O governador Flávio Dino (PSB) mexeu com os bastidores político da sucessão ao admitir, em entrevista à Carta Capital, a possibilidade de permanecer no comando do estado até o final do seu mandato para transformá-lo numa trincheira de resistência em defesa da democracia.
Ao ser questionado sobre seus planos para 2022, Dino observou que a tendência mais forte é a candidatura ao Senado, porém advertiu que existe a possibilidade de outro cenário, que passa pela sua permanência e, consequentemente uma influência ainda maior na escolha do seu sucessor.
“É a tendência mais forte (candidatura ao Senado), mas há um outro cenário de permanecer no governo até o fim, porque seria uma forma de contribuir para a proteção da democracia, fazendo do governo uma trincheira de resistência democrática, mas hoje é improvável essa ideia, a ideia mais forte é a pré-candidatura ao Senado, inclusive para contribuir no Congresso Nacional para um novo ciclo de progresso no Brasil”, enfatizou o governador.
Pelas palavras do governador, é improvável sua permanência até o final do mandato, porém não está descartada e tem pré-candidato no grupo que lidera apostando em sua permanência, como o caso do secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo (Solidariedade), entusiasta da tese da permanência.
Embora a prioridade seja o mandato no Senado (até o momento não existe adversário), a permanência implicaria uma mexida no tabuleiro da sucessão, já que Carlos Brandão continuaria como vice e, em caso de apoio do governador, teria sua candidatura mais solidificada e com amplas possibilidade de sucedê-lo.
Como o senador Weverton Rocha já rompeu o pacto que entregou nas mãos do governador a missão de articular a busca do consenso no grupo e evitar fissuras que possam dar chance a uma terceira via, ao anunciar que será candidato com o sem o apoio de Dino, a resistência ao seu projeto de comandar o estado aumentaria.
Sobre a pauta de 2022, no entanto, o governador faz mistério, diz que tem conversado com muita calma. “Estamos ainda no mês de agosto e o prazo de desincompatibilização é abril e as convenções serão julho/agosto de 2022, quer dizer, nós temos um ano até lá, mas a tendência mais forte é o Senado”.
Tendência é tendência, definição é outra história. E com diz o governador ainda atem um ano pela frente.
Os governadores do Norrdeste, reunidos neta quarta-feira (25), em Natal (RN), diante de remores sobre possíveis atos de violência por militantes bolonaristas marcado para o dia 7 de setembro, divulgaram uma carta em defesa da “legalidade e da paz”. A iniciativa partiu do governador Flávio Dino,
“Fiz agora a proposta e foi acolhida, por unanimidade, no Fórum de Governadores do Nordeste, reunido em Natal, uma Carta à Nação defendendo a legalidade e reiterando que as forças policiais estaduais não participarão de tumultos e golpes”, disse Flávio Dino através de sua rede social. Leia a baixo a íntegra da nota.
O governador Flávio Dino (PSB), em entrevista ao Direto da Redação, da revista Carta Capital, disse que o presidente Jair Bolsonaro quer rasgar a Constitução proque “odeia a democrcia, as pessoas e vida”.
Segundo Dino, o presidente quer tumultuar o processo eleitoral porque sabe que vai perder, mas advertiu que Bolsonaro não conseguirá seu objetivo golpista.
“Ele sabe que perderá a eleição de 2022, então quer bagunçar e tumultuar, pois, se tiver eleição, segundo as regras do jogo, ele será derrotado”, disse o governador…
Flávio Dino disse aida: “Na ótica dele (Bolsonaro), ele e os filhos serão presos. Eu não sei por que eles têm medo de serem presos. Eles devem saber, pois estão em pânico. Não há dúvida do propósito golpista do Bolsonaro e daqueles que são mais próximos”, acrescentou. (Com informações de Carta Capital)
O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), desde que foificlizou sua pré-candidatira ao Governo do Estado mantém uma agenda intenda com lideranças políticas de todas as regiões e amplia o diálogo antes de iniciar a maratona de visitas ao interior do Maranhão.
Humilde e cativante, Edivaldo esteve reunidos nesta terça-feira (24) com o vice-prefeito de Buriti Jenilson Gouveia e sua esposa Shirlyane; ex-vice-prefeito de Mata Roma Gustavo Corrêa, vereador Netinho, advogado Dr. Ormanne e sua esposa Patrícia, de Chapadinha; vereador Claudemir da Oficina e Monteiro, de São Bernardo.
Todos ficaram encantados com a simplicidade do ex-prefeito e aumentaram ainda mais a convicção que sua acandidatura vai contagiar. “O Maranhão precisa de um político com a estatura de Edivaldo para comandá-lo”, disse o vereador Netinho, de Chapadinha.
Em sua rede social, Edivaldo observou que desde que oficializou sua pré-candidatura ao governo tem ampliado o diálogo com lideranças de vários municípios e vem debatendo ideias para a construção de um projeto para o Maranhão.
“Agradeço o apoio de cada um, bem como a oportunidade desse diálogo produtivo, debatendo boas ideias e construindo conjuntamente um projeto para o nosso Maranhão”, enfatiza o prefeito atraés de sua rede social.
Edivaldo tem conversado com lideranças que estão vindo espontaneamente manifestar apoio à sua candidatura, o que mostra seu pontencial na corrida pelo Palácio dos Leões, ao ponto de já começar incomodar adversários.


O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, na manhã desta terça-feira (24), para fazer uma denúncia sobre a educação municipal ludovicense. Segundo o parlamentar, duas turmas do 3º ano do ensino fundamental da UEB Odylo Costa Filho, no bairro Alto da Esperança, estão sem professor desde o início do ano letivo, conforme informações enviadas pelos pais ao deputado.
Yglésio destacou que esta unidade é a única escola do bairro, com cerca de 50 alunos matriculados. De acordo com o parlamentar, além da falta de professor, os pais também denunciaram a forma como a escola tem conduzido a aplicação do conteúdo aos alunos.
“As aulas estão limitadas ao uso de uma apostila. Os pais pegam o material na escola e levam para casa. Eles ficam, praticamente, com a obrigação de dar aula às crianças em casa. Por quê? Porque não existe um acompanhamento presencial. Essas apostilas são reaproveitas de outras turmas, os pais não são orientados quanto à metodologia das aulas e não possuem nenhum tipo de acompanhamento, nem por WhatsApp”, disse Yglésio.
Ainda durante seu pronunciamento, o deputado ressaltou que os pais têm receio de denunciar e sofrer consequências em função do autoritarismo da atual gestão da escola.
Impactos – Frente a esse caso, Yglésio fez uma comparação entre o ensino privado e o público, destacando o nível dos prejuízos que os alunos da educação pública estão tendo neste momento de pandemia.
“Hoje, quem tem condição de pagar uma escola particular já não consegue ter a mesma qualidade de aprendizado que tinha antes da pandemia. Na escola pública, chega-se ao ponto de não ter o básico, nem o mínimo remoto. Esses alunos, mais na frente, sentirão os efeitos desse prejuízo que sofrem hoje, pois se eles não têm nem o ensino remoto funcionando, a gente não vai poder cobrar desse aluno, mais na frente, um determinado desempenho”, pontuou.
Yglésio destacou, também, que o que ocorre hoje é histórico. “Essa situação que nós vemos hoje não é algo dessa gestão, mas das anteriores. Aprovam-se alunos quase que automaticamente aqui, em São Luís. Nada justifica o IDEB que a gente tem com índice de 96% de aprovação escolar”, frisou.
Por fim, o parlamentar cobrou providências do município de São Luís a fim de sanar essas pendências na educação pública ludovicense.
O deputado federal Bira do Pindaré (PSB) criticou o ministro da Educação, Milton Ribeiro, por voltar a defender, em entrevista à Rádio Jovem Pan, que crianças com deficiências não devem estudar na mesma sala de outros alunos.
“A fala do ministro da Educação, na JP, sobre crianças com deficiência não frequentar escolas é criminosa. Discurso dele é similar aos Nazistas”, disse o parlamentar socialista em sua rede social.
Segundo Bira “as pessoas com deficiência foram alvo do 3º Reich, da ″Lei para prevenir doenças hereditárias” e exterminadas. Ele tem que responder”.
Na entrevista à Jovem Pan, segunda-feira (23), o ministro disse que o governo não quer “inclusivismo” e argumentou que certos graus e tipos de deficiência necessitam de classes especiais.
O deputado estadual César Pires, que aguarda a janela partidária para mudar a filiação do PV para o PSD, após uma série de visitas a lideranças políticas no interior do Maranhão, voltou bastante animado com a receptividade do nome do ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior (PSD), pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2022.
“Realmente fiquei impressionado com o nível de aceitação de Edivaldo nos municípios que visitei no último final de semana. É um nome muito leve, tem um terreno muito fértil para crescer, tenho certeza que quando começar percorrer o Maranhão, com o carisma que possui, vai contagiar o eleitorado”, disse Pires ao blog do Jorge Vieira nesta manhã de terça-feira (24).
Desde que se filiou ao PSD, em uma concorrida solenidade, em Brasília, com as presenças da cúpula nacional do partido, Edivaldo tem recebido em seu escritório políticos caravanas de lideranças políticas do interior do estado, ex-prefeitos, vereadores e líderes comunitários que veem em sua candidatura uma alternativa viável e confiável.
O ex-prefeito, que deixou o comando da capital após dois mandatos com índices de popularidade elevado e aceitação de sua gestão jamais visto em São Luís, é considerado prioridade do PSD, partido com forte representação no Congresso Nacional e, consequentemente com fundo eleitoral e tempo de televisão, prepara extensa agenda de visita aos municípios junto com os líderes estaduais do partido.
Edivaldo faz parte do plano nacional do PSD, legenda comandada pelo ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, que abanou sua ficha de filiação, e deve começar sua pré-campanha ainda em setembro.
“Estou bastante otimista, pois temos um candidato competitivo, carismático e muito querido pela população, um líder que estou tendo o maior prazer em acompanha-lo e apresenta-lo por onde ando, pois só tenho recebido elogios pela a minha escolha”, disse César Pires.