O vereador Pavão Filho (PDT), a Comissão do Conselho Popular da Cidade Olímpica e mais vinte lideranças comunitárias, em audiência com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) solicitaram a complementação da pavimentação asfáltica das ruas 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 do bloco “C”, do referido bairro, um dos mais populosos da cidade.
A melhoria das referidas ruas foi solicitada à Prefeitura de São Luís, através de requerimento do vereador, aprovado pela Câmara Municipal, no qual ele, atendendo uma reivindicação da comunidade, solicitou a inclusão dos serviços no programa de obras ainda de 2015.
O prefeito Edivaldo, após ouvir o pedido, se comprometeu iniciar a execução da obra até janeiro de 2016, o que deixou o vereador e os líderes comunitários bastante entusiasmado com a garantia de que o problema será resolvido em breve.
Pavão destacou o programa arrojado desenvolvido pelo prefeito Edivaldo Holanda para recuperar bairros que estavam precisando de ser vistos pelo poder público. O vereador disse ainda que está otimista quando ao atendimento do pleito, visto que que o prefeito mostrou todo interesse em atender a reivindicação dos moradores das ruas reivindicadas.

Secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Arnoldo de Campos, afirmou que na gestão de Roseana foram devolvidos mais de R$ 40 milhões em recursos que deveriam ter sido aplicados para aumento da produção
“A gente tem muito orgulho de estar ajudando o governador Flávio Dino de tirar o atraso”, afirmou Arnoldo de Campos, secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social do governo federal.
O representante do governo federal afirmou que atualmente a situação do estado é bem diferente, porque em um passado recente, o governo do estado chegou a devolver repasses federais a Brasília. “Teve época em que esse governo aqui devolvia dinheiro. O ano passado foram devolvidos R$ 44 milhões que tinham sido depositados nas contas desse estado. Por quatro anos, não foi executado um centavo e teve de devolver tudo para Brasília”.
“Isso não pode acontecer e isso não está mais acontecendo”, afirmou Arnaldo. “Infelizmente, nem tudo que a gente levou para os outros estados, a gente conseguiu trazer aqui para o Maranhão. E felizmente agora nós estamos tirando o atraso, governador”.
Aumento de investimento no Maranhão
“Estamos tirando de onde não tem para trazer para o Maranhão”, afirmou Arnaldo, ao elencar uma série de repasses que estão sendo ampliados, apesar do quadro geral de ajuste fiscal. O PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) aqui no estado está saindo de R$ 7 milhões para R$ 13 milhões.
“Nós estamos colocando R$ 4 milhões aqui no governo do Maranhão para compra de tratores, para que eles levem o produto da agricultura familiar”, afirmou. Segundo ele, o governo federal tinha previsto o investimento de R$ 60 milhões para garantir o combate à pobreza extrema por meio da inserção produtiva. “Hoje, nós estamos colocando mais R$ 16 milhões”, afirmou.
O secretário nacional concluiu com um chamado à ação para todos os presentes. “Nós vamos fazer o povo do Maranhão ter aquilo que merece, respeito, oportunidade de trabalhar”.
Dados nacionais
O representante do governo federal fez uma crítica à oposição federal, que ele acusou de tentar tirar R$ 10 bilhões do Bolsa Família. Arnoldo lembrou que foi o programa que tirou o país do Mapa da Fome da ONU nos últimos dois anos. O secretário lembrou que o Bolsa Família tem como contrapartida a exigência de que as crianças vão para a escolha e as mães façam pré-natal. Segundo ele, isso está melhorando o nível de alfabetização do país e melhorando a saúde das crianças.
Atualmente, o Bolsa Família atende 48 milhões de pessoas e, junto com o Salário Mínimo, que cresceu 70% acima da inflação nos últimos anos, tem sido o principal programa do governo federal de injeção de renda na economia. (Do Maranhão da Gente).
“É com grata satisfação que confirmamos que a presença do Corpo de Bombeiros deixará de ser um sonho e passará a ser realidade. Graças à boa vontade política do governador Flávio Dino para com o povo de Santa Inês, a partir do próximo mês teremos a corporação instalada em nosso município”. Com essas palavras, o prefeito Ribamar Alves anunciou na última terça-feira (10/11) a sede provisória dos bombeiros em Santa Inês.
