A cidade de Paço do Lumiar completa, hoje (14), 57 anos de emancipação e para comemorar a data a prefeitura Municipal preparou uma vasta programação que vai de uma missa, a práticas esportivas e apresentações culturais. O prefeito Domingos Dutra explicou, que as festividades serão simples, mas de muito bom gosto, valorizando o que a cidade tem de melhor.
“A prefeitura está sem dinheiro, estamos atravessando um momento difícil, com essa recessão econômica, mas não podemos deixar passar em branco um momento tão importante como esse, nossa cidade completa 57 anos de muita luta, vamos comemorar de maneira modesta, mas valorizando a nossa gente”, disse o prefeito.
História de Paço do Lumiar
Paço do Lumiar possui uma população de 115. 693 habitantes, segundo Censo do IBGE em 2013.
O município tem sua ocupação iniciada em 22 de maio de 1625, quando chegou à capital da província do Maranhão , o governador Francisco Coelho de Carvalho, o jesuíta Luís Figueira já possuía uma légua de terra no sítio chamado Anindiba que, por escritura pública, fora-lhe doada por Pedro Dias e sua mulher Apolônia Bustamante.
aço do Lumiar tem sua emancipação pela lei n°1890, de 7 de dezembro de 1959. Instalado em 14 de janeiro de 1961, teve como seu primeiro prefeito, Pedro Ferreira da Cruz.
PROGRAMAÇÃO DE ANIVERSÁRIO
05:30h Alvorada festiva na Vila de Paço e Maiobão
08:30h hasteamento das bandeiras (Prefeitura) e café da manhã com frutas da cidade.
08:30h Caravana do Esporte (Viva Maiobão)
16:00h Santa Missa na Matriz de Nossa Senhora da Luz
17:00h Ato: “Abraçando a Vila”, parabéns e corte do bolo
18:30h Tributo à cidade de Paço (Vila de Paço)
19:00h Aula de zumba (Viva Maiobão).
20:00h Show em tributo a Raul Sextas –
21:00h Boi da Maioba e Boi da Pindoba.
O recém nomeado Secretário Nacional de Juventude, Assis Filho (PMDB) foi notícia agora pouco no Jornal Nacional. O ex diretor dá Empresa Brasileira de Comunicação é acusado de receber sem ir trabalhar na prefeitura de Pio XII, no Maranhão.
Reportagem do @jornalhoje mostra que Gov @FlavioDino paga maior salário a professores no país. Mais uma ótima notícia para os maranhenses.?? pic.twitter.com/iMGaPaE5Ru
— Robson Paz (@robsonpaz) 13 de janeiro de 2017
No Twitter, o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista, destacou os avanços do Maranhão na atual gestão. Com os destaques, vem as respostas ao destempero de Maura Jorge na postura típica da oligarquia Sarney: a do quanto por, melhor.


São Luís é um dos municípios brasileiros que paga aos professores da rede municipal salário acima do piso nacional. A capital está entre as cidades que cumprem com a lei do piso e honram o seu compromisso com a categoria. Mais da metade das cidades consultadas pelo MEC não consegue alcançar nem o mínimo estabelecido como pagamento, ao contrário da capital maranhense.
O salarial inicial professor da rede municipal de São Luís, para professor com nível médio e carga horária de 40 horas semanais, é de R$ 2.815,77; e de R$ 4.652,84 para os professores com nível superior. O piso nacional passou, nesta quinta-feira (12), a ser R$ 2.298,80. Ambos os valores estão acima do piso fixado por lei nacional aos professores.
A crise econômica tem afetado maciçamente os municípios brasileiros. Muitos não conseguem manter em dias a folha de pagamento ou garantir a valorização dos profissionais da educação. Mesmo nesse contexto, São Luís se destaca positivamente pela valorização dos profissionais da educação ao longo dos anos. Entre 2013 e 2016, o acumulado do reajuste concedido aos professores foi de 39,08%. Edivaldo também garantiu, aos professores da rede municipal, mais de 8 mil direitos como progressões, titulações e gratificações – dando celeridade a pedidos da categoria que não avançavam há muitos anos.
Qualquer sociedade que pretenda evoluída coloca em posição de respeito os seus professores. Nesse ponto, acerta o prefeito Edivaldo, ao valorizar os profissionais da educação, mostrando que está preocupado com o futuro das crianças e adolescentes.
O prefeito José Vieira (PP) obteve uma segunda vitória na guerra judicial que trava contra o grupo político comandado pelo senador João Alberto e o deputado Roberto Costa – este último, segundo colocado nas eleições para prefeito na cidade de Bacabal.
Ontem, o presidente em exercício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou pedido da coligação “Bacabal no Rumo Certo”, encabeçada por Costa, e manteve Vieira no cargo.
A decisão de Maia Filho ratifica liminar, concedida pelo ministro Gilmar Mendes, que proporcionou a contabilização dos votos do pepista – pelo menos por enquanto – e resultou na sua posse.
Porém, Zé Vieira continuará a não ter vida fácil, uma vez que o senador e o deputado deverão recorrer da decisão.
Fora isso, o grupo de vereadores comandado por Edvan Brandão (PSC), presidente da Câmara bacabalense eleito pela maioria, continua sustentando a tese de que Vieira e o seu vice, Florêncio Neto (PHS), foram empossados de forma irregular e, por conta disso, Bacabal está sem prefeito.
Brandão tenta na Justiça assumir o comando do município, o que provocaria a convocação de novas eleições antes mesmo do julgamento final que definirá sobre a validação, ou não, dos votos de Vieira – ele teve a candidatura indeferida pela Justiça maranhense.
E desta forma, de maneira indefinida, segue a novela política em Bacabal…
O atual Secretário Nacional do Juventude, nomeado pelo presidente Michel Temer (PMDB), Assis Filho, também do mesmo partido, enriqueceu ilicitamente no município de Pio XII juntamente com mais 50 pessoas. Os réus são acusados ainda de Dano ao Erário e Violação aos Princípios Administrativos.
Todos eles respondem a processo na justiça pelo fato e ganhavam em torno de 5 mil reais como funcionários fantasmas. À época, Assis viajava constantemente para o município com a prerrogativa de dar aulas de direito no local.
Agora nomeado secretário, Assis tem nas suas mãos uma revanche contra Bruno Júlio, ex-titular na pasta e rival de Assis. Júlio foi escolhido por Temer em 2015 para a direção da JPMDB a contragosto de Assis Filho.
E se, por um lado, Bruno Júlio foi infeliz em suas palavras sobre a chacina no presídio de Manaus, Assis tem uma fama nada idônea. O presidente acabou trocando seis por meia dúzia. Mas, para favorecer o já desprestigiado PMDB no Maranhão, deve valer o risco para Temer.