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  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2015

Flávio Dino acompanha saída dos caminhões do Mutirão Mais IDH

Para erradicar a disparidade
entre a riqueza do estado e as condições de vida dos maranhenses, o governador
Flávio Dino lançou, nesta sexta-feira (6), o Mutirão ‘Mais IDH’. Nove caminhões
equipados para oferta de serviços de documentação, e outras ações, percorrerão
os municípios maranhenses com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A
saída simbólica dos veículos ocorreu no Anel Viário.

“Hoje nós estamos
concretizando uma das marcas do nosso governo: o combate à desigualdade social
e regional, como a meta principal das ações governamentais todos os dias, o dia
inteiro, o ano inteiro. O objetivo é levar serviços públicos, políticas
públicas, políticas sociais para todo o nosso território”, destacou o
governador Flávio Dino.

O mutirão integra um conjunto
de ações condensadas na estratégia do Plano ‘Mais IDH’, que visa colocar no
centro das políticas e dos serviços públicos a qualidade de vida da população.
Não buscando apenas objetivos econômicos, mas também garantir que essa riqueza
seja transformada em dignidade, direitos e oportunidade, para todo o povo
maranhense.

Coordenador do Comitê Gestor
do Plano de Ações ‘Mais IDH’, o secretário de Desenvolvimento Humano e
Participação Popular, Francisco Gonçalves, classificou o mutirão como uma ação
de combate à diferença entre a produção da riqueza e a distribuição dela. “A
correção dessa injustiça é, ao mesmo tempo, um ato político, econômico e
amoroso. Nós não podemos ser indiferentes a dor e ao sofrimento dos nossos
conterrâneos”, pontuou.

Percorrendo nove, dos 30
municípios maranhenses com mais baixos indicadores de desenvolvimento humano,
durante 12 dias, a partir de segunda-feira (9), o mutirão faz parte do Plano de
Ação ‘Mais IDH’, um compromisso de campanha concretizado pelo governador Flávio
Dino no seu ato de posse.

“Durante todas as ações desse
plano teremos atenção especial na educação, com combate ao analfabetismo e
substituição de escolas de taipa. Na habitação, com a construção de casas,
sobretudo para aquelas de taipa e de palha. No saneamento, com ações da Caema
levando água e esse mutirão que hoje começa voltado aos direitos. Além de
direitos civis e sociais, busca ativa de benefícios sociais e ações de saúde
dentro da nossa visão de saúde preventiva, voltada sobretudo para a mortalidade
infantil e materna”, enumerou o governador.

Para o prefeito de São Luís,
Edivaldo Holanda Júnior, este é um momento de união em favor da redução da
pobreza extrema no estado, principal finalidade do Plano ‘Mais IDH’. “Por isso
estamos aqui, para dar nosso apoio ao governador Flávio Dino na condução dessa
nova política que prioriza de fato o desenvolvimento socioeconômico do Maranhão
e de sua gente”, enfatizou Edivaldo.  

O mutirão será realizado em
três etapas de itinerância. Os primeiros municípios beneficiados serão Arame,
Lagoa Grande do Maranhão, Jenipapo dos Vieiras, São Roberto, São Raimundo do
Doca Bezerra, Santa Filomena, Fernando Falcão, Marajá do Sena e Itaipava do
Grajaú. Por conta das chuvas nos últimos dias que causaram estrago em muitas estradas,
esses três últimos municípios não receberão as unidades móveis, mas sim
unidades alternativas de atendimento.

Presidente da Federação dos
Municípios do Estado do Maranhão, o prefeito de São José de Ribamar, Gil
Cutrim, lembra que os municípios maranhenses estavam há anos esquecidos, mas
agora estão sendo lembrados pelo Governo do Estado. Ele também destacou que a
iniciativa de apoiar os municípios deixará o estado do Maranhão cada vez mais
forte.

“Eu costumo dizer que não
existe estado forte sem municípios valorizados. Tudo acontece dentro do
município. A criança nasce no município, estuda no município, precisa de
atendimento médico no município. Então, tudo gira em torno do município. A
falta de valorização faz com que aconteça o que já vem acontecendo no Maranhão
há décadas, e o Flávio vem justamente demonstrar essa sensibilidade política”,
afirmou Gil Cutrim.