Como o gestor havia proclamado, o comando do Corpo de Bombeiros do Maranhão enviou a Santa Inês o tenente-coronel Carlos Mendes, comandante do 6º Batalhão dos Bombeiros da cidade de Bacabal. Ele veio vistoriar os locais oferecidos pela Prefeitura de Santa Inês para abrigar provisoriamente o batalhão dos bombeiros.
Mendes foi recebido pelo prefeito Ribamar Alves e comitiva. Eles estiveram visitando dois locais que possuem estrutura básica erguida. O primeiro local foi o prédio próximo à Secretaria Municipal de Obras (Avenida Juriti, bairro Parque Santa Cruz), local com bom espaço e que adequado para abrigar os bombeiros. O comandante gostou das instalações e disse que com poucas adaptações o local estará apropriado.
Lembremos, sim, das palmatórias, da carta de ABC, da tabuada, da confusão silábica, dos liceus esotéricos e da luta árdua sob o sol a pino em busca do conhecimento. Das longas caminhadas para aprender as primeiras letras e ter a alegria de saber assinar o nome, o que de qualquer um fazia um ser especial. No Maranhão, a educação se manteve assim durante décadas.
Pode-se dizer que a educação empacou nesse estado, por falta de interesse, de vontade política, por visões estreitas situadas na administração pública. Ainda as escolas de taipa, de barro, os galpões fedidos, as crianças mal alimentadas, a corrupção contra os recursos do Fundeb e do transporte escolar e nenhum projeto que erigisse a educação como prioridade.
Mas um concurso público lançado recentemente pelo governo Flávio Dino chamou a atenção de toda a comunidade docente e discente do estado e do povo em geral para as mudanças que, em menos de um ano de governo, se operam e cristalizam no setor. Existe, finalmente, um projeto de governo no propósito de revolucionar a educação. Através dele, finalmente, 12 mil professores ganharam promoção e mil outros foram contratados para cobrir o déficit nas escolas. O Programa Bolsa Escola alcança 1 milhão e 500 mil alunos no estado e injeta R$ 75 milhões de reais na economia. Esse programa previne a evasão escolar, um dos mais fortes obstáculos aos sonhos de melhores dias da juventude maranhense. Foi iniciada a construção de 23 institutos tecnológicos, 30 núcleos de educação integral e 300 novas escolas vão se espalhar pelo Maranhão.
Sobre o concurso, o presidente do Sindicato dos Professores do Estado do Maranhão, Júlio Pinheiro, disse que se trata de uma luta histórica que está sendo atendida pelo governador Flávio Dino. São conquistas do espírito democrata que convulsionou as ruas do Estado exigindo a substituição do entrevado modelo político que ignorava os direitos das mais diversas categorias de servidores. Nas escolas, há eleições diretas para diretores, pondo fim aos apadrinhamentos e indicações políticas. Uma democracia que chegou tarde ao Maranhão, mas que é também uma antiga reivindicação do magistério, alunos e pais de alunos.
E, acima de todas essas conquistas, o Programa Escola Digna consistente na substituição das escolas de taipa e barro por prédios de alvenaria. Apenas para que se tenha uma ideia do abandono a que estava relegado o sistema estadual de educação, nada menos que 161 municípios se inscreveram neste programa.
A nossa educação era, portanto, uma educação de taipa e, num retrocesso secular, tratada a palmatória. Mas, ao que tudo indica, a educação maranhense finalmente está liberta da palmatória sarneisista que a ela tanto maltratou. (Editorial JP)
O empresário do transporte indígena Uirauchene Alves, que tentou pressionar o Governo e se transformou em paladino da mídia oligárquica, sobretudo dos deputados ligados ao clã Sarney, foi condenado a 14 anos e 7 meses de prisão por extorsão mediante sequestro. A decisão foi do juiz federal José Magno Linhares, da 2ª Vara da Justiça Federal do Maranhão e prevê pena cumprida inicialmente em regime fechado.
Uirauchene se tornou figura fácil nos jornais, blogs e rádios da família Sarney quando acorrentou uma dúzia de índios no Palácio dos Leões e, posteriormente, na Assembleia Legislativa para achacar o Governo a pagar dívida irregular deixada pela ex-governadora Roseana Sarney referente ao transporte escolar indígena dos anos de 2013 e 2014.
