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  • Jorge Vieira
  • 1/dez/2017

Pedido pauta para o julgamento do processo que pede a cassação de deputada

Acusada de fraude, deputada pode não concluir o mandato

Finalmente pediram inclusão do processo que pede a cassação do mandato da deputada Nina Melo (PMDB) na pauta de julgamento do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.  A parlamentar é acusada, pelas partes interessadas, de suposta fraude documental para conseguir o registro da candidatura.

O processo dorme em uma das gavetas do TRE-MA desde que a parlamentar foi diplomada e vem se arrastando ao longo de três anos, mesmo com todas as evidências e provas arroladas no processo que sugerem que ela deixou o cargo que ocupava na clínica prestava serviço ao Estado fora do prazo.

Uma representação encaminhada à Justiça Eleitoral pelo primeiro suplente da coligação que elegeu Nina, Marcos Caldas, pede inclusive que seja esclarecido se houve falsificação de assinaturas no documento que fez com que a corte do TRE-MA aceitasse o registro, mesmo ela estando irregular.

Embora tenha movimentado, o processo não tem data para ser deliberado. Como já está chegando o fim do ano e com ele o recesso, corre o risco da deputada concluir o mandato sem que a justiça faça sua parte.

  • Jorge Vieira
  • 30/nov/2017

Governo abre edital para entregar 70 kits a rádios comunitárias de todo o Maranhão

Dando continuidade ao processo de democratização da comunicação no Maranhão, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Comunicação Social e Assuntos Políticos (Secap), abriu nesta quinta-feira (30) o edital de chamamento público para celebração de convênios com associações mantenedoras de Rádios Comunitárias no Maranhão.

“É uma iniciativa inovadora que possibilitará às rádios comunitárias, que estejam com suas outorgas asseguradas, um conveniamento com o Estado para que possam melhorar seus equipamentos, e, dessa maneira, melhorar também a performance de suas programações. É uma efetiva e concreta parceria do Governo do Maranhão com as rádios comunitárias do Estado”, conta o secretário de Estado da Comunicação Social e Assuntos Políticos, Márcio Jerry.

O documento publicado hoje faz parte do Programa Mais Comunicação e trata da seleção de 70 Organizações da Sociedade Civil (OSC) para receber apoio da gestão atual por meio de distribuição de Kits de Comunicação Comunitária para as fundações e associações concessionárias dos serviços de radiodifusão comunitária.

“O edital vai permitir que as emissoras de rádio comunitárias recebam o apoio, uma melhora em suas infraestruturas, melhorando os serviços de modo a garantir a universalização da comunicação, contribuindo para a formação de cidadãos livres, conscientes e preparados para atuar com protagonismo no meio social”, explica o secretário adjunto de Comunicação e diretor-geral da Rádio Timbira, Robson Paz.

O kit de Comunicação é composto por itens como transmissor FM 25W, antena Plano Terra, cabo montando 50m, mesa de áudio 4 canais, microcomputador, antena Parabólica com receptor e dois microfones, entregues já no primeiro semestre de 2018. O valor previsto para a consecução do objeto será de R$ 798.396,67.

Quem pode participar – Podem celebrar o termo as OSCs com sede instalada no Estado do Maranhão, a partir dos seguintes critérios de seleção: antiguidade da operação da Rádio Comunitária, contada da data do Decreto Legislativo que a homologou; quantidade de apoiadores culturais; número de horas diárias de operação; qualidade dos equipamentos da Rádio Comunitária.

Um diferencial do edital é que as organizações que tiverem suas sedes localizadas em um dos 30 municípios atendidos pelo Plano Mais IDH terão prioridade, sendo dispensadas da fase classificatória, indo diretamente para a fase eliminatória.

“É importante que as organizações pontuem bem nos critérios técnicos exigidos no edital porque é uma ação que visa ajudar as rádios que mais precisam de infraestrutura. Nós temos no Maranhão aproximadamente 160 rádios legalizadas, ou seja, estaremos beneficiando metade das rádios maranhenses, priorizando as rádios que estejam com maior necessidade”, diz Robson Paz.

