A segunda pesquisa IPEC/ TV Mirante divulgada nesta terça-feira (20) voltou apontar liderança folgada do governador na corrida ao Palácio dos Leões.
Segundo os números da pesquisa estimulada, Carlos Brandão (PSB) tem 41%, Weverton Rocha (PDT) 20%, Lahesio Bonfim (PSC) 16%, Edivaldo Holanda Júnior (PSD) 7%, Enilton Rodrigues (PSOL) 1%, Joas Moraes (DC) 1%, Simplício Araújo (SD) 1%, Frankle Costa (PCB) 1%, Hertz Dias (PSTU) abaixo de 1%, brancos/nulos 5%, não sabe/não respondeu 8%
O levantamento junto ao eleitorado maranhense foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número MA 04923/2022, o grau de confiança é 95% e a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Segundo informou o instituto, foram ouvidas 800 eleitores maranhenses, entre os dias 17 e 20 de setembro.
O resultado da pesquisa foi muito questionado pela campanha do candidato Edivaldo Holanda Junior (PSD). Nas redes sociais, a página da campanha classificou a sondagem do IPEC de fake news e apresentou gráficos da primeira pesquisa divulgada no dia 23 de agosto onde Edivaldo apareceu com 14% empatado com Weverton Rocha 16% e agora colocaram apenas 7% sem que tenha ocorrido nenhum fato relevante que justifique a perda de sete pontos percentuais em menos de um mês.
Mais um grande ato de campanha, desta vez em Rosário, na noite de segunda-feira (19), mostrou o reconhecimento das pessoas ao trabalho do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), candidato à reeleição. O parlamentar sai ainda mais fortalecido com a confirmação do apoio do presidente da Câmara Municipal, vereador Carlos do Remédio, que organizou o evento.No ato, Othelino foi recebido com grande entusiasmo por lideranças locais e populares, durante encontro que lotou o espaço e marcou a renovação da parceria entre os chefes dos Legislativos maranhense e rosariense.“Estamos na reta final de campanha e eu não poderia deixar de vir a Rosário, cidade que muito estimo e quero continuar apoiando com ações por meio do meu mandato parlamentar. Senti de perto o entusiamo dos rosarienses e vou retribuir com muito trabalho para trazer os benefícios que a cidade necessita. Agradeço ao amigo Carlos do Remédio por ter organizado esse belo ato de apoio à nossa reeleição”, disse Othelino.O vereador Carlos do Remédio falou da importância de Othelino continuar na Assembleia.“Ele é muito sensível às nossas demandas e está sempre à disposição para nos atender. Além disso, vai somar ao trabalho do governador Carlos Brandão e de Flávio Dino no Senado”, afirmou.
247 – O publicitário Beto Viana afirmou ter sido contratado pelo site bolsonarista Foco do Brasil para fazer uma pergunta dirigida a Jair Bolsonaro (PL) de maneira que ele pudesse criticar a TV Globo e o então ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta durante o início da da pandemia de Covid-19. De acordo com a Folha de S. Paulo, Viana admite ter sido pago para, no dia 13 de abril de 2020, questionar se o atual ocupante do Palácio do Planalto teria assistido à entrevista de Mandetta ao programa Fantástico, exibida no dia dia anterior: “Eu não assisto a Globo”, disse Bolsonaro na ocasião. Mandetta foi demitido três dias após o vídeo com a resposta viralizar nas redes sociais.
De acordo com a reportagem, Viana diz que foi indicado para ocupar uma vaga no “cercadinho” destinado aos apoiadores de Bolsonaro “por uma pessoa de nome Anderson, do Foco do Brasil, canal bolsonarista criado por Anderson Azevedo Rossi, com 2,9 milhões de inscritos no Youtube”.
“Mensagens de WhatsApp armazenadas no telefone de Viana mostram que, às 8h26 daquele dia, o contato de nome “Anderson Foco do Brasil” mandou mensagens com o texto literal do questionamento e, posteriormente, orientou-o a sempre se fingir de apoiador e buscar não levantar suspeitas de outros repórteres que fazem a cobertura jornalística no local”, destaca o periódico.
No dia 13, após fazer a pergunta, o fotógrafo recebeu R$ 1.100 da conta da “Folha do Brasil Negócios Digitais”, antigo nome do Foco do Brasil. Ainda segundo Viana, a informação era de que o valor seria um adiantamento de um salário mensal, da ordem de R$ 2.000.
Uma outra mensagem aponta que Viana recebeu a promessa de receber uma ajuda mensal de R$ 500 para o aluguel de uma moradia na Vila Planalto, situada nas proximidades do Palácio da Alvorada.
Diante da repercussão do vídeo, ele acabou sendo encaminhado para fazer imagens de manifestações bolsonaristas na Esplanada dos Ministérios. Cerca de um mês depois, foi dispensado da função.
Menos de três meses após o vídeo viralizar, os endereços do site Foco do Brasil foram alvos de mandados de busca e apreensão, em uma operação da Polícia Federal, deflagrada em julho de 2020, no âmbito do inquérito que apura a realização de atos antidemocráticos organizados por bolsonaristas.
Ciente da derrota que sofrerá nas urnas para Flávio Dino na disputa pelo Senado, Roberto Rocha já começa a pensar no seu difícil futuro político. E o principal objetivo agora é aproveitar a votação que ele acha que terá em Balsas para mirar a Prefeitura do município em 2024.Surfando na onda do bolsonarismo, RR prevê que terá uma expressiva quantidade de votos em Balsas, e já começa a se movimentar para retomar a Prefeitura da cidade para sua família, desde que o seu irmão, o enrolado ex-prefeito Rochinha, deixou o comando do município em 2016.Nos bastidores da política maranhense já se fala que Roberto Rocha vai focar os últimos 10 dias da sua moribunda campanha ao Senado na cidade de Balsas, justamente para começar a confrontar o grupo do prefeito Érik visando as eleições de 2024.
Eleito em 2014 com o apoio decisivo do então candidato a governador Flávio Dino (PSB) e dos partidos da aliança que desbancou o grupo Sarney do poder, Roberto Rocha ganhou a pecha de traidor por ter sido eleito pelos partidos do campo popular democrático e se bandeado para a extrema direita bolsonarista.
O governador Carlos Brandão participou do Encontro Empresarial com os Candidatos a Governador, nesta segunda-feira (19). O evento aconteceu no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, focado em temas econômicos, e foi organizado por diversas entidades do setor.No encontro, Carlos Brandão respondeu perguntas sobre incentivos fiscais para o setor privado, turismo, comércio, agronegócio e preparação para o mercado de trabalho.O governador agradeceu a oportunidade e destacou sua experiência. “Quero agradecer pelo convite a todas as entidades que organizaram este momento. Conheço profundamente o estado, nunca tive problemas com os empresários, pelo contrário, sempre tivemos uma excelente relação. O nosso Governo vai continuar com esse compromisso de promover a oportunidade, a geração de emprego e renda e deixar o legado de uma vida melhor para os maranhenses”, afirmou.Brandão garantiu que seu governo irá também buscar formas de fortalecer o investimento privado no empresariado local. “O governo não vai abrir mão de botar numa mesa só empresários e investidores pra que a gente possa garantir a participação das nossas empresas, dando o incentivo fiscal, mas também estabelecendo critérios de oportunidades para os maranhenses”, explicou.O governador também se comprometeu em tornar o Maranhão área livre de febre aftosa sem vacinação e de buscar soluções para o comércio de importados em São Luís. “Vamos conversar com os empresários e os comerciantes para encontrar possíveis saídas. Tem que haver um diálogo, uma conversa, porque sabemos que todos precisam trabalhar”, ponderou.Ao término do evento, as várias entidades empresariais organizadoras entregaram um documento com propostas para o plano de governo de Brandão.
O governador Flávio Dino (PSB), através de sua rede sociais criticou o comportamento eleitoreiro do presidente Jair Bolsonaro (PL) em solo inglês. O chefe do governo brasileiro tem usado sua visita à Inglaterra para o funeral da rainha Elizabeth II para palanque eleitoral, conforme definiu o jornal The Guardian.
“Uma outra Nação em luto pela morte da sua Chefe de Estado. E o ainda chefe de Estado do Brasil vai fazer campanha eleitoral em prédio púbico, em região de alta visibilidade em Londres. Além de ilegal, tal desrespeito causa profundos danos à imagem do Brasil” observou Dino.
Nesta manhã de segunda-feira (19), a caminho so funeral da rainha, Bolsonaro conversou durante cerca de dez minutos com apoiadores e imprensa na calçada da residência oficial do embaixador do Brasil no Reino Unido, Fred Arruda e voltou a atacar o Supremo Tribunal Federal (STF) e proferir ofensas ao ex-presidente Lula.
E sem ter como explicar o uso do funeral da rainha para palanque eleitoral, o presidente encerrou a entrevista e se recusou a responder a respeito do papel de sua viagem à Inglaterra para a sua campanha.
“O que interessa é renda, emprego, padrão de vida para a população, e mostrar quem faz, quem realiza. Essa história de falatório pode impressionar muita gente, mas eu acredito em fatos. Eu olho e vejo os resultados do Governo Lula, por isso estou aqui, com tranquilidade e confiança, por que eu sei o que funciona e o que pode funcionar no Brasil”, declarou Meirelles.
O ex-presidente do Banco Central destacou que analisa fatos e que a política é fundamental. “Na minha vida pessoal e profissional eu sempre me baseei em fatos. Eu acho as opiniões importantes e a política fundamental pois define a vida, em última análise, de todos nós”, completou.
Meirelles elencou os feitos no Governo Lula para justificar seu apoio, como a criação de milhões de empregos, a retirada de milhões de pessoas da pobreza, tirando o país do Mapa da Fome, o “impressionante” crescimento médio da economia de cerca de 4% ao ano, o pagamento da dívida do Brasil em relação ao Fundo Monetário Internacional (FMI), além de ter enfrentando a crise de 2008 de maneira certeira.
“Chegamos a dever 30 bilhões de dólares ao FMI. Pois bem, eu tive a satisfação, enquanto presidente do Banco Central, de assinar o cheque pagando e dando adeus ao FMI, quando o Brasil decretou sua independência financeira e pode fazer aquilo que julgava necessários. Quando o Lula saiu do governo nós deixamos 300 bilhões de dólares em reservas internacionais”, disse.
As reservas internacionais, pontuou Meirelles, deram condições para o Brasil enfrentar situações difíceis na última década e podem servir como base da crise atual.