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  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2016

Governo alerta municípios para prestação de contas com o Ministério da Saúde

Mais de 60 municípios poderão ter os recursos do Fundo Nacional de Saúde bloqueados por não apresentarem prestação de contas referente aos anos de 2015. O repasse dos recursos está condicionado à apresentação do Relatório Anual de Gestão e dos dados que alimentam o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS). Os municípios já foram notificados pelo Ministério da Saúde e orientados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) a atualizarem a prestação de contas.

Os municípios têm até o dia 30 de março de 2017 para enviar os relatórios de gestão do ano de 2016 ao Conselho de Saúde. Os dados devem ser inseridos no Sistema de Apoio à Construção do Relatório de Gestão (SargSUS) e apresentados ao Conselho de Saúde. O documento comprova a execução do Plano de Saúde em cada esfera do Sistema Único de Saúde (SUS) e a aplicação dos recursos da União repassados a Estados e Municípios.

Além do relatório anual de gestão, municípios maranhenses devem o Relatório Resumido de Execução Orçamentária, a ser publicado no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) até 30 dias após o encerramento de cada bimestre. Os municípios têm até 30 dias após o término do exercício para apresentar os dados pendentes. A não apresentação dos dados pode provocar a suspensão das transferências tanto da União quanto do Estado para os Municípios.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, explicou que o bloqueio do recurso interfere no andamento do projeto de reestruturação da rede. “A suspensão dessa transferência prejudica a execução das ações de saúde em prol da população e sobrecarrega o Estado. Estamos vivenciando um momento de crise e não podemos abrir mão de recursos importantes como esses. Por isso estamos cumprindo nosso papel de alertar e orientar os municípios quanto à prestação de contas e repasse das informações”, ressaltou.

Entre os municípios que possuem pendências na apresentação do relatório anual de 2015 estão Bom Jesus das Selvas, Cidelândia, São Pedro da Água Branca, Marajá do Sena, Carolina, Feira Nova do Maranhão, Fortaleza dos Nogueiras, Arame, Aldeias Altas, Buriti, Duque Bacelar, Anapurus, Chapadinha, Magalhães de Almeida, Milagres do Maranhão, Santa Quitéria do Maranhão, Santana do Maranhão, Tutóia, Alto Alegre do Maranhão, Peritoró, Estreito, Governador Edison Lobão, Lajeado Novo, Montes Altos, São João do Paraíso, Sítio Novo, Belágua, Miranda do Norte, Igarapé Grande, Pedreiras e São Raimundo do Doca Bezerra.

Também ainda não apresentaram os dados os municípios de Bacuri, Central do Maranhão, Pedro do Rosário, Peri Mirim, Porto Rico do Maranhão, Turiaçu, Dom Pedro, Graça Aranha, Joselândia, Santa Filomena do Maranhão, Santo Amaro do Maranhão, Bom Jardim, Igarapé do Meio, Monção, Benedito Leite, São João dos Patos, Alcântara, Raposa, Parnarama, São Francisco do Maranhão, Cajapió, Palmeirândia, São Bento, São Vicente Ferrer, Viana, Araguanã, Centro Novo do Maranhão, Godofredo Viana, Governador Nunes Freire e Nova Olinda do Maranhão.

Além dos 61 municípios que ainda não apresentaram o relatório de 2015, 210 municípios possuem pendências na atualização do Relatório Resumido de Execução Orçamentária no SIOPS no último bimestre de 2016. A Secretaria de Estado da Saúde tem se colocado à disposição para orientar as equipes técnicas dos municípios, prestar esclarecimentos e tirar dúvidas por meio dos telefones (98) 99133-5804 ou (98) 3218-8718 e do e-mail: carmen.lucia@saude.ma.gov.br .

 Atenção básica –  Por meio da Portaria n° 2.246, de 3 de novembro, o Ministério da Saúde suspendeu a transferência de incentivos financeiros referente ao número de Equipes de Saúde da Família e Equipes de Saúde Bucal que não alimentaram por três meses consecutivos o Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB). No Maranhão, dez municípios foram penalizados: Alcântara, Alto Parnaíba, Axixá, Bequimão, Cantanhede, Coroatá, PeriMirim, São Félix de Balsas, São Pedro da Água Branca e São Vicente Férrer.

A Secretaria de Estado da Saúde tem acompanhado o repasse das informações pendentes em relação às ações, ao número de atendimentos e à aplicação dos recursos. O bloqueio desse repasse prejudica as atividades na área da atenção básica nos municípios. Por esse motivo, o Estado orienta os municípios a solicitarem junto ao Ministério os créditos retroativos, atualizando as informações e garantindo, assim, a liberação dos recursos.

 Municípios que não apresentaram prestação de contas em 2015

Alcântara, Aldeias Altas, Alto Alegre do Maranhão, Anapurus, Arame, Araguanã, Bacuri, Belágua, Benedito Leite, Bom Jardim, Bom Jesus das Selvas, Buriti, Cajapió, Carolina, Central do Maranhão, Centro Novo do Maranhão, Chapadinha, Cidelândia, Dom Pedro, Duque Bacelar, Estreito, Feira Nova do Maranhão, Fortaleza dos Nogueiras, Godofredo Viana, Governador Edison Lobão, Governador Nunes Freire, Graça Aranha, Lajeado Novo, Igarapé do Meio, Igarapé Grande, Joselândia, Magalhães de Almeida, Marajá do Sena, Milagres do Maranhão, Miranda do Norte, Monção, Montes Altos, Nova Olinda do Maranhão, Palmeirândia, Parnarama, Pedreiras, Pedro do Rosário, Peri Mirim, Peritoró, Porto Rico do Maranhão, Raposa, Santa Filomena do Maranhão, Santa Quitéria do Maranhão, Santana do Maranhão, Santo Amaro do Maranhão, São Bento, São Francisco do Maranhão, São João do Paraíso, São João dos Patos, São Pedro da Água Branca, São Raimundo do Doca Bezerra, São Vicente Ferrer, Sítio Novo, Turiaçu, Tutóia, Viana.

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2016

Deputados realizam visita à Usina de Estrito para avaliar impactos no Rio Tocantins

rio-tocantins2Acontece na manhã desta quinta-feira (10), a visita da comissão especial parlamentar, proposta pelo deputado estadual Professor Marco Aurélio (PCdoB), à Usina Hidrelétrica de Estreito. A visita tem o objetivo avaliar os níveis de vazão de água do empreendimento, além de estudar medidas colaborativas que possam amenizar os impactos da estiagem no Rio Tocantins e toda a Região.

Além de Marco Aurélio, a comissão é composta dos deputados Antônio Pereira, Léo Cunha, Valéria Macedo e Adriano Sarney, o prefeito de Estreito, Cicero Neco, o secretário do meio ambiente do estado, Marcelo Coelho, o promotor do meio ambiente Dr. Jadilson, representantes de segmentos ligados ao meio ambiente e membros da sociedade civil organizada.

O parlamentar reforçou a necessidade da união de todos os segmentos em defesa da preservação do Rio. “Não podemos delegar toda a responsabilidade pela seca no rio à falta de chuvas. Diversos outros fatores também são responsáveis por essa situação. Devemos unir esforços e buscar maneiras de evitar que o rio seja ainda mais prejudicado, falamos da fonte de vida de milhares de famílias ribeirinhas.” Afirmou.

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2016

MPMA pede afastamento cautelar da prefeita de Bom Jardim até o fim de seu mandato

malrineteO Ministério Público do Maranhão propôs, em 1º de novembro, Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa e com obrigação de fazer contra a prefeita do município de Bom Jardim, Malrinete dos Santos Matos, mais conhecida como Malrinete Gralhada. A manifestação, ajuizada pelo promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira, foi motivada pela subtração de documentos públicos e por tentativas de interferências da prefeita afastada na atual gestão municipal.

Malrinete Gralhada já foi afastada cautelarmente, no mês de outubro, a pedido do Ministério Público do Maranhão, devido a contratações ilícitas, dispensa indevida e direcionamento de licitação, entre outras irregularidades. Na nova ACP, a Promotoria de Justiça da Comarca de Bom Jardim solicita à Justiça que determine o afastamento cautelar de Malrinete Gralhada até o fim de seu mandato.

De acordo com o promotor de justiça, a medida tem o objetivo de “evitar embaraços e prejuízos à instrução processual”. Para Fábio Oliveira, se a prefeita voltar ao cargo, poderá continuar a dilapidar o patrimônio público.

Além do afastamento cautelar, o MPMA pede que Malrinete Gralhada devolva todos os documentos ocultados indevidamente, devendo serem entregues, no prazo de 24 horas, ao atual prefeito, sob pena de configuração de crime de desobediência, motivando, ainda, a imputação de pagamento de multa diária.

ENTENDA O CASO – Quando foi afastada em outubro, assumiu o cargo Manoel da Conceição Ferreira Filho. Depois da posse, ele informou ao MPMA que Malrinete Gralhada tinha ocultado diveros documentos. No setor de Recursos Humanos, não havia cadastro de servidores efetivos, contratados e comissionados. Também não foram encontrados arquivos referentes à folha de pagamento e o responsável pelo setor não foi encontrado para prestar esclarecimentos.

Na sala onde funciona a comissão permanente de licitação, todas as pastas referentes aos processos licitatórios estavam vazias. Além disso, o abastecimento de energia da Prefeitura de Bom Jardim e do Mercado Municipal encontra-se suspenso desde o dia 19 de outubro, devido a uma dívida do Município com a Companhia Energética do Maranhão (Cemar).

Uma vistoria realizada pela equipe da Promotoria de Justiça da Comarca de Bom Jardim confirmou a subtração e ocultação de documentos públicos, motivando a proposição de ação por ato de improbidade administrativa contra Malrinete Gralhada. “Sua conduta ofendeu frontalmente os princípios fundamentais da administração pública, principalmente os da moralidade, publicidade, legalidade e transparência”, enfatizou, na ação, o promotor de justiça.

Fábio Oliveira comparou, na ação, a conduta da prefeita a tática da “terra arrasada”, utilizada pela Rússia em diversos conflitos, que consiste em destruir tudo o que existe, para que as tropas inimigas ao adentrarem no território conquistado encontrassem um ambiente hostil. “Ao ser afastada temporariamente, valendo-se ainda da condição de prefeita e de fiel depositária de todo o acervo da Prefeitura, retirou dolosamente todos os documentos importantes da administração municipal, em evidente intuito de prejudicar as investigações do Ministério Público e de criar obstáculos à administração de seu sucessor no cargo de prefeito”, declarou, na ação, o promotor.

PEDIDOS – O MPMA pede, ainda, a condenação da ré por ato de improbidade administrativa, aplicando-se cumulativamente as sanções de ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2016

Acusada de comandar a máfia da Sefaz, Roseana tenta se fazer de vítima

Roseana é acusada pelo MP de desviar recursos públicos

Roseana é acusada pelo MP de desviar recursos públicos

Virou mantra. Todas as vezes em que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) é acusada, com provas, de comandar organização criminosa especializada em desviar recursos públicos e promover sangria nas finanças do Maranhão, se diz vítimas de perseguição política.

Após se tornar ré no processo em que a Polícia Federal investigou e constatou desvios de R$ 1 bilhão da saúde pública do Estado, agora a ex-governadora tentar transformar em “perseguição política” seu envolvimento com a Máfia que desviou recursos da Secretaria da Fazenda do Maranhão.

Sem ter como se defender da acusação formulada pelo Ministério Público, sobre o rombo de mais R$ 410 milhões nas finanças do Estado, a ex-governadora usa sua rede de comunicação, incluindo a globosfera, para tentar minimizar a grave acusação de ser a comandante da organização criminosa que atuava na Sefaz.

Diante de mais este escândalo de corrupção descarada fica sensação de que a ex-governadora montou uma verdadeira quadrilha durante sua última gestão para assaltar os cofres do Maranhão. Somente na Saúde, na Secretaria da Fazenda e com pagamento de precatórios já somam mais de R$ 2 bilhões desviados no Governo Roseana Sarney.

  • Jorge Vieira
  • 8/nov/2016

Prefeito eleito de Caxias descarta espaço a Paulo Marinho na prefeitura

Prefeito eleito de Caxias, Fábio Gentil

Prefeito eleito de Caxias, Fábio Gentil

O prefeito eleito de Caxias, Fábio Gentil (PRB), em conversa com os jornalistas Jorge Vieira e Clodoaldo Correa, nesta tarde de terça-feira (8), na TV Difusora, deixou claro que seu único compromisso com a família Marinho é ajudar na campanha do vice-prefeito Paulinho (Filho de Paulo Marinho) a deputado federal em 2018.