Inscrições – As inscrições iniciam nesta quinta-feira, 30, e vão até o dia 15 de dezembro. Podem ser feitas por meio de entrega de envelopes – que contenham em seu interior Projeto Básico, Minuta de Termo de Colaboração, Modelo de Plano de Trabalho e ficha de Inscrição, Modelo de Ficha de Avaliação e Termo de Anuência, devidamente preenchidos, e lista de documentos pedidos no edital –, de modo presencial ou via correios (por sedex), das 9h às 17hs, de segunda a sexta, na sede da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Assuntos Políticos, localizada no Palácio Henrique de La Rocque – Av. Jerônimo de Albuquerque, S/N – Calhau, em São Luís.

Os envelopes devem conter em sua face externa o endereço da Secretaria, a identificação do chamamento público (Programa MAIS COMUNICAÇÃO), o objeto da parceria (kit de Comunicação Comunitária) e o nome da OSC.

Incentivo – Desde o início desta gestão, o Governo vem estreitando as relações com os comunicadores populares do todo o Maranhão. Um grande exemplo disso foi a realização, em 2015, do Seminário de Rádios Comunitárias que reuniu profissionais de mais 40 municípios para participarem de qualificação profissional da área para disputar os editais de concessão do novo Plano Nacional de Outorgas (PNO) para emissoras comunitárias.

O Seminário reuniu 29 cidades contempladas no PNO mais 11 municípios de menor IDH do estado, reafirmando o compromisso com a democratização da comunicação como condição fundamental para a democratização cada vez maior do estado e da sociedade.

  • Jorge Vieira
  • 30/nov/2017

Os fantasmas que assombram a ‘Operação Pegadores’

Carlos Lula, secretário de Saúde do Estado

A “Operação Pegadores” deflagrada pela Polícia Federal, no dia 16 de novembro, para investigar supostos desvios de recursos federais na Saúde do Maranhão, parece assombrada por equívocos e contradições.

Após a prisão de 17 pessoas, segundo a PF, envolvidas com a utilização de “fantasmas” e “empresas de fachadas” para desviar verba federal, pelo menos, três acusações colidiram com a realidade.

Ainda na coletiva de imprensa, o delegado-chefe da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, Wedson Cajé Lopes, divulgou aquilo que seria um achado fantástico: uma empresa de sorvetes teria sido transformada “da noite para o dia” em empresa de gestão em serviços médicos para supostamente desviar recursos da saúde.

Como a iguaria, a acusação se dissolveu rapidamente. Aquilo que parecia surreal foi exorcizado quando veio à luz documentos do contrato social de constituição da empresa registrados na Junta Comercial do Maranhão (Jucema).

A razão social da empresa CCO Indústria de Sorvetes Ltda. criada em 2010, em verdade, foi alterada no dia 4 de outubro de 2013, quando a sorveteria deixou de existir. Um ano e dois meses antes do governador Flávio Dino tomar posse, no Palácio dos Leões. Some-se a isto o fato de que não foi apresentado ainda nenhum contrato da empresa com a Secretaria de Estado da Saúde.

SUPERSALÁRIO

Inusitada também foi a origem da operação. Segundo os investigadores, a partir de denúncia de supersalário da enfermeira Keilane Silva Carvalho. No enredo uma assombrosa coincidência. A investigação tem como base denúncia de blogs investigados pela própria Polícia Federal na operação Turing por crimes, como vazamento de informações sigilosas, extorsão e publicação de notícias falsas.

Como prova foi apresentado contracheque da enfermeira referente ao mês de março de 2015, no valor de R$ 13.189,07. Contratada em janeiro daquele ano pela Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Bem Viver, Keilane esclareceu à época tratar-se de pagamento de salário, gratificações e horas extras retroativos a janeiro de 2015 junto com o pagamento do mês de março. Versão confirmada em nota oficial pelo Instituto Bem Viver, que informou ter a então servidora salário no valor de R$ 5.085,60, sendo R$ 3.328,00 na CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social), havendo R$ 1.600,00 de gratificação referente à Coordenação Geral de Enfermagem e o adicional de insalubridade no valor de R$ 157,60.

