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  • Jorge Vieira
  • 5/maio/2013

Folha destaca ações da Embratur para combater deficit em turismo

 Flavio Dino

Em
entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o presidente da Embratur,
Flávio Dino, alerta que altos preços praticados no turismo interno do
Brasil tem feito com que mais brasileiros viajem ao exterior, em vez de
fazer trajetos nacionais. Dino explica que o problema só será superado
quando for resolvida a questão dos altos preços de alguns serviços
turísticos no Brasil.

O
jornal Folha de S. Paulo deste domingo trata do problema do déficit na
conta externa de turismo do Brasil – quando o que os brasileiros gastam
em viagens ao exterior supera o que os estrangeiros gastam em viagens no
Brasil.

“A
entrada de turistas de outros países no Brasil está crescendo acima da
média mundial e vai crescer ainda mais fortemente a partir deste ano”,
avalia o presidente da Embratur, Flávio Dino.

“Contudo,
questões cambiais e de preços têm levado milhões de brasileiros a
viajarem para o exterior. Isso explica o déficit na conta turismo. A
reversão desse quadro depende de maior oferta de produtos turísticos,
mais concorrência e preços melhores na aviação e na hotelaria.” 
Com
o crescimento do gasto de brasileiros no exterior, o déficit aumentou
de US$ 5,2 bilhões, em 2008, para US$ 15,6 bilhões em 2012. A reportagem
de capa da Folha, sobre o tema, expõe as ações da Embratur para superar
esse problema, como a criação de 13 escritórios de representação
comercial do Brasil no exterior.

Entre 2011 e 2012 (desde o início da gestão de Flávio
Dino à frente da Embratur), o fluxo do turismo internacional no país
cresceu 20% acima da média mundial. Em um ano, o número de turistas
cresceu 4,5%. Mas, para aumentar a arrecadação com o turismo no Brasil, é
necessária ação conjunta entre setores público e privado.
“O Ministério do Turismo, que cuida das ações
internas, tem se esforçado para que os brasileiros
viajem mais pelo Brasil e para que tenhamos preços melhores. Mas muita
coisa depende do setor privado,” disse Dino.

Em ação recente, a Embratur interveio na alta dos
preços de hotéis durante eventos internacionais realizado no Brasil. Um
caso emblemático foi o ocorrido durante a Rio+20, em que diversos
visitantes deixariam de vir ao país devido às altas tarifas da estadia.
Flávio Dino atuou como mediador com o setor de hotéis e houve diminuição
dos preços cobrados, evitando a baixa no número de participantes do
evento.

Outros exemplos de política de atração de turistas
internacionais promovida pela Embratur com a diminuição dos preços dos
pacotes turísticos é que Flávio Dino defende a política de “céus
abertos” no Brasil – uma forma de tentar diminuir os valores das
passagens aéreas em trechos nacionais – e a aceleração do fim da
obrigatoriedade dos vistos para americanos e brasileiros.
Veja abaixo, matéria completa do jornal Folha de S. Paulo

Preços limitam a visita de turistas e até de brasileiros



Pacotes para o Caribe ou a Turquia ficam mais baratos que viagem ao Nordeste; escritórios promoverão Brasil



Embratur vai abrir 13 escritórios para promover o Brasil em países do exterior; hoje, não há nenhum



DE BRASÍLIA
A
advogada Liane Magalhães fez as contas: ir à praia na Republica
Dominicana era mais barato do que passear uma semana na Bahia. Grávida
de seis meses, a economista Patrícia Correia montou um roteiro de
descanso e compras em Miami, nos EUA.
Enquanto
isso, a mestre em linguística Fabiana Pfluger, que mora em Constanz, na
Alemanha, preteriu o Brasil, onde vive sua família, para passear na
Turquia. Fator determinante: a estadia num resort, com refeições,
custava a metade do preço.
Há consenso de que o Brasil é um país caro, e isso tem afetado a imagem do país.

