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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 8/jul/2021

Ministério Público: Pazuello fez gestão “imoral e antiética”

O Ministério Público Federal (MPF) afirmou à Justiça Federal que a gestão do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello na pandemia do novo coronavírus foi “imoral e antiética”, afirma o portal G1, que teve acesso à íntegra da ação de improbidade administrativa protocolada pelo MPF.

A peça é assinada por oito procuradores. O documento afirma que houve no mínimo, negligência grave por parte de Pazuello “na ausência de adoção de providências imprescindíveis para a contenção da pandemia”.
Os procuradores dizem que as ações do ex-ministro foram “dolosas”, amparadas em argumentos não científicos e que partiram de pessoas de fora do governo.

“Tudo indica que tais condutas são, em verdade, dolosas […] [tomadas] não com apoio em critérios técnicos, estudos científicos e necessidades prementes da população (que exigiriam diligência no planejamento para aquisição e distribuição de vacinas, kits de testes, etc.), mas, ao contrário, com base na aceitação acrítica (e injustificável) de orientações não técnicas e não científicas de setores internos e externos ao governo federal”, escrevem os procuradores de acordo com a mídia.

Inércia atrasou chegada de vacinas

As condutas de Pazuello, na leitura do MPF, afrontaram fortemente o princípio da lealdade institucional que deveria pautar a ação do ministro de Estado.

A ação aponta episódios que aconteceram durante a gestão do general, como as tentativas de negociação de vacina conta a Covid-19 da Pfizer, documentadas em 81 emails encaminhados a representantes do Ministério da Saúde.

Também foram relatadas as ofertas feitas pelo Instituto Butantan, São Paulo, para que o governo Bolsonaro adquirisse doses da vacina Coronavac. O instituto realizou diversas ofertas ao Ministério da Saúde desde julho de 2020, mas o contrato só foi firmado em janeiro de 2021.

“Essa inércia impediu que o Brasil tivesse, ainda no primeiro trimestre de 2021, a disponibilidade de 4,5 milhões de doses da Pfizer e de 60 milhões de doses da Coronavac, montante que teria possibilitado a vacinação antecipada de 32 milhões de brasileiros, tão logo os imunizantes fossem aprovados pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, destaca o documento.

Pazuello foi o terceiro ministro da Saúde na pandemia do novo coronavírus. General da ativa do Exército, ele sucedeu Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Pazuello assumiu a pasta como interino em 15 de maio do ano passado, foi efetivado em 16 de setembro de 2020 e deixou o cargo em 15 de março deste ano. (Vermelho)

  • Jorge Vieira
  • 8/jul/2021

“Ameaça é coisa de miliciano”, diz Flávio Dino sobre nota de militares contra presidente da CPI da Covid

A nota assinada nesta quarta-feira (7) pelo ministro da Defesa, Braga Neto, e subscrita pelo demais comandantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) ameaçando o presidente da CPI, Omar Aziz, que investigar omissões no enfrentamento da pandemia e corrupção na compra de vacinas, foi criticada pelo governador Flávio Dino em sua rede social.

A nota assinada pelos generais, recheada de ameaça, diz que Aziz, ao afirmar que que existe um lado “podre das Forças Armadas envolvida com falcatruas dentro do governo”, estaria generalizando, fato que o presidente da CPI nega.

Para a Flávio Dino, a nota foi “desproporcional e absurda”. Para o chefe do Executivo maranhense, a “a indignação cívica deve ser contra alguns militares que se meteram com transações mal explicadas e em desastres gerenciais. Ninguém está acima da lei”.

O presidente da CPI, através de rede social, diz que estão tentando distorcer sua falar e que não vai se intimidar. “Não aceitarei! Não ataquei os militares brasileiros. Disse que a parte boa do Exército deve estar envergonhada com a pequena banda podre que mancha a história das Forças Armadas”, se defendeu Omar Aziz.

Dino lembrou que todos os governos, após a ditadura militar, foram investigados em CPIs e todas funcionaram. “A única que está sendo coagida é essa da pandemia. Isso é inaceitável. Civis e militares devem respeitar a constituição e o Senado. Ameaça é coisa de miliciano”.

