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  • Jorge Vieira
  • 15/out/2018

Derrotada, Roseana Sarney declara apoio a Bolsonaro; pai e irmão ficam como reserva técnica

Roseana declara apoio a Bolsonaro, mas Sarney fica como reserva técnica

Conforme já era previsto, a ex-governadora Roseana Sarney, que levou uma senhora taca na eleição para o Governo do Maranhão, declarou apoio oficial ao candidato da direita, Jair Bolsonaro (PSL). Falta agora apenas o deputado derrotado para Senado, Sarney Filho, e o ex-presidente José Sarney declararem seus votos.

Políticos experientes, no entanto, acreditam que pai e filho não se declararam porque ainda receiam a possibilidade de numa reviravolta de Fernando Haddad (PT) e a família não pode queimar todas as fichas em apenas um candidato. “Sarney e Sarney Filho ficaram com uma espécie de reserva técnica”, ariscou um ex-parlamentar.

Na avaliação de quem acompanha a sucessão presidencial, o velho Sarney e o filho somente deverão se declarar quando não houver mais nenhuma dúvida de quem será o vencedor da eleição do dia 28 de outubro.

Além da ex-governadora, já declararam apoio ao ex-militar o enrolado ex-deputado Ricardo Murad (PRP), o deputado estadual reeleito Adriano Sarney (PV) e o deputado federal eleito Edilázio Júnior (PV). Resta saber agora se a família Lobão, outra derrotada na eleição de 7 de outubro, seguirá o mesmo caminho.

E tudo indica que as três famílias continuarão sendo derrotadas no Maranhão, pois Fernando Haddad venceu em 214 dos 217 municípios existentes no Maranhão, só perdeu nas cidades de Imperatriz, Açailândia e São Pedro dos Crentes, três municípios que segundo o coordenador da campanha de Haddad no Estado, Márcio Jardim, receberão atenção especial da militância.

 

  • Jorge Vieira
  • 15/out/2018

Flávio Dino vai apresenta lista de obras inacabadas no Estado ao futuro presidente

Em entrevista nesta manhã de segunda-feira (15) à Rádio Timbira, em rede com uma série de emissoras do interior do Estado e da capital, o governador Flávio Dino (PCdoB) disse que a primeira providencia que tomará a partir de janeiro 2019 será apresentar ao futuro presidente da República, independente de quem seja o eleito no segundo turno, uma lista de obras inacabadas do Governo Federal no Maranhão e que precisam ser retomadas com urgência.

Para o governador qualquer governo federal tem o dever de retomar e concluir as obras inacabadas. “Eu encontrei obras inconclusas e estou trabalhando para concluí-las. A prioridade e concluir o que existe”, disse Dino ao responder pergunta sobre o que reivindicaria do futuro presidente para o Maranhão.

O governador citou uma série de obras inacabadas, entre as quais as BR-135, BR 226, creches, quadras esportivas em escolas, reativação do programa Minha Casa Minha Vida e adiantou: “qualquer que for o presidente eu, em janeiro, estarei lá com alista de obra inconclusas”.

Dino observou ainda que em São Luís existem muitas obras de saneamento inconclusas, como estações de tratamento e rede coletora de esgoto, assim como um conjunto de obras federais no Maranhão precisando ser concluídas. “Essa vai ser a primeira reivindicação que levaremos ao presidente da República”.

O governador, que apoia a candidatura do presidenciável Fernando Haddad, disse que não vê dificuldade em apresentar as reivindicações caso o vitorioso seja o candidato do PSL, mas lamentou a falta de debate entre os candidatos. Para Flávio Dino, “candidato que se nega ao debate nega a democracia”.

  • Jorge Vieira
  • 15/out/2018

Haddad: “Bolsonaro fomenta a violência”

Ricardo Stuckert

  “Meu adversário fomenta violência, inclusive a cultura do estupro, ele chegou a dizer para uma colega do parlamento que não a estuprava porque não o merecia. Você quer uma sinalização mais violenta do que essa em relação à sociedade?”, alertou Haddad em uma entrevista exclusiva para a AFP em São Paulo.

Bolsonaro, que obteve no primeiro turno 46% dos votos, contra 29% de Haddad, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), propõe liberalizar o porte de armas para combater a criminalidade, um dos temas mais controversos da campanha.

Para Haddad, tal caminho não resolve o problema do país. “Ninguém suporta bandidagem. A questão é que as propostas do Bolsonaro, que são pouquíssimas, inclusive na área em que ele se diz especialista, não vão resolver”, disse o ex-prefeito de São Paulo, de 55 anos.

“Armar a população não vai resolver. Quem tem que prestar o serviço de segurança publica é o Estado. E, se o Estado não está prestando o serviço corretamente, nós temos que adequar o serviço. A minha proposta é que o governo federal, que hoje cuida pouco da segurança, passe a cuidar e a assumir parte das responsabilidades, sobretudo em relação ao crime organizado”, acrescentou.

Bolsonaro, de 63 anos, do Partido Social Liberal (PSL), começou o segundo turno com 58% das intenções de votos, contra 42% para Haddad, segundo a pesquisa do Datafolha. O ex-capitão conta com o apoio das bancadas da Câmara vinculadas ao agronegócio, às igrejas evangélicas e aos defensores do porte de armas.

Haddad, por outro lado, obteve o apoio da centro-esquerda, incluindo o candidato Ciro Gomes, do PDT, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com 12,5% dos votos.

“Acredito que a determinação do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) e do PSB (Partido Socialista Brasileiro) foi decisiva. Eu espero um apoio muito mais firme do PDT (Partido Democrático Trabalhista). Espero, inclusive do Ciro. Mas o apoio foi dado. O engajamento na campanha é uma coisa que depende de outras variáveis. Agora toda a centro-esquerda está unida em torno da minha candidatura, inclusive o movimento social”, ressaltou.

Haddad, que é professor de Ciência Política e Políticas Públicas, acredita que Bolsonaro perderá a eleição e que ele encontrará canais de diálogo com o Legislativo.”Um professor tem muita mais chance de abrir um diálogo do que alguém como meu adversário, que nunca vi chamar ninguém para dialogar, que nunca aprovou nada relevante em 28 anos de mandato”, afirmou.

Haddad ressaltou que Bolsonaro “sempre incitou a violência”. “Imagina uma pessoa que tem como herói um dos maiores torturadores do continente. Essa pessoa é que lidera as pesquisas, mas vai perder”, declarou.

O candidato do PT criticou ainda a forma como Bolsonaro, conhecido por sua retórica misógina, homofóbica e racista, faz campanha, sobretudo por meio do aplicativo de mensagens Whatsapp.

“Acho que o que predominou foi a mentira, não foi o WhatsApp. Se ele tivesse usado o WhatsApp para falar a verdade eu não teria nenhum problema com a campanha dele. O problema é que nós já entramos com não sei quantas ações judiciais para tirar do ar os vídeos que a campanha dele produz falando mentiras a respeito de mim e da minha vice (Manuela d’Ávila). O trabalho de desfazer uma mentira é muito maior do que de falar a verdade”, reclama.

“Não sei de onde vem tanto dinheiro para tanta mensagem de WhatsApp, porque ele não declara os custos disso, dando a impressão de que é tudo voluntário”, questiona.

Haddad reconheceu que seu partido cometeu “erros” quando esteve no poder, mas lembrou que nesses 13 anos de governo Lula e Dilma fortaleceram os órgãos de combate à corrupção que permitiram à polícia e à justiça avançar nas investigações.

“Se você perguntar qual foi o governo que mais equipou o Estado para combater a corrupção, foi o nosso. Nosso governo não botou nada para baixo do tapete”.

“Eu compartilho a mesma visão da sociedade de que a corrupção é uma coisa intolerável, mas Bolsonaro em 28 anos no Congresso federal não fez nada, em área nenhuma. Ele só grita contra as coisas, mas o que ele propõe não tem consistência nenhuma”, disse.

Perguntado sobre a visita que fez na segunda-feira ao ex-presidente Lula, Haddad respondeu que os dois trataram “questões jurídicas relativas a seu processo”. “Não houve [recomendações para o segundo]. Ele estava muito feliz com minha ida no segundo turno, bastante satisfeito”. (Portal Vermelho)

  • Jorge Vieira
  • 14/out/2018

Artigo de Flávio Dino: Cuidar das crianças

Nestes quase quatro anos de mandato que o povo do Maranhão me concedeu, cuidar das pessoas, especialmente as que mais precisam, tem sido meu maior objetivo. E são justamente as crianças, sementes do futuro de nosso Maranhão, as que mais merecem nosso cuidado.

Por isso, o principal programa de nossa gestão é voltado a elas. Com mais de 820 escolas construídas ou reformadas, o Programa Escola Digna está mudando a realidade da Educação em nosso estado.

Com ações como formação de docentes e reforço de conteúdo, já estamos colhendo frutos, como a significativa melhora do Ideb do Maranhão, que saiu de 2,8 no governo da oligarquia para 3,4 agora. E vamos seguir avançando, com o Pacto Estadual pela Aprendizagem, que será construído pela nossa Secretaria de Educação, em parceria com os municípios.