No mutirão, o governo do
Estado contará com o apoio das secretarias de Direitos Humanos e Participação
Popular, Desenvolvimento Social, Articulação Política e Assuntos Federativos,
Saúde, Educação, Agricultura Familiar, Trabalho e Econômica Solidária, Cidades
e Desenvolvimento Urbano, Igualdade Racial, além da Companhia de Saneamento
Ambiental do Maranhão (Caema) e do Instituto Maranhense de Estudos
Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc).

“A nossa secretaria fará parte
das equipes que farão o levantamento das reais necessidades de cada município.
Sabemos que são carências bem semelhantes, mas cada um tem a sua
especificidade. Assim poderemos saber, dentro das demandas que temos, para onde
levar cada serviço e com que intensidade no decorrer das ações do Plano Mais
IDH”, explicou o secretário de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista.

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2015

Waldir Maranhão defende divulgação da lista de políticos envolvidos na Lava Jato

O vice-presidente da Câmara Federal,
deputado Waldir Maranhão (PP) admitiu, na manhã destas sexta-feira (06), a um grupo
de jornalistas, que o clima é tenso por conta da expectativa criada em torno da
divulgação da lista de políticos envolvidos no escândalo da Petrobras, encaminhada
ao Supremo Tribunal Federal pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

Maranhão reconheceu que a Câmara
Federal vive um momento delicado e defendeu um pacto para garantir a
governabilidade. Para o parlamentar, a divulgação da relação dos parlamentares citados
nas delações premiadas dos investigados na Operação Lava Jato da Polícia
Federal, deve ser divulgada o mais rápido possível, “até para separar o “joio
do trigo”.

Segundo Waldir Maranhão a receita para contornar
a crise que se instalou no Congresso Nacional é a investigação apontar os responsáveis,
para que a Casa, a exemplo do escândalo do mensalão, puna os culpados. “Não vai
dar para tapar o sol com a peneira”, adverte o parlamentar, cujo o nome não foi
citado na Lava Jato.

“Não tem como não se abrir
essa lista, até para que seja identificado aqueles que que realmente estão
envolvidos. Quanto a possibilidade de impeachment não existe clima para isso, até
porque a presidente Dilma não está no olho do furação”, observou Waldir Maranhão.             

  • Jorge Vieira
  • 6/mar/2015

PGR pede abertura de inquérito contra Lobão e mais sete senadores

por Vinicius Sassine

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BRASÍLIA – Os nomes dos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Humberto Costa (PT-PE), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA) e Fernando Collor (PTB-AL) estão na lista de pedidos de abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhada na noite de terça-feira pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, como confirmou ao GLOBO uma fonte com acesso ao trabalho da PGR. Parte deles já vem dando explicações nos últimos dias sobre a possibilidade de estar na lista, inclusive com a contratação de advogados.

A lista de senadores na ativa incluiria ainda Ciro Nogueira (PP-PI), que já afirmou que renuncia ao mandato caso se comprove o recebimento de propina a partir dos desvios da Petrobras. O senador disse também que já irá contratar advogado para fazer a sua defesa. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também foi avisado de que está na lista, junto com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Com Renan, o número de senadores incluídos no pedido de abertura de inquéritos no STF totaliza oito, ou seja, 10% dos 81 parlamentares que constituem o Senado Federal.
Na expectativa de confirmar se está ou não na lista dos que serão investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Lindbergh Farias defendeu a necessidade de separar o que é fruto de corrupção e o que foi doação legal de campanha.

— Continuo na expectativa de não ter meu nome nessa lista. Uma coisa é corrupção e quem fez isso tem de pagar. Outra coisa é doação legal. É preciso separar o joio do trigo — afirmou o senador ao GLOBO.
Apesar de o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), negar qualquer possibilidade de envolvimento com os desvios de dinheiro da Petrobras, a Procuradoria Geral da República (PGR) já decidiu que vai pedir abertura de inquéritos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra ele. O entendimento é de que há elementos suficientes para os pedidos das investigações – os procuradores envolvidos descartam solicitar o arquivamento das citações. A avaliação dos procuradores é a mesma envolvendo o caso do governador do Acre, Tião Viana (PT).

A exemplo do que foi feito em relação aos políticos com foro junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), a PGR não vai oferecer uma denúncia direta contra os dois. O instrumento será o mesmo usado para as 54 pessoas listadas nas 28 solicitações ao STF: o pedido de abertura de inquérito.

