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  • Jorge Vieira
  • 24/out/2016

Edivaldo diz que continuará buscando recursos e parcerias

entrevista-de-edivaldo-no-jornal-segunda-edicao-da-mirante-44O candidato à reeleição e prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), disse na noite desta segunda-feira (23), durante entrevista no JMTV 2ªedição, que vai continuar buscando recursos e parcerias, de âmbitos estadual, federal e de organismos internacionais, como forma de manter o financeiro municipal equilibrado.

“Temos feito a nossa parte e contamos com o limite financeiro dentro orçamento. Minha vontade, meu desejo, é reformar todos os mercados de São Luís ao mesmo tempo. Mas contamos com o financeiro limitado. Estamos fazendo nossa parte conforme cronograma”, respondeu ao ser questionado pelo apresentador do JMTV, Giovani Spinucci.

Além de citar os avanços realizados nas áreas de educação, saúde, infraestrutura,transportes, cultura durante a sua gestão, o candidato reforçou a importância de fortalecer as parcerias, a fim de promover mais ações com planejamentos a médio e longo prazo.

“Logo no primeiro ano de gestão conseguimos muitos investimentos com recursos no governo federal. Muitos desses recursos fomos buscar no governo federal. De maneira alguma aumentaremos impostos. Ao longo desses quatro anos, de forma honesta, transparente, aplicando os recursos públicos da melhor maneira possível”, afirmou Edivaldo ao ser perguntado pelo jornalista Sydney Pereira, sobre gastos públicos.

Edivaldo, depois de falar por apenas quase oito minutos, pediu diretamente ao telespectador que lhe desse mais um voto de confiança e dar continuidade as ações realizadas. “Vote no Edvaldo, e nos ajude a continuar o trabalho que estamos fazendo ao longo desses quase quatro anos de gestão. O prefeito que fez 1,800, que licitou os transportes, entregou cinco mil títulos de propriedades, 11 mil casas. 12 é o meu número, Edivaldo no dia 30”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 24/out/2016

“Quem politiza um serviço tão primordial como a saúde não tem compromisso com a população”, rebate Helena Duailibe

helena-duailibeMarrapá – A secretária municipal de Saúde de São Luís, Helena Duailibe rebateu fortemente os vários factoides contra a sua pasta que surgem desde a última sexta-feira. A titular da Semus foi taxativa: “Quem politiza um serviço tão primordial como a saúde não tem compromisso com a população”. Em apenas três dias, vários boatos foram espalhados na tentativa de desestabilizar a gestão.

O primeiro factoide desmentido pela secretária é relativo a uma suposta conversa entre uma enfermeira do Samu com a esposa do candidato Eduardo Braide (PMN). Quanto a isto, Helena rebateu: “é lamentável que queiram levar a saúde a este ponto, mas estamos respondendo com trabalho”.

Em seguida, um vídeo de dois anos atrás começou a ser compartilhado nas redes sociais para atacar a gestão e a saúde pública de São Luís. Tudo desmentido também pela secretária: “O Ministério da Saúde esteve aqui em setembro realizando auditoria fiscalizando e atestando toda a nossa rede de atendimento. A própria população também responde quando elogia os serviços completos nos atendimentos nos hospitais da rede”.

Helena Duailibe refutou também ofício divulgado pelo presidente do Conselho Regional de Medicina do Maranhão, Abdon Murad, que curiosamente pertence ao Partido da Mobilização Nacional (PMN), mesma legenda de Eduardo Braide. De acordo com a secretária, a nota nem havia passado antes pela avaliação da Semus, o que ela julgou ser uma irresponsabilidade.

“É estranho a nota não ter passado antes pela Secretaria o que mostra claramente que não há uma preocupação com a saúde. Não se pode usar o Conselho de forma tão parcial como foi feito em época de campanha política”, criticou.

A secretária desmentiu ainda boatos de que o Hospital da Criança e a Maternidade da Cidade Operária estariam com as obras paralisadas. “Todas as obras estão em execução. É lamentável que usem este tipo de informação para desacreditarem quem mais precisa dos nossos serviços, que é a população carente”, afirmou.

  • Jorge Vieira
  • 24/out/2016

Dinheiro desviado pela Máfia de Anajatuba dava para comprar 40 mamógrafos

mamografoBlog do Clodoaldo – O grupo que dilapidou os cofres públicos do município de Anajatuba causou grande prejuízo à população do município. Este grupo atuou também em outras cidades. O cálculo é que a quadrilha tenha desviado cerca de R$ 60 milhões.

A falcatrua usava as empresas A4 Serviços, RR Serviços, Construtora Construir, A.S dos Santos Ferreira, FCB, FF Produções, Distribuidora Castro e MR Serviços, superfaturando as prestações de serviços e vendendo notas frias para gestões municipais. O caso ficou conhecido nacionalmente por conta do quadro “Cadê o Dinheiro que Estava Aqui”, do Fantástico. O prefeito de Anajatuba, Helder Aragão, foi inclusive cassado por conta dos desvios.

O principal acusado de operar o esquema é Fabiano de Carvalho Bezerra, que era assessor do deputado Eduardo Braide. Fabiano recebeu emenda de R$ 70 mil do gabinete do chefe. A empresa de Bezerra recebeu em sua conta a emenda para o Carnaval de Anajatuba de 2014. A empresa do então assessor de Eduardo Braide recebeu dinheiro em fevereiro, mas as festas de carnaval só ocorreriam nos dias 1º a 4 de março, o que comprova que premeditadamente o recurso foi para Fabiano.

Com o total do dinheiro desviado (pelo menos do que se tem conhecimento) seria possível comprar 40 mamógrafos de última geração, que custam em média R$ 1,5 milhão, muito mais do que os R$ 300 mil que o deputado Eduardo Braide enviou de emenda para São Luís e alardeia que fez grande coisa pela saúde. O dinheiro representa 20% do preço do equipamento.

 

  • Jorge Vieira
  • 24/out/2016

Policial do Senado denuncia missão para Sarney

sarney-soEstadão – Autor da denúncia que originou a operação da Polícia Federal no Senado na sexta-feira passada, o policial legislativo Paulo Igor Bosco Silva afirmou que seus colegas cumpriram uma missão “secreta” no escritório particular do ex-presidente da Casa José Sarney (PMDB-AP), em Brasília. O objetivo, como em outros pedidos feitos pelos parlamentares, era descobrir se o local estava grampeado por eventuais escutas ambientais e telefônicas.

Silva recebeu o Estado na tarde de sábado e detalhou a denúncia apresentada ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal. A varredura de grampos realizada no escritório de Sarney, de acordo com ele, foi feita por meio de uma “ordem de missão oculta”, não numerada, em julho de 2015, quando o ex-parlamentar não exercia mais cargo público.

“Muitas vezes a emissão de ordem de missão vinha não numerada. Uma ordem de missão não numerada é aquela que está inscrita no papel, mas não entra no controle. Tem a ordem 1,2,3,4, 5 e, a partir do momento que emito uma sem numeração, significa que ela não está entrando no controle. Isso aconteceu na do Sarney”, afirmou Silva. “Ordem de missão não numerada não é normal porque todo documento oficial tem que ter um controle do órgão”, completou.

Afastado das atividades por motivos de saúde, Silva, de 29 anos e há quatro funcionário concursado da Polícia Legislativa, diz que fez a denúncia após suspeitar que as ações de varreduras tinham como objetivo embaraçar as investigações da PF no âmbito da Operação Lava Jato. Ele nega relação com o fato de estar respondendo a um procedimento interno sob a acusação de dar aulas em um cursinho em horário de expediente. “Não tem fundamento, porque a denúncia que fiz foi de maio e a sindicância é de 31 de agosto.”

Desdobramentos das investigações da PF apontam que um grupo de policiais legislativos, liderado pelo diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, “tinha a finalidade de criar embaraços às ações investigativas da PF para favorecer senadores e ex-senadores, utilizando-se de equipamentos de inteligência”. Entre os beneficiados também foram citados os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Gleisi Hofmann (PT-PR), além do ex-senador Lobão Filho (PMDB-MA).

Carvalho e mais três policiais legislativos foram presos pela PF, mas apenas o diretor continua detido. Em nota divulgada na sexta-feira, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu a atuação dos policiais subordinados a ele e afirmou que as varreduras não acarretam em outros tipos de monitoramento.

Lava Jato. Silva relatou também uma ordem de “missão não numerada” nos escritórios particulares de Lobão Filho no Maranhão. Na ocasião, porém, houve resistência por parte dos agentes do Senado destacados para a operação.

“Como era algo que causava estranheza, o pessoal acabou entendendo, por bem, que não seria cumprido se não tivesse a ordem por escrito. E foi feito, apareceu a ordem por escrito e eles foram cumprir. Mas eu me recusei”, afirmou.

Segundo ele, a recusa ocorreu após notar uma associação do pedido de varredura com uma ação da Lava Jato. “A PF fez uma operação que envolveu o Lobão e pouco tempo depois foi determinado uma varredura nos escritórios particulares e na residência lá no Maranhão.”

A mesma iniciativa teria ocorrido após batida da PF nas residências do senador Fernando Collor (PTC-AL), realizadas em 15 de julho, em Brasília. “Assim que a Polícia Federal saiu da Casa da Dinda, o pessoal entrou para fazer a varredura. Assim que saíram do apartamento funcional dele, o mesmo procedimento foi feito” disse Igor.

