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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 23/out/2012

Assessores de João de Castelo planejam destruir comitês e colocar a culpa em Edivaldo

A tentativa do candidato João
Castelo criar clima artificial de intranquilidade na cidade, por conta de uma
suposta milícia, está sendo denunciada a Delegada Geral da Polícia Civil do
Estado pela coordenação da coligação Muda São Luís.

Segundo o ofício encaminhado à
delegada, militantes da coligação “Prá Fazer Muito Mais” estariam planejando
destruir os comitês de João Castelo para instalar o clima de terror e levantar
suspeitas sobre o adversário. Abaixo publico a íntegra do ofício assinado pelo
coordenador da campanha, jornalista Márcio Jerry.

  • Jorge Vieira
  • 23/out/2012

Edivaldo faz Castelo engolir denúncia no debate

O candidato João Castelo (PSDB) revelou-se nervoso e
arrogante no debate da Radio Mirante nesta manhã de terça-feira (23).Tentou emparedar Edivaldo Holanda Júnior e foi desmascarado em sua tentativa de transformar a eleição em palco de guerra.
Sua única preocupação foi tentar extrair do candidato
Edivaldo Holanda Júnior a confissão sobre a organização de uma suposta milícia
para atuar na reta final da eleição.
Segundo João Castelo, a população de São Luís está
aterrorizada com e como medo de votar por conta da tal milícia que apoiaria
Edivaldo.  
O prefeito revelou tanto desespero com a eminente derrota
que chegou a afirmar que visitou a zona rural e viu lá eleitores aterrorizados
e com medo de ir às urnas no próximo domingo.
Ele mesmo teve a cara de pau de afirmar que está
“aterrorizado com o clima de violência preparado pela campanha de Edivaldo”.
Quanta mentira saída da boca de um homem com mais 70 anos e
de quem se esperaria respeito com os ouvintes que acompanharam o debate.
Que clima de violência existe em São Luís candidato João
Castelo? Violenta é sua campanha, que  vem fazendo ataques virulentos e mentirosos
contra o adversário.
E foi com histórico de truculência e arrogância que se
portou no debate. Todas as perguntas de Edivaldo eram respondias com ar
deboche, quase sempre antecedido por um “ele não sabe o que fala”, mas nada respondia do que se espera de uma autoridade.
Na prática, Castelo  acabou revelando não saber nada do que se
passa na prefeitura, pois era confrontados com dados e fugia das perguntas em
discussão para falar da tal milícia.
Num dado momento chegou a confessar que estava com medo que
apareça um Bin Laden no dia da eleição e promova um festival de violência.
Quanta ingenuidade do senhor prefeito achar que a população
é tão neófita ao ponto de acreditar em qualquer história contada na véspera da
eleição.
Castelo, na realidade, tenta reinventar o caso Reis Pacheco,
aquela história inventada pelo senador José Sarney na véspera de eleição de
1994 para evitar a derrota de Roseana para Cafeteira.
Cafeteira ganhou o pleito por uma diferença de 78 mil votos,
mas o TRE, o velho TRE de guerra, conseguiu transformar 100 mil votos brancos em válidos para
Roseana. Foi desta forma que o velho oligarca conseguiu instalar sua filha no
Palácio dos Leões.
Só para avivar a memória, Reis Pacheco era funcionário da
Companhia Vale do Rio Doce quando se envolveu num acidente que vitimou o sogro
do governador Epitácio Cafeteira, Hilton Rodrigues, e foi embora do Maranhão.
Sarney inventou que Cafeteira tinha mandado matar Reis
Pacheco e fez o maior drama numa entrevista concedida a TV Mirante, igualzinho o que Castelo tentou fazer hoje na Rádio Mirante.
Vendo o barco afundar com ele no comando, Castelo
apela e tenta criar clima de violência que não existe. Em determinado momento do
debate chegou ao cúmulo de afirmar que “o povo de São Luís está em polvorosa”.
Acredito, no entanto, que ele e somente ele e seus asseclas
estejam de fato apavorados, com muito medo, mas não por conta de terror que não
existe, mas por conta da derrota que se aproxima. 

Edivaldo explicou aos ouvintes que esteve numa reunião da qual participaram militares e seus familiares, agradeceu o apoio e se retirou. Ele garantiu que o vídeo é uma edição grosseira de uma fraude e que a verdade vai prevalecer.