FANTASMAS

Assustadora também foi a quantidade de fantasmas supostamente identificados pela operação Pegadores. Nem os apelos do governador do Estado, Flávio Dino, foram capazes de fazer com que a lista viesse a público. Treze dias após a operação, a tese dos 427 profissionais que receberiam sem trabalhar segue no campo da abstração. E foi confrontada em decisão da Justiça Federal, que ao revogar a prisão do médico Péricles Filho, que prestava serviços de saúde ao Estado durante o governo Roseana Sarney, diz que a informação prestada pela Polícia Federal acerca da existência de 427 “funcionários fantasmas” precisa ser melhor analisada.

“A inexistência de vínculo formal – comprovado pela ausência de GFIP – não é critério absoluto para confirmar a existência ou não de funcionário ou do serviço prestado”, afirma trecho da decisão do Tribunal Regional da 1ª Região (TRF-1).

GFIP é a Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social com informações para montar um cadastro eficiente de vínculos e remunerações dos segurados da Previdência Social.

Ainda de acordo com decisão do TRF-1, o servidor pode estar se dirigindo ao local de trabalho todos os dias, fazendo jus ao pagamento, e não haver GFIP. “Do só fato do ICN não ter se utilizado guia legalmente devida não se pode concluir que se trata de lista de servidor inexistente no âmbito da Secretaria de Saúde, até o ano de 2015, remunerados pelo instituto”.

EMPRESAS DE FACHADA

Não bastassem funcionários fantasmas, a denúncia estende a fantasmagoria à empresa ISMC. Na página 61 do relatório, a Polícia Federal afirma que a empresa ISMC “não possui nenhum funcionário registrado”.

Segundo a representação, que sustentou os pedidos de prisões dos suspeitos, a empresa recebeu das OSCIPs terceirizadas que administram as unidades hospitalares maranhenses R$ 11,3 milhões, entre maio de 2015 e abril de 2016.

No entanto, a empresa supostamente de fachada é constituída por mais de 60 sócios. Os supostos fantasmas acusados nas investigações da Polícia Federal são na maioria médicos. De carne, osso, nome e CPFs registrados na Receita Federal e na Junta Comercial do Maranhão (Jucema). E apareceram.

Em nota, médicos que constituem corpo clínico dos hospitais de Peritoró e de Alto Alegre do Maranhão, vinculado à ISMC, criticaram o que classificam de constrangimento com denúncia sem critério de reserva e efetiva comprovação das irregularidades apontadas, que “generaliza e contribui para a desmoralização da classe”.

A nota afirma ainda, que os médicos citados estão devidamente cadastrados no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde). “Tendo ainda ao seu favor, livros de ponto devidamente assinados, escala de plantões expostas nas unidades, prontuários médicos que provam o pleno ato de exercício da profissão”, diz trecho do documento.

Os médicos foram recebidos pelo presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM-MA), Abdon Murad, que de pronto criticou a criminalização dos médicos pela Polícia Federal. “Médicos prestavam serviços e o Conselho vai provar”, afirmou.

EQUÍVOCOS

Os equívocos começaram horas depois de deflagrada a operação. Em entrevista à TV Mirante, a superintendente da Polícia Federal no Maranhão, Cassandra Ferreira Alves, afirmou que o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, teria conhecimento dos supostos desvios e não “bloqueou” as fraudes.

Contudo, o relatório da Polícia Federal sobre a “Operação Pegadores”, afirma que os desvios de verbas cessaram quando Carlos Lula assumiu o cargo de subsecretário de Saúde.

A operação “Pegadores” segue colhendo depoimentos dos acusados e analisando documentos apreendidos. Agora, com duplo desafio: combater a corrupção e os fantasmas que assombram a operação.

Página 2.

  • Jorge Vieira
  • 29/nov/2017

Entusiastas de candidatura estão desmotivados com a inércia de Roseana Sarney

Os principais entusiastas da candidatura de Roseana Sarney ao governo do Maranhão nas eleições de 2018 estão começando a ficar desmotivados com a postura de inércia da ‘Branca’.

Mesmo fazendo um vigoroso esforço para tentar animá-la, aliados políticos, da imprensa e até mesmo amigos empresários que sonham em voltar a se beneficiar dos esquemas com dinheiro público não veem reação da própria ex-governadora, que demonstra indisposição para disputar mais uma eleição.

Até mesmo o irmão de Roseana, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, pré-candidato ao senado, já começa a buscar outros caminhos para ser um dos dois nomes que representarão o Maranhão no Congresso Nacional. Cometa-se nos bastidores que o desespero de Zequinha é tão grande que até uma aliança com Flávio Dino não seria descartada. Roberto Rocha seria outra opção.

