Segundo o desembargador Stélio Muniz, a decisão liminar para a suspensão da greve foi tomada dentro da legalidade, no prazo que o plantão judiciário exige para assuntos de urgência, e considerando, ainda, a segurança pública como atividade essencial ao Estado e jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

1 2.659 2.660 2.661 2.662 2.663 2.790

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz