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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 28/jul/2013

Fundação Sarney é alvo de investigação

REYNALDO
TUROLLO JR.

ENVIADO ESPECIAL A SÃO LUÍS
A fundação criada pelo governo do
Maranhão para preservar a memória do senador José Sarney (PMDB-AP) como
presidente da República vive hoje numa espécie de “limbo
institucional”: o acervo está sob os cuidados de servidores públicos, mas
continua ligado à entidade privada original, a Fundação Sarney.
A Promotoria investiga o caso e
já aponta irregularidades porque a antiga fundação -criada pelo ex-presidente
em 1990- não foi liquidada, exigência legal para que pudesse transferir seus
bens à nova fundação, pública.
Enquanto isso, a passagem da
fundação privada para a pública -iniciada em 2011 pelo governo Roseana Sarney
(PMDB)- elevou os gastos do órgão com pessoal em 187% e fez o número de funcionários
dobrar, de 22 para 44, todos indicados sem concurso.
Segundo o Ministério Público, o
inventário do acervo, outra exigência legal, nunca foi feito, e ninguém sabe ao
certo o que há no Convento das Mercês, sede da fundação, prédio erguido em 1654
e hoje o mais suntuoso do centro histórico de São Luís.

Editoria de Arte/Folhapress

PINTURAS
Entre obras de arte,
condecorações, livros e objetos acumulados por Sarney ao longo de sua vida
pública há uma série de pinturas que retrata o político, familiares e aliados
como padres, freiras e apóstolos. A coleção, com cerca de 30 quadros, está em
uma sala fechada à visitação.
De acordo com a Promotoria, os
bens e o acervo da nova Fundação da Memória Republicana, incluindo as telas
religiosas, estão nesse “limbo”: sob tutela pública, mas ligados à
fundação privada.
“Considera-se [a situação]
uma irregularidade. Adotaremos providências após auditoria”, diz o
promotor Paulo Avelar. “Sem inventário há muita dificuldade de detectar o
real patrimônio da fundação. Está tudo obscuro. Exemplo: tínhamos lá tantas
telas. Hoje não sabemos se estão lá porque não tinha registro.”
No centro da sala
“secreta” em que estão os quadros religiosos há uma mesa de reuniões,
circundada pelas imagens. Sarney é retratado como cônego (padre). Sua mulher,
Marly, como freira.
Roseana aparece como membro de
irmandade, levando a faixa de governadora. Os outros filhos do senador, Sarney
Filho e Fernando, aparentam estar de apóstolo e discípulo. O ministro
maranhense Edison Lobão (Minas e Energia) aparece de hábito religioso.
A direção da fundação não
informou qual é o valor repassado pela Secretaria da Educação, por ano, para
manter a entidade. Em 2012, o governo remanejou R$ 1,5 milhão da Secretaria da
Cultura para a fundação.
SEM
CONTABILIDADE
A polêmica em torno da Fundação
José Sarney começou em 2011, ano em que a entidade privada iniciou processo de
extinção, argumentando não ter mais recursos.
Para absorver o acervo que seria
deixado e passar a mantê-lo com verbas do Estado foi criada, então, a Fundação
da Memória Republicana.
A lei que a instituiu foi
sancionada por Roseana em meio a críticas da oposição. Agora, a Promotoria diz
que as irregularidades na liquidação do antigo órgão comprometem a existência
do novo.
A liquidação está inviabilizada
porque a Fundação Sarney não apresentou balanços contábeis de 2010 a 2012 e
doou imóveis de forma irregular, entre outros pontos apontados pela Promotoria.
O Ministério Público deverá
começar uma auditoria nos bens e no acervo da fundação em até 30 dias.