“Isso me causava estranheza. Se a Operação Lava Jato estava com a autorização judicial e a PF cumpriu uma decisão também com autorização, como é que eu vou, na sequência, no mesmo endereço, fazer uma operação de contrainteligência verificando se existe ou não o grampo? Você pode até me falar: mas o grampo não poderia ser externo, de outro lugar? Poderia, mas também poderia ser da PF. E obviamente não vou saber identificar qual é qual, encontrando um, vou tirá-lo. E evidentemente que isso poderia atrapalhar o andamento das investigações.”

O policial legislativo afirmou desconhecer de quem partiam as ordens para as missões. “É a dúvida que surge, mas eu também não posso tirá-la. Desconheço se havia alguma determinação superior, alguma combinação. Para cima não sei o que acontecia, sei o que acontecia do Pedro(diretor da Polícia Legislativa) para baixo.”

Ele revelou ainda que, após a operação de sexta, foi ameaçado por um agente próximo do diretor da Polícia Legislativa. Em um grupo de mensagens utilizado pelos policiais, ele escreveu que “após resolverem tudo isso (prisão de Carvalho), deveriam resolveu o destino dele”.

Defesa. Procurado pelo Estado, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende Sarney, afirmou que o ex-senador não se lembra da varredura em seu escritório. “Se foi feito depois, ele, como presidente do Senado, pode até discutir se houve alguma questão administrativa, alguma falha. Mas jamais se cometeu um crime”, disse Kakay.

O advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, foi procurado ontem, mas não respondeu aos telefonemas até o fechamento desta edição.

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2016

Multidão caminha com Edivaldo no Habitacional Turu

caminhada-de-edivaldo-no-turu-248A “Onda 12” toma conta da cidade nesta reta final de campanha. Nas rotatórias, canteiros centrais das avenidas, nos comitês e nos bairros, o clima é de busca de voto e de contagem regressiva para o dia das eleições (30). No Habitacional Turu, uma multidão, formada por moradores e militantes, saiu às ruas para participar, na tarde de sábado (22), junto com o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PDT), de uma mega caminhada “Todos com Edivaldo”.

Já na concentração por volta das 15h, no Viva do Turu, a animação e os moradores se aglomeravam para receber Edivaldo, a fim de cumprimentar o atual prefeito de São Luís pelos avanços incrementados nas políticas públicas da cidade. Muitos queriam abraçá-lo e tirar uma foto com o gestor, que retribuía com uma saudação.

caminhada-de-edivaldo-no-turu-304O comerciante Valdir de Brito aproveitava o movimento para vender e, ao mesmo tempo, declarava o seu voto a Edivaldo pelo trabalho feito durante os quase quatro de gestão. “Quem gosta de São Luís vota em Edivaldo, para ele dar continuidade ao seu trabalho. Não podemos voltar atrás, temos que seguir em frente”, enfatizou.

A cabeleireira Rosângela Farias destacou o caráter do candidato à reeleição da coligação “Pra Seguir em Frente”. “Edivaldo trabalha honestamente, não chegou aqui prometendo, sabe conversar com a gente. É carismático, humilde e nos transmite confiança, além de mostrar que trabalhou pela cidade”, completou.

caminhada-de-edivaldo-no-turu-173Para Edivaldo, receber a grande manifestação dos moradores da Região do Turu, reflete que sua gestão tem tido aceitação e aprovação dos ludovicenses. “Fizemos muito, mas sei que ainda temos muito a avançar. Por isso, peço o seu voto no 12 para ampliar as conquistas que já obtivemos nesses quase quatro anos”.

Entre alguns compromissos de continuidade, na área de saúde, para os próximos quatro anos, está a implantação do primeiro Centro de Reabilitação Neurológica, Motora, Visual, Auditiva e Intelectual do Maranhão; da abertura de mais um CAPS Álcoole Drogas; do Centro de Especialidades Médicas e demais 24 Unidades Básicas de Saúde; a criação do primeiro Centro de Referência em Diabetes e Hipertensão; e de ações de descentralização da marcação de consultas e exames oara 54 Centros de Saúde, além dos 24 pontos existentes.

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2016

Edivaldo diz que sua gestão já faz o que o adversário promete

entrevista-de-edivaldo-no-programa-resenha-difusora-81O prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Junior (PDT), disse neste sábado (19), durante a sabatina do Programa Resenha da TV Difusora, que ao longo de sua gestão tem realizado obras e serviços no qual o seu adversário, deste o início do segundo turno, insiste em dizer que fará parte do programa de governo. Edivaldo citou como exemplo, fiscalização de serviços e exigir uma frota de ônibus novos e a promessa de fardamento gratuito.

