THAIS BILENKY – Revista Piauí – Pouco ou nenhum acesso a água corrente, casas de um cômodo para mais de cinco moradores e trabalho informal são as condições de vida mais propícias para contágio pelo novo coronavírus. Favelas e bairros pobres apresentam, por isso, as piores taxas de Covid-19 no Brasil e fora. Mas há uma exceção: o Maranhão, estado com maior proporção de habitantes na extrema pobreza, e onde se localizam algumas das cidades brasileiras mais pobres. Na pandemia, o estado registra a menor taxa de óbitos por 100 mil habitantes entre as 27 unidades da federação – e nem as autoridades de saúde locais têm uma explicação definitiva para esse cenário.
Segundo o painel do site Monitora Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), nesta sexta-feira, 16, o Maranhão tem 95 mortes por 100 mil habitantes – é o único estado com o índice abaixo de 100. Depois vem a Bahia, com 114. O pior lugar da pandemia no Brasil é o Amazonas, onde morrem 293 pessoas a cada 100 mil habitantes. A média nacional está em 171.
Marajá do Sena, no Oeste maranhense, já recebeu o título de município mais pobre do país. Reportagem do Projeto Colabora de 2018 constatou que, na ocasião, 78% da população da cidade viviam na pobreza, ou seja, com menos de 5,50 dólares por dia, segundo critérios do Banco Mundial. Apenas 2% tinham emprego formal, e 86% das casas não tinham banheiro nem água encanada. Em toda a pandemia, o município registrou até agora cinco óbitos, o que lhe confere uma taxa de 64 óbitos por 100 mil habitantes – segundo projeção do IBGE para 2020, moram lá 7.775 pessoas.
Segundo a promotora Ilma Pereira, entre as possíveis explicações para o relativo controle da pandemia no Maranhão está o fato de as estradas precárias restringirem a circulação de pessoas e, portanto, do vírus. Nos municípios do interior, a falta de opções de lazer mantém os moradores em casa. “Não tem balada, restaurante, equipamento que favorece contaminação. As pessoas não viajam de férias para os Lençóis ou Recife, não pegam aeroporto”, resumiu Pereira, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde do MPMA.
O secretário de Saúde do estado, Carlos Lula, não concorda com essa análise. Segundo ele, tanto há circulação pelo estado que o vírus chegou a todos os municípios.
Outro aspecto a ser analisado é a rede de saúde. Lula disse que a debilidade do sistema municipal fez com que a gestão das unidades de pronto atendimento, em geral atribuída às cidades, seja da competência do estado. Na pandemia, isso se mostrou uma vantagem, porque a rede estadual tem atenção secundária e terciária também, dando resposta mais funcional aos casos de Covid. Na segunda onda, com a explosão de muitos casos graves ao mesmo tempo, a porta de entrada no sistema dava acesso direto a atendimento de maior complexidade.
Lula atribui à expansão da rede hospitalar a principal explicação da resposta do estado ao vírus. O governo diz que inaugurou quase quinhentos leitos hospitalares em 2020, primeiro ano da pandemia. Alguns foram desmontados com o arrefecimento do vírus e reativados na segunda onda, em 2021, que já conta com 983 leitos adicionais. “A gente tinha convicção de que a pandemia poderia deixar legado de expansão da rede de saúde”, afirmou ao justificar por que o modelo de hospital de campanha não foi preferencialmente adotado. Em março de 2020, a gestão de Flávio Dino (PCdoB) importou respiradores da China, quando eles faltavam em vários estados. O estado adquiriu os respiradores de uma empresa, que os enviou em uma rota inusual via Etiópia, para não entrar no radar internacional. De lá foi para São Paulo e só então chegou ao destino final.
No fim de abril de 2020, o sistema de saúde colapsou em São Luís. Em maio, o Maranhão foi a primeira unidade federativa do Brasil a decretar lockdown para conter o vírus. A decisão se mostrou acertada, de acordo com Lula, e até dezembro os números ficaram controlados. Essa resposta rápida poderia ajudar a explicar a menor taxa de óbitos no Maranhão. Porém, na virada do ano, com a variante P1 do vírus, a situação se complicou, e a população não se mostrou tão resiliente a restrições de circulação quanto antes.
Segundo a promotora Ilma Pereira, a regionalização do sistema faz com que os pequenos municípios não assistam às cenas trágicas de filas de espera e mortes em hospitais em colapso. “Morre-se em Chapadinha, em Pinheiro, São Luís, mas não em Marajá do Sena. Lá não se enxerga a morte”, afirmou Pereira.
No controle da pandemia, uma das dificuldades tem sido a resistência da população à quarentena – alimentada por fatores culturais e pelo negacionismo. “Lá atrás a gente ainda conseguiu. Agora não. Adotamos medidas menos duras, e mesmo assim com muita confusão com a sociedade, com muita rejeição”, admitiu Carlos Lula. Mais da metade da mão de obra no estado é informal, o que faz com que a população não tenha sustento garantido se não sair para trabalhar.