  • Jorge Vieira
  • 28/jul/2013

Cassação de Roseana: José Reinaldo vai representar contra Gurgel no CNMP

Jornal Pequeno
Ex-governador José Reinaldo Tavares
No
próximo dia 10 de agosto completa exatamente um ano que o Procurador-geral da
República, Roberto Monteiro Gurgel, avocou para si o recurso contra expedição
de diploma (RCED) nº 809, proposto pelo ex-governador José Reinaldo, que pede a
cassação do mandato de Roseana Sarney por abuso de poder político e econômico nas
eleições de 2010. Consta da denúncia que a governadora teria gasto recursos
públicos na ordem de mais de um bilhão de reais em convênios eleitoreiros
feitos às vésperas da eleição. Assinam o processo os advogados Rodrigo Lago e
Rubens Pereira Junior.
Ouvido pela reportagem do Jornal Pequeno, o
ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) disse: “a grande dúvida é saber se
Gurgel deixará para seu sucessor o caso, ou se completará o serviço, dando um
parecer favorável para salvar o mandato de Roseana Sarney”. Disse ainda o
ex-governador que tão logo termine o mandato de Roberto Gurgel, no próximo dia
15 de agosto, ingressará com um procedimento junto ao Conselho Nacional do
Ministério Público, CNMP, para investigar a conduta do procurador.
O mandato de Roberto
Gurgel, na Procuradoria Geral da República, se encerra no próximo dia 15 de
agosto, quando será substituído por um dos sub-procuradores gerais da República
que constam de uma listra tríplice que está com a presidente Dilma Rousseff,
para fazer a escolha e nomeação entre  Rodrigo
Janot (511 votos), Ela Wiecko (457) e Deborah Duprat (445), escolhidos em
votação pela categoria do Ministério Público Federal. No governo petista, tem
prevalecido a tradição de nomeação do mais votado pela categoria, o que pode
recair sob Rodrigo Janot, que bateu de frente com Gurgel em diversas
oportunidades.
Existem rumores de que os três escolhidos pela
categoria são desafetos de Roberto Gurgel. Os três procuradores mantiveram
distancia de Gurgel durante a campanha eleitoral junto à categoria, pois não
queriam ligações com o chefe do Ministério Público. Gurgel é mal visto pela sua
atuação em casos envolvendo políticos, a exemplo de Roseana Sarney e do
ex-senador Demóstenes Torres.
Até o momento, às vésperas de completar um ano que
avocou o caso para si, o procurador-geral Roberto Gurgel, não deu seu parecer
no processo de cassação de Roseana Sarney. O engavetamento levou ao fim do
mandato do relator, ministro Arnaldo Versianni. O RCRED irá agora para a
substituta de Versianni, Luciana Lócio, que foi advogada de Roseana. 
REDE DE
PROTEÇÃO
– Desde o início do processo de
cassação do mandato de Roseana Sarney na Justiça Eleitoral, em dezembro de
2010, que o caso está envolto em nuvens cinzentas. Protocolada a ação no
Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, Roseana Sarney só foi intimada para
apresentar sua defesa cerca de três meses depois. Em seguida o caso foi enviado
ao Tribunal Superior Eleitoral onde tramitam ações desse tipo.
No processo de cassação movido por Roseana Sarney
contra Jackson Lago, em 2007, o Tribunal Regional Eleitoral intimou Jackson nos
primeiros dias de governo, poucos dias de ajuizado o processo.
No TSE, o caso foi distribuído ao ministro Arnaldo
Versianni, famoso jurista eleitoral, e conhecido pelo seu rigor em casos de
corrupção eleitoral. O ministro, então, determinou que o Tribunal Eleitoral do
Maranhão fizesse as audiências das testemunhas de Roseana Sarney.
A chamada “carta de ordem”, do TSE, chegou ao
TRE/MA e foi distribuída ao advogado, que exerce mandato de juiz eleitoral,
Sérgio Muniz, cujo pai, Antonio Muniz, é secretário adjunto do governo de
Roseana Sarney. No dia
01 de setembro de 2011, a carta de ordem do TSE, chegou ao juiz Sérgio Muniz.
Na
véspera de expirar o prazo para cumprir a ordem do TSE, Sérgio Muniz, que havia
passados 58 dias sem dá qualquer despacho no processo, “descobriu” que faltavam
alguns documentos vindos do TSE. Nem marcou audiência e devolveu todo o
processo ao Tribunal Superior Eleitoral. O TSE, então, determinou o retorno da
carta de ordem ao TRE do Maranhão, e foi redistribuída ao juiz federal Nelson
Loureiro, que, no dia 14 de dezembro de 2011, designou a audiência para ouvir
as testemunhas de defesa de Roseana para o dia 27 de janeiro de 2012, que não
chegou a se realizar por causa de inúmeros recursos de Roseana e Washington
para adiar as oitivas de suas próprias testemunhas.
Foi
necessária a intervenção do ministro Arnaldo Versianni, do TSE, para determinar
que o TRE/MA cumprisse imediatamente a ordem de realizar a audiência, que
somente ocorreu em 06 de março de 2012, mais de seis meses depois de a carta de
ordem chegar às mãos de Sérgio Muniz. Ou seja, apenas no TRE do Maranhão o
processo de Roseana permaneceu quase um ano.
Concluída
a fase de provas e o caso de volta ao TSE, Roseana Sarney e Washington Oliveira
entraram com recursos para retirar o ministro Arnaldo Versianni da relatoria, o
que foi negado pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Carmen Lucia.
Acusação
e defesa apresentaram suas alegações finais, em junho de 2012, e logo depois do
recesso de julho, o processo foi encaminhado à procuradora Sandra Cureau, que
atuava junto ao TSE e que tinha a responsabilidade de emitir parecer em
processos de cassação contra governadores eleitos em 2010. O parecer era
emitido numa média de 45 a 60 dias.
No
entanto, Roberto Gurgel, que não havia atuado em nenhum caso de cassação de
governador, avocou para si o processo de Roseana, que estava com Sandra Cureau,
e o mantém desde o dia 10 de agosto de 2012.
Mais um
dado comparativo com o caso Jackson Lago, faz surgir mais dúvidas quanto aos
bastidores do processo de cassação de Roseana Sarney e quanto à atuação do
Ministério Eleitoral. No processo de cassação movido por Roseana contra Jackson
Lago, que culminou com a cassação do pedetista, o então procurador-geral à
época emitiu o parecer em apenas 15 dias, pedindo a cassação do governador.
A
reportagem do Jornal Pequeno, por telefone, tentou entrar em contato com a
Procuradoria Eleitoral do MPF, para saber as razões da demora do parecer, mas
não obteve êxito.

  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2013

João Alberto afirma que Luís Fernando ainda não é candidato

Conversei
agora a pouco com o senador João Alberto, presidente estadual do PMDB, sobre a
suposta aclamação do secretário Luís Fernando Silva como candidato do grupo
Sarney e ele, para a minha surpresa, confirmou apenas que o ministro Edison
Lobão comunicou que não pretende concorrer a um novo mandato de governador em
2014, mas que não existe nenhuma decisão definitiva sobre quem será o candidato
do grupo.  
Conforme
antecipou a editoria de política do Jornal Pequeno, na edição de sexta-feira, o
ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, em reunião na residência do
presidente estadual do PMDB, senador João Alberto de Sousa, na manhã de ontem,
oficializou a desistência de concorrer ao governo do estado na sucessão de
2014.
O
comunicado de Lobão foi feito no encontro que contou com as presenças do
ex-presidente e senador pelo Amapá José Sarney, da governadora Roseana Sarney,
do ministro do Turismo Gastão Vieira, Luís Fernando Silva, Sarney Filho, Pedro
Novais, Ricardo