Também temos cuidado das crianças oferecendo espaços públicos de convivência e brincadeiras. Todos de alta qualidade e totalmente gratuitos, como a Praça da Lagoa e o Parque do Itapiracó, em São Luís; o Parque Centenário em Balsas; a Beira-Rio em Imperatriz; o Parque de Codó; e as praças de Santa Luzia, Parnarama e Matões, entre muitas outras obras similares.

Na área da Saúde, criamos a Rede Ninar, composta das maternidades estaduais, da Casa da Gestante em Imperatriz, e a primeira UTI Materna do Maranhão, inaugurada ano passado. Faz parte dessa rede uma das obras mais importantes do nosso governo que é a Casa de Apoio Ninar. O Centro de Referência em Neurodesenvolvimento, Assistência e Reabilitação de Crianças já fez mais de 200 mil atendimentos. Onde antes era uma mansão usada para festas e banquetes, agora é um local de acolhimento a mães e filhos. Função bem mais adequada para o dinheiro público.

Também criamos a primeira Unidade de Oncologia Pediátrica em Imperatriz, com leitos clínicos, cirúrgicos e de UTI, além de consultas médicas especializadas, exames laboratoriais e diagnósticos por imagem, garantindo o tratamento a crianças de mais de 40 municípios da região, que antes precisavam se deslocar para serem atendidas.

Foi destaque recentemente no jornal “O Estado de S. Paulo”, o nosso atendimento do Centro Especializado em Reabilitação (CER) no Olho D’água. O local cuida de crianças com transtorno do aspectro autista (TEA), tendo cerca de 70 pacientes atendidos com equipe de profissionais que inclui psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos, educadores físicos e terapeutas ocupacionais. É bom ver que nosso estado está passando a ser visto como referência positiva em serviços públicos. Bem diferente daquele tempo em que a imprensa nacional só olhava para o Maranhão para noticiar tragédias.

Sigamos assim, pelos próximos quatro anos, trabalhando por quem mais precisa. E as crianças vão continuar no centro da ação de governo, pois só assim teremos uma sociedade justa e sem violência.

  • Jorge Vieira
  • 13/out/2018

Candidatos derrotados para o governo veem em Bolsonaro a boia da salvação

Time de candidatos derrotados está com Jair Bolsonaro no Maranhão

Os candidatos ao governo derrotados ligados a oligarquia Sarney estão unidos agora em torno do candidato reacionário do PSL, Jair Bolsonaro. O senador Roberto Rocha, por exemplo, atropelou até a posição da neutralidade do PSDB nacional para declarar apoio ao capitão reformado do Exército. A candidata Maura Jorge, por ser do mesmo partido de Bolsonaro, conta agora com a companhia de Roseana e o que restou do grupo Sarney.

Está bem claro que os grupos que fazem oposição ao governo de Flávio Dino estão no palanque do candidato do PSL por veem nele a oportunidade de atrapalharem o governador, pois os discursos do militar reformado não deixam dúvidas de que os adversários do autoritarismo serão perseguidos, caso o candidato Fernando Haddad não consiga reverter a desvantagem nas pesquisas.

Entre os náufragos que esperam se salvar na boia de Bolsonaro, além de Adriano Sarney, Edilázio e Ricardo Murad, estão Roberto Rocha e Roseana Sarney, esta última se recolheu após a humilhante derrota nas urnas, mas autorizou o sobrinho Adriano a anunciar a adesão do grupo ao bolsonarismo; já Rocha, cuja votação (64 mil votos) não daria nem para eleger a deputado federal, fez o comunicado através de nota oficial.

Rejeitado nas urnas, Roberto Rocha, sem dúvida, foi o grande perdedor da eleição. E como já vinha trabalhando para atrapalhar o governador, como foi o caso das emendas parlamentares que a bancada federal havia colocado todo para a saúde pública dos municípios do Maranhão, se apressou em anunciar apoio a Bolsonaro, querendo fazer (sem moral) contra ponto ao governador que apoia a candidatura de Haddad.

Dos candidatos que disputaram o governo do Estado, apenas Dino e o representante do PSOL, Odívio Neto, seguem a orientação da direção nacional da legenda de apoiar o candidato da aliança PT/PCdoB. O representante do PSTU, Ramon Zapata ainda não manifestou sua preferência para o segundo turno ou se prefere a neutralidade.

Resta saber o caminho que tomará o deputado Eduardo Braide, que saiu das urnas muito mais forte que Roberto Rocha, mas ainda não veio a público externar sua posição em relação ao segundo turno da eleição.

É bom lembrar que o candidato Fernando Haddad, com o apoio de Flávio Dino venceu em 214 dos 217 municípios do Maranhão. Só ficou em desvantagem em Imperatriz, Açailândia e São Pedro dos Crentes, mas seus aliados no Estado trabalham para ampliar a votação no segundo turno.

  • Jorge Vieira
  • 12/out/2018

Governador Flávio Dino recebe produtores de filme maranhense premiado no Festival de Cinema de Gramado

O governador Flávio Dino recebeu a equipe de produção e atores do filme Aquarela, curta maranhense vencedor de dois prêmios Kikito no Festival de Cinema de Gramado nas categorias Melhor Desenho de Som e Melhor Montagem. A obra foi financiada pelo Governo do Maranhão por meio de edital até então inédito para o setor audiovisual.

“Esses dois kikitos são muito importantes para essa produção e tem um efeito multiplicador de boas práticas”, destacou o governador Flávio Dino. “Também existe uma importância econômica porque é um segmento que tem a capacidade de gerar oportunidade de trabalho, renda para dezenas, centenas de profissionais. Vamos continuar esse trabalho de apoio ao setor audiovisual no Maranhão”, comprometeu-se.

Para a atriz e produtora filme, Luna Gandra, o apoio do Governo do Maranhão abriu as portas para o audiovisual maranhense. “Com esse edital, o primeiro da história no Maranhão, o governo do Estado nos possibilitou produzir e trazer os frutos que são prêmios e pessoas falando do cinema maranhense, para a gente se identificar mais na tela”, celebrou Gandra. “A gente teve a oportunidade de contar uma história maranhense feita por maranhenses e isso é muito importante para nossa realidade cultural”, analisou.

No mesmo sentido, Al Danuzio, produtor e roteirista de Aquarela, agradeceu ao Governo a oportunidade de mostrar ao Brasil que a cena audiovisual maranhense é produtiva. “Foi uma grande alegria para a gente ir para outros estados e poder dizer que o nosso estado não censura a gente, que o nosso estado estimula a gente a criar”, explicou.

Aquarela

O curta metragem foi produzido pelos diretores e roteiristas Thiago Kistenmacker e Al Danuzio. Aquarela, baseado em fatos reais, conta a história de Ana, uma moça que mora com sua sogra e filha enquanto seu noivo, Marcelo, aguarda o julgamento na prisão. Indo contra a vontade do noivo, Ana o visita na penitenciária e a sua família passa a ser ameaçada pelo líder da facção. O curta possui 15 minutos de duração e retrata o abuso sofrido pelas mulheres dos detentos atrás dos muros do presidio.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 12/out/2018

“Continuarei trabalhando focado nas políticas públicas”, afirma Neto Evangelista

Reeleito para o terceiro mandato na Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado Neto Evangelista (DEM) agradeceu a Deus e à população maranhense pelo voto de reconhecimento e reforçou que continuará lutando para fazer a diferença na vida das pessoas.

Eleito com 49.480 votos, depositados nas urnas de 187 municípios maranhenses, o parlamentar ressaltou que as eleições mostraram o atual cenário político no Brasil. “Onde caciques políticos muito fortes não obtiveram êxito. Enfim, a população deu um recado nas urnas”, ressaltou.

Neto Evangelista disse que ficou muito feliz, pois conseguiu chegar ao terceiro mandato com votação expressiva. “Fiquei entre os dez deputados estaduais mais votados. E isso reflete a aprovação do meu trabalho ao longo dos dois mandatos”, justificou.

Momentos de emoção

Para o democrata, foi a campanha mais bonita de toda sua vida pública. “Essa é minha quarta campanha eleitoral, mas de todas, foi a mais bonita. Vi as pessoas envolvidas, entusiasmadas. Vivenciei momentos de emoção, ouvindo e recebendo, pelas redes sociais, testemunhos de que o meu trabalho transformou a vida das pessoas. Senti o carinho do povo por onde passei. Este é o verdadeiro sentido da política: fazer a diferença na vida de alguém”.

Por fim, Evangelista frisou que continuará trabalhando da mesma maneira. “Com verdade e tendo o ser humano como principal foco das ações das políticas públicas. Tenho o sentimento do dever cumprido, por isso, estarei sempre alerta para não falhar e ter força para enfrentar qualquer desafio que for para beneficiar a nossa população, principalmente aqueles mais humildes, que, geralmente, não têm quem olhe por eles”, concluiu.

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