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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Calheiros no Senado, Alves na Câmara e o Congresso no lixo

Por Reinaldo Azevedo

Ezra
Pound dizia que os poetas são as antenas da raça. Entendo que os,
digamos, artistas do regime são, então, as antenas do regime. Não faz
muito tempo, o músico Wagner Tiso, comentando o lulo-petismo, se disse
preocupado com resultados, não com a ética. O ator Paulo Betti defendeu a
necessidade de se “enfiar a mão na merda” para governar. A era
lulo-petista viverá, em breve, dois capítulos que recendem à ética
bettiana e reafirmam o realismo tisiano. Quando Renan Calheiros e
Henrique Eduardo Alves, ambos do PMDB, se sagrarem, respectivamente,
presidentes do Senado e da Câmara, Betti e Tiso terão motivos para
comemorar. Antenas.

Abaixo, há
uma sequência de posts com uma pequena amostra da obra recente desses
dois patriotas, como se não bastasse a folha corrida de atos pregressos.
Para funções tão importantes da República, o PMDB pode não ter escalado
os seus melhores homens, mas certamente indicou os mais influentes,
aqueles que representam, por assim dizer, o sumo e a súmula moral do
partido.
Henrique
Eduardo Alves, na sua campanha eleitoral, percorre o país a bordo de um
jatinho emprestado por um colega de bancada, o deputado Newton Cardoso
(PMDB-MG), o famoso Newtão, ex-governador de Minas que encontrou tempo
para se tornar bilionário mesmo sendo político. “Ou por causa”, intuirão
os leitores mais desconfiados. Em tempo: Newtão não incluiu o avião
entre os seus bens na declaração entregue ao TSE porque diz que o
aparelho está arrendado. Certo. Ele tem dinheiro para comprar uma frota…
O aparelho é só o seu pecado com asas.
A
empreiteira para a qual Alves direcionou algumas de suas emendas é uma
casa de periferia guardada por um bode. E isso, meus caros, não é
metáfora nem trecho de alguma obra de realismo mágico, subgênero
literário que encontrou na América Latina ambiente propício ao pleno
florescimento. O surrealismo não precisa ser imaginado. Está nas coisas.
Há mesmo um bode na tal casa. Só não está lá a empreiteira que recebeu a
bufunfa. O dono da empresa era, até a semana passada, um seu assessor. O
homem achou melhor se demitir.
Os Renans,
o pai e o filho, que é deputado federal, não conseguem explicar a
questão quântica que envolve a família e a propriedade de algumas
rádios, que, a um só tempo, são e não são do clã. Tudo depende do modo
como se olhe a coisa e dos documentos que são consultados.
Em 2007,
Calheiros teve de renunciar à Presidência do Senado porque ficou claro
que uma empreiteira pagava a pensão de um filho que ele teve fora do
casamento. Homem ético, cuidadoso com as palavras, ao se referir ao
episódio e ao período em que a amante estava grávida, ele dizia sempre
“a gestante”, deixando claro que é um político de sangue-frio e que
consegue manter o devido distanciamento crítico entre a Presidência do
Congresso e as folias de alcova… Seus pares se negaram a cassar seu
mandato.
Menos de
seis anos depois, eis Calheiros, mais uma vez, como o primeiro da fila
na sucessão ao Senado, candidato a dar sequência à gestão de José
Sarney, o Nosferatu que confere ao PMDB o senso muito aguçado de
eternidade que tem o partido.
É evidente
que essa gente não chegou agora à política. Alves já foi da base de
apoio de FHC, e Renan chegou a ser ministro da Justiça na gestão tucana.
Os fatalistas, quem sabe convencidos por Betti e Tiso, dizem que o
“Presidencialismo de coalizão” obriga a essas coisas… É besteira. Já
tratei desse assunto em outras oportunidades e não vou entrar no mérito
agora. Volto ao ponto: os petistas não inventaram esses caras, mas
permitiram que alcançassem altitudes inéditas. Encontram no pragmatismo à
moda peemedebista o instrumento necessário à consolidação de sua
hegemonia.
Também em
nome do realismo, as oposições, em especial o PSDB, buscarão uma
composição com esses valentes, porque a resistência poderia lhes custar
não participar da mesa diretora das respectivas Casas. Seria esse um
risco a correr? Seria, sim, desde que houvesse alguma interlocução com a
sociedade e um discurso. Mas não há. Vai, uma vez mais, se enrolar no
administrativismo e articular um de seus muitos silêncios.
Quando
alguns vigaristas acusam uma parcela da imprensa de ser o verdadeiro
partido de oposição do país, não deixa de haver certa verdade no que
dizem. Oposição à safadeza, à sem-vergonhice e à sem-cerimônia com que a
política brasileira enfia a mão naquela metáfora de Paulo Betti.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Carnaval sem passarela: São Luís agradece o fim do desperdício de dinheiro público

Esperei que todo mundo se pronunciasse a respeito
da decisão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior em suspender a construção da
passarela para o desfile das Escolas de Samba e a destinação de 50% dos
recursos do Carnaval para a saúde de São Luís, para poder dar minha opinião
sobre o assunto.

Apesar de gostar muito da folia de Momo, tenho absoluta
convicção que a grande maioria dos cidadãos ludovicenses apoiou a iniciativa da
Prefeitura de São Luís em acabar com o este paternalismo que só serve para
encher bolso de dono Escola de Samba e Blocos Tradicionais em época de
Carnaval.   

O mais curioso de tudo é a arrogância daqueles que
afirmam que só colocam as brincadeiras na rua se a prefeitura pagar. Ora, me
compre uma carrada de bode seu bando de mercenários carnavalescos de
mentirinha. Como pode o município fazer festa com os hospitais sem medicamentos,
estudantes fora da sala de aula e com outros setores essenciais transformados em
caos?

Qual a importância que esse desfile de imitação de
Escolas de Samba do Rio de Janeiro tem para a cidade? Alguém já teve a preocupação
de observar que a tal passarela do samba, no Anel Viário, só tem público no
domingo de madrugada quando a Favela do Samba, Turma do Quinto e Flor do Samba
se apresentam?

Será que vale a penas gastar tanto dinheiro público, volto a repetir,
para ver apenas três imitações de Escola de Samba do Rio de Janeiro desfilar
com seus carros alegóricos caindo os pedaços na avenida? A população não merece
isso.  

Adoro os Blocos Tradicionais, sim, mas da forma que
eles brincavam, quando iam para as ruas de livre e espontânea vontade, apenas
pelo prazer da diversão, até porque as fantasias são pagar pelos brincantes, porém,
depois que confinaram eles à passarela, basta olhar para as arquibancadas vazias
para observar a falta de interesse do público.  

Nasci vendo esses  maravilhosos blocos e as Escolas de Samba com nosso rítimo desfilando pelas ruas da cidade, sem compromisso com títulos, apenas pelo prazer dos brincantes desfilarem com seus estandartes. Pouca coisa ainda resta deste tempo não muito distante, apenas os blocos continuam como antes, porém na Escolas de Samba trocaram os tambores de mão feito com pele de animal por repique, caixa, tarol, tamborim e sudão de naylon. Para que a imitação ficasse mais parecida com o original, aceleraram o rítimo e perderam a identidade cultural.  


Na minha opinião, está correta a decisão do
prefeito em cuidar dos problemas mais urgentes da cidade. Como pode esses
dirigentes de Escolas de Samba quererem obrigar a
prefeitura a doar dinheiro para eles quando enfermos estão morrendo nos hospitais
de urgências e emergência por falta de medicamentos? É muita cara de pau, uma verdadeira falta de respeito com a população. 

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Prefeito e presidente da Câmara defendem pacto por São Luís

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, recebeu, na manhã desta quarta-feira (16), em seu gabinete no Palácio La Ravardière, o presidente da Câmara Municipal de São Luís, Isaías Pereirinha. Durante a visita institucional realizada pelo chefe do Legislativo municipal, Edivaldo ressaltou a importância da construção de um relacionamento de diálogo permanente e respeito entre os dois poderes.

“Fui vereador por dois mandatos e sei da importância da Câmara Municipal, de tal forma que queremos conduzir uma relação de forma correta, respeitosa e de diálogo com aquela Casa, com o objetivo comum que é o bem da nossa cidade’, declarou Edivaldo.

Em nome dos 31 vereadores eleitos, o presidente Isaías Pereirinha, que estava acompanhado de assessores, parabenizou o prefeito pelo gesto e defendeu a parceria institucional entre os dois poderes.

“Vamos ajudá-lo a administrar a cidade, ressaltando a independência dos poderes. Temos agora, passada as eleições, que descer do palanque, calçar as sandálias da humildade e trabalhar juntos por São Luís. Não haverá, portanto, revanchismos da nossa parte e da Câmara”, afirmou Pereirinha.

Um dos assuntos colocados em pauta na audiência foi a construção da nova sede da Câmara Municipal. O prefeito assegurou apoio na execução do projeto. “O processo está em andamento e iremos ajudar a dar prosseguimento a essa ação”, garantiu o chefe do Executivo municipal.