Patrocinados pelos deputados Sousa Neto, Adriano Sarney, Andrea Murad e Wellington do Curso, os índios foram usados pelo empresário e permaneceram vários dias em condições insalubres para atender aos anseios de Uirauchene e transformar a situação em pauta para a mídia oposicionista denegrir a imagem do governador Flávio Dino.
Passados quatro meses, a máscara do silvícola com sobrenome da nobreza portuguesa caiu e a Justiça Federal, de acordo com denúncia do Ministério Público Federal de 2004, o condenou pelo sequestro de dois funcionários da FUNASA, que permaneceram oito dias em poder dos indígenas.
A sentença da Justiça Federal considera a situação de Uirauchene como “grave, pois o acusado figurava como representante dos direitos indígenas, exercendo posição de liderança na comunidade, e ao invés de zelar pela paz e ausência de conflitos entre os índios e a FUNASA desse modo não procedeu, devendo ser aplicada maior reprovabilidade a sua conduta”.
Prestes a ir para a cadeia por um crime que ele disse não ter cometido, o empresário soma mais uma mentira no rol que já inclui propina para assessora do governador e sequestro de índio pelo Governo.
Depois de ser santificado pela oposição como soberano de todas as verdades, Uirauchene agora se vê acuado com a realidade.
As informações são do Blog Marrapá.
Folha de São Paulo – Delator da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef foi um dos primeiros presos da operação, e está detido há quase dois anos. Agora, corre o risco de ser preso novamente: no final de setembro, a Justiça do Maranhão decidiu por sua detenção preventiva.O novo decreto prisional integra as investigações sobre o pagamento de precatórios pelo governo do Maranhão. Youssef afirmou, em delação premiada, que viabilizou o pagamento de R$ 6 milhões em propina pela empreiteira Constran, da UTC, para “furar” a fila dos precatórios do Estado em 2014.
Quando foi preso, em março daquele ano, o doleiro estava em São Luís para, inclusive, fazer o pagamento de R$ 1,4 milhão a João Abreu, então secretário da Casa Civil do governo de Roseana Sarney (PMDB), segundo afirmou em delação. Abreu nega.
O depoimento do doleiro, enviado à Justiça do Maranhão, deu início às investigações no Estado. Ainda assim, a polícia pediu a prisão preventiva de Youssef e de outros dois investigados, com o argumento de garantir a ordem pública e impedir a destruição de provas.
Segundo a Folha apurou, a defesa de Youssef contestou a decisão. Argumentou que o decreto descumpre o acordo de delação –que estabelece que o doleiro ficará na cadeia por três anos e, depois, passará ao regime aberto.
Na prática, com o novo decreto, Youssef iria para uma cadeia no Maranhão após ser solto em Curitiba.
Uma das cláusulas da delação, homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), prevê que seus efeitos valem “em todo foro e instância”. A própria Procuradoria-Geral da República foi acionada para atestar que os fatos ocorridos no Maranhão estão abarcados no acordo.
Segundo o argumento da defesa, Youssef não teria qualquer possibilidade ou interesse em destruir provas do fato, uma vez que ele próprio o denunciou.
A prisão, porém, continua valendo: em parecer recente, o Ministério Público do Maranhão pediu certidões que expliquem qual é a situação prisional de Youssef, e voltou a se posicionar favoravelmente à prisão. A defesa pediu sua revogação, mas a Justiça ainda não se manifestou.
Procurados pela Folha, os advogados de Youssef e o Ministério Público Estadual não quiseram se pronunciar sobre o caso, que corre em segredo de Justiça.
A foto acima foi postada nas primeiras horas da manhã de hoje pelo governador Flávio e revela a empolgação do chefe do Executivo com Programa que está transformando a realidade de cidades que viviam abandonadas à própria sorte.
Hoje, as ruas de várias cidades do interior do Estado, independente do partido ao qual pertença o prefeito, estão com suas ruas asfaltadas, ao tempo em que homens trabalham para garantir o sustento de suas famílias.
Diante do sucesso do programa, o governador postou a seguinte mensagem em sua página no Facebook: “#MaisAsfalto segue gerando benefícios e trabalho para milhares de maranhenses”.