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  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2018

Carlos Lula desmonta fake news e traz à tona obras e avanços da gestão Flávio Dino

 

Sem se furtar de responder qualquer questionamento, o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, tirou dúvidas dos ouvintes, nesta sexta-feira (27), durante o programa Comando da Manhã, apresentado pelo radialista Gilberto Lima, na Rádio Timbira.

O gestor da saúde falou sobre as informações descontextualizadas em reportagens do qual foi alvo e, de quebra, listou as inúmeras obras entregues na área, como o Hospital de Traumatologia e Ortopedia (HTO), Sorrir, Casa de Apoio Ninar e sete hospitais regionais no interior do estado.

“Isso se chama abstinência. Eles passaram muito tempo no poder, criaram uma estrutura que eles acharam que eram donos do estado. Reafirmo com toda convicção: não somos, nós estamos temporariamente nessas funções. Os cargos que ocupamos são temporários, não são vitalícios. A estrutura do estado só existe para servir ao próximo”, afirmou Carlos Lula.

A tentativa de enfraquecer a imagem do governador Flávio Dino, principalmente através de ataques ensaiados pela mídia oficial e blogs alinhados contra secretários de estado, tem apenas fortalecido os gestores estaduais e trazido à tona as obras e avanços da atual gestão.

O secretário Carlos Lula reafirmou também o que vem repetindo desde que os ataques começaram, que não teme as investigações, assim como não tem medo de ter os holofotes virados para si, pois tem a consciência tranquila sobre a gestão à frente da pasta.

O reconhecimento veio através das mensagens dos ouvintes, que, ao vivo, falaram sobre suas experiências em equipamentos do estado e demonstraram apoio e certeza do caráter e trabalho de Carlos Lula.

Parece que a oposição precisa rever suas estratégias e começar a mostrar projeto e trabalho, porque o tiro de ataques infundados está saindo pela culatra.

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2018

Temer lavou propina em imóveis da família, sugere investigação da PF

Folha – Seis meses após o Supremo Tribunal Federal determinar a abertura de inquérito sobre a edição de um decreto para o setor portuário, uma das principais suspeitas de investigadores da Polícia Federal é de que o presidente Michel Temer tenha lavado dinheiro de propina no pagamento de reformas em casas de familiares e dissimulado transações imobiliárias em nomes de terceiros, na tentativa de ocultar bens.

Marcela Temer, sua mulher, e o filho do casal são donos de alguns desses imóveis.

Até agora, a investigação aponta que o presidente recebeu, por meio do coronel João Baptista de Lima Fillho, ao menos R$ 2 milhões de propina em 2014.

Neste mesmo ano, quando Temer foi reeleito vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff, duas reformas foram feitas, em valores semelhantes, em propriedades de familiares do emedebista, da filha Maristela Temer e da sogra, Norma Tedeschi.

Como mostrou a Folha, um dos fornecedores da reforma de Maristela afirmou ter recebido em dinheiro vivo pagamentos pelos produtos, todos das mãos de Maria Rita Fratezi, mulher do coronel Lima.

A origem do dinheiro das obras são, para investigadores, a JBS e uma empresa contratada pela Engevix.
Executivos da JBS afirmaram em delação que repassaram R$ 1 milhão a Temer, com intermediação do coronel, em setembro de 2014.

Um dos sócios da Engevix, José Antunes Sobrinho, em proposta de colaboração, disse ter sido procurado por Lima com um pedido de R$ 1 milhão para a campanha do emedebista, também em 2014.

Pela linha de investigação do inquérito em andamento, o esquema no setor portuário começou há mais de 20 anos e chegou até os dias atuais, ou pelo menos até o mês de maio do ano passado, quando o presidente assinou um decreto prorrogando contratos de concessão e arrendamentos portuários, beneficiando companhias ligadas ao MDB.

O coronel Lima é tido como o principal elo dos supostos esquemas de Temer, por aparecer em casos diferentes que beneficiariam o presidente.

Em uma conversa gravada na delação da JBS, Lima é citado pelo executivo Ricardo Saud como alguém que já tivesse recebido dinheiro.

“Eu já entreguei dinheiro demais para o coronel lá. Nunca deu problema”, afirmou o delator, como consta na decisão de abertura do inquérito.

Em seguida, Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor de Temer, respondeu: “Esse é o problema… o coronel não pode mais”.

A PF enviou ao Supremo nesta quinta (26) um pedido de prorrogação do prazo do inquérito, por mais 60 dias.

Nesta segunda fase, o objetivo dos investigadores é aprofundar a conexão entre os serviços prestados aos familiares de Temer e concluir a análise de material apreendido com alvos da operação Skala, deflagrada no fim de março.

O depoimento de outro amigo de Temer, José Yunes, também está sendo considerado importante.
Ele disse à PF que um dos imóveis vendidos por ele a Temer foi doado ao filho do presidente três ou quatro anos atrás. Afirmou também que a casa que vendeu a Marcela foi paga com valores que pertenciam ao presidente.

Os investigadores vão tentar ainda rastrear a origem dos recursos para as compras de imóveis.
Para advogado, valores são compatíveis com os rendimentos

OUTRO LADO

O advogado de Temer, Brian Alves Prado, afirmou que “valores transacionados a partir de doações, aquisições de imóveis ou investimentos, são absolutamente compatíveis com seus rendimentos declarados à Receita Federal” e que “os tributos e taxas sempre foram devidamente recolhidos ao erário”.

A defesa disse que uma “simples consulta ao histórico de sua evolução patrimonial evidencia a paridade entre os valores de salários e ganhos de aplicações financeiras e as transferências realizadas”.

Alves Prado ainda afirmou que “a tentativa de envolver sua família em notícias de suspeita de lavagem de capitais, inclusive quanto a doações declaradas, com impostos recolhidos, ao seu filho de apenas 8 anos, se revela aviltante, desrespeitando a honradez do presidente em sua vida pública e pessoal”.

A defesa de Lima afirmou que seu cliente “nega veementemente qualquer irregularidade em sua conduta e participação em atos ilícitos”.

O advogado Cristiano Carvalho disse que a Engevix já negou publicamente qualquer relação ilícita com Lima. Sobre a delação da JBS, a defesa afirmou que “é improcedente e não encontra corroboração em elementos de prova”.

O advogado de Yunes, José Luis Oliveira Lima, disse que o cliente não tem relação com o coronel e que “jamais praticou qualquer espécie de ilícito”.

  • Jorge Vieira
  • 26/abr/2018

Assembleia e Poder Judiciário firmam parceria na área da Comunicação nesta sexta

Edwin e Joaquim Figueiredo dos Anjos, presidente do TJ

A Assembleia Legislativa do Maranhão e o Poder Judiciário firmam entre si, nesta sexta-feira (27), às 11h, no Salão Nobre do Tribunal de Justiça, o Termo de Cooperação para veiculação do programa “Justiça Cidadã”, na TV Assembleia (Digital – Canal 51.2 e TVN – Canal 17). O objetivo é estreitar as relações e reforçar a harmonia entre os dois poderes e, destes, com a sociedade, levando informação de qualidade e orientação sobre os assuntos e temas jurídicos.
Assinam o Termo de Cooperação os desembargadores Joaquim Figueiredo dos Anjos, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ/MA); Marcelo Carvalho Silva, corregedor-geral da Justiça, e o presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB).
A estreia do programa acontece neste sábado (28), ao meio-dia, com reprise às segundas e quartas-feiras, às 21h. Sua formatação conta com reportagens, quadros informativos e entrevistas com magistrados e outros profissionais do Direito, para que a população conheça as ações e serviços do Poder Judiciário.
Segundo o diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa, jornalista Edwin Jinkings, a Alema tem uma das maiores estruturas de Comunicação pública do país. Nesse sentido, com o objetivo de otimizar a programação da TV Assembleia, a nova gestão está abrindo e oportunizando espaços para estreitar relações com outras instituições, ao mesmo tem em que ganha com informações e conteúdo diferenciado, atingindo públicos segmentados.
“O primeiro programa dessa série de parcerias é o Justiça Cidadã, que estreia neste sábado, e é voltado tanto para profissionais da área do Direito quanto para o cidadão comum, trazendo aspectos interessantes como o quadro ´juridiquês´. Seguindo essa mesma política de comunicação adotada na atual gestão, já está sendo formatado o programa do Ministério Público, que irá ao ar em breve, bem como já aconteceram conversas prévias com o TRE (Tribunal Regional Eleitoral), entre outras instituições”, disse.
Edwin Jinkings disse ainda que a parceria é de suma importância porque vai levar ao público da TV Assembleia conteúdo diferenciado e de qualidade, ampliando assim a grade de programação da emissora, oferecendo mais informações e estreitando as relações com os cidadãos maranhenses.
Programa Justiça Cidadã
Na apresentação do programa “Justiça Cidadã” estarão os jornalistas Heider Lucena e Amanda Campos. Em sua primeira edição, o programa traz uma entrevista com o presidente do TJ, desembargador Joaquim Figueiredo dos Anjos, abordando o trabalho de aproximação do Judiciário com o cidadão e apresentando um balanço dos primeiros meses de sua gestão.
O quadro “Fala Aí, Juiz”, uma novidade em emissora de TV, tem como objetivo levar à população esclarecimentos sobre posicionamentos judiciais que, geralmente, não são bem compreendidos. No programa de estreia, o juiz Márcio Brandão responderá perguntas sobre a Lei de Execução Penal e temas como livramento condicional e saída temporária.
Por sua vez, o quadro “Juridiquês” explicará o significado de palavras e expressões usadas no mundo jurídico, de forma clara e objetiva, para que o público entenda melhor o conteúdo de decisões judiciais e de termos usados na rotina dos fóruns e tribunais.
A produção do programa é de responsabilidade das assessorias de Comunicação do TJ/MA e da Corregedoria Geral de Justiça, que buscarão informações de todos os órgãos do Judiciário estadual, a exemplo da Escola Superior da Magistratura (Esmam), em parceria com toda a equipe da TV Assembleia. Os editores-chefes são os jornalistas Antônio Carlos de Oliveira e Juliana Mendes e o roteirista, o jornalista Paulo Lafene.