“O
custo Brasil é inviável para o turista médio internacional”, diz o
professor Mario Carlos Beni, para quem os valores desencorajam até mesmo
quem tem renda em euros, libras ou ienes, moedas mais valorizadas. “Não
é só a passagem aérea, mas o hotel e os serviços também.”

Por
causa das grandes distâncias entre as cidades brasileiras, os turistas
que querem conhecer várias regiões se assustam com o custo.

Uma
boa opção seria uma ação conjunta na região para oferecer pacotes
incluindo vários países da América do Sul, não só o Brasil.

“Enquanto o turismo no mundo todo é intrarregional, aqui ainda é muito fraco”, reconhece Flavio Dino, presidente da Embratur.

Ele
mostra uma conta: se o Brasil conseguir atrair metade dos 10 milhões de
americanos que viajam pela América Latina, excetuando o México, as
receitas saltariam dos US$ 774 milhões anuais para cerca de US$ 7
bilhões –metade da meta para 2020.

O
Brasil também perdeu com a desaceleração dos desembarques de argentinos
no Brasil. O país vizinho é a principal origem de visitantes para cá:
1,67 milhão de pessoas em 2012. Também lidera o ranking em gastos: US$
1,38 bilhão no período.

É
quase o dobro do que gastaram os EUA, segundo lugar da lista. Os 586
mil americanos desembolsaram US$ 774 milhões. No caso da Argentina,
enquanto o desembarque cresceu 14% em 2011, avançou só 4% em 2012,
segundo a Embratur.

E
há pouco motivo para otimismo: no último mês de março, o governo
vizinho elevou a 20% os encargos das compras internacionais com cartões,
para limitá-las.

O
presidente nacional da Associação Brasileira de Agências de Viagens,
Antonio Azevedo, conta um caso curioso: grandes operadores
internacionais oferecem como destino Foz do Iguaçu, um dos cartões
postais do Brasil, com entrada pelo Paraguai. Argumento: o vizinho é
mais econômico.

Para evitar distorções assim, a Embratur vai investir em 13 escritórios
internacionais cuja missão é promover o Brasil. Serão 3 nos EUA, 2 na
América do Sul, 7 na Europa e 1 no Japão.

Hoje, não há nenhum.

