Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2012

Edivaldo vai fazer parcerias com universidades para promover regularização fundiária

Edivaldo e Flávio Dino no corpo-acorpo, ontem, na Divinéia
Edivaldo Holanda Júnior disse,
na tarde de quinta-feira, 9, em visita à Divineia, que pretende tornar a administração
municipal mais próxima das universidades. A parceria terá como um dos objetivos
promover a regularização fundiária de imóveis pertencentes a pessoas de baixa
renda. “Faremos parcerias com as universidades e com o governo federal para
acabar com o problema da falta de titulação dos imóveis em várias áreas de São
Luís”, afirmou.
O candidato petecista, que
esteve acompanhado do presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur),
Flávio Dino, e de militantes da coligação Muda São Luís (PTC-PSB-PCdoB-PDT),
foi recepcionado com abraços pelos moradores do bairro.
Flávio Dino destacou que a
candidatura de Edivaldo retoma as bandeiras da campanha de 2008, porque a
cidade não avançou nos últimos quatro anos. “O que temos hoje, em 2012,
infelizmente, é o debate dos mesmos problemas de 2008, porque não houve avanço
na saúde, na educação e no trânsito”, lamentou.
Quem vive na Divinéia reclama
dos problemas existentes no bairro. Para a assistente social Raimunda Barros, a
falta de saneamento básico é o que mais incomoda. “Aqui, só existe esgoto a céu
aberto, que faz mal à saúde e prejudica toda a população”, desabafa.
A vendedora Marlene Gomes
chama a atenção para a falta de pavimentação da rua onde mora. “Na minha rua e
em outras ruas da Divinéia, só se vê buracos”, indigna-se.
Dados sociais da cidade
Pela manhã, Edivaldo e Flávio participaram do lançamento
da terceira edição dos indicadores sociais de São Luís, no auditório do
Sebrae.  A iniciativa é do Observatório Social de São Luís em parceria
com o Movimento  Nossa São Luís.
Os dados representam um panorâmico socioeconômico da
capital. Na apresentação, foi possível identificar grandes desafios para a nova
gestão municipal, classificando a cidade como uma das capitais brasileiras
com  percentuais abaixo da média na maioria das áreas apuradas.
 Entre os números mais críticos, está o quantitativo
de mortalidade infantil no município. Em 2011 foram registrados 300 óbitos de
crianças com até um ano de idade, acarretando a posição de 23° lugar no ranking
das capitais brasileiras. No quesito educação, apesar de boa qualificação (7ª
posição) relacionado a abandono e reporvação, não corresponde com à qualidade
da educação oferecida pela rede municipal de ensino.
Sobre esse dados, Edivaldo critica atual administração
pelos resultados abaixo da média apontados pelo estudo. Para Edivaldo, o
primeiro passo para resolvê-los é o  compromisso com a sociedade de
São Luís em melhorar esses resultados nos próximos anos e proporcionando
melhoria de vida aos cidadãos.
“Trabalhamos com firmeza para que estes índices venham a
ser melhorados. Vamos ampliar a estratégia do antigo Programa Saúde da Família,
que hoje atua com  94 equipes.  Nosso compromisso é dobrar
esse número até o último ano do nosso mandato.  A nossa meta, em
relação a educação, é oferecer educação pública de qualidade a nossa cidade.
Inclusive a atual administração não tem tratado com seriedade esse tema, por
ser uma administração que não dialoga com os movimentos sociais. Onde no início
do ano observamos uma greve de 70 dias e não honrando os compromissos assumidos
com os professores ao longo dos anos.”, frisou Edivaldo.
Ao lado de Edivaldo, Flávio Dino mostrou-se “A realidade
mostrada aqui prova a falta de diálogo e  comprometimento da gestão
pública com a sociedade. O sério problema da corrupção e devidos de recursos
resultam nesta realidade. São Luís não acompanhou o crescimento e o
desenvolvimento sociais e econômicos das demais capitais brasileiras,” disse
Flávio Dino.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2012

Jota Pinto lamenta transtornos no trânsito de SL

Waldemar Terr
Foto Materia
 O deputado Jota Pinto (sem partido) voltou a lamentar, na sessão
desta quinta-feira (9), os transtornos provocados à população por conta
dos problemas no trânsito de São Luís. O parlamentar mostrou-se
preocupado com o grande estresse provocado no cidadão que mora na
capital, porque as pessoas saem cedo de casa para o trabalho já
preocupadas com o horário em que vão chegar.
Jota Pinto lembrou que recentemente deu entrada em um requerimento ao
prefeito João Castelo (PSDB), em que fez um apelo, direcionado também à
deputada Gardênia Castelo (PSDB) – que é um canal de comunicação com a
própria prefeitura – pedindo que a Prefeitura de São Luís, ao invés de
estar preocupada em fazer 500 metros de VLT, pudesse estar trabalhando
como nas grandes capitais brasileiras, principalmente na região
Nordeste, a exemplo de Natal e Fortaleza, onde foram construídas
passarelas e retirados os sinais dos locais nos quais funcionam
shoppings, igrejas e escolas.
O parlamentar apontou que o grande problema para que existam
engarrafamentos é o excesso de sinais. “Se você conferir o número de
sinais que tem do TCE até a Ponte Bandeira Tribuzzi, dão seis ou sete. O
que acontece? Num engarrafamento hoje, a principal causa é o excesso de
sinais. Se você pega ali da ponte da Cohama até, digamos, próximo ao
Retorno do Olho D’Água, confiram o número de sinais que têm e no horário
de pico a questão é complicadíssima”, afirmou.
Na avaliação de Jota Pinto, se forem feitas passarelas em frente aos
shoppings, escolas e igrejas, locais onde têm uma grande circulação, o
cidadão pode fazer essa passagem com maior segurança e o trânsito vai
fluir melhor. “Isso aconteceu recentemente em Natal. Você vai a Natal e
não tem trânsito, pode ser a qualquer hora. Eu fiz esse requerimento e
estou fazendo este apelo novamente para que a Prefeitura tenha essa
preocupação. Ao invés de estar preocupada em fazer 500 metros para
apresentar um VLT, que faça essas passarelas que vão ser um beneficio
maior para a população de São Luís”, garantiu.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2012

Edivaldo contagia os bairros nos finais de tarde

Ainda não tinha visto nenhuma
atividade do candidato Edivaldo Holanda Júnior nos bairros da cidade, mas neste final de tarde de quinta-feira (09) presenciei uma caminhada realizada na Divinéia e confesso que fique muito
animado com a receptividade dos comunitários ao representante da coligação Muda
São Luís.  
Ao lado de Flávio Dino (PCdoB) e Roberto Rocha (PSB), o candidato está desenvolvendo um trabalho formiguinha, indo de casa
cumprimentando o eleitor e sendo bem recebido com um abraço fraterno por jovens
e adultos.
Contando uma militância espontânea
e aguerrida, a campanha de Edivaldo Holanda Júnior começa a ganhar corpo e
consistência nos bairros. Deste a convenção o candidato desenvolve diariamente
o corpo-a-corpo, coisa que nenhum outro candidato tem coragem de fazer,
principalmente o prefeito João Castelo (PSDB).
“Vamos ganhar esta eleição porque
esta é a vontade do povo”, disse o presidente da Embratur, Flávio Dino. O empresário
Renato Dionísio, candidato a vereador pelo PDT, enfatizou que só viu esta
manifestação espontânea das pessoas virem para calçada cumprimentar o candidato
majoritário na vitoriosa campanha do governador Jackson Lago, em 2006.
Holanda Júnior é o fato novo
desta eleição. Jovem, talentoso e preparado politicamente, por onde passa é
festejado, tudo indica mque terá um caminho enorme a percorrer na vida
pública. Já foi vereador por dois mandatos, é deputado federal e deseja dá
sequencia à sua trajetória como prefeito para fazer as mudanças que a cidade
precisa.  

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2012

Transparência: Só eleitores do MA já podem identificar doadores

Piero Locatelli / Carta Capital

Maioria dos eleitores votam sem saber quem doou aos candidatos. Foto: Elza Fiúza/ABr

Maioria dos eleitores votam sem saber quem doou aos candidatos. Foto: Elza Fiúza/ABr
Eleitores de três municípios do Maranhão são até agora os únicos  que sabem, até agora, quem banca a campanha de seus candidatos. Graças a uma decisão do juiz Márlon Reis, da 54ª Zona Eleitoral do Maranhão, os moradores de João Lisboa, Buritirana e Senador La Rocque já podem identificar os financiadores dos postulantes a prefeito e vereadores antes de decidir seu voto. Enquanto isso, a maioria dos eleitores brasileiros continuará a votar às cegas e só descobrirá a quem os políticos devem os seus cargos depois que eles estiverem eleitos.
Segundo a lei eleitoral de 1997, os candidatos não precisam dizer quem deu o dinheiro a eles antes da eleição. Essa informação só é divulgada depois que as eleições acabam. Portanto, são inúteis para que o eleitor decida em quem votar.
Com base na Lei de Acesso à Informação, sancionada no ano passado, o juiz determinou que o nome dos doadores, CNPJs ou CPFs e valores fossem divulgados nas declarações parciais entregues pelos candidatos nos dias 6 de agosto e 6 de setembro do ano eleitoral. A lei, sancionada no ano passado, assegura “a divulgação de informações de interesse público, independentemente de solicitações”. Na interpretação do juiz, isso se sobrepõe à antiga regra eleitoral.
Blog publica os dados parcialmente
Apesar do avanço rumo à transparência, a falta de estrutura da Justiça Eleitoral dificulta por enquanto a pesquisa do eleitor. Funcionários da Justiça eleitoral criaram um blog para divulgar as prestações dos candidatos, já que o sistema de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral não permite a inserção do nome dos doadores. A parte das informações já publicadas está disposta de forma confusa, distribuída numa grande lista em formato pdf. Isso torna a busca difícil e é impossível listar, por exemplo, para quais candidatos uma determinada empresa doou.
Outras tentativas
Outros juízes ao redor do país tomaram decisões semelhantes à de Reis, mas até agora os dados não foram divulgados. As tentativas de transparência esbarram em interpretações divergentes de outros magistrados, na burocracia do Estado ou no desconhecimento e na má vontade dos candidatos.
Um dos magistrados que tentou ter uma postura pela transparência esbarrou na decisão de seus colegas. A decisão do juiz Álvaro Rodrigues Junior, da 41ª Zona Eleitoral em Londrina (PR), foi derrubada pelo desembargador Rogério Coelho, do TRE-PR. Coelho alegou, com base na Constituição, que Rodrigues Junior não teria competência para fazer novas regras sobre as eleições e estaria criando novos critérios de inelegibilidade.
No Mato Grosso, dois juízes determinaram a publicação dos dados em oito cidades. Nos municípios que fazem parte das zonas eleitorais de Poconé e de Mirassol D´Oeste, os dados foram entregues pelos candidatos, mas ainda não foram publicados na internet. Nas cidades mato-grossenses de Brasnorte e Cáceres, os candidatos não apresentaram os valores doados por cada empresa. O juiz determinou que eles refizessem as prestações dentro do prazo de 48 horas.
Dois juízes no interior de Amazonas também decidiram tomaram atitudes semelhantes na última semana. Nos dois casos, os prazos foram prorrogados para que os candidatos tenham mais tempo de fazer as declarações completas.
Todos os juízes que decidiram pela divulgação dos doadores fazem parte do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, que ajudou na elaboração e na busca de assinaturas para o projeto da Lei Ficha Limpa.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2012

Planalto articula saída de Lobão das Minas e Energia

Da Veja.com

Energia

Presidente Dilma Rousseff busca convencer líderes do PMDB de que o ministro é o melhor nome para a presidência do Senado

Ana Clara Costa e Naiara Infante Bertão
o ministro de minas e energia, Edison Lobão

Edison Lobão: saída do MME tem de ser vantajosa para ele (José Cruz/Agência Brasil)
Se for bem-sucedida na tentativa de convencer Lobão a deixar o MME, a presidente tentará emplacar o nome de Marcio Zimmermann para o posto
O destino do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, começa a ser desenhado nos corredores do Palácio do Planalto à revelia de algumas lideranças do PMDB. Fontes ouvidas pelo site de VEJA afirmam que, no que depender da presidente da República, Dilma Rousseff, as funções do político maranhense na pasta se encerrarão até fevereiro do próximo ano. Não por desavença ou indisposição com o peemedebista, mas sim porque Dilma prefere vê-lo na presidência do Senado na Legislatura 2013-14. Para o Ministério, a presidente quer designar um nome técnico, como, aliás, é de seu feitio. Em diversas oportunidades, ela deixou clara a sua preferência por líderes ágeis e com conhecimento profundo do setor que comandam em cada ministério, demonstrando certo desconforto com escolhas meramente políticas. Um dos principais nomes para o posto de Lobão é o do catarinense Marcio Zimmermann, que já é secretário-executivo do MME e filiou-se ao PMDB em março.
A estratégia da presidente seria perfeita, não fosse a discordância de membros do próprio PMDB – que historicamente controla os principais órgãos do setor elétrico brasileiro. No Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL) articula há meses seu retorno à cadeira de presidente do Senado, da qual foi alijado no final de 2007 após ser atropelado por uma série de denúncias. Além disso, um eventual rompimento com Renan provocaria reflexos imediatos na já desafinada relação do Planalto com o Legislativo.
Tampouco Lobão está plenamente convencido de que assumir o cargo no Senado é a melhor decisão. “A presidente possui uma ótima relação com o Lobão, mas não com o Renan. Ter um nome de confiança na articulação política do Senado, às vésperas das eleições de 2014, é primordial para o partido. Ela precisa dele”, afirma uma fonte ligada ao Planalto. Além disso, caciques do PMDB temem que, ao permitir que um nome técnico comande o MME, o partido perca mais espaço dentro do governo Dilma – após sucessivos desfalques ocorridos na esteira de escândalos de corrupção que apearam ministros pemedebistas do poder. 
Tabuleiro – Em seu segundo mandato como chefe da pasta (o primeiro foi entre 2008 e 2010), Lobão é peça importante no xadrez político dentro e fora do Ministério. Aliado de José Sarney (PMDB-AP) no Maranhão desde os tempos da Arena, ele não só é um dos ministros mais respeitados no Planalto, como também o principal nome para suceder a família Sarney no governo do Maranhão, em 2014. Com os olhos para esse projeto, comandar o Senado seria uma vitrine ideal.
“Só há uma coisa que o Lobão queira mais do que o Ministério. É o governo do estado. E a família Sarney já definiu que ele será o sucessor”, afirma uma fonte ligada ao governo maranhense. Segundo a fonte, em reunião ocorrida em fevereiro deste ano em São Luís, onde estavam presentes José Sarney, seus filhos e o genro Jorge Murad, o nome de Lobão foi oficialmente definido para a sucessão. A escolha sobrepõe-se à alternativa de lançar à reeleição Roseana Sarney – atual governadora do estado e filha mais velha do presidente do Senado –, tendo em vista que seu governo encontra-se cada vez mais enfraquecido.
Caberá à presidente Dilma Rousseff a tarefa de tentar convencer Sarney e Lobão de que a presidência do Senado é a melhor saída política para PT e PMDB. Uma aliança bem estruturada entre eles também é fundamental para se contrapor à movimentação de parlamentares pemedebistas que querem a volta de Renan Calheiros ao posto. “O Lobão não é de brigar. Ele não vai forçar nenhuma situação”, diz um ex-assessor do ministro. 
Contudo, fontes garantem que ele tampouco está disposto a ceder a interesses que não sejam os dele. Aos 75 anos, Lobão está bem no Ministério, fortalecido politicamente graças ao seu talento de negociador e, segundo pessoas próximas, terá de enxergar algum benefício em deixar a pasta para assumir a extenuante rotina no Senado. “Ele não quer! Imagina o estresse do velhinho, que ainda por cima sonha em ser governador do Maranhão”, diz um assessor.

  • Jorge Vieira
  • 8/ago/2012

Adversários de Edivaldo criam crise artificial

Desermpenho de Edivaldo incomoda

Líderes da coligação ‘Muda São
Luís”, disseram nesta tarde de quarta-feira ao blog que estão surpresos com a boataria sobre suposta
crise no comando da campanha do candidato Edivaldo Holanda Júnior. E para mostrar o clima de unidade, comandaram neste início de noite uma grande caminhada no bairro Anjo da Guarda, um dos mais populosos da cidade.

