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  • Jorge Vieira
  • 26/jun/2012

Deputados terão mais R$ 150 mi para pagar salários de assessores

Decreto,
que foi assinado por Dilma com nome genérico, ainda depende de um ato da Câmara
para passar a valer
Presidente
da Casa, Marco Maia (PT-RS) defendeu medida e disse que auxiliares não têm
reajustes há 5 anos
ERICH
DECAT
DE BRASÍLIA
Divulgado
com o termo genérico de “pagamento de pessoal ativo da União”,
decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff neste mês concede R$ 150
milhões para aumento da verba de gabinete dos 513 deputados federais.
A
oficialização do reajuste ainda depende de um ato da Mesa da Câmara e pode
ocorrer antes do recesso parlamentar, cujo início está previsto para o próximo
dia 18 de julho.
Nos
bastidores, a expectativa é a de que o aumento seja de R$ 15 mil para cada
deputado, que conta hoje com uma verba de R$ 60 mil. Esses recursos servem para
a contratação de, no máximo, 25 assessores, chamados de “secretários
parlamentares”.
Além de
serem contratados sem concurso, esses assessores podem atuar em Brasília ou nos
redutos eleitorais dos congressistas. Os salários deles variam de R$ 664 a R$
6,2 mil, além de receberem auxílio-alimentação de R$ 741.
O impacto
nos cofres da Câmara para os próximos seis meses é estimado em R$ 46,1 milhões,
sem contar o pagamento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e
encargos previdenciários, o que elevaria a conta para cerca de R$ 85 milhões.
Os
recursos para o aumento da verba de gabinete foram pedidos no final do ano
passado ao Ministério do Planejamento. O valor aprovado de R$ 150 milhões
refere-se a todo o ano de 2012.
Como a
autorização do reajuste só veio agora e não pode ser retroativa ao mês de
janeiro, a Câmara terá margem para aumentar ainda mais a verba de gabinete. A
decisão sobre o excedente caberá à Mesa Diretora.
“Asseguro
que não pode ser retroativo, só vale a partir do ato”, afirmou à Folha
o primeiro-secretário Eduardo Gomes (PSDB-TO).
DECRETO
O decreto
com a liberação do recurso foi divulgado no último 14 de junho junto com a
liberação de recursos para outras áreas, como Saúde e Transporte. No total
foram aprovados R$ 494 milhões em créditos suplementares.
O texto
foi publicado no mesmo dia em que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS),
defendeu o reajuste da verbas dos deputados.
“Você
sabe que minha opinião é favorável, são servidores que não têm reajuste há
quase cinco anos, que têm salários mais baixos da Câmara, mas nós temos um
problema orçamentário”, afirmou Marco Maia.
Além da
verba de gabinete e um salário de R$ 26,7 mil, cada deputado conta com uma cota
para o exercício do mandato, que varia de R$ 23 mil a R$ 33 mil, de acordo com
o Estado de origem.

  • Jorge Vieira
  • 25/jun/2012

Eliziane Gama desiste da candidatura

A deputada Eliziane Gama (PPS),
em conversa com o titular do blog nesta tarde de segunda-feira (25), anunciou
que pode desistir de disputar a Prefeitura de São Luís em função de não ter conseguido
viabilizar alianças que lhe proporcionem tempo no horário da propaganda
eleitoral.
Em reunião esta tarde, no gabinete
do deputado Othelino Neto, a cúpula do PPS já deu com certa a devolução da candidatura e vai levar para a convenção municipal da próxima quinta-feira (28)
decidir se o partido mantém candidato próprio ou marchará na eleição majoritária com um nome de outra legenda.
Segundo Eliziane, a convenção é o fórum legítimo para decidir sobre a questão das alianças. “Eu tentei de
todas as formas viabilizar minha candidatura, mas como não conseguimos vamos levar para a convenção definir”, justificou.
Existem atualmente alas distintas
defendendo posições antagônicas. Uma está alinhada com a candidatura do
deputado federal Edivaldo Holanda Júnior, outra com o prefeito João Castelo e
uma terceira via, liderada por Eliziane, prefere Tadeu Palácio. As chances do partido coligar com o PTC
são bem maiores, pois a maioria dos dirigentes do PPS defende esta coligação.   
*Matéria atualizada às 18h30 para correção e informações.