  • Jorge Vieira
  • 4/maio/2013

Presidente da Assembleia defende ações integradas pelo desenvolvimento do Estado

Arnaldo Melo defende ações integradas pelo desenvolvimento
A
Assembleia Legislativa instalou-se na manhã deste sábado (04), no Instituto de
Educação, Ciência e Tecnologia (IFMA), no município de Santa Inês. O presidente
da Casa, deputado Arnaldo Melo (PMDB), ladeado pelo presidente da Câmara
Municipal, Franklin Seba, e do prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves (PSB),
abriu o oitavo Encontro Regional da Jornada de Integração Legislativa,
oportunidade em que destacou três importantes bandeiras do evento: a questão
das bacias hidrográficas, a regular prestação de contas das Câmaras Municipais
e o combate à violência contra a mulher.
Em sua
fala, o presidente da Assembleia declarou que essa ação do Poder Legislativo
estadual atende a um pedido dos vereadores reunidos no I Encontro Estadual de
Legisladores Municipais, realizado por esta Casa, em dezembro do ano passado,
no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santa, em São Luís. ”Esta ação é
suprapartidária, não tem vertente política. Seu objetivo é melhorar a nossa
consciência parlamentar. Estamos aqui para um dia de trabalho”, esclareceu.
Arnaldo
Melo enfatizou a importância que tem o Poder Legislativo, o qual ele reputa ser
o mais importante dos Poderes, afirmando que os vereadores são o “parachoque”
das demandas da sociedade. “O eleitor procura o vereador, que se dirige ao
prefeito. Ao capacitar os vereadores estamos fortalecendo o Poder Legislativo”,
observou.
O
presidente da Assembleia comunicou aos presentes que a Casa instalou um Núcleo
de Apoio aos vereadores e que disponibilizou uma plataforma com 9 cursos de
capacitação, disponíveis para os vereadores e servidores das Câmaras
Municipais, via internet, em parceria com o Senado Federal.
AÇÕES
INTEGRADAS
Arnaldo
Melo identificou três importantes pontos que se tornaram bandeiras da Jornada
Integração Legislativa. “Quero destacar três questões que me preocupam muito e
que gostaria de contar com o apoio de vocês para ajudar na solução: uma é a situação
de nossas Bacias Hidrográficas; outra é a ameaça que vivemos de exterminar a
vida política dos presidentes de Câmaras Municipais, que ficam inadimplentes
por irregularidades em suas prestações de contas e, por último, o problema de
violência contra as mulheres”, defendeu.
Em
relação à questão das mulheres, Arnaldo Melo pediu que se forme a Frente
Parlamentar em Defesa da Mulher, em parceria com o Ministério Público
Estadual,  em todos os 217 municípios do Maranhão, e, no que se refere ao
alto índice de presidente de Câmaras com contas rejeitadas, que resultam na
inelegibilidade, propôs a formação do Colegiado de Presidentes de Câmaras e de
Associações Regionais de Vereadores.
O
presidente reforçou que, iniciativas como estas, produzirão bons resultados
tanto para a imagem do Legislativo quanto para o atendimento das demandas
públicas das diversas regiões e os ganhos serão ainda melhor dimensionados se
os legisladores municipais se organizarem, assim como já fizeram os prefeitos,
através da Famem (Federação dos Municípios do Maranhão), e os deputados
estaduais, com a Unale (União Nacional dos Legisladores e Legislativos
Estaduais).
O
presidente da Câmara de Vereadores de Santa Inês agradeceu ao presidente da
Assembleia por oferecer auxílio aos vereadores por meio da Jornada de
Integração Legislativa, e destacou ações da administração municipal na área de
limpeza, saúde e urbanismo que, segundo ele, melhoraram. “Parabéns ao prefeito
Ribamar Alves. Nos colocamos aqui, hoje, como alunos que querem aprender mais”,
assinalou.
O
prefeito Ribamar Alves reconheceu a iniciativa da Assembleia como de
fundamental importância para o fortalecimento do Poder Legislativo que, segundo
ele, é o mais importante dos Poderes e vive um momento de profundo desgaste. “Santa
Inês é a cidade mais importante econômica e geograficamente da região do
Pindaré e precisa do apoio de todos”, declarou.
DENÚNCIA
Ribamar
Alves denunciou o que ele considera uma grande injustiça e um “ato falho” da
Assembleia que, em 2001, aprovou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade
(ADIN), em favor dos municípios de Bela Vista, Vitorino Freire e Altamira do
Maranhão, que tiraram povoados do território de Santa Inês. “O IBGE foi
obrigado a cumprir a lei que penaliza Santa Inês. Vou lutar para corrigir esta
injustiça em todas as instâncias da Justiça. Desde já peço o apoio do
presidente da Assembleia. Queremos apenas recuperar o que é nosso”, argumentou.
Estiveram
presentes na abertura da Jornada de Integração Legislativa os deputados Andre
Fucuca (PSD), Vianey Bringel (PMDB), Stênio Rezende (PMDB), Bira do Pindaré
(PT) e vereadores, prefeitos e vice-prefeitos dos municípios de Bela Vista,
Igarapé do Meio, Santa Inês, Santa Luzia do Tide, Tufilândia, São João do Caru,
Bom Jardim, Pindaré e Monção.