  • Jorge Vieira
  • 26/abr/2018

“Os Sarneys estão na sofrência por falta de poder”, diz Márcio Jerry

As recentes acusações contra o Governo do Maranhão são atribuídas à “sofrência” que acometeu o grupo Sarney pela falta de poder, diz o presidente do partido do governador, Márcio Jerry, durante entrevista concedida, na noite desta quarta-feira (25), ao programa Ponto Continuando, na Mais FM. Em conversa com os radialistas Jeisael, Clodoaldo Correa e Leandro Mirando, Márcio tratou sobre o contexto político nacional e maranhense.
“Aproveito para chamar a atenção dos ouvintes para uma tentativa que a oposição maranhense, liderada por uma pessoas chamada José Sarney Costa, que age nas sombras com uma obsessão quase doentia de ver a filha novamente governadora do Maranhão. Eles que sofrem de uma espécie de sofrência permanente por não ter mais os privilégios que tiveram por décadas”, pontuou Marcio, classificando como saudosismo de quem passou décadas à frente do Maranhão.
Na tentativa de culpar o comando da PM ao que já foi exaustivamente assegurado ter sido uma ação independente, Márcio acredita ser um desrespeito de quem faz oposição à gestão com toda a corporação: “agridem todos os dias a Polícia Militar do Maranhão, uma instituição respeitável, que tem tido êxitos enormes no governo Flavio Dino”.
Na Saúde, são os avanços alçados ao longos dos últimos três anos que incomodam. “Está se fazendo uma mudança muito profunda, já há três anos, no sistema de saúde pública do Maranhão. Fazendo consertos muito sérios e profundos, acabando com o sistema marcado pela corrupção, republicanizando todo o sistema”, relatou.
Na Saúde ou na Segurança, as acusações são, para o presidente do PCdoB, o que na atualidade se define como fakenews.  “Nós queremos debater um Maranhão real e o pessoal tem medo de debater o Maranhão real porque sabe de uma coisa que dói na alma deles: o governador Flávio Dino, em tempo de crise grave da economia brasileira, está em pouco tempo fazendo aquilo que eles foram incapazes de fazer durante décadas”, assegurou.

  • Jorge Vieira
  • 26/abr/2018

Bira rebate oligarquia e afirma que quem entende de espionagem é quem comandou a SNI

Desta vez, o socialista destacou que o requerimento que solicita a convocação de oficiais a prestar esclarecimentos ao Legislativo sobre suposto pedido de espionagem é desnecessário, tendo em vista que o governador Flávio Dino (PCdoB) tem tomado todas as medidas necessárias para elucidar o caso.

O governo é o maior interessado nessa investigação e por isso está se empenhando fortemente para que esse assunto seja esclarecido. Mas, ao invés de reconhecer isso, a oposição transformou em uma onda de campanha difamatória contra o governo Flávio Dino, levaram até para o Fantástico”, afirmou ao sublinhar que no Brasil, apesar da concessão pública, as TVs têm donos e só falam o que os donos querem. Para ele,

O parlamentar ressaltou que no Maranhão não é diferente e que, aqui, impera a ditadura midiática e que esses donos da TV usam para criar uma onda de perseguição. Para ele, o governo tem sido o principal alvo de perseguição de um grupo com a visão autoritária daqueles que mandaram no Maranhão por mais de 40 anos.

“Eles não têm o que dizer em relação às políticas públicas do governo, porque a própria Rede Globo reconhece que é o melhor governo do Brasil. Aí eles não têm o que falar e resolvem inventar factoides, mentiras e fazer campanha difamatória. Essa é a verdade. E, por isso, não concordamos com requerimentos desse tipo, que nada mais é do que aumentar ou tentar intensificar essa onda de difamação contra o governo Flávio Dino. Aqui ninguém é criança, todo mundo sabe como é que funciona”, frisou.

