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  • Jorge Vieira
  • 8/jun/2015

“Operação Catraca” reduz assaltos a ônibus e retira armas e drogas de circulação

Em quatro dias de ‘Operação Catraca’ realizada pela Polícia Militar, por
meio do Comando de Policiamento Especializado (CPE), 192 ônibus foram
abordados, 2.320 pessoas revistadas, quatro armas de fogo e 13 armas brancas
recolhidas, oito pessoas presas por porte ilegal de arma, cinco munições ponto
40 apreendidas dentro de coletivos, 204 motocicletas e 173 carros revistados e
ainda, grande quantidade de drogas retiradas de circulação, totalizando 22 kg
de maconha e 12 cabeças de crack.
A ‘Operação Catraca’ segue por tempo indeterminado nas avenidas da
capital para reduzir o índice de criminalidade dentro dos coletivos, garantindo
segurança à população. O coronel Pereira, comandante do CPE, afirmou que a
operação aumentou a sensação de segurança dos maranhenses e pede a colaboração
de todos para que auxiliem o trabalho da polícia.
“Desde a última quinta-feira é notória a redução de ocorrências de
assaltos e homicídios nas principais delegacias da capital. O trabalho traz
resultados positivos e peço a colaboração do cidadão, para que, quando estiver
em contato com a polícia entenda que precisamos realizar buscas dentro de
carros e ônibus, elas são necessárias para tirarmos os bandidos da rua. A
Polícia Militar está fazendo a sua parte, precisamos nos unir para diminuir os
índices de criminalidade. O trabalho ostensivo continua”, afirmou o coronel
Pereira.
O major Sodré, um dos responsáveis pelas vistorias dentro dos coletivos,
considera o retorno da operação fundamental para garantir a tranquilidade da
população. “Observamos a ausência de homicídio nestes dias em que foram mais
intensas as operações. Isso é muito importante para inibir a ação criminosa”,
afirmou o major.
Dezessete avenidas estão sendo monitoradas por equipes do Comando de
Policiamento Especializado (CPE) que são: Rotam, Batalhão de Choque, Operação
Ilha Segura, Cavalaria, Batalhão Ambiental, Companhia de Operações Especiais
(COE) e Companhia da Polícia Rodoviária (CPR). Uma viatura com quatro policiais
é destacada para cada avenida no início da tarde até a madrugada. “Nosso
trabalho não para, estamos firmes no proposito de reduzir a criminalidade e
assaltos a ônibus na capital”, disse o major Sodré. 
Operação Catraca
Durante a coletiva de imprensa, realizada na última quinta-feira (04) o
secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e o comandante-geral da
Polícia Militar, coronel Marco Antônio Alves, afirmaram que a Polícia Militar
retomou a ‘Operação Catraca’, que consiste em rondas nos coletivos em busca de
pessoas e atitudes suspeitas. Outra ação preventiva é a análise individual de
autores de crimes que cometem assaltos a ônibus.
“A operação Catraca visa combater a criminalidade dentro dos coletivos e
evitar que a população sofra algum tipo de violência. Estamos intensificando
esta operação com todo o comando reforçado para atuar nos coletivos”, afirmou o
coronel Alves.
Confira as apreensões da Operação Catraca de 4 a 7 de junho
– Pessoas revistadas: 2.320
– Ônibus abordados: 192
– Veículos abordados: 173
– Motocicletas revistadas: 204
– Armas de fogo apreendidas: 4
– Armas brancas apreendidas: 13

– Entorpecentes apreendidos: 22kg de maconha e 12 cabeças de crac

  • Jorge Vieira
  • 8/jun/2015

Péssimo exemplo: suplente cai na blitz da Lei Seca

O suplente de Vereador, Paulo Roberto
Pinto Oliveira, o “Carioca”, foi conduzido coercitivamente ao Plantão Central
da Polícia, no último sábado (6), por dirigir embriagado.
“Carioca” caiu em blitz da Lei Seca, no
final de semana, se recusou soprar o bafômetro, ligou até para Fernando Sarney
para livrar do flagrante, mas teve jeito, vai responder pela gravíssima infração. 

  • Jorge Vieira
  • 8/jun/2015

Câmara adia novamente votação do projeto de licitação do transporte público

Vereador Chico Carvalho anunciou o adiamento da votação do projeto 

A Câmara
Municipal de São Luís adiou, na segunda-feira, 8, a apreciação do projeto de
lei 076/2015, acompanhado da mensagem 026/2014, do Poder Executivo, que dispõe
sobre a delegação da prestação de serviços de transporte coletivo no município.
A decisão foi anunciada pelo presidente em exercício, vereador Francisco
Carvalho (PSL), logo no início da sessão, que por determinação do presidente
Astro de Ogum (PMN) a matéria tinha sido retirada de pauta.

A sessão
desta segunda-feira teve início com a presença de dose vereadores, sendo
procedida a leitura de um trecho da Bíblia e da sessão anterior, porém, como
não havia quórum regimental de dezesseis (16) parlamentares, foi dada por
encerrada. Naquele momento encontravam-se em plenário treze (13) vereadores:
Francisco Carvalho (PSL), José Joaquim (PSDB), Professor Lisboa (PCdoB),
Bárbara Soeiro (PMN), Edimilson Jansen (PTC), Eidimar Gomes (PSDB), Fábio
Câmara (PMDB), Josué Pinheiro (PSDC), Luciana Mendes (PTdoB), Marquinhos Silva
(PRB), Pavão Filho (PDT), Roberto Rocha Junior (PSB) e Rose Sales (PP).
A
proposta para autorização para a licitação do transporte entrou em pauta na
quarta-feira, 3, mas após intensa discussão sobre o assunto, a proposição não
foi apreciada nessa sessão ficando para ser discutida na sessão desta segunda.
No entanto, a matéria foi retirada de pauta e somente deverá voltar a ser
debatida na próxima semana. Essa providência foi tomada pelos vereadores Astro
de Ogum e Pavão Filho (PDT), contando com o assessoramento do procurador Samuel
Melo.
Essa medida,
segundo eles, visa proporcionar aos vereadores um melhor estudo para poderem se
aprofundar acerca da matéria, além de ter o caráter de prudência, já
que  o parlamento deve apreciar bem para proceder a votação de
projetos de interesse da coletividade.

“Nós
temos o dever de zelar pelo bem estar da população, sendo a votação de matérias
que mexem com o seu dia a dia uma de nossas prioridades legislativas”, afirmou
Astro de Ogum.

  • Jorge Vieira
  • 8/jun/2015

Governo do Maranhão vai pagar pelo atendimento de pacientes no Piauí

Meio Norte O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), o prefeito de
Teresina, Firmino Filho (PSDB); e governador Wellington Dias (PT) fizeram
pactuação e Maranhão vai pagar pelos serviços médicos de pacientes do Maranhão
atendidos na capital e no interior do Piauí.

“A
compensação é justa”, definiu o governador Flávio Dino, em entrevista ao Jornal
Meio Norte. Ele declarou que pela pactuação, o Governo do Maranhão fará a
compensação dos procedimentos médicos de alta complexidade realizados nos
hospitais e centros de saúde e de Teresina e do interior do Piauí para
pacientes de seis municípios maranhenses da região do Meio Norte.
“Nós
fizemos uma pactuação com a Prefeitura de Teresina no que se refere a seis
municípios maranhenses. Nós vamos pagar os serviços em Teresina, mediante
regulação do SUS (Sistema Único de Saúde). Esse caminho, nós acertamos, já
houve esse acordo. Agora, nessa semana, nós estamos iniciando a regulação, de
forma que a nossa expectativa, o nosso desejo é continuar os serviços de saúde
do Piauí e, dessa vez, mediante remuneração, com o Maranhão pagando o sistema
de saúde do Piauí porque não é justo que haja a compensação e que essa
integração deve se dar em várias dimensões. Essa compensação é para os serviços
e atendimentos médicos de alta complexidade”, declarou o governador Flávio
Dino.

  • Jorge Vieira
  • 8/jun/2015

Para desespero dos adversários, prefeito Edivaldo garante meia passagem

Para o desespero dos mensageiros do
caos, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), através das redes sociais, negou
que tenha acabado com o benefício da meia passagem para estudantes de
instituições de ensino particulares.
O prefeito esclareceu que que ocorreu
apenas um erro de digitação em um dos capítulos do Projeto de Lei Complementar
nº 076/2014 enviado à Câmara Municipal, que dispõe sobre a licitação do
transporte público de São Luís, mas o benefício continua intocável.
“Um erro de redação em uma mensagem
do executivo e no projeto de lei de iniciativa deste jamais poderá ser maior
que um direito conquistado”, afirmou Edivaldo.
O prefeito disse que o item da lei
que trata das gratuidades e descontos tarifários terá a redação corrigida.
“Qualquer mensagem em contrário que
porventura tenha sido enviada à Câmara será prontamente reformulada. A
meia-passagem, um direito conquistado com muita luta, está garantida. Para
TODOS os estudantes”, assegurou Edivaldo Jr.

  • Jorge Vieira
  • 8/jun/2015

Reforma política: o que foi (e o que será) debatido

Entre as questões
discutidas, doação privada para partidos é a que provoca mais polêmica. Nesta
semana, tema volta à pauta da Câmara e promete reaquecer os ânimos depois do
feriadão
POR WILSON LIMA |
Congresso em Foco – A Câmara volta a discutir nesta semana a proposta
de emenda à Constituição (PEC) que promove a reforma política. Mas, na primeira
rodada de votações, a matéria avançou em basicamente três pontos apenas: a
instituição das doações empresariais aos partidos na Constituição; o fim da
reeleição para chefes do Executivo; e uma cláusula de barreira restringindo o
acesso de legendas a tempo de TV e fundo partidário. As propostas foram
aprovadas em primeiro turno, e ainda precisam ser analisadas em uma segunda
rodada de votações antes de seguir para o Senado, onde esse rito será repetido.
Entre os pontos já aprovados, a instituição do financiamento empresarial
de campanhas na Constituição é o que causa mais polêmica. O artigo incluído na
PEC determina que essas doações privadas devem ser encaminhadas somente aos
partidos. Já os candidatos poderão receber apenas de pessoas físicas, uma vez
proibida a possibilidade às pessoas jurídicas. Na prática, a proposta legaliza
o financiamento privado para campanhas eleitorais, já que as legendas podem
receber os recursos das empresas e depois repassá-los aos seus representantes.
Além de empresas, as siglas ainda contarão com recursos do fundo partidário,
como já acontece hoje.
Outro ponto aprovado na primeira rodada de votações da reforma política
é a instituição da chamada “cláusula de barreira”. Agora, para ter acesso a
tempo de TV e ao fundo partidário, as siglas precisam eleger pelo menos um
parlamentar na Câmara ou no Senado, de acordo com a proposta.
Atualmente, o Brasil não aplica a cláusula de barreira. Todo partido com
inscrição homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem direito a
tempo de TV e aos recursos do fundo partidário. Atualmente, 5% do fundo
partidário é distribuído igualmente entre as legendas formalizadas junto ao
tribunal. Os outros 95% são rateados com base no número de assentos de cada
bancada no Parlamento. Cálculo semelhante é válido para o tempo de rádio e TV:
um terço do horário é partilhado igualmente; os outros dois terços, com base na
estrutura partidária no Congresso.
Caso a regra aprovada em primeiro turno já estivesse em vigência hoje,
PCO, PPL, PCB e PSTU não teriam direito a tempo de TV. A proposta estabelece,
por outro lado, que partidos como a Rede Sustentabilidade (legenda da
ex-ministra Marina Silva), que ainda busca registro no TSE, possam ter acesso
ao fundo partidário e ao tempo de TV caso algum parlamentar com mandato passe a
compor seus quadros.
Reeleição
A outra mudança até o momento aprovada diz respeito ao fim da reeleição.
Segundo essa proposta, os eleitos em 2014 e em 2016 ainda podem se reeleger. O
fim do segundo mandato consecutivo viriam a atingir apenas os mandatários
eleitos a partir de 2018.
Na primeira rodada de votações, ficaram pelo caminho propostas como a
instituição do sistema majoritário na eleição de deputados federais, estaduais
e vereadores. A sugestão rejeitada queria instituir o chamado “distritão”, ou
seja, os candidatos a cargos no Legislativo com mais votos seriam os eleitos.
Com a rejeição, a Câmara mantém o sistema proporcional. Assim, as vagas no
Parlamento continuam a ser preenchidas de acordo com a votação do partido ou da
coligação.
Uma outra proposta rejeitada foi a que determinava a proibição das
coligações para eleições proporcionais. Pela proposta, nenhum partido poderia
unir-se a outro nas campanhas para o Poder Legislativo. Com a rejeição da
proposta, os partidos podem continuar unindo forças nas disputas para a Câmara
Federal, câmaras estaduais e assembleias legislativas.
Retomada
Na volta do feriadão, os deputados discutirão mais
um tema controverso: o tempo de duração dos mandatos eletivos. De um lado, o
PSDB, que apresentou emenda mudando de quatro para cinco anos o período de
atuação para presidente da República, governador, prefeito e deputados
(federal, estadual e distrital). Sem qualquer menção ao tempo de mandato de
senador, a sugestão foi inicialmente recusada por não permitir a coincidência
de eleições – outro ponto pendente de definição na reforma política ora
executada na Câmara.
Uma vez que o mandato de senador é de oito anos, e o de deputado,
quatro, inviabilizou-se a coincidência das eleições para os postos eletivos.
Antes de ser atropelado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o
relatório do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) chegou a considerar a ideia de
ampliar para dez anos ou diminuir para cinco o tempo de atuação no Senado, de
maneira que a concomitância dos pleitos fosse alcançada. Nada feito, uma vez
que deputados quase se estapearam em plenário em defesa das suas posições.
Diante do impasse – e da temperatura elevada –, Cunha e as lideranças da
Câmara acharam por bem adiar essa votação. Não sem antes o peemedebista
registrar sua impressão a respeito do assunto. “O texto não cita, mas está
influenciando [na definição sobre o tempo de mandato no Senado], porque está
alterando o período da legislatura, porque o senador tem mandato de duas
legislaturas”, observou Cunha, que anunciou o adiamento em plenário.
Outros temas que serão discutidos nesta semana é a instituição da cota
de 30% para mulheres no Parlamento e a mudança da data da posse de presidente
da República, governadores e prefeitos. A primeira enfrenta resistência da ala
masculina da Câmara; a segunda, considerada um tema acessório, tem amplo apoio
dos parlamentares.

  • Jorge Vieira
  • 7/jun/2015

Agentes penitenciários desarticulam planos de fuga em Pedrinhas

Neste domingo (7), por volta das 11h, uma equipe de oito agentes penitenciários e monitores, com suporte do Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop) encontrou uma escavação na cela 5 do bloco B da Casa de Detenção (Cadet). O túnel media 40 centímetros de abertura por aproximadamente quatro metros de comprimento. Foi o segundo plano de fuga descoberto por agentes penitenciário em quatro dias, graças às inspeções de rotina.

Na última quinta-feira (4), um agente penitenciário e dois monitores localizaram um túnel ainda em início de escavação no banheiro da cela 3, no Centro de Triagem. O buraco tinha de 40 centímetros de entrada por 50 centímetros de profundidade.

Vinte detentos, dez na cela da Cadet, e outros dez na Casa de Detenção, foram indiciados e vão responder por tentativa de fuga.

Maconha

Em outra inspeção de rotina no Presídio São Luís II, também neste domingo (7), no final do horário de visitas, flagrou o interno Billy Wanderson Seguins Mendes com 35 trouxas de maconha tentando levar a droga até a cela. O detento foi encaminhado para a Delegacia da Vila Embratel.

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