  • Jorge Vieira
  • 3/maio/2013

Luis Fernando tenta imitar discurso de Dino

Observadores atentos identificaram muita semelhança entre os
discursos da jornada Diálogos pelo Maranhão, que vem discutindo os problemas sócio
econômico do Estado, com a fala do secretário de Infraestrutura, Luís Fernando,
no Encontro de Administração que está acontecendo no Centro de Convenções Pedro
Neiva de Santana.
Fernando,
acostumado a fazer discursos tecnocratas, onde apresenta o município de São
José de Ribamar como protótipo do que pretende fazer, caso viabilize sua
candidatura e vença a eleição de 2014, surpreendeu com a mudança do tom e
resolveu imitar Flávio Dino.    
Não podemos abrir mão da sociedade na discussão, na formulação, no
acompanhamento na avaliação e no controle das políticas públicas. Não cabe mais
um estado tecnocrata, trancado numa sala, pensando no destino das pessoas
quando as pessoas sabem muito mais do que qualquer governante o que é melhor
para elas mesmas e sobre seu futuro”, defendeu Luís Fernando.
Quem
esteve presente na palestra chegou a imaginar que estava participando do
movimento Diálogos pelo Maranhão, visto que o candidato da governadora Roseana
Sarney, na maior cara dura, se apropriou indevidamente do discurso de Flávio
Dino. 
Diante da falta de criatividade e imitação grosseira, observadores da conjuntura política local chegaram a conclusão que Luis Fernando, o picolé de chuchu que não decola nas pesquisas, desistiu da tecnocracia e partiu para o discurso cover.  

  • Jorge Vieira
  • 3/maio/2013

Acredite! Moleque de recado de Ricardo Murad organiza marcha dos fantasmas

Do blog Marrapá

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Vereador office boy defende fantasmas
Revoltado
com a demissão dos 3.268 funcionários que recebiam sem trabalhar na
Prefeitura de São Luís, o vereador muradista Fábio Câmara (PMDB)
organiza uma marcha de fantasmas para protestar contra a iniciativa do
prefeito Holandinha.
Segundo
informações da própria prefeitura, o não pagamento dos 3.268 servidores
‘SPs’, que não exerciam atividades na prefeitura, implica uma economia
de R$ 3,2 milhões na folha de pessoal. Dinheiro suficiente para
construir duas escolas em tempo integral por mês.
Mas
isso pouco importa para o oportunista Fábio Câmara. O que ele quer é
aparecer a qualquer custo, fazer oposição sem fundamento, seguindo
cegamente às orientações do seu tutor Ricardo Murad.
De
acordo com informações obtidas com exclusividade pelo blog, Câmara até
já providenciou os mais três mil lençóis brancos para encobrir a cara de
quem vai participar da marcha, de gente que recebia há mais de 12 anos
sem trabalhar, com salários de 1 a 4 mil reais.

  • Jorge Vieira
  • 3/maio/2013

Líder da oposição entra com representação no MPF contra o governo Roseana Sarney

Rubens Júnior denuncia  empréstimo do governo ao MPF
O líder
da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Rubens Jr. (PC do B), entrou
hoje (sexta-feira, 3) com uma representação contra a governadora Roseana Sarney
(PMDB) junto ao Ministério Público Federal, solicitando que o órgão apure e
denuncie a governadora por ato de improbidade administrativa e crimes
licitatórios.

Rubens
observou uma série de irregularidades na execução da verba de R$ 288 milhões,
fruto de um contrato de empréstimo entre governo e BNDES. “No início do ano
solicitei informações ao governo sobre os empréstimos contraídos. Recebi os
documentos referentes ao plano de trabalho e foram constatadas diversas
irregularidades que caracterizam ato de improbidade administrativa”, confirmou
o deputado.

Dentre as
irregularidades presentes na própria prestação de contas do governo com o
banco, há, por exemplo, o pagamento de várias obras com uma única nota fiscal;
inclusão indevida da obra de ampliação e reforma do hospital Pan Cidade
Operária e incompatibilidade entre os pagamentos oferecidos pelo estado. Além
disso, consta no relatório enviado pelo governo ao BNDES que um trecho de 50 km
da MA-020 foi concluído, mas a estrada que liga Coroatá a Vargem Grande tem
apenas 20 km do trecho pronto para ser utilizado.

No
documento assinado por Rubens Jr. constam provas que asseguram o cometimento do
ilícito de improbidade administrativa por parte do governo estadual.
“Protocolamos a representação e agora esperamos que o Ministério Público apure
com rigor as irregularidades encontradas da prestação de contas”, concluiu
Rubens. 

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