  • Jorge Vieira
  • 25/jun/2012

Eliziane Gama some e deixa o PPS sem saber o que fazer

Flatando apenas cinco dias para expirar o prazo para a realiação das convenções partidárias, a deputada Eliziane Gama está levando os candidatos è eleição
porporcional pelo PPS à loucura por conta da sua indecisão de participar ou não
da sucessão municipal como candidata do partido.
A parlamentar conta com o apoio da direação nacional para
manter sua candidatura a prefeita de São Luís, mas não encontra nenhuma legenda
disposta a embarcar no seu projeto político, o que vem provocando revolta contra ela e desespero
entre os postulantes a uma vaga na Câmara Municipal.
Os cadidato à eleição proporcional temem que a deputada
resolva ser candidata de si mesma e prejudique o partido, que corre o risco de
perder sua representação no parlamento municipal, caso vá ás urnas com chapa
própria e com uma candidata sem lik com o eleitorado.    
A direção
do PPS tentou resolver a questão convocando uma reunião para sexta-feira
passada (22), quando a deputada havia se comprometido em anunciar sua posição,
mas ela simplesmente não apareceu. Os dirigentes da legenda esperaram pela
candidata até às 22h, mas ela não compareceu.  
Já era
quase meia noite quando Eliziane mandou um recado informando que não tinha
conseguido sair mais cedo de uma convenção no interior do Estado, que estava chovendo muito na
estrada e só chegaria dali umas duas horas. No sábado ligou para o presidente
do partido, Paulo Mato e disse que estaria tentando outra alternativa de aliança
e que, caso não desse certo, desistiria da candidatura.
Nos
bastidores do partido, no entanto, todos como certo a declaração de apóio da
deputada ao ex-prefeito Tadeu Palácio. “Temos certeza que ela vai declarar
apoio a Tadeu e vai tentar nos levar juntos”, arriscou um dirigente do PPS. Entre os
militantes da legenda existe a expectativa de que ela decida se é candidata ou
não ainda hoje (25).

  • Jorge Vieira
  • 25/jun/2012

Deu na Folha: Clã Sarney lança nova geração na política

Candidatura
de neto marca terceira geração a disputar cargo público
Adriano
Sarney quer ser prefeito de Paço do Lumiar (MA); afilhado de senador e familiar
de Roseana estão no páreo
ANDREZA
MATAIS
DE BRASÍLIA
Com a
segunda geração envelhecendo, o clã Sarney aposta em novos nomes para não ver
seu legado minguar.
Adriano
Sarney, neto do presidente do Senado, José Sarney (PMDB), vai disputar a
eleição para prefeito de Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís.
Será a
entrada da terceira geração da família na política, 57 anos após a primeira
eleição de José Sarney.
Adriano,
32, é a maior esperança do clã para manter o controle do Maranhão. Com 110 mil
habitantes e a 23 km do centro da capital, a cidade é estratégica na
“geografia Sarney”: é o melhor caminho para a ilha de Cururupu, onde
a família tem casas.
Cinco
candidatos com experiência política já desistiram da eleição em Paço. Adriano
ficou conhecido por operar a venda de empréstimo consignado no Senado,
instituição chefiada pelo avô.
O
principal cabo eleitoral de Adriano é a atual prefeita, Bia Aroso (PSD), que
responde a 22 processos na Justiça e já foi afastada quatro vezes, sob acusação
de corrupção. “Onde eu estiver, ele vai estar comigo”, disse ela.
“Tudo o que tem aqui em Paço tem o dedo da família Sarney.”
Para
comprovar domicílio eleitoral na cidade, requisito para a candidatura, Adriano
tem apresentado a conta de luz de um sítio. O blogueiro Cesar Bello disse à Folha
que vai ingressar na Justiça para questionar o documento emitido pela Cemar, a
companhia energética do Estado governado por Roseana Sarney.
Outras
apostas da família são Filuca Mendes (PMDB), afilhado de batismo de Sarney,
candidato em Pinheiro. E Souza Neto, casado com uma sobrinha da governadora
Roseana, que irá disputar como vice em Santa Inês.
Filuca já
conseguiu uma pequena proeza. O PT decidiu apoiá-lo ignorando resolução que
impede novas alianças com o DEM, também na chapa de Filuca. Petistas contrários
prometem recorrer ao Diretório Nacional.