  • Jorge Vieira
  • 8/jul/2021

Com filiação de secretários, PSB ganha musculatura para eleição proporcional

Os secretários Jefferson Portela (Segurança), Carlos Lula (Saúde), Rogério Cafeteira (SEDEL), Marcos Pacheco (Políticas Públicas), Karem Barros (Procon) e Catulé Júnior (Setur) assinam nesta quinta-feira (8) ficha de filiação ao PSB com a perspectiva de disputarem mandatos nas eleições proporcionais de 2022.

Ex-militante do PCdoB, o secretário de Segurança Jefferson Portela, que chegou a flertar com o PDT, aceitou o convite do governador Flávio Dino e deve ser candidato a deputado federal. Ele tentou a candidatura em 2018, mas foi convencido a permanecer na secretaria.

Estreante na vida política partidária, o secretário de Saúde Carlos Lula é outro nome forte do primeiro escalão do governo que vai tentar um mandato de deputado estadual, segundo ele, “para defender os avanços conquistados na Saúde e os projetos essenciais para o novo povo”. Ele diz ainda que “cuidar do Maranhão continua minha prioridade e missão”.

Advogado praticante, profundo conhecedor da legislação eleitoral, assessor jurídico da Assembleia Legislativa e presidente do CONASS (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Lula tem papel de destaque no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus e é tido nos bastidores da política como um dos favoritos a ocupar uma das 42 cadeiras que estarão em disputa no parlamentto estadual.

Do time que está ingressando hoje no PSB, dois já possuem experiência parlamentar e vão tentar reconquistar os mandatos: Rogério Cafeteira e Marcos Pacheco. Cafeteira foi deputado em duas legislaturas, líder do governo Flávio Dino, mas não conseguiu se reeleger em 2018. Já Marcos Pacheco também já integrou o plenário do legislativo.

Catulé Júnior (Setur) e Karem Barros (Procon) também deverão postular  mandatos de deputado estadual e compor a chapa que terá a missão de aumentar a base parlamentar, hoje restrita ao deputado Duarte Júnior, que se filiou recentemente ao partido, após deixar o Republicanos, a convite do governador.

Ao anunciar a chegada dos secretários e novas lideranças ao Partido Socialista Brasileiro, através de sua rede social, o governador Flávio Dino destacou que “são reforços importantes para a nossa luta no Maranhão”. O evento poderá ser acompanhado pelas redes sociais do partido e dos novos filiados, a partir das 18h.

 

  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2021

Edivaldo visita sede do PSD e é recebido por Edilázio

O ex-prefeito de São Luís. Edivaldo Holanda Junior, visitou nesta quarta-feira (7) a sede do PSD e anunciou para o dia 4 de agosto o ato de filiação que maracará seu ingreso no partido, comandado nacionalmente pelo ex-ministro Gilberto Kassab.

Edivaldo foi recebido pelo presidente estadual do PSD, deputado federal, Edilázio Júnior, a quem agradeceu pela acolhida na legenda pela qual deverá disputar o governo do estado nas eleições de 2022.

Após a visita de cortesia, o ex-prefeito postou em sua rede social um série de fotografias com dirigentes de sigla, seguido de mensagem de agradecimento;

“Fui nesta quarta (7) junto com@braga_csv fazer uma visita de cortesia e conhecer a sede estadual do PSD, no qual me filiarei no próximo mês. Agradeço a receptividade do presidente estadual, deputado federal @EdilazioJunior_, e a todos os membros e colaboradores do partido”, disse.

Edivaldo também postou no Twitter agradecimento a Kassab

e teve como resposta do presidente nacional do partido: “É um enorme privilégio ter a oportunidade de caminhar na vida pública com alguém tão qualificado como Edivaldo Holanda”.

 

 

 

 

 

 

 

  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2021

Rogério Cafeteira anuncia saída do DEM e filiação ao PSB

O secretário de Esportes e Lazer, ex-deputado Rogério Cafeteira anuncoou através de rede social sua saíde do DEM e filiação ao PSB. O ato acontecerá nesta quinta-feira (8), às 18h, com a presença do  dovernador Flávio Dino e  trasmissão pela Internet.

Sobrinho do ex-governador Epitácio Cafeteira e detentor de dois mandatos na Assembleia Legislativa, Rogério foi líder líder do governo, mas não consegiu a reeleição em 2018. Em 2022 será novamente candidato a deputado estadual, agora pelo PSB.