  • Jorge Vieira
  • 5/mar/2015

Bancada federal cobra ação do Denit no Maranhão

A bancada federal do Maranhão reuniu nesta manhã de
quinta-feira (5) com o diretor-geral interino do Departamento Nacional de
Infraestrutura e Transportes (Dnit), Adailton Cardoso. No encontro, os
parlamentares trataram da licitação para pavimentação da BR-226/MA e o Contorno
de Timon, obras que ligarão a BR-226 e a BR-316 e, também, sugeriram, para
maior agilidade na contratação, que as obras sejam de competência da
Superintendência do Dnit do Maranhão.

A duplicação da BR-135, na entrada de São Luís,
também entrou na pauta de discussão. Os deputados fizeram questionamentos sobre
o andamento das obras.  O diretor-geral interino, Adailton Cardoso,
garantiu que as obras serão retomadas após o período chuvoso. Informações
referentes as obras paralisadas serão entregues à coordenação da bancada.
 

Em relação a BR-010, Adailton Cardoso anunciou
ações imediatas. “Vamos proceder intervenções na rodovia, para que a vida seja
preservada, como redutores de velocidade, passarelas e outras ações paliativas,
enquanto as obras não são finalizadas”, finalizou o diretor.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 5/mar/2015

Na lista de Janot, Lobão contrata advogado de poderosos “colarinho branco”

Estadão                                                                                                      

Ex-ministro de Minas e Energia do
governo Dilma Rousseff, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) está na lista de
pedidos de investigação do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot,
enviada ao Supremo Tribunal Federal na última terça-feira, 3.

Lobão contratou o advogado Antonio
Carlos de Almeida Castro, o Kakay, para fazer sua defesa. O peemedebista tem
estado muito nervoso e tenta buscar informações para saber exatamente em qual
contexto foi citado. Por enquanto, sabe apenas que seu nome foi implicado
durante depoimento de delação premiada feito ao Ministério Público pelo
ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa.

Ao Supremo, Janot encaminhou pedido
de abertura de inquérito contra 54 pessoas suspeitas de envolvimento na Lava
Jato. Além deles, o procurador apresentou sete pedidos de arquivamento – entre
eles o da presidente Dilma Rousseff e do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Os
nomes não foram revelados oficialmente porque o caso está sob segredo de
Justiça. Entre os 54 suspeitos estão políticos com e sem mandato e podem
envolver parlamentares do PT, PMDB, PP, PSDB e PSB.

Até o momento, há informações de que,
além de Lobão, outros três peemedebistas foram citados: o presidente do Senado,
Renan Calheiros (AL); o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e o senador
Romero Jucá (PMDB-RR), segundo vice-presidente do Senado.

  • Jorge Vieira
  • 5/mar/2015

Flávio Dino diz que só paga precatório da Constran negociado por Youssef com decisão judicial

O governador Flávio Dino,
através do Twitter, se manifestou sobre o acordo suspeito firmado entre o
governo Roseana Sarney com Constran para o pagamento de uma suposta dívida de
R$ 120 milhões e anunciou que a empreiteira somente receberá o precatório
negociado pelo doleiro Alberto Youssef com o governo passado com autorização
judicial

  • Jorge Vieira
  • 5/mar/2015

Propinas do PMDB sepultaram a Refinaria de Bacabeira

Jornal Pequeno

Gabriele, Dilma, Lula, Roseana, Sarney e Lobão  no lançamento da Refinaria

A Refinaria de Bacabeira esteve
envolvida nos esquemas de propina de políticos do PMDB citados na Lava Jato. A
informação foi revelada na tarde de ontem (04) pelo jornal O Estado de São
Paulo ao afirmar que pelo menos dois dos empresários presos pela Polícia
Federal afirmaram em delação premiada citaram que a Refinaria de Bacabeira fez
parte dos esquemas para concessão de propina a políticos do PMDB. O elo é o
atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB0, aliado histórico da família
Sarney no Maranhão.

A reportagem conta que o doleiro
Alberto Yousseff afirmou que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo
Roberto Costa, ganhou propina de 30% sobre o montante desviado de um dos itens
das obras, relativo à terraplanagem da Refinaria. Foi Paulo Roberto que veio ao
Maranhão em 2010 a convite de Roseana Sarney e do ex-ministro Edison Lobão para
lançar a pedra inaugural da obra. A Fidens, fundada em 1968, fica em Minas.