Com índices elevados de rejeição junto ao eleitorado maranhense e sem credibilidade com aliados históricos – que já estão pulando da nau sarneysista – a postura de Roseana desmotiva os poucos gatos pingados que ainda acreditam na sua eleição e coloca em xeque até mesmo a sua candidatura, anunciada sem pompa e sem povo.

Do outro lado, os entusiastas da volta de Roseana ainda têm que conviver com a alta popularidade de Flávio Dino e com um governo que trabalha ininterruptamente, com entrega de milhares de obras e ações em todas as regiões do Maranhão.

A inércia que evidencia o descrédito de Roseana Sarney com sua própria candidatura está desestimulando até mesmo aqueles que acreditam que ela ainda pode voltar ao comando do Maranhão.

A derrota vai se tornando iminente…

  • Jorge Vieira
  • 29/nov/2017

Flávio Dino participa de inauguração de duas fábricas de papéis em Imperatriz

Serão cerca de 300 empregos diretos e indiretos com o funcionamento das duas fábricas

O governador do Maranhão, Flávio Dino, esteve presente, nesta quarta-feira (29), em Imperatriz, na inauguração da fábrica de papéis sanitários da Suzano Papel e Celulose e da Peróxido do Brasil, esta especializada na produção de peróxido de hidrogênio. Com o investimento de mais de R$ 217 milhões, no total, os empreendimentos potencializarão a economia e o mercado de trabalho no estado, com a geração de 300 empregos diretos e indiretos. A unidade terá capacidade para produzir até 60 mil toneladas de papéis por ano.

Nesta primeira fase de implantação, a Unidade Imperatriz produzirá apenas os chamados “jumbo rolls” (bobinas gigantes de papel). No início de 2018, parte dessa produção será destinada à fabricação de produtos com marca própria da Suzano para o consumidor final, principalmente nas regiões Nordeste e Norte.

“Estamos muito felizes por essa expansão, verticalizando a cadeia produtiva, ingressando para além do segmento de celulose. A partir de agora a Suzano passa a produzir o papel de vários setores, o que agrega empregos, tributos para o nosso estado, que é o núcleo da responsabilidade social de uma empresa”, celebra o governador Flávio Dino.

Simultaneamente à instalação da empresa de papéis sanitários, se instala no Maranhão a empresa satélite, Peroxido do Brasil. Esta empresa tem a missão de fabricar o insumo necessário ao processo produtivo dos papéis.

O governador também destacou a importância do empreendimento para a verticalização das cadeias produtivas. “Buscamos sempre a agregação de valores, para que possamos dinamizar os efeitos virtuosos que o investimento dessa natureza trará para o nosso estado. Hoje damos um grande passo para a verticalização, o que é altamente positivo e significa ganho para as empresas e para a sociedade”, pontua.

“Temos sempre sublinhado que quando há esforços públicos e privados, o que é a principal responsabilidade social de uma empresa, ela estará desenvolvendo um bom desempenho dentro de sua atividade finalística, que é gerar empregos e tributos”, concluiu o governador.

Para a implantação da fábrica de papel tissue, a Suzano investiu R$ 177 milhões, o que gerou mais de mil empregos diretos e indiretos durante as obras. Já a Peróxido do Brasil,  na implantação da mini planta (MyH2 O2) de peróxidos de hidrogênio,  investiu  mais de R$ 40 milhões no projeto que vai fornecer insumos para a Suzano, visando dar maior viabilidade ao abastecimento da matéria-prima.

O presidente da Suzano Papel Celulose, Walter Schalka, ressaltou a importância dos investimentos realizados no Maranhão e da segmentação da filosofia da empresa para o desenvolvimento de sociedade plena. “A nossa filosofia é que descobrindo, renovamos a vida. Precisamos continuar investindo para fazer uma cidade melhor.  A Peróxido, que está sendo inaugurada, é a terceira fábrica satélite que estamos operando, o que leva geração de emprego e desenvolvimento para o Maranhão.  Temos o investimento social e ambiental.  Não estamos gerando só emprego, estamos, também, contribuindo para uma sociedade melhor”, comenta.