  • Jorge Vieira
  • 23/out/2012

João Castelo faz teatro sobre suposta milícia

Castelo e Roseana: armações ilimitadas
Truculento, arrogante e péssimo
perdedor, João Castelo foi ao Tribunal Regional Eleitoral na tarde de ontem (22)
pedir o reforço de tropas federais para fazer a segurança da eleição como se
São Luís vivesse em clima guerra, por conta da sucessão.
Ao contrário do que deixar transparacer, nenhum incidente grave envolvendo
campanhas eleitorais foi registrado desde o início do primeiro turno. Pelos
dados da Polícia menos de vinte ocorrências aconteceram ao longo da votação no
dia sete de outubro.
O prefeito João Castelo e sua
coligação, na verdade, sabem perfeitamente que a cidade não se deixou envolver
nas baixarias da coligação “Pra Fazer Muito Mais” no horário eleitoral e muito
menos se mostra disposta a participar do pleito como se fosse uma rinha.
O que o prefeito quer, na
prática, é atingir a campanha do adversário Edivaldo Holanda Júnior na
esperança de evitar novamente a humilhante derrota sofrida no primeiro turno ao tentar
transformar uma reunião de apoio ao candidato em suposta formação de milícia.
Segundo a nota emitida pelos
policiais Jean Marry e Márcio Leal, que participaram do evento com seus
familiares, “é um absurdo inaceitável querer caracterizar esta iniciativa como
destinada a organização de uma milícia a qualquer candidato”.
Os Policiais Civis, Militares e
do Corpo de Bombeiros são cidadãos com direitos garantidos na Constituição e
podem reunir, formar comitê e apoiar o candidato de sua preferência sem ter que
dar satisfação a superiores já que reuniram fora do horário de trabalho.
O que chama a atenção neste fato
montado para tentar reverter um quadro praticamente irreversível, é a
velocidade com que a campanha de João Castelo postou o vídeo. A mentira foi plantada
na coluna do jornalista Reinaldo Azevedo pela manhã e ao meio dia já estava no
horário da propaganda eleitoral. Até parece que estavam combinados.
Tudo indica que estavam apenas
esperando a publicação da molecagem para levar ao ar na esperança de atingir a
candidatura Edivaldo Holanda, um jovem sério, comprometido com as lutas do povo
ludovicense e que inspira confiança da população.
A história de vida de Edivaldo
Holanda Júnior é muito diferente da João Castelo, um político ultrapassado,
fora de tempo e truculento. Foi governador biônico feito pelas mãos do senador
José Sarney (PMDB-AP) e  mandou a Polícia Militar agredir a
população e os estudantes que lutaram pelo benefício da meia passagem.
Castelo não tem apoio popular
porque foi e está sendo um péssimo prefeito, sua barca está afundando e nestas
ocasiões, como diria um amigo meu jornalista, “pra quem está se afogando,
jacaré é tronco”. 
Mas o teatro não seria completo sem a participação da governadora. Além de mandar prender os líderes do movimento a favor de Edivaldo, ainda liberou seus auxiliares na Polícia Militar para dar declarações no horário eleitoral de João Castelo condenando o ato e ameaçando punições.

  • Jorge Vieira
  • 23/out/2012

Prisão política: Para beneficiar Castelo, Roseana manda prender Cabo Campos

Cabo Campos foi candidato a vice de Eliziane

Ex-candidato
a vice do PPS, Cabo Campos, foi preso pela Polícia Militar do Maranhão.
Candidato a vice-prefeito na chapa da deputada estadual Eliziane Gama (PPS),
Cabo Campos foi detido pela Polícia Militar após declarar apoio ao candidato de
oposição a João Castelo (PSDB), atual prefeito de São Luís. A prisão política
pode ter acontecido pela aliança entre Castelo e Sarney.

 

Ao lado
de familiares, lideranças comunitárias e de outros policiais militares, civis e
bombeiros, Cabo Campos participava de uma reunião em manifesto apoio a
Edivaldo. Depois da “revelação” do vídeo, o ex-candidato do PPS foi preso no
início da noite de hoje (22). Não há informações sobre o motivo da prisão.
Diante da
falta de informações da Polícia Militar, supõe-se que o ex-candidato foi preso
por participar de um evento em apoio ao candidato Edivaldo Holanda Júnior. O
vídeo, postado no youtube e usado pela campanha de João Castelo com a
nomenclatura “Milícia 36”.
Na
verdade, é clara a ligação cada vez mais estreita entre João Castelo e a
governadora Roseana Sarney (PMDB) nessas eleições. Chefa da PM, a governadora
pediu a prisão dos policiais para beneficiar seu aliado Castelo e instaurar um
clima de tensão na cidade, com uma suposta formação de uma suposta organização.
Também na
noite de hoje, a juíza Luíza Nepomuceno impediu a divulgação do vídeos. Os
militares presentes na reunião lançaram também lançaram nota em que esclarecem
os motivos da reunião.
“Temos o
direito de nos manifestar politicamente, respeitando a lei. O vídeo divulgado
apresenta trechos de forma descontextualizada para distorcer a real intenção da
reunião e dos discursos feitos. Utilizamos expressões próprias ao nosso dia a
dia e nos referimos a missão secreta que é o singelo trabalho de apoio ao
candidato, visitando as famílias de nossos colegas para pedir votos.”

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

Justiça suspende vídeo montado contra Edivaldo

A Juíza Luiza Neponucena acaba de conceder liminar suspendendo a veiculação do vídeo montado para prejudicar a candidatura do candidato Edivaldo Holanda Júnior.

A coligação “Prá Fazer Muito Mais”, do candidato João Castelo, não poderá apresentar a fraude no horário da propaganda eleitoral.

Plantaram nesta manhã na coluna do jornalista Reinaldo Azevedo, de Veja.com, e depois espelharam pela internet um vídeo em que Edivaldo Holanda aparece dando suposto apoio a uma tal de “milícia 36”.

Por tratar-se de um montagem grosseira, a justiça decidiu mandar retirar da internet e da propaganda eleitoral do candidato João Castelo a fraude contra Edivaldo.  
  

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

Edivaldo faz caminhada pela paz nesta terça 23

Edivaldo Holanda
Júnior realiza uma grande caminhada pela paz na manhã desta terça (23), a
partir das 11 horas. Saindo da Praça João Lisboa, o candidato e seus apoiadores
vão marchar pela paz e pela verdade no processo eleitoral, no segundo turno das
eleições de São Luís, que acontecerão no próximo domingo (28).

Para evitar compra
de votos e boca de urna durante o segundo turno, Edivaldo pediu ao Tribunal
Regional Eleitoral (TRE-MA) a presença das forças federais no dia 28.
 Durante todo o segundo turno, o candidato e sua família foram alvo de
ataques e ofensas inverídicas.
A grande caminhada
pela paz é mais um ato da campanha limpa e sem agressões que Edivaldo vem
realizando nos últimos meses. A caminhada deve reunir toda a população ao
lado de lideranças de oposição a João Castelo (PSDB) e Roseana Sarney (PMDB).
Diante de ataques e
ofensas, Edivaldo pede presença da forças federais no 2º turno
Edivaldo Holanda
Júnior pediu a presença das forças federais no segundo turno de São Luís, em
requerimento entregue à presidenta do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão
(TRE-MA), desembargadora Anildes Cruz, na tarde desta segunda (22).
O pedido foi feito
a fim de impedir as bocas de urna e compra de votos e garantir paz e ordem às
eleições, tendo em vista os ataques inverídicos que circulam na televisão,
rádio e internet, agredindo Edivaldo Holanda Júnior e seus familiares, durante
a campanha de segundo turno.
Acompanhado dos
apoiadores Flávio Dino (PCdoB), Bira do Pindaré (PT), Marcelo Tavares (PSB),
Othelino Neto (PPS), Simplício Araújo (PPS) e Rubens Júnior (PCdoB), Edivaldo
protocolou o requerimento e se reuniu com a presidenta do TRE-MA para falar
sobre o assunto.
Na saída, Edivaldo afirmou:
“Nós viemos aqui entregar este requerimento para garantir a paz durante as
eleições do segundo turno e impedir a compra de votos por parte do adversário.
Isso é apenas a continuidade da campanha limpa e sem agressões que estamos
fazendo desde o primeiro turno”.
Edivaldo confirmou
presença nos próximos debates e falou a respeito de um vídeo
apresentado por João Castelo, que junta imagens momentos diferentes,
deturpando a verdade com a clara edição dos fatos no vídeo.
“Esse vídeo é um
absurdo, uma montagem grosseira e com mentiras. Eu me reuni com militares,
bombeiros, familiares e parte da comunidade para falar de política, das nossas
propostas para São Luís e nada mais. O vídeo foi divulgado na internet, mas o
nosso adversário colocou a digital ao usar o vídeo em seu programa,” explicou
Edivaldo.
A coligação Muda
São Luís já pediu à Justiça o direito de resposta, a perícia do vídeo e
investigação sobre quem foi o autor da montagem.

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

No tapetão: juiz e filho de secretário de Roseana Sarney veta veiculação de pesquisa desfavorável a candidato do clã

Ligações delicadas

A
vida não anda mesmo fácil para os institutos de pesquisa. Mas nem
sempre a escorregada é deles. A pedido do prefeito e candidato à
reeleição, o tucano João Castelo, o TRE do Maranhão suspendeu a
divulgação de uma pesquisa de intenção de voto para a prefeitura de São
Luis feita pelo DataM, do jornal O Imparcial. Até aí, beleza, está no papel dele.
Estaria,
se o juiz responsável pela decisão não fosse Sérgio Muniz. O magistrado
é filho do secretário-adjunto da Casa Civil do governo Roseana Sarney,
Antonio José Muniz. O clã Sarney, embora tenha declarado publicamente
ter optado pela neutralidade, apoia Castelo, que vem aparecendo
constantemente atrás do adversário, Edivaldo de Holanda (PTC), nos
levantamentos do DataM.
O instituto foi um dos poucos a acertar o resultado do primeiro turno, quando cravou Edivaldo à frente de Castelo.

Por Lauro Jardim

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