
Os moradores de São Luís foram surpreendidos com a cor avermelhada no céu no fim da tarde de quinta-feira (02). Após muitas chuvas, o céu presenteou os ludovicenses com a agradável surpresa (Imagem: internauta Fernanda Fernandes)

SARNEY1 DF NACIONAL 1812/2014 SARNEY/DESPEDIDA O senador, Jose Sarney (PMDB AP), faz um discurso de despedida da tribuna do plenario do senado, em Brasilia.FOTO:DIDA SAMPAIO/ESTADAO
Estadão – Pelo menos 50 investigados na Lava Jato detêm, atualmente, foro indireto no Supremo Tribunal Federal (STF). São casos de alvos da operação que não possuem cargo com prerrogativa para serem julgados pela Corte, mas têm seus casos conduzidos no tribunal em razão da ligação das investigações com autoridades.
O caso mais recente envolvendo foro indireto é o do ex-presidente José Sarney, que teve inquérito mantido no STF por decisão da Segunda Turma da Corte. Os ministros do colegiado justificaram a medida pelo fato de a apuração contra o peemedebista incluir parlamentares detentores de foro especial.
Em situação semelhante estão os também ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Os dois são parte de um inquérito que atinge dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – Marcelo Navarro Ribeiro Dantas e Francisco Falcão –, que atraem para o STF a competência para conduzir o caso. Ainda na mesma investigação estão os ex-ministros de Estado Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo, que não têm mais a prerrogativa.
A lista de investigados com foro indireto perante o STF inclui ainda parentes de políticos – casos, por exemplo, do marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o ex-ministro Paulo Bernardo; da mulher do senador Fernando Collor (PTC-AL); e de dois filhos do deputado Nelson Meurer (PP-PR). Empresários suspeitos de atuar na lavagem de dinheiro para parlamentares e ex-congressistas investigados ao lado de políticos com foro também integram o grupo do foro indireto.
Há ainda situações de investigações diferentes na Justiça comum e no STF simultaneamente. É o caso do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que, apesar de ter tido as investigações remetidas à Justiça Federal após perder o mandato, ainda é alvo de inquérito no STF ao lado de parlamentares.
Há ainda no rol dos “sem foro” que estão no STF lobistas como Fernando “Baiano” Soares; empreiteiros como Ricardo Pessoa, dono da UTC; e ex-ministros, como Henrique Eduardo Alves, Silas Rondeau, Pedro Paulo Leoni Ramos.
Mensalão. A Procuradoria-Geral da República tenta evitar “maxi-investigações” como o mensalão, quando todos os acusados foram julgados pelos 11 ministros do Supremo. Nesse caso, a minoria dos réus tinha foro. Não é o que ocorre na Lava Jato, mas a extensão das investigações faz com que parte dos casos não possa, na visão de investigadores, ser analisada de forma apartada.
Ao fatiar a maior investigação da Lava Jato em quatro inquéritos, o STF manteve uma investigação com 12 nomes e todos sem foro privilegiado. É a frente que apura a participação do PT numa suposta organização de políticos para operar o esquema de corrupção na Petrobrás. Entre os investigados neste inquérito estão Lula, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari e o ex-ministro Antonio Palocci.
Entre investigadores, a justificativa para manter o caso no STF mesmo sem autoridades com foro é de que a apuração sobre a formação de quadrilha é uma só, mas foi dividida em quatro para dar agilidade às diligências. O inquérito, chamado nos bastidores de “quadrilhão”, aberto em março de 2015, foi dividido em quatro frentes: a do PT, a do PP, a do PMDB da Câmara e a do PMDB do Senado.
“A apuração das condutas dos não detentores de prerrogativa de foro antes indicados perante o STF é necessária e excepcional, pois suas ações, em tese praticadas e pendentes de apuração mais detalhada, estão de tal forma relacionadas que, nos termos do que já decidido, poderá haver ‘prejuízo relevante à prestação jurisdicional’”, escreveu o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao pedir a inclusão de nomes na investigação que não possuem foro.
Compartilhamento. Apesar de a manutenção de casos sem foro no STF ser praxe em parte das investigações da Lava Jato, a decisão da Segunda Turma sobre Sarney foi mal recebida entre procuradores da República. A avaliação de investigadores é de que a maioria dos ministros do Supremo tratou o caso como se fosse um desmembramento de investigação quando, na verdade, era apenas um compartilhamento de informações.
Para procuradores ouvidos pelo Estado, estava em jogo somente a autorização para que o juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato na primeira instância, utilizasse as informações relativas à delação de Sérgio Machado que envolvem o ex-presidente. Isso, segundo eles, não significaria que Sarney fosse ser investigado por Moro.
Infelizmente, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou aumento no número de acidentes nas rodovias no período de carnaval. Mas, por mais que se faça ações educativas com os motoristas, estes muitas vezes não obedecem a lei.
O excesso de velocidade associado ao uso de bebidas alcoólicas foram um dos principais fatores para o aumento de mortes na estrada. Este ano foram 10 contra 7 registradas no ano passado no mesmo período de 24 a 28 de fevereiro.
A imprudência continua grande. Só de flagrantes de ultrapassagens proibidas, subiu de 6.009 (um número já bastante elevado), para 6.989. Falta consciência ao cidadão.
A imagem do Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), ao lado do prefeito de São Luís e parceiro administrativo, Edivaldo Holanda Júnior (PDT) gerou comoção nas redes sociais. A imagem é em um momento de celebração e louvor durante o evento voltado para a música cristã “Ora São Luís”.
Mas, além da comoção, causou o despeito de muitos que ainda tentam desacreditar não somente a parceria entre governador e prefeito, mas também dos desinformados sobre comunismo e diversidade religiosa.
Ter uma ideologia política voltada para o comunismo/socialismo ou ter outra religião não impede ninguém de ir a um evento religioso. Primeiro porque, comunismo/socialismo não significa ateísmo. E segundo que comparecer ao evento não é apenas um ato político, mas de respeito. E sobre respeito, a turma do contra não entende muito bem.