  • Jorge Vieira
  • 23/jun/2012

PR decide com quem coliga na próxima terça-feira

O Presidente do Diretório Municipal
do PR, Elpídio Lima Neto, em contato com o titular do blog, negou a informação
de que o partido estaria prestes a anunciar aliança com o vice-governador
Washington Oliveira (PT), mas confirmou que ainda não existe nada fechado com o
ex-prefeito Tadeu Palácio (PP). Segundo Elpídio, somente na próxima terça-feira
(26) é que os dirigentes da legenda vão reunir com o deputado federal Davi Alves
Silva para decidir o caminho que a legenda tomará na sucessão de São Luís.
A afirmação de Elpídio apenas
confirma a informação me passada por um presidente de partido (me reservo o
direito de não revelar a fonte) de que ainda não existe acordo fechado para apoiar
Tadeu Palácio e que o PR poderia declarar apoio a Washington. “As conversações
que estamos tendo com Tadeu Palácio estão bastantes adiantadas, mas ainda não existe
nenhum compromisso assumido”, disse o presidente do PR.  
No post abaixo, faço a colocação
na condicional: “Caso seja confirmada a aliança do PR com o vice, o Palácio dos
Leões estará dando uma clara demonstração de “cristianização” da candidatura,
pois a governadora não estaria deixando escapar nenhuma legenda que habita na
periferia do governo. Portanto, como o PR pertence à base do governo Dilma,
caso haja uma mudança de rumo até terça-feira não será nenhuma surpresa.    

  • Jorge Vieira
  • 22/jun/2012

PR nega apoio a Tadeu Palácio e deve anunciar aliança com Washington

O presidente municipal do PR, Elpídio
Lima Neto, afirmou ao presidente de um partido que PR, ao contrário do que
andaram espalhando assessores do Partido Popular, não fará coligação com o ex-prefeito
Tadeu Palácio e que deverá anunciar nos próximos dias aliança com o vice-governador
Washington Luis Oliveira.  
Caso seja confirmada a aliança, o
Palácio dos Leões dará uma clara demonstração de que a candidatura de Washington
está “cristianizada”, pois a governadora não está deixando escapar nenhuma legenda que habita na periferia do governo. 
A governadora mostra claramente que a máquina da administração estadual já está sendo mobilizada para a campanha, o que torna o candidato competitivo, mesmo sendo atualmente considerado
um mero coadjuvante.
O presidente do PR confirmou que
houve conversações com o PP, mas que nada teria sido concretizado em termos de
aliança com Palácio. Conforme informações passadas ao blog por fontes
fidedignas, o Partido Republicano está fora da coligação que apoiará o ex-prefeito.
Sem o PR, Palácio voltar a ter o mesmo problema de tempo escasso no horário da propaganda eleitoral, considerado pelo analistas políticos como o verdadeiro palanque da eleição na capital.         

  • Jorge Vieira
  • 22/jun/2012

Secretário de Segurança diz que vai aprofundar investigação sobre agiotagem

Em entrevista ao programa Ponto Final, da Rádio
Mirante AM, nesta manhã de sexta-feira, o secretário de Segurança do Estado,
Aluísio Mendes, anunciou que vão prosseguir as investigações contra a agiotagem
no Maranhão.
Segundo Mendes, a apuração do crime de agiotagem será
aprofundada e os nomes dos gestores públicos envolvidos com a máfia divulgados,
incluindo valores e cheques encontrados em poder dos agiotas.
Conforme o secretário, são mais de 100
prefeituras envolvidas nas investigações. Ele disse ainda que a apuração das
denúncias ocorrerão de forma sigilosa para não prejudicar os trabalhos e que ninguém
terá proteção.
Aluísio Mendes informou também que, a partir de
agora, o processo que investiga o assassinato do jornalista Décio Sá será desmembrado
em dois. Um para concluir o inquérito sobre a execução do jornalista e outra
sobre o mundo da agiotagem no Estado.

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