Prefeito, uma pergunta que não quer calar: o ex-deputado Paulo Marinho terá vez na sua administração? “De jeito nenhum, meu compromisso é ajudar na campanha do Paulinho, nada de secretaria para o ex-deputado ocupar ou indicar”, respondeu Gentil.

Fábio Gentil se elegeu prefeito após acirrada disputa com atual Léo Coutinho, vencendo o pleito com uma diferença de menos de um 1 por cento, numa coligação com o grupo político do ex-deputado e ex-prefeito do município, hoje um político ficha suja, impedido de disputar eleição.

  • Jorge Vieira
  • 8/nov/2016

Deputado Raimundo Cutrim cobra esclarecimento sobre a “Máfia da Sefaz”

raimundo-cutrimO deputado Raimundo Cutrim (PCdoB) repercutiu, na tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão desta terça-feira (8), as informações que vieram a público através da imprensa local sobre as denúncias de  fraudes na concessão  de isenções  fiscais no âmbito da Secretaria de  Estado da Fazenda (Sefaz), supostamente comandada pela ex-governadora Roseana Sarney.

Segundo o parlamentar comunista, a denúncia é séria por tratar-se do desvio de elevadas somas de dinheiro público (R$ 410 milhões). Para Cutrim, “os valores são muito altos e o Maranhão precisa, a população precisa ter esse fato devidamente esclarecido, com transparência e para que não haja nenhuma dúvida”.

Em seu discurso, ele explicou que o escândalo veio à tona mediante duas grandes operações, uma relativa à concessão de isenção fiscal, outra com relação a precatórios.

Na avaliação de Cutrim “essa de precatórios é muito maior, é muito mais robusta. Ali tem medalhões de Poderes envolvidos encabeçando, ali é uma organização que não tem mais de cinco cabeças. Então essa sim, essa causa espécie mais ainda. Porque o rombo, não sei se já conseguiram ver o quantitativo lá no fundo do poço. E tudo isto precisa ser devidamente esclarecido para a nossa população”, informou.

  • Jorge Vieira
  • 8/nov/2016

Máfia da Sefaz: advogado de Trinchão responsabiliza Roseana e Marcos Lobo por acusações da promotoria

ulisses-sousaMarrapá – O advogado Ulisses Sousa, responsável pela defesa do ex-secretário da Fazenda, Cláudio Trinchão, culpou o ex-Procurador-Geral do Estado, Marcos Lobo, e a ex-governadora, Roseana Sarney (PMDB), pelas denúncias do Ministério Público. O trio é acusado de integrar uma organização criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão dos cofres públicos do Estado, através da Sefaz.

De acordo com advogado, a responsabilidade pelos acordos de benefícios fiscais era do Procurador-Geral do Estado, Marcos Lobo, sempre com a supervisão da ex-governadora Roseana Sarney. “A celebração de acordos não era, e não é, tarefa da Secretaria de Fazenda. Segundo a Constituição do Estado do Maranhão esses atos eram de competência do Procurador-Geral do Estado do Maranhão, praticados mediante autorização do Chefe do Poder Executivo”, justificou Ulisses.

Na tentativa de constranger o promotor Paulo Ramos, o advogado afirma que “acusação beira a insanidade”, porque, “é impossível qualificar como ilegal a concessão de incentivos e benefícios fiscais através de regimes especiais concedidos, com respaldo no parágrafo 7º do artigo 9.º da lei estadual 7799/2002”.

Trinchão é acusado por compensações tributárias indevidas de créditos tributários com créditos não-tributários e também de negociar precatórios. Na denúncia, a Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária e Econômica de São Luís alega que, “a Lei Estadual nº 7.801, de 19 de dezembro de 2002 autorizava a compensação de débitos de natureza tributária ou não-tributária, e dava outras providências, entretanto, foi revogada pela Lei Estadual nº 8.152 de 5 de julho de 2004, de maneira que desde 2004 não existe mais previsão legal no Estado do Maranhão que autorize a compensação de débitos de natureza tributária com créditos de precatório, sendo ilegal a ocorrência desse tipo de compensação sem a existência de lei que a preveja”.

Tanto Cláudio Trinchão, como Roseana e Marcos Lobo responderão pelos crimes de peculato, prevaricação, fraude à administração fazendária e participação em organização criminosa.

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