Em meio à forte recessão econômica que assola o país, responsável pelo cancelamento do carnaval em vários municípios brasileiros em 2017, a folia momesca deste ano em São Luís deve entrar para a história pelo sucesso de público e pelo fortalecimento da festa na cidade, com a criação do Circuito Beira-Mar.
Na terça-feira gorda (28), último dia de carnaval, o Bloco do Baleiro, comandado pelo músico maranhense Zeca Baleiro, lotou a Avenida Beira-Mar no novo circuito, encerrando com chave de ouro o carnaval 2017 em São Luís.
Já bateu a saudade do Bloco do Baleiro né? ❤️ #CarnavalDeTodos2017 pic.twitter.com/qAAmeEOl6i
— Governo do Maranhão (@GovernoMA) 1 de março de 2017
O governo do Maranhão manteve o apoio as festas de carnaval em todo o estado apesar do cenário de crise. Para o governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB), o carnaval, além de ser uma festa da tradição cultural maranhense, deve ser mantido porque ajuda a movimentar a economia.
“Viver o carnaval é um direito cultural de todos. Por isso investimos nesta e em muitas outras festas do povo do nosso Estado. Com o carnaval geramos uma grande movimentação econômica e milhares de postos de trabalho no setor da cultura e turismo, a economia criativa”, destacou Dino que participou de todos os dias do carnaval em São Luís, e prestigiou o Bloco do Baleiro em quase todo o circuito Beira-Mar.
“Não há como descrever a força do povo vibrando no grande Carnaval do Maranhão. Todos convidados para o Carnaval do Maranhão em 2018”, frisou o governador em uma rede social.
Flávio Dino ressaltou ainda que 60 municípios foram apoiados pelo governo para a promoção da folia, por meio de R$ 7 milhões em investimentos estaduais.
Turismo em alta
Também durante o feriado prolongado de carnaval, o setor turístico do estado registrou crescimento, e mesmo com a crise, a taxa de ocupação em hotéis de São Luís subiu.
Sem folia em outros estados
De acordo com levantamento realizado pelo jornal Folha de São Paulo, pelo menos 37 eventos de carnaval financiados com recursos públicos foram cancelados em 13 estados neste ano, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Pernambuco.
A escola de samba Favela do Samba, com 180 pontos, foi a campeã do concurso das Escolas de Samba 2017. O resultado foi divulgado na noite desta quarta-feira (1) pela Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), em parceria com a Liga das Escolas de Samba e demais agremiações folclóricas e culturais do Maranhão (Liesma), da Associação Maranhense de Blocos Carnavalescos (AMBC) e da Academia dos Blocos Tradicionais do Estado do Maranhão.
O resultado foi presentado após apuração dos votos no Cine Teatro da Cidade de São Luís onde foi anunciado os nomes de todos os vencedores do concurso da Passarela do Samba 2017. A agremiação foi a última escola a desfilar pela avenida no domingo (28). Em segundo lugar no concurso ficou a Turma do Quinto, com 179,9 pontos. A Turma de Mangueira ficou em terceiro, com 179,8 pontos. Houve empate técnico entre a Flor do Samba e a Marambaia, no quarto lugar, com 179,7 pontos. Em quinto, a Imperio Serrano, com 179,3 pontos.


A cantora Bruna Karla é uma das atrações do evento
Um grande encontro de fé, oração e louvor é o mote da segunda edição do show “Ora São Luís”, que acontece daqui a pouco, nesta quarta-feira (1), na Praça Maria Aragão. O evento, realizado por meio de parceria entre a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado, vai reunir grandes nomes da música cristã a partir das 16h.
Entre as atrações estão artistas de renome nacional, como Bruna Karla, Maurício Paes e Júnior Lira; e também bandas locais como Marcados pela Promessa e Forró de Crente. Uma multidão de cristãos de todas as correntes religiosas é esperada para a celebração, que contará com muita oração e cânticos de louvor.
Canções como “Advogado Fiel”, “Deus Vem me Socorrer” e “Que Bom Você Chegou” devem compor o repertório de Bruna Karla no show. A cantora, que ingressou no mundo da música ao 5 anos, é um dos grandes sucessos da música gospel.
Os cantores Mauricio Paes e Júnior Lira também devem encantar quem for à Maria Aragão participar do grande show de louvor e adoração. Entre os sucessos de Mauricio Paes estão as músicas “Família Debaixo da Graça”, “Louvor e Honra” e “Tua Graça Me Basta”. O forró gospel do cantor Júnior Lira também será um dos pontos altos da noite. Entre os seus sucessos estão as musicas “Eu Vou Subir”, “Na Unção de Deus” e “Em Nome de Jesus”.