“Interessante colocar que o adversário tem falado, em discurso, o que nós temos feito na prática. Muito do que o adversário tem falado que vai fazer… a nossa gestão já está fazendo. Como é o caso da renovação da frota de ônibus, como é o caso da construção de casas. A diferença é que estamos fazendo e muito pela cidade de São Luís”, explicou Edivaldo.

Na sabatina do Programa Resenha, apresentado pelo jornalista Clodoaldo Corrêa com as participações de John Cutrim, Leandro Martins e Jeisael Marx, o candidato à reeleição pelo PDT falou sobre transporte, educação, saúde, meio-ambiente, infraestrutura, entre outros temas.

Sempre que podia, o atual prefeito da capital maranhense esclarecia aos jornalistas e telespectadores factoides criados pelos adversários políticos como o “caso do café com farinha” que era fornecido numa escola; e sobre as questões das 20 creches.

“A escola em questão não fazia parte da rede municipal, nem era conveniada. Mas hoje, já conveniada, está recebendo uma alimentação de qualidade. Mas naquele momento não tinha nada a ver com a Prefeitura de São Luís… E em relação às creches a empresa faliu e prejudicou não apenas São Luís, mas muitos municípios. Depois de regularizados, temos quatro creches em construções e duas com terraplanagem. Estamos cumprindo os nossos compromissos”, destacou Edivaldo.

Em resposta quanto ao adversário alardear que somente ele pode apresentar documentos que o abone, Edivaldo fez questão de dizer que os ludovicenses conhecem sua trajetória política e, principalmente, sua administração à frente da Prefeitura.

“A população conhece a minha história de vida. Você que está me assistindo conhece o meu passado. Eu sou ficha limpa. A nossa gestão é reconhecida nacionalmente no ranking no item transparência do CGU do Ministério Público Federal, no qual a Prefeitura de São Luís recebeu uma das maiores notas. Portanto, a nossa história é limpa”, afirmou o prefeito.

Ao final do programa, Edivaldo pediu a população mais um voto de confiança com o objetivo de continuar fazendo as obras e programas necessários para a cidade. “Assumimos uma prefeitura com muitas dificuldades, mas fizemos muitas ações que estão espalhadas por toda a cidade. Por isso que peço seu voto para continuar o trabalho. Vote no 12!”.

 

  • Jorge Vieira
  • 21/out/2016

Começa cair a máscara de Eduardo Braide

Quando o discurso não bate com as práticas. É dessa maneira que o deputado estadual Eduardo Braide (PMN), candidato à prefeitura de São Luís, vem conduzindo o seu programa eleitoral e nas entrevistas que já concedeu. De forma mentirosa, com inverdades, tenta iludir o eleitorado ludovicense. Dá uma de bom moço, mas sempre acusa covardemente seu adversário, líder nas pesquisas de opinião e franco favorito para vencer a eleição, conforme atestam três institutos de pesquisas.

O resultado da pesquisa do Instituto Data M, publicada nesta sexta-feira (21), onde aparece 12 pontos percentuais atrás do prefeito, pelo visto, deixou Braide com os nervos à flor da pele. Desesperado, dedicou todo o programa eleitoral desta noite para atacar covardemente Edivaldo, expondo sua verdadeira face de lobo e mostrando quem quem de fato faz jogo sujo na campanha.

Braide promete o paraíso, mas não diz onde vai buscar recursos para resolver os problemas de São Luís. Em nenhum momento descreve ou fala concretamente como vai realizar tais projetos…e nem explica.  Em contrapartida afirma que o candidato Edivaldo nada fez pela cidade, porem se pauta em programas que o atual prefeito de São Luís já está desenvolvendo, como é o caso da melhoria dos transportes coletivos que está sendo possível com a histórica Licitação dos Transportes.

Mas o pior é que agora, o deputado estadual está dando uma de vitima quando afirma, com todas as letras em seu programa eleitoral, que sua família e sua reputação estão sendo falados pelo seu adversário, no que chamou de campanha suja. Quem acusa o pai dele de ser integrante da “Máfia de Anajatuba” é o Ministério Público, não seu adversário. Braide faz um jogo no qual ele mesmo é que inicia as mentiras.

Engana-se o deputado ao PMN se pensa que a população caiu nessa. A máscara começou a cair e vai ser completamente exposta a verdadeira face do filho de Carlos Braide no debate da TV Mirante. Na noite de quinta-feira ele se sentiu em casa, com um apresentador “cabo eleitoral” levantando bola para ele cortar. De tão parcial o velho apresentador, acabou se enrolando todo e apresentando Braide como “nosso candidato”. Nem precisava, pois todos sabem que a TV Guará faz campanha descarada contra Edivaldo.

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