Segundo Youssef, a licitação da
terraplanagem ocorreu entre 2010 e 2011 “sendo acertado que as vencedoras
seriam a Galvão Engenharia, Serveng e Fidens”. Ele afirmou que “ficava sabendo
antecipadamente” o nome das empresas que ganhariam as licitações no âmbito da
Premium I. O doleiro contou que “foram feitas reuniões” em seu escritório em
São Paulo, na Avenida São Gabriel, Itaim Bibi. Nem a Serveng e nem a Fidens são
acusadas de participar do cartel de empreiteiras que atuava na estatal.

Ficou acertado, segundo o delator, o
pagamento de comissão de 1% sobre o valor do contrato. Os repasses teriam sido
iniciados seis meses depois do início da obra. Ele falou sobre uma reunião com
a Galvão Engenharia, representada na ocasião pelo executivo Erton Medeiros,
alvo da Lava Jato. Segundo a reportagem, a indicação das empresas que sabiam
antecipadamente que venceriam a licitação foi feita por um deputado de Minas
Gerais, Luiz Fernando (PP-MG).

Outro delator do caso foi o engenheiro
da empresa Galvão Engenharia, que afirmou em seu depoimento que a Refinaria
Premium foi alvo de propinas na época de seu lançamento. Após as denúncias de
irregularidades nas obras e nos contratos, a Petrobrás decidiu paralisar as
obras no Maranhão, dificultando a instalação do empreendimento que geraria
milhares de empregos dentro do Estado.

Orçada em R$ 20 bilhões, a Refinaria
Premium I em Bacabeira, a 60 quilômetros da capital São Luís, foi projetada
para operar como a maior refinaria da Petrobrás, mas está com as obras
inacabadas e com problemas de execução.

Paulo Roberto confessa propinas a PMDB

Jornal O Estado de São Paulo

O ex-diretor de Abastecimento da
Petrobrás Paulo Roberto Costa afirmou, em sua delação premiada, que o
presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu propina em contratos
da Diretoria de Abastecimento e que, na prática, os pagamentos ao peemedebista
“furaram” o teto de 3% estabelecido como limite dos repasses a políticos no
esquema de cartel e corrupção desbaratado pela Operação Lava Jato.

O esquema desbaratado a partir de março
de 2014 envolvia o loteamento de diretorias da Petrobrás pelo PT, PMDB e PP.
Por meio delas, eram arrecadados entre 1% e 3% de propina em grandes contratos.
Segundo Costa, a propina excedeu os 3% para que “fosse incluído um valor para
Renan”.

O ex-diretor de Abastecimento foi o
primeiro delator da Lava Jato. Paulo Roberto Costa afirmou em sua delação que o
presidente do Senado usava como “interlocutor” dos contatos com a Diretoria de
Abastecimento – reduto do PP no esquema – o deputado federal Aníbal Ferreira
Gomes (PMDB-CE), que foi prefeito de Aracaú (CE) no período de 1989 a 1993.
Segundo o delator, o aliado de Renan apresentava-se como “representante” do
presidente do Senado.

Para a força-tarefa do Ministério
Público Federal, o delator afirmou que entre 2007 e 2008, o emissário
peemedebista procurou por ele e disse que Renan “mandou pedir” que a Petrobrás
“passasse a contratar uma empresa, a Serveng-Civilsan”. Na época, Costa ocupava
a Diretoria de Abastecimento da estatal.

Aníbal Gomes teria dito que Renan
queria que o grupo paulista Serveng-Civilsan pudesse participar das licitações
da estatal. A Operação Lava Jato descobriu que um seleto grupo de empreiteiras
detinha exclusividade em praticamente todas as áreas estratégicas da Petrobrás.
Segundo os investigadores, apenas em casos extraordinários essa blindagem era
rompida.

O Grupo Serveng atua em áreas diversas,
inclusive energia, mineração, engenharia e construção. Costa não citou
contratos da estatal com a empresa que teria sido indicada por Renan. A
Serveng-Civilsan foi contratada para as obras da Refinaria Premium I.

1 1.872 1.873 1.874 1.875 1.876 2.782

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