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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2011

TSE define data e responde perguntas sobre plebiscito no Pará

Durante a sessão administrativa na última quinta-feira (30), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovaram o calendário eleitoral para a realização do plebiscito que decidirá sobre a possibilidade de desmembramento do Estado do Pará e a criação de duas novas Unidades da Federação naquela região: Carajás e Tapajós.

O plebiscito está marcado para o dia 11 de dezembro de 2011, com a abertura das seções eleitorais às 8h e encerramento da votação às 17h.

Os ministros chegaram à conclusão que todos os eleitores do Estado do Pará devem participar do plebiscito, conforme determina o artigo 7º da Lei 9.709/98. De acordo com essa norma, no caso de desmembramento deve ser consultada a população diretamente interessada e, neste caso, entende-se por população diretamente interessada tanto a do território que se pretende desmembrar, quanto a do que sofrerá desmembramento.

Também foram definidas as duas perguntas que serão submetidas aos eleitores:

1 – Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Carajás?

2 – Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Tapajós?

Datas

A primeira data do calendário é dia 2 de setembro, que marca o dia limite para que integrantes da Assembleia Legislativa do Pará, ou ainda da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, se manifestem sobre o interesse de formar frente para defender uma das correntes de pensamento que serão temas do plebiscito. Essa manifestação deverá ser feita perante o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) e as mesmas frentes devem pedir o registro também ao TRE até o dia 12 de setembro.

O cidadão que pretende participar do plebiscito, mas ainda não pediu seu título de eleitor ou transferiu seu domicílio eleitoral, deve tomar essas providências no cartório eleitoral mais próximo até o dia 11 de setembro, três meses antes do plebiscito.

Propaganda

O calendário autoriza a propaganda sobre o plebiscito a partir do dia 13 de setembro, inclusive na internet e com alto falantes e amplificadores de som. Também a partir desta data as pesquisas de opinião pública relativas ao plebiscito deverão ser registradas no TRE-PA. Já a propaganda gratuita no rádio e na televisão, a ser transmitida apenas para o Estado do Pará, terá início no dia 11 de novembro, 30 dias antes do plebiscito.

No dia 23 de novembro o TSE deverá lacrar todos os programas que serão utilizados nas urnas eletrônicas que receberão o voto dos paraenses.

Três dias antes do plebiscito (dia 8) deverão ser realizadas as últimas reuniões públicas e comícios com o fim de fazer propaganda política bem como a divulgação da propaganda gratuita no rádio e na televisão.

Dia 10 de dezembro é o último dia para fazer propaganda por meio de alto falantes ou amplificadores de som. O prazo termina às 22h. Nesse mesmo horário será encerrada a distribuição de material gráfico e a promoção de caminhadas, carreatas, passeatas pelas cidades divulgando mensagens das frentes.

A apuração do resultado começará logo após o término da votação, às 17h.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2011

TSE realizará última sessão do semestre nesta sexta-feira

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, convocou para esta sexta-feira (1º) a sessão de julgamentos que encerrará o primeiro semestre forense de 2011. A sessão ocorrerá às 12h, no plenário do TSE.

Já a sessão de abertura do segundo semestre forense está marcada para as 19h do dia 1º de agosto.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2011

Marina Silva anunciará saída do PV na próxima quinta-feira, em SP

DE SÃO PAULO – Será na próxima quinta-feira, na capital paulista, o ato público que marcará a saída do PV da ex-presidenciável Marina Silva.
 
Ela planejava fazer o anúncio na véspera, mas foi convencida a descansar um dia após viagem à Alemanha.
 
Marina, que ficará sem partido nos próximos meses, já articula a criação de uma nova sigla para concorrer novamente ao Planalto em 2014.
 
A Folha antecipou sua disposição de deixar o PV em março, quando o presidente José Luiz Penna, que comanda a sigla desde 1999, prorrogou seu mandato por mais um ano.
 
A ex-senadora formalizou a decisão depois de três meses de guerra pelo comando da legenda. Ela será acompanhada por aliados como o empresário Guilherme Leal, candidato a vice na chapa presidencial do ano passado.

  • Jorge Vieira
  • 30/jun/2011

Valéria cobra ações do governo contra o avanço do crak no Maranhão

Lenno Edroaldo
Agência Assembleia
Preocupada com o avanço do crack na sociedade maranhense, a deputada Valéria Macedo (PDT) solicitou que o governo do Estado adote medidas e providências administrativas para implementação de políticas de saúde pública no combate ao tráfico do entorpecente e tratamento de dependentes da substância.
A parlamentar argumenta que a droga é uma das mais devastadoras para o ser humano, por causar uma verdadeira devastação não apenas na vida dos dependentes, como também de seus familiares.
“Nenhuma droga danifica o cérebro com tanta rapidez como o crack. O usuário perde completamente o senso de julgamento e a responsabilidade. Fica agressivo, furta, rouba e até mata para comprar as pedras”, justificou. “Causa uma devastação social na vida das famílias, dos pais, mães, amigos e na sociedade como um todo”, acrescentou.
Valéria Macedo sustenta que sem uma adequada política de saúde pública bancada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), não é possível sair dessa tragédia social e humana e afirma que apesar de se tratar de um problema de saúde pública dos mais graves, ainda não há uma coordenação mais efetiva no combate ao crack. “Falta ação administrativa concreta e articulada do governo para enfrentar essa terrível doença social e humana, que considero uma das mais terríveis epidemias do século 21”, justificou.
Dentre as medidas necessárias no combate ao avanço do tráfico de crack, a deputada sugeriu que haja uma parceria entre as secretarias de Saúde e Segurança Pública, assim como o aparelhamento das estruturas de saúde pública com a contratação de psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e médicos, além da disponibilização de medicamentos próprios.

  • Jorge Vieira
  • 30/jun/2011

Estudantes da UFMA denunciam crime de racismo contra africano

Estudantes do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão estão denunciando suposto crime de racismo praticado pelo professor da disciplina Cálculo Vetorial, Cloves Saraiva, contra o estudante de origem africana, Nuhu Ayuba.

Em abaixo assinado enviado a todas as autoridades da instituição, os alunos acusam o processar de humilhar publicamente o estudante com palavras ofensiva ao continente de origem e sugerindo que o mesmo faça clareamento da pele. Leia a baixo a íntegra do manifesto recebido pelo blog.  
Carta-denúncia dos estudantes
Nós, estudantes do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão/UFMA, matriculados na disciplina Cálculo Vetorial, informamos que o professor Cloves Saraiva vem sistematicamente agredindo nosso colega de turma Nuhu Ayuba humilhando-o na frente de todos os alunos da turma. 
Na entrega da primeira nota o professor não anunciou a nota de nenhum outro aluno, apenas a de Nuhu, bradando em voz alta que “tirou uma péssima nota”; por mais de uma vez o professor interpelou nosso colega dizendo que deveria “voltar à África” e que deveria “clarear a sua cor”; em um outro trabalho de sala o professor não corrigiu se limitando a rasurar com a inscrição “está tudo errado” e ainda faz chacota com a pronúncia do nome do colega relacionando com o palavrão “no cu”; disse que o colega é péssimo aluno por que “somos de mundos diferentes” e que “aqui diferente da África somos civilizados” inclusive perguntando “com quantas onças já brigou na África?”. 
Nuhu não retruca nenhuma das agressões e está psicologicamente abalado, motivo pelo qual solicitamos que esta instituição tome as providências que a lei requer para o caso.
Favor divulgar em todas as redes pois o que está acontecendo aqui é comum em outras Instituições.
Cristina Miranda
Coordenadora do CEN/MA

  • Jorge Vieira
  • 30/jun/2011

Embratur pode cancelar convênio de 2,3 milhões com Caxias

O ex-deputado Flávio Dino (PCdoB) mal sentou na cadeira da presidência da Embratur e já começam a aparece os primeiros pepinos envolvendo aliados. A coluna Painel, do Jornal Folha de São Paulo, traz em sua edição de hoje a informação que convênios assinados com vários municípios desde 2009, entre os quais Caxias, deverão ser cancelados. Leia abaixo a íntegra da nota.
“speto de pau –  Desde ontem no comando da Embratur, o ex-deputado Flávio Dino (PC do B) terá atingida, em caso de cancelamento geral dos convênios do Orçamento de 2009, uma emenda destinada à infraestrutura turística -no valor de R$ 2,3 milhões, para Caxias (MA)”.

  • Jorge Vieira
  • 30/jun/2011

Senado cria punição para político que criar novo partido

Regra pode atrapalhar Gilberto Kassab e Marina Silva, que tentam convencer aliados a deixar o DEM e o PV

Mudança prevê fim de brecha nas regras da fidelidade partidária; texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara

GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA

O Senado aprovou ontem uma proposta que ameaça com perda de mandato os políticos que deixarem seus partidos para participar da fundação de outra sigla.

Batizada de “emenda Kassab”, a mudança elimina a principal brecha nas regras de fidelidade partidária instituídas pela Justiça Eleitoral.

A proposta ainda precisa ser aprovada na Câmara para virar lei. Se isso acontecer, a desfiliação para criar uma nova legenda passará a ser considerada “justa causa” para a perda de mandato.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e a ex-senadora Marina Silva devem ser os maiores prejudicados.

Eles tentam convencer aliados a abandonar o DEM e o PV, respectivamente, para acompanhá-los na criação de novos partidos.

O texto também ameaça os mandatos de políticos que deixarem suas legendas durante processo de fusão, que afrontem o programa partidário ou que cometam “grave discriminação pessoal”.

A mudança foi sugerida pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), cujo partido tenta estancar a debandada promovida por Kassab.

REFERENDO
Ontem, a Comissão de Constituição de Justiça do Senado também aprovou o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais. A mudança ainda precisa ser votada em plenário.

A comissão ainda aprovou a realização de um referendo sobre a reforma política, no qual os eleitores seriam convocados a escolher entre votar diretamente nos candidatos ou em listas formuladas pelas direções dos partidos.

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