Segundo um importante dirigente da
aliança liderada por Flávio Dino, tudo não passa de manifesto de desejo dos
adversários, diante do grande desempenho do candidato junto a todos os segmentos
da comunidade.
Os líderes do movimento que pretende
desbancar o inoperante prefeito João Castelo (PSDB) afirmaram ao blog que não
existe qualquer fundamento o boato plantado pela mídia do oligarca José Sarney,
sobre suposta mudanças na coordenação da campanha.
Márcio Jerry é o coordenador
geral da campanha, o ex-deputado Edivaldo Holanda assumiu a coordenação
administrativa do comitê e o empresário Evilson Almeida a coordenação de relação
com as mídias.
Quanto a suporta participação do
ex-secretário de Planejamento do governo Jackson Lago, Aziz Santos, no núcleo
financeiro da coligação, as mesmas fontes informam que o ex-dirigente do PDT
nunca passou sequer na porta do comitê central, portanto tudo não passa de mais
uma mentira plantada para prejudicar Edivaldo Holanda Júnior.
Quem milita na política do Estado
sabe perfeitamente que no senhor Aziz Santos não possui o menor vínculo com a
campanha e nem foi sondado para assumir qualquer posto de comando, até porque em
nada poderia ajudar, pelo contrário, só atrapalharia a caminhada firme de
Edivaldo rumo ao Palácio de La Ravardiêre.
Aziz carrega nas costas o peso de ter levado o governo Jackson Lago para o buraco e muitos integrantes da oposição não
o querem por perto nem banhado de ouro. Só prejudicaria a excelente performance
de Edivaldo Júnior junto ao eleitorado. 
O ex-secretário, além de ser um sem voto, é muito mal visto pela sociedade ludovicense, por isso querem associar a todo custo sua imagem negativa ao do candidato que surge com esperança de mudança dos métodos políticos e administrativo da cidade.    

  • Jorge Vieira
  • 8/ago/2012

Candidatos majoritários em Santa Rita e Bacabeira são Ficha Suja

Candidato em Bacabeira, Resende pode ficar fora 
Bacabeira e Santa Rita,
os dois municípios mais próximos à Ilha de São Luís ainda continuam dependendo
de decisão do Tribunal Regional Eleitoral para definir o quadro de candidatos
majoritários nas eleições de sete de outubro próximo.
Em Santa Rita, terra da farinha,
o candidato Márcio Resende, ex-presidente da Câmara Municipal, ainda aguarda
julgamento de recurso por ter tido contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do
Estado. Resende é considerado um Ficha Suja e corre sério risco de ter
indeferido o pedido de registro da candidatura.
Enquanto o recurso não é julgado
pelo TRE, seu principal adversário, Tim Ribeiro, desenvolve sua campanha tranquilamente.
Ainda sem concorrente, ele continua crescendo na preferência do eleitorado,
sendo um forte candidato a dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelo
prefeito Dr. Hilton.  
A situação mais grave ocorre em
Bacabeira, onde dois dos três candidatos enfrentam problemas com a Justiça
Eleitoral. Alan Jorge Santos Linhares, teve o pedido de sua candidatura
deferido, mas um recurso da coligação adversária poderá deixa-lo fora da sucessão.
Ex-presidente da Câmara Municipal, Alan é acusado de desvio de verba pública e
está condenado a devolver o que gastou ilegalmente.
O ex-prefeito de Bacabeira, José
Reinaldo Calvert, considerado Ficha Suja, teve seu registro indeferido pelo
juiz da Comarca, mas recorreu ao Tribunal Eleitoral e aguarda julgamento. A única
candidata Ficha Limpa no município é Carla Fernanda Gonçalo, que teve o
registro deferido e desenvolve a campanha sem preocupação com a Justiça.
Rosário, o terceiro município mais próximo de São Luís, por sua vez, possui
quatro candidato a prefeito e todos tiveram os pedidos de registro deferidos
pela Justiça Eleitoral. A ex-prefeita Irlahi (PMDB), Calvert Filho (PSC), Rosa
do Sindicato (PT) e Willame Anceles (PSB) não possuem antecedentes criminais e estão livres
para disputar a preferência do eleitorado.  

1 2.565 2.566 2.567 2.568 2.569 2.808

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz