Maranhão da Gente – Ao receberem seus contracheques de setembro, os servidores do poder judiciário maranhense constatarão que foram vítimas de mentira propagada pela deputada Andrea Murad (PMDB) e pelo próprio presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sindjus), Aníbal Lins.
Instigado pela deputada Andrea Murad, Aníbal Lins promoveu uma campanha terrorista junto aos servidores, espalhando que o governo do Maranhão faria corte de 21,7% do salários dos servidores.
O presidente do Sindicato foi informado com antecedência que o subsídio dos servidores do Poder Judiciário não sofrerá redução tão cedo, já que a decisão do Tribunal de Justiça ao negar o pleito dos servidores só terá efeito se e quando se esgotarem os recursos judiciais. Aliás, a questão não depende da vontade do atual governo, uma vez que a decisão cabe ao Pleno do Tribunal de Justiça.
Mesmo assim , incentivado pela deputada Andrea Murad, o presidente do Sindjus promoveu uma campanha contra o governo do Maranhão afirmando que os servidores deixariam de receber os 21,7%.
Mas a mentira ficou comprovada assim que os servidores receberam os contracheques de setembro. (Veja a imagem)
Operação da Polícia Civil do Maranhão, por intermédio da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico – SENARC e Superintendência Estadual de investigações criminais – SEIC interceptaram nesta madrugada de quinta-feira (24) um bando fortemente armado entre as cidades de Porto Franco e Grajaú.
Os bandidos iriam assaltar hoje o banco da cidade de Grajaú, sendo que após intenso tiroteio os três assaltantes acabaram falecendo e recuperado três fuzis ak 47. Os assaltantes foram identificados como John Lenon da Silva, Diego Saboia vulgo “Cabeça” e outro identificado como “Ferramenta”.
O bando de John Lenon seria responsável pelos assaltos às agências do do Banco do Brasil de São Domingos e Tutóia. A operação ainda está em andamento para localizar os demais integrantes.
A deputada federal Rosângela Curado (PDT) em debate, na quarta-feira (23), na audiência pública da Comissão Externa, questionou sobre o impacto socioeconômico causado em função do cancelamento das Refinarias Premium I e II, no Maranhão e no Ceará, respectivamente.
No debate, a parlamentar, preocupada com o fator social das populações dos dois estados, questionou o ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, sobre o ressarcimento pelos investimentos feitos até a interrupção das refinarias. “Temos conhecimento que empresários de Bacabeira contraíram empréstimos, que cearenses somaram prejuízos e muitos sonhos foram desfeitos. É preciso assumir a responsabilidade com essas famílias, que acreditaram que esse projeto iria mudar os índices de qualidade de vida”, ressaltou.
A pedetista indagou, ainda, do que tem sido pensado a curto, médio e longo prazo, no que tange ao planejamento de gestão, para compensar os investimentos não direcionados para as refinarias, bem como, qual seria a responsabilidade social da empresa com o país, principalmente ao povo do Maranhão e do Ceará.
Em resposta aos questionamentos da parlamentar maranhense, o Ministro Eduardo Braga apresentou a situação macroeconômica como priomordial, sendo enfático sobre a necessidade de ampliar seu parque de refino para atender a demanda. “A questão da Premium I e Premium II terá seu reestudo por parte do Ministério, mas, dependemos, ainda, da orientação do mercado. A Petrobras é uma empresa de capital aberto, que tem como principal acionista, o Governo Federal”, finalizou o ministro.
Ex-jogador, que preside comissão que investiga o futebol no Senado, travou debate áspero como João Alberto de Souza sobre críticas ao presidente da CBF, Marco Polo Del Nero

Geraldo Magela/Agência Senado. Romário, presidente da CPI do Futebol, durante sessão
IG – Os senadores Romário (PSB-RJ) e João Alberto Souza (PMDB-MA) tiveram uma discussão áspera na sessão desta tarde da CPI do Futebol, que funciona no Senado. Logo na abertura da sessão, Romário tentou colocar em votação um requerimento convidando presidentes de clubes para falar na comissão. João Alberto contestou o requerimento alegando prejuízo para os convocados em comparecer a uma CPI. A partir daí seguiu-se um debate sobre as posições de ambos.
O senador maranhense se disse ex-dirigente de clube e afirmou que convocar por convocar pode ser algo que cause prejuízo às pessoas pela associação que se faz entre seus nomes e uma CPI. Romário argumentou que tratava-se de um convite para os dirigentes e que eles viriam ou não à comissão. João Alberto então passou a criticar aqueles que consideram que o futebol brasileiro vive uma crise, tem dirigentes ruins e a posição do Brasil na Copa do Mundo de 2014. Romário rebateu de primeira.
“Primeiro que nosso futebol não é organizado. Ele é um dos mais desorganizados do mundo. Segundo, não temos dirigentes bons e ruins, temos ruins e péssimos. Terceiro, uma seleção brasileira disputar uma copa do mundo em casa, tomar de 7 a 1 e ficar em quarto lugar numa copa do mundo no Brasil… Se vossa excelência acha que isso é um resultado positivo, me desculpe, mas não posso acreditar que o senhor teve a experiência de ter dirigido algum clube de futebol, porque isso não entra na cabeça de ninguém, principalmente na minha que joguei futebol muitos anos”, disse Romário.
João Alberto passou a criticar o que chamou de denuncismo da imprensa e disse que não aprovaria requerimentos de convocação para a CPI de pessoas baseado em reportagens jornalísticas. A discussão seguiu com Romário na ofensiva. “Em relação às denúncias que saem nos jornais, o senhor não pode dizer que não é verdade que o Marco Polo Del Nero é ladrão, safado, desonesto e corrupto”, afirmou o senador carioca.
“Com todo respeito a Vossa Excelência pelo seu histórico, mas esse senhor (Del Nero) não presta, ele é imoral, esse senhor para mim é um dos cânceres que temos no futebol e câncer, assim como a doença, tem de ser extirpado”, insistiu Romário. “Ele é realmente hoje um grande mal no nosso futebol. Isso eu posso atestar e afirmar, 100%, independentemente do que Vossa Excelência pensa e outros também”, acrescentou ele.
João Alberto passou a questionar a postura de Romário diante das críticas que o ex-jogador fez ao atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Marco Polo Del Nero. “Nós aqui estamos na CPI, somos juízes. Vossa Excelência não pode externar a opinião que Vossa Excelência está externando”, argumentou o maranhense. “Somos juízes, vamos julgar, presidente. Vossa Excelência está extrapolando. Nenhum de nós aqui pode dar a opinião que Vossa Excelência está dando”, continuou.
Romário fincou pé e seguiu nas críticas peitando o colega. “Vossa Excelência está equivocado, não estou dando minha opinião, estou afirmando que ele é ladrão. Estou afirmando que ele não presta e estou afirmando que ele tem de ser preso e será preso, que assim seja”, disse Romário. “Vossa Excelência quer ser juiz dessa maneira? Me desculpe”, respondeu João Alberto. “Sou presidente do Conselho de Ética e lá eu não me pronuncio, jamais. E nenhum companheiro meu pode se pronunciar como Vossa Excelência está se pronunciando. Me desculpe”, afirmou o maranhense.
Para atender os casos mais complexos de tratamento de Saúde da região da Baixada, a cidade de Pinheiro contará com o Hospital Regional na próxima semana. A partir do dia 28 de setembro, os pacientes encaminhados pelos hospitais municipais de 34 cidades terão atendimento médico-hospitalar em cirurgia, clínica médica, nefrologia, oftalmologia, anestesia, gastroenterologia, pediatria, neurologia, cardiologia, ginecologia e oftalmologia.
O hospital estará à disposição dos casos mais graves e atenderá pacientes de média e alta complexidade da região, beneficiando mais de 685 mil pessoas. Com o investimento de mais de R$ 21 milhões, do Tesouro Estadual e Governo Federal, o Hospital Dr. Jackson Lago fará com que os pacientes da região da Baixada Maranhense possam ser atendidos próximos de suas cidades, com maior comodidade e conforto, sem precisar fazer grandes deslocamentos até a capital.
Através de processo seletivo público, o Governo do Estado contrata 392 funcionários dos níveis médio, fundamental, técnico e superior para atuar no hospital. O corpo clínico contará com 50 enfermeiros e 70 médicos, aproximadamente. A população terá, ainda, serviço de apoio de diagnóstico, com laboratório, tomografia, Raio X, ultrassonografia, mamografia, endoscopia e serviços de oftalmologia.
O Hospital Regional será inaugurado com 122 leitos de internação, sendo 26 leitos de clínica médica, 26 leitos de clínica pediátrica, 26 leitos de clínica ortopédica, 26 leitos de clínica cirúrgica, 12 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 6 leitos de UCI (Unidade de Cuidados Intermediários.
Municípios beneficiados
– Região de Pinheiro: Apicum-Açu, Bacuri, Bequimão, Cedral,Central do Maranhão, Cururupu, Guimarães, Mirinzal, Pedro do Rosário, Peri-Mirim, Pinheiro, Porto Rico do Maranhão,Presidente Sarney, Santa Helena, Serrano do Maranhão,Turiaçu, Turilândia.