“Minha opção pelo PSB é de continuar seguindo o governador Flávio Dino. Fui convidado por ele (Dino), é um partido com o qual me identifico e vou me filiar nesta quinta-feira”, disse o secretário ao titular deste blog.

Junto com Cafeteira deverá o secretáro Catulé. Também pe aguarda a filiação do secretário de Segurança, Jefferson Portela.

  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2021

Sob o comando de Mical Damasceno PTB se afasta do governo

Colocada na presidência estadual do PTB pelo polêmico ex-deputado federal Roberto Jefferson, cassado e condenado no mensalão, a deputada estadual Mical Damasceno afastou o partido de base de sustenção do governo Flávio Dino (PSB).

A legenda trabalhista, que sob o comando do deputado federal Pedro Lucas Fernandes, integrou a aliança que levou Dino ao poder em 2014 e ajudou a mantê-lo no cargo em 2018, mudou radicalmente de posição após a assenção de Mical.

Seguindo agora a linha bolsonarista e orientada por Jefferson, um ex-parlamentar ficha suja que passou algum tempo na cadeia por envolvimento com corrupção, Damasceno levou o histórico PTB para direita e se afastou do governo.

O deputado Pedro Lucas, ex-presidente do partido, esteve presente na reunião da base aliada do governo segunda-feira (5) e assinou a carta manifesto Pacto pela União, porém a atual presidente, deixando clara sua posição não comparecendo.

A  ausência da parlamentar não chegou a surpreender, até porque Roberto Jefferson e o PTB apoiam irrestritamente o governo de Jair Bolsonaro, enquanto o governador e sua base de sustenção são antibolsonaristas. E Mical foi colocada na presidência estadual apenas para seguir as determinações da direção nacional.

Com a saída de Pedro Lucas para o PSL, deve assumir a presidência em abril de 2022 por conta da legislação eleitoral, o PTB no Maranhão deve sofrer profundo esvaziamento.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2021

Base aliada consolida candidatura de Flávio Dino ao Senado; Roberto Rocha sem futuro

O governador Flávio Dino (PSB), ao reunir sua base aliada na segunda-feira (5), quando foi firmado um pacto de união tendo como base o compromisso com a sua pré-candidatura ao Senado, praticamente garantiu a cadeira que estará em disputa para a Câmara Alta do Congresso Nacional.

Além da popularidade que desfruta por conta da gestão que desenvolve, Dino terá a seu favor um exército de cabos eleitorais partidários e o substancial apoio do seu substituto a partir de abril de 2022, Carlos Brandão (PSDB), atual vice-governador e que tem demonstrado lealdadel à`sua liderança.

Logo após participar de reunião de segunda-feira, quando o governador oficializou junto à sua base aliada, composta de dezesseis partidos, sua pré-candidatura ao Senado, Brandão foi ao Twitter externar reconhecimento à liderança de Dino, hoje o político mais popular do estado.

“Nosso amigo, companheiro de jornada política e líder, @flaviodino, reuniu a todos para oficializar a sua pré-candidatura ao Senado. Assim caminharemos. Juntos. Um só nome e um só projeto. Conte comigo! Vamos em frente!”, postou Brandão, signatário da Carta Compromisso.

Com a decisão de Flávio Dino disputar o mandato de senador, parentemente deixando uma candidatura a vice-presidente em segundo plano, a chance do senador Roberto Rocha renovar o mandato fica reduzida a zero. Tudo indica que Rocha, se quiser tentar contina na vida pública, o caminho será a Câmara Federal.

A ex-governdora Roseana Sarney, que apareceu na pesquisa da Escutec, num cenário sem Flávio Dino, com 25% de intenção de votos para o Senado, se já não mostrava disposição para concorrer, com a definição do governador apoiado por dezesseis partidos, deve se contentar com um mandato na Câmara dos Deputados.

Sem concorrente, Flávio Dino terá uma aleição tranquila para o Senado e, com certeza, ajudará muito o candidato a governador que receber o seu apoio. Alguns analistas do cenário político local admitem que pela primeira vez um candidato ao Senado no Maranhão puxará votos para governador. O normal sempre foi o contrário.

 

 

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