“Qualquer medida de restrição aqui é de chorar, é o cara que vende picolé, pipoca, camelô. Trabalha num dia pra viver o outro.”
Uma solução adotada pelo governo de Flávio Dino na área econômica visou outro setor, o dos pequenos empresários, que não foram beneficiados pelo auxílio emergencial federal. Em março, o estado decidiu repassar 1 mil reais, em parcela única, a bares, lanchonetes e restaurantes para compensar o prejuízo da paralisação. A principal adversária política de Dino no estado, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), criticou a iniciativa. “É muito pouco. Melhor devolver parte do ICMS recolhido para que eles não demitam e paguem o salário dos seus funcionários até reabrirem”, disse. Menos de um mês depois, Dino anunciou redução temporária de ICMS, e até Roseana elogiou. “É um avanço”, reconheceu. “Acho que ainda precisam de mais ajuda para manter os empregos e renegociar dívidas.”
Auxiliar ligada a Roseana, que pediu para não ser identificada para falar livremente, disse que a subnotificação de óbitos é a principal causa de a taxa de mortalidade no Maranhão ser inferior à do país. Ela afirmou que os exames para detecção de Covid, quando feitos por plano de saúde, demoram de quatro a cinco dias para terem resultados disponíveis. Comumente, completou, pessoas morrem sem o diagnóstico, o que derruba a taxa de óbitos causados pela doença.
Carlos Lula rechaçou essa possibilidade com base nos dados de mortalidade registrados em 2020 no estado. Em todo o país, houve no ano passado, além dos 195 mil óbitos por Covid, 275 mil mortes de causas variadas acima do esperado – relacionadas, em parte, ao colapso do sistema de saúde durante a pandemia. No Maranhão, segundo o secretário, não houve alteração substancial do total esperado de mortes de causa natural (doenças), o chamado “excesso de mortalidade”. Segundo o secretário, esse resultado exclui a possibilidade de mortes não serem computadas na conta da Covid.
O que, afinal, faz do Maranhão o estado mais pobre do Brasil e, ainda assim, com taxa de mortalidade mais baixa permanece um mistério e um desafio para que o pior seja evitado. “Me pergunto todos os dias”, disse Lula. “Vamos demorar para ter essa resposta.”
A coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, traz a informação de que o governador Flávio Dino (PCdoB) foi convidado a participar do ato virtual unificados que as centrais sindicais realizarão 1º de Maio, Dia do Trabalhador.
O objetivo do ato, que reunirá político de centro e esquerda, é fortalecer uma frente democrática de oposição a presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Conforme a Folha, foram chamados FHC (PSDB), que já enviou seu vídeo, João Doria (PSDB), que ainda não decidiu se participará, e Rodrigo Maia (DEM), que também já fez e entregou uma gravação. Da esquerda, Ciro Gomes (PDT) e Flávio Dino (PCdoB) vão participar. Os petistas Lula e Dilma costumam marcar presença.
A nota da coluna destaca ainda que, em 2020, Guilherme Boulos (PSOL) desistiu de participar por não concordar com o convite a Maia, que comandava a reforma da Previdência. Ele ainda aguarda para tomar sua decisão em 2021. (Com informações da Folha de SP)
Alvo de reportagem do Fantástico deste domingo (18) que abordou prestação de contas sobre abastecimento de combustíveis ressarcidos pela cota parlamentar da Câmara Federal, o deputado Marreca Filho (Patriota), em nota distribuída nesta segunda-feira (19) nega que tenha abastecido 1.180 litros em um único dia (21 de dezembro de 2019), conforme a denunciou a matéria levada ao ar pela TV Globo.
Segundo o parlamentar, “a nota fiscal apresentada se refere ao consumo inteiro de combustível no período de aproximadamente um mês compreendendo todo o trabalho de assessoria política e de seu gabinete, o que também é permitido legalmente”. Marreca justifica ainda o volume excessivo de combustível ao fato do “Estado do Maranhão ser o maior do Nordeste e que um bom trabalho parlamentar depende do contato direto com a população”.
Embora tenha negada irregularidade na prestação de contas e afirmado que a norma que regula o uso de verba permite que os gastos feitos com combustível durante um mês sejam consolidados em uma única nota, é muito estranho que ele tenha sido o único parlamentar do Maranhão citado na matéria a ter utilizado este expediente na sua prestação de contas para ressarcimento. E logo ele que é coordenador da bancada federal do Estado e deveria dar exemplo. Veja a baixo a nota do Marreca.

O Maranhão iniciou, neste sábado (17), mais uma etapa da vacinação contra a Covid-19 em profissionais da segurança. No drive-thru, instalado no estacionamento do Shopping São Luís, foi iniciada a imunização de profissionais com 18 anos – a última faixa etária do cronograma de vacinação das forças de segurança – e no interior do estado homens e mulheres que trabalham nos órgãos de segurança pública, a partir de 30 anos, já podem tomar a primeira dose da vacina.
Com isso, o Maranhão passa a ser o primeiro estado brasileiro a vacinar todas as forças de segurança, não só as estaduais, mas as federais também. A estimativa é que o Estado encerre a semana com todos os profissionais da ativa das Forças de Segurança vacinados.
O secretário de Estado da Segurança (SSP), Jefferson Portela, acompanhou essa nova fase de vacinação dos profissionais de segurança que atuam no Maranhão e destacou a importância do momento.
“O governador Flávio Dino tomou a decisão da vacinação de todos os servidores do Sistema Estadual de Segurança, inclusive com apoio à vacinação dos membros de segurança dos órgãos federais. Portanto, uma decisão acertada porque imuniza homens e mulheres que estão trabalhando na defesa social, na defesa civil e no policiamento”, frisa Portela.
100% do profissionais vacinados – O secretário de Segurança lembra que durante todo o período pandêmico, bombeiros, peritos, médicos legistas, delegados, policiais civis, policiais militares estiveram atuando integralmente desde o início do surto pandêmico, a exemplo dos bombeiros militares, que desde o ano passado vêm entregando cestas básicas em todas as regiões do Estado, para minimizar os impactos socioeconômicos da crise epidemiológica entre a população mais vulnerável.
“Para o Sistema de Segurança não houve trégua, não há serviço home office, é serviço direto, pessoal. Nada mais justo do que todos esses homens e mulheres sejam imunizados para poder servir com tranquilidade, com segurança e com tudo aquilo que é necessário para proteger o cidadão”, pontua Jefferson Portela.
“Nós começamos hoje pelo início da faixa etária de 18 anos na capital e de 30 anos no interior do Estado. Isso mostra para a gente que talvez no final de semana a gente já comemore 100% de vacinação do contingente dos órgãos de segurança do Maranhão”, completa o secretário.
A vacina é a melhor prevenção – O agente penitenciário Raimundo Araújo foi um dos primeiros a ser vacinado nessa nova etapa. Ele comemorou o momento, que garante maior segurança sanitária aos profissionais de Segurança.
“Eu achei que não demorou muito. A vacinação é importante principalmente para a gente que trabalha com segurança. Agora é aguardar a segunda dose”, diz Raimundo Araújo.
Édson Fernando, inspetor de Polícia Penal, avalia que para o tipo de serviço que exerce, a imunização é o caminho para se proteger do novo coronavírus.
“Nós lidamos com muita gente. Quanto mais a gente se prevenir, melhor, e a vacina é um meio pra isso”, afirma Édson Fernando.
O que é preciso para vacinar – Na primeira etapa do atendimento é feita a pré-triagem, com a apresentação dos documentos. Depois, é realizada a triagem, onde os beneficiados são submetidos a observação de sinais de síndrome gripal ou sintomas da Covid-19. Depois de passarem pela triagem os profissionais são direcionados para a vacinação.
A vacinação segue no drive-thru do São Luís Shopping das 8h às 12h e das 12h às 16h. Para se vacinar é necessário apresentar o RG, cartão do SUS, último contracheque e comprovante de residência.
Continua tendo forte repercussão nos bastidores da política nacional e local a recuperação dos direitos políticos do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), mas até o momento a principal beneficiada da sua liderança no Maranhão, a ex-governadora Roseana, mantém o silencio sobre a anulação das condenações que tornaram o petista elegível e provável adversário do atual presidente Jair Bolsonaro na sucessão de 2022.
O que Lula fez por Roseana e José Sarney merecia algum gesto de solidariedade. Lula forçou intervenções no PT no Maranhão para colocar o partido no palanque da oligarquia por diversas vezes para agradar pai e filha. Em 2010, por exemplo, o encontro estadual do PT, após acirrada disputa interna optou pela candidatura do então deputado federal Flávio Dino para o governo, mas a direção nacional do PT interviu e ainda colocou Washington Oliveira como vice na chapa vencedora de Roseana.
O mesmo ocorreu em 2014 quando o partido rachou. A maioria se posicionou ao lado de Flávio Dino, mas a banda oficial do partido, seguindo orientação nacional, se manteve no palanque do grupo Sarney apoiando a fracassada candidatura de Edinho Lobão, derrotado por Dino logo no primeiro turno. O PT maranhense somente veio para o palanque da oposição ao grupo Sarney na reeleição de Dino em 2018.
Diante de tudo que Lula fez por Roseana e seu grupo político, seria natural alguma manifestação por parte da ex-governadora. Seu silêncio, no entanto, neste momento em que os verdadeiros aliados comemoram o retorno do ex-presidente à arena política, assim como a real possibilidade de sua candidatura à presidência, o silêncio de Roseana soa como ingratidão, o pior dos sentimentos da humanidade.
A indiferença da ex-governadora com o fato histórico chama atenção,. O ex-presidente que tanto a ajudou, passa mais de 500 dias encarcerado por conta de uma armação jurídica para impedi-lo de concorrer em 2018, tem suas condenações anuladas e Roseana silencia? Diante do que se vê fica a perguntinha que não quer calar: Se Roseana tivesse alguma pretensão de concorrer ao governo, a atitude seria a mesma? Provavelmente, não.
Alianças são fruto de conveniências eleitorais. Nada mais.
Pacientes com sequelas da Covid-19 vão contar com um sistema de atendimento na saúde estadual. Em coletiva na manhã desta sexta-feira (16), no Palácio dos Leões, o governador Flávio Dino anunciou a implantação da Rede Cuidar, que vai oferecer tratamento psicológico aos pacientes e seus familiares, além de outras especialidades médicas. Durante a coletiva, o governador atualizou o cenário da doença e reforçou o trabalho da gestão.
A Rede Cuidar vai contar com psicólogos, psiquiatria, cardiologia, nefrologia, endocrinologia, clínica médica, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia e neurologia. Vai funcionar no Hospital Carlos Macieira (São Luís), Hospital Macrorregional de Imperatriz e Policlínicas de Santa Inês e Presidente Dutra. “Temos vários efeitos e pessoas com dificuldades, pela doença, por isso, este serviço, que vai ajudar na recuperação”, avaliou. O serviço estará disponível a partir da segunda-feira (19).
O governador anunciou início da vacinação para a Educação, nesta terça-feira (20). A campanha vai alcançar profissionais da ativa, das redes pública e privada, com 55 anos ou mais. “Temos como objetivo a manutenção das atividades educacionais”, frisou. Divulgou ainda prorrogação das medidas restritivas por mais uma semana.
Dessa forma, escolas públicas manterão aulas na modalidade online; escolas privadas no modelo hibrido (online e presencial); comércio (incluindo supermercados e academias) das 9h às 21h; delivery até 23h; atividades religiosas com 50% ocupação de ocupação dos templos; pessoas do grupo de risco afastadas do trabalho no setor público e privado. “Não há ainda como alterar esse regime. Pior é fazer uma flexibilização ainda maior e os efeitos serem o agravamento da doença”, justificou o governador.
Vacinação – O Maranhão recebeu, até o momento, 1,34 milhão de doses da vacina contra Covid-19. Na aplicação, o estado passou de 21 para 121, o número de municípios com mais de 70% das doses da vacina já aplicadas. “O resultado destes esforços é a melhoria dos indicadores de vacinação no Maranhão; portanto, agradeço muito as equipes municipais e estaduais, que estão garantindo que possamos melhorar esses patamares. Esse é o caminho para superarmos o coronavírus”, enfatizou Dino.
“Com essa perseverança, conseguimos, na justiça, que a Anvisa responda sobre a vacina Sputinik”, reiterou o governador. Por determinação do Superior Tribunal Federal (STF), a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), tem até final de abril para definir sobre a importação do imunizante, caso contrário, os estados ficam autorizados a adquiri-la.
Novos leitos – O Maranhão permanece como o estado do país com o menor número de mortes por Covid-19. A taxa de ocupação de leitos teve redução na rede pública estadual, se mantendo a média de 80%, tanto os leitos clínicos, quanto os de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Para atendimento à demanda, mais de 980 novos leitos já foram abertos pelo Governo do Estado.
Medidas sociais – O governador destacou a abertura dos 55 Restaurantes Populares para oferecer jantar a R$ 1. Ainda, a distribuição de máscaras e cestas básicas em todo o Maranhão; adiantamento da primeira parcela do 13º para servidores estaduais da Saúde (Emserh e institutos), regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a ser pago no dia 26 de abril.
César Pires será o próximo parlamentar a mudar de partido. O deputado disse ao blog que aguardará apenas abrir a janela que permite sair sem risco de perde o mandato por infidelidade para trocar o PV de Adriano Sarney pelo PSD de Edilázio Júnior.
Parlamentar remanescente do que restou do grupo Sarney, César Pires marca seu mandato pela oposição que faz ao governo e deve se manter no mesmo campo, já que o PSD, a exemplo do PV, também é dirigidos por um dos raros deputados que fazem oposição a Flávio Dino.
Assim como os deputados Ariston, Fábio Macedo e Duarte Júnior que vão mudar do Republicanos para o PSDB, César Pires deve trocar de sigla em abril de 2022, mês em que o parlamentares, segundo a legislação eleitoral, estarão livres para tomarem novos rumos partidários.