– Região de Zé Doca: Amapá do Maranhão, Boa Vista do Gurupi, Candido Mendes, Carutapera, Centro Novo, Godofredo Viana, Governador Nunes Freire, Junco do Maranhão, Luis Domingues, Maracaçumé, Maranhãozinho, Presidente Médice, Centro do Guilherme.
– Região de Viana: Bacurituba, Palmeirândia, São Bento, Viana.
O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão – CREA/MA, Cleudson Campos de Anchieta, deverá ser denunciado por homicídio culposo, lesões corporais e falsidade ideológica por ter registrado a Anotação de Responsabilidade Técnica – ART de montagem dos brinquedos do “Golden Park”, incluindo o “Polvo” do qual foram arremessadas na noite do último dia 14/09 a comerciária Luzivânia Brito (que não resistiu às lesões e foi a óbito) e sua filha de apenas 08 anos. O documento é exigido pelo Corpo de Bombeiros e pela Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo – SEMURH para liberação de autorizações e licenças necessárias ao funcionamento do empreendimento.
O engenheiro mecânico Cleudson Campos de Anchieta foi contratado como profissional liberal pelo parque de diversões e registrou no CREA-MA, em 06/02/2015, a ART nº 00011010856495059510 pelos serviços de montagem das estruturas metálicas e brinquedos do “Golden Park”, declarando as datas de 22/06/2015 a 20/09/2015 como período de duração das atividades técnicas contratadas.
A nota de esclarecimento do CREA-MA, assinada em 16/09/2015 e colocada no site da instituição, só piorou a situação do presidente da autarquia ao declarar indevidamente que este não teria assinado a ART do “Golden Park”. Desde o final de 2011, os documentos de responsabilidade técnica são preenchidos e registrados diretamente pelos engenheiros e técnicos no Sistema Eletrônico do CREA, através de senha pessoal e intransferível, sem necessidade de impressão de papel e assinatura física. A finalização do registro da ART ocorre com o pagamento da taxa que é repartida entre o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e a Caixa de Assistência dos Profissionais (Mútua).
No desespero para se safar das acusações, o presidente do CREA-MA misturou as atividades de dirigente com seus trabalhos privados de profissional liberal, chegando ao ponto de declarar que a validade da ART dependeria de vistoria de “engenheiros do órgão”. Ora, não cabe ao CREA autorizar previamente o funcionamento de obras ou serviços de engenharia, mas somente exigir que sejam efetivamente executados ou supervisionados por responsável técnico qualificado e inscrito no Conselho. Além do mais, é expressamente proibida pela legislação a atuação de “canetinhas”, profissionais que recebem dinheiro para emprestar os nomes na regularização de obras e serviços perante órgãos públicos, sem nenhuma participação efetiva.
Se o engenheiro mecânico Cleudson Campos de Anchieta não realizou os serviços de montagem dos brinquedos do “Golden Park” (como afirmou à imprensa) e registrou indevidamente o serviço no CREA/MA, que é um órgão federal, tendo inclusive finalizado o registro mediante pagamento da taxa de R$ 67,68 cobrada, situação que permitiu ao parque a obtenção das licenças e alvarás da Prefeitura Municipal e do Corpo de Bombeiros, deverá ser denunciado por homicídio culposo, lesões corporais e pelo falso registro de ART de serviço de engenharia, além de sofrer penalidades disciplinares da própria entidade que preside.
O jornal O Estado do Maranhão tem deturpado informações para promover interesses políticos. Na terça-feira (22), a coluna Estado Maior misturou dados de natureza bem diferente para criar uma mentira: que a gestão do governador Flávio Dino está em queda nas pesquisas sobre aprovação popular.
O jornal fez uma referência a aprovação de 50,5% da pesquisa DataM realizada este mês em São Luís com os 74,4% de aprovação da pesquisa realizada para todo o Maranhão pela DataM em junho. Não é possível falar em queda se não havia um dado anterior sobre São Luís. Além disso, o percentual de 50,5% mostra que os moradores da capital estão confiantes na gestão estadual.
Mesmo tentando incutir uma ideia de rejeição, os dados do próprio jornal mostram o contrário. Os entrevistados pela Data M que avaliam a gestão em ótima (3,4%), boa (18,4%) e regular (41,6%) totalizam 63,4% enquanto os que a consideram ruim (9,1%) ou péssima (24%) somam 33,1%.
As pesquisas realizadas até agora em São Luís mostram a avaliação positiva do governo. Recentemente, o Instituto Exata também realizou pesquisa na capital onde a aprovação popular foi de 62% na Região Metropolitana de São Luís. (Blog do Raimundo Garrone).