Bira do Pindaré defendeu que é preciso insistir na investigação e em respostas céleres, e acrescentou que esse é o caminho certo para descobrir e punir todos os elementos que estão por trás da operação.

E assim vai se dar, porque nós queremos saber, realmente, quem é que está por trás de uma operação tão ridícula como essa.

“Quem quer espionar não manda ofício, não passa memorando. E quem comandou a Ditadura no Maranhão sabe disso, porque controlava o SNI (Serviço Nacional de Informações) e com o SNI eles operavam espionando todas as pessoas e não era só liderança de esquerda não, era qualquer cidadão, era qualquer indivíduo porque não havia liberdade neste país e eles comandaram essa Ditadura. Eles comandaram essa Ditadura e agora estão tentando de todas as formas retomar o governo e aí, na escassez do que dizer em relação às políticas públicas no Maranhão, eles apelam”, afirmou.

O deputado afirmou que tudo isso que está acontecendo nada mais é do que apelação para tentar, de alguma forma, impedir que a vontade do povo prevaleça. “E a vontade do povo está aí expressa, porque mais de 60% da população maranhense aprova o governo do governador Flávio Dino. Portanto, esse assunto seja definitivamente esclarecido e a gente possa, assim, realmente identificar e punir todos os responsáveis por essa operação absolutamente sem nexo, sem pé nem cabeça que foi criada aqui no Maranhão certamente só para fazer perseguição a quem trabalha em favor do povo”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 26/abr/2018

Vídeo do dia! Flávio Dino nos braços do povo em São Raimundo das Mangabeiras

Presente ontem em São Raimundo das Mangabeiras para participar da 15ª Feira de Agricultura Familiar (Agritec) do Maranhão, Flávio Dino foi recebido por uma verdadeira multidão no evento. Abraçado e aplaudido por pequenos agricultores e admiradores, o governador mostrou, mais uma vez, sua popularidade no interior do Maranhão.

“O povo simples e humilde sabe quem defende seus direitos. Daí extraio forças para enfrentar os poderosos mafiosos”, disse Flávio Dino nas redes sociais.

Veja o vídeo:

  • Jorge Vieira
  • 26/abr/2018

Neto Evangelista critica pedido de intervenção federal no Maranhão

O deputado Neto Evangelista (DEM) declarou, na sessão desta quarta-feira (25), que não faz sentido o pedido de intervenção federal no Maranhão, defendido por parlamentares oposicionistas. “É triste quando a gente vê a forma como alguns deputados falam de um assunto tão sério como esse”, afirmou Neto Evangelista, frisando que “a oposição está tratando a Polícia Militar do Estado com falta de respeito”.

“Eu venho à tribuna desta Casa pedir respeito à Polícia do Maranhão, aos policiais militares que saem de suas casas, deixando suas famílias para proteger a vida dos cidadãos maranhenses e que conseguiram reduzir o número de homicídios na ilha de São Luís, que conseguiram fazer o maior número de apreensão de armas de fogo na ilha de São Luís. Portanto, respeitem esses militares. É uma falta de respeito a oposição querer trazer intervenção militar federal para o nosso Estado”, ressaltou Neto Evangelista.

Ele acrescentou que, graças ao duro e intenso trabalho da Polícia, São Luís saiu da lista das 50 cidades mais violentas do mundo. Em seu discurso, criticando a postura da oposição na Assembleia Legislativa, Neto Evangelista lembrou do episódio da cassação do mandato do então governador Jackson Lago e frisou que, agora, oposicionistas tentam colocar a Polícia Militar e a população contra o governador Flávio Dino.

“A oposição sabe que não vai conseguir fazer com o governador Flávio Dino o que fizeram com o governador Jackson Lago. Ainda assim, tentam a todo instante desestabilizar o governo e o governador, apontado como o mais eficiente do Brasil”, assinalou.

Neto Evangelista salientou que, graças ao trabalho do governador Flávio Dino, o Maranhão paga hoje o maior salário de professor no país. Além disso, a Polícia Militar passou a ter o maior efetivo de toda a história do Maranhão em menos de três anos e meio de governo.

Ao encerrar seu discurso, Neto Evangelista lembrou que era caótica e degradante a situação do Complexo Penitenciário de Pedrinhas: “Quantas mães de presidiários choraram a morte de seus filhos decapitados na penitenciária de São Luís. Naquele tempo, era a hora de haver, sim, intervenção militar no nosso estado. Mas o quadro mudou e melhorou muito. Basta fazer um comparativo de como era há quatro anos, e como é hoje a situação do sistema carcerário. Até 2014, era uma vergonha a situação da penitenciária de São Luís e de todo o complexo carcerário”, ressaltou Neto Evangelista.

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