Ao final da visita, que durou cerca de uma hora, o prefeito Edivaldo agradeceu a predisposição de cooperação demonstrada pelo presidente da Câmara e conclamou a todos a se engajarem na proposta de pacto por São Luís.

“Precisamos todos dar as mãos, fazer um pacto por São Luís. Para tanto, pedimos de antemão o apoio dos 31 vereadores, que são pessoas sérias, competentes, comprometidas, eleitas democraticamente pela vontade soberana da população e que, com certeza, irão colaborar na reconstrução da nossa cidade”, disse Edivaldo.

Também participaram do encontro os secretários Osmar Filho (Assuntos Políticos) e Márcio Jerry (Comunicação).

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Estão abertas as inscrições para o Prouni

As inscrições para o Prouni (Programa Universidade para Todos) do primeiro semestre de 2013 já podem ser realizadas pelo site www.siteprouni.mec.gov.br. O cadastro pode ser feito até as 23h59 da próxima segunda-feira (21).

Segundo o MEC (Ministério da Educação), o sistema oferece 162.329
bolsas: são 108.686 bolsas integrais e 53.643 parciais (50% da
mensalidade) – confira a oferta por instituição, curso ou município aqui

Para concorrer às bolsas de estudo, o aluno precisa ter feito o Enem
(Exame Nacional do Ensino Médio) 2012, alcançado o mínimo de 450 pontos e
não pode ter zerado a redação. Para o cadastro, o aluno deve informar o
número de inscrição e senha do Enem 2012 e o número do CPF (Cadastro de
Pessoa Física).

 

Segundo o MEC, todas as instituições participantes do Prouni devem
oferecer acesso gratuito à internet para os candidatos que desejarem se
inscrever. Haverá reserva de vagas para candidatos com deficiência e
também para os autodeclarados indígenas, pardos ou pretos.

Durante o período de inscrição, o candidato poderá alterar suas opções.
O sistema irá considerar válida a última inscrição confirmada. Uma vez
por dia, a partir do segundo dia de inscrição, o sistema mostrará a nota
de corte (menor nota para ficar entre os potencialmente
pré-selecionados) para cada curso com base no número de bolsas
disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por
modalidade de concorrência. 

Podem participar do Prouni estudantes que fizeram o ensino médio
integralmente em escola pública ou que tenham sido bolsistas em
instituição de ensino particular, também de forma integral. 


Professores da rede pública em efetivo exercício do magistério da
educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de
instituição pública, estão dispensados do requisito de renda,
exclusivamente para bolsas em cursos de licenciatura. 


O programa oferece bolsas de estudo integrais – para estudantes com
renda per capita familiar de até 1,5 salário mínimo por mês – e parciais
de 50% – para estudantes com renda de até 3 salários mínimos por
pessoa.


Os candidatos não podem possuir outro diploma de ensino superior nem estar matriculados em nenhuma faculdade.


Na seleção, os candidatos poderão escolher até duas opções de curso em
instituições de ensino superior conveniadas de todo o país. Os
interessados que tiverem as maiores notas em cada curso levam a vaga.
Caso um estudante não tenha nota suficiente para preencher a sua
primeira opção de curso, ele passa a concorrer à segunda opção, e assim
sucessivamente.

Calendário

O processo terá duas chamadas de aprovados: no dia 24 de janeiro e 8 de
fevereiro. Segundo a portaria, “o estudante pré-selecionado deverá
comparecer à respectiva IES [instituição de ensino superior] para
aferição das informações prestadas em sua ficha de inscrição e eventual
participação em processo seletivo próprio da IES, quando for o caso”. As
datas para comprovação são as seguintes:

  • Primeira chamada: 24 a 31 de janeiro
  • Segunda chamada: 8 a 19 de fevereiro

Os estudantes que não forem aprovados em nenhuma das duas chamadas
poderão manifestar interesse em participar da lista de espera nos dias
24 e 25 de fevereiro. Também serão efetuadas duas convocações da lista
de espera. 

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

STF nega liminar em novo mandado se segurança sobre veto dos roaylties

A briga pelos royalties do petróleo continua

O
presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo
Lewandowski, negou a liminar requerida no Mandado de Segurança (MS) 31832,
impetrado por três parlamentares do Espírito Santo para impedir que o Congresso
Nacional delibere sobre o veto parcial da presidenta Dilma Rousseff ao Projeto
de Lei 2.565/2011, que deu origem à Lei 12.734/2012 (que trata das novas regras
de partilha de royalties devidos em função da exploração de petróleo), bem
como dos demais três mil vetos que estão pendentes de apreciação, até que
seja designada Comissão Mista para relatar e estabelecer calendário
de tramitação para cada um dos vetos.