Com capacidade para produzir 12 mil toneladas de peróxido de hidrogênio, o local contará com tecnologia avançada e será a primeira fábrica comercial do mundo, nesse modelo. “Hoje podemos dizer que contribuímos com um passo importante para que a Suzano assuma um posição estratégica no mercado nordestino de papéis para higiene, potencializando o segmento no Maranhão”, ressaltou o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo.

  • Jorge Vieira
  • 29/nov/2017

Encontro estadual do PTC nesta sexta-feira (1º) vai confirmar aliança com Flávio Dino

Edivaldo sobre a aliança com Flávio Dino: O PTC acredita que o Maranhão está no rumo certo

O Partido Trabalhista Cristão (PTC) realizará seu encontro estadual nesta sexta-feira (1º), partir de 14h, no Hotel Abbeville, no bairro São Francisco. Em pauta o debate político para a consolidação das escolhas da sigla para as eleições majoritárias de 2018 no Maranhão e as composições para o pleito proporcional.

Segundo o presidente estadual do PTC, deputado estadual Edivaldo Holanda, para a disputa ao Governo do Estado, o partido já tem rumo definido e vai compor a aliança em torno da reeleição do governador Flávio Dino. Já para o Senado, a legenda já fechou aliança com o PDT e vai apoiar a candidatura do deputado Weverton Rocha. Sobre a segunda vaga em disputa para o Senado, Edivaldo adverte que os nomes ainda serão avaliados.

“O PTC acredita que o Maranhão está no rumo certo, e por isso precisa dar continuidade à política de desenvolvimento implantada pelo Governo Flávio Dino, dando segmento aos avanços que estão sendo conquistados. A continuidade dessa política vem contribuir para a consolidação dos avanços na capital na gestão do prefeito Edivaldo”, afirma o presidente do partido.

O dirigente petecista observou ainda que será discutido no encontro a forma como o PTC disputará a eleição para a Assembleia Legislativa e para a Câmara Federal. Com seu quadro partidário, é possível que a legenda saia com chapa pura, ou seja, não coligue com outra sigla aliada, ou faça coligação para garantir a ampliação da bancada de parlamentares da legenda.

Presenças – Para o encontro estadual estão confirmadas a presença de membros da direção nacional da sigla, como o presidente nacional do PTC, Daniel Tourinho, e o deputado do Piauí, Evaldo Gomes Tanto o governador Flávio Dino quanto o prefeito Edivaldo Júnior confirmaram a participação, uma demonstração de agradecimento pelo apoio que o PTC tem dado às suas gestões.

Os prefeitos e vereadores da sigla, que também já confirmaram presença, prestarão informações sobre suas atuações no interior. Na ocasião será dado início à campanha de filiação no partido e também serão apresentados por presidentes de diretórios municipais a situação da legenda em cada município.

As lideranças comunitárias e políticas da grande São Luís também se farão presentes fortalecendo as discussões. Foram convidados ainda deputados, vereadores e presidentes de outros partidos. “É um encontro democrático e toda comunidade está convidada para participar conosco”, reiterou o deputado Edivaldo Holanda.

  • Jorge Vieira
  • 29/nov/2017

Deputados e prefeitos maranhenses se reúnem com presidente da Câmara

Parlamentares da bancada federal do Maranhão, acompanharam os prefeitos e representantes dos municípios maranhenses que fazem parte do Consórcio Municipal Multimodal, no encontro que tiveram com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, nesta terça-feira (28).

Os prefeitos pleiteiam o apoio da Câmara e do Planalto para a permanência do percentual da receita decorrente da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) que consta na Medida Provisória (MP) 789 (Compensação pela Exploração de Recursos Minerais). Outro pleito é para que o rateio do recurso seja dividido igualmente entre a população e o percurso de ferrovia, e não somente à população.

Na semana passada, o Congresso aprovou a MP 789, que alterou as alíquotas da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). Também conhecido como royalties da mineração, a CFEM determina o valor cobrado das empresas mineradoras como forma de indenizar o Estado pelos danos causados por suas atividades.

Após a aprovação da medida, o minério de ferro passou de 2% sobre a receita líquida para 3,5% da receita bruta, deduzidos os tributos relativos à mineração.

 

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