No
mandado de segurança, o senador Magno Malta (PR) e as deputadas Sueli Vidigal
(PDT) e Lauriete Pinto (PSC) afirmam que, após a liminar deferida pelo ministro
Luiz Fux no Mandado de Segurança (MS) 31816, que impediu o exame do veto dos
royalties antes da apreciação dos três mil vetos pendentes, foi engendrado um
“verdadeiro contorcionismo” para colocar a questão dos royalties em votação,
consistente na análise dos três mil vetos pendentes em uma só sessão,
revelando-se a “manobra” um “escancarado estelionato regimental”. A votação,
entretanto, acabou não ocorrendo.

Em
sua decisão, o ministro Lewandowski afirma que “o regime republicano partilha o
poder, de forma horizontal, entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário,
que ‘independentes e harmônicos entre si’ (artigo 2º da Constituição)” e invoca
“remansosa jurisprudência” do STF no sentido de que as matérias relativas à
interpretação de normas regimentais do Congresso Nacional revestem-se de
natureza interna corporis, ou seja, devem ser resolvidas exclusivamente
no âmbito do Poder Legislativo.

“Em
um primeiro exame, o ato impugnado nesta ação mandamental cinge-se ao conflito
interpretativo de normas regimentais do Congresso Nacional, de cunho interna
corporis
, que escapam, pois, ao arbítrio do Judiciário”, afirmou o ministro
Lewandowski. O presidente em exercício do STF esclareceu que o ato impugnado
neste mandado de segurança não foi objeto do mandado de segurança relatado pelo
ministro Fux (cuja liminar foi deferida em 17/12/2012), “uma vez que a referida
decisão não cuidou do ato de colocar em votação, em ordem cronológica, todos os
vetos pendentes no âmbito do Congresso Nacional, em sessão conjunta”.

  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2013

Maldita herança castelista: Material escolar é abandonado dentro de depósito em São Luís

No local, havia livros, milhares de uniformes e ônibus escolares novos.
Boa parte dos objetos estão estragando.

Alex Barbosa 
São Luís

A equipe do JH flagrou o descaso com o material escolar no depósito da Secretaria Municipal de Educação de São Luís. São 300 mil livros, milhares de uniformes completos – com camisa, calção, tênis e mochilas, ônibus escolares novinhos e uma montanha de equipamentos que poderiam ser usados pelos alunos e estão estragando, debaixo de sol e chuva.

Clique AQUI e acompanhe a reportagem do Jornal Hoje

Do lado de fora do local, estão ônibus escolares comprados com dinheiro de um programa federal, que chegaram novos dois anos atrás, mas nunca foram colocados em circulação. Uma funcionária conta que até novembro os veículos sequer tinham sido emplacados.

Dentro do depósito, mais desperdício: uma grande quantidade de papel crepom, item bastante usado nas escolas, comprados em 2011. Mesas, que deveriam estar montadas nas escolas, já não prestam mais, pois sofreram os efeitos do tempo. Há ainda uma remessa de 300 mil livros didáticos, comprados há dois anos e que nunca chegaram para os alunos. Muitos deles, já estão com cupim.

No depósito há infiltrações e casas de cupim por toda parte. O material didático, que não foi distribuído, também já estragou. Assim como produtos de limpeza e centenas de tubos de cola, que passaram do prazo de validade. O estoque de réguas já está com teias de aranha.

O depósito não tem circulação de ar e está longe de ser o lugar ideal para armazenar ventiladores novos, mesas para refeitório e computadores, que também estão guardados no local. As 16 mil mochilas e os conjuntos de uniformes, comprados no início do ano passado e nunca distribuídos, também correm o risco de virar lixo.

No ano passado, os alunos sentiram os efeitos da falta de estrutura na educação municipal. As aulas só começaram no segundo semestre porque os professores entraram em greve e as escolas precisavam de reformas. Até agora, o ano letivo de 2012 ainda não terminou.

“Agora o que tem que fazer naturalmente é uma checagem de todo esse material e, a partir de então, podemos dar um diagnóstico se esse material didaticamente é o melhor a ser utilizado ou se foi comprado de uma forma mal planejada. Isso tudo vai ser analisado a partir de agora”, justifica Carlos Eduardo Pacheco, superintendente de administração da Secretaria Municipal de Educação.

Segundo o Ministério da Educação, a responsabilidade pelo uso dos veículos e dos livros é da prefeitura. O MEC apura as denúncias e pode encaminhar o caso ao Ministério Público Federal. O ex-prefeito e o ex-secretário de educação de São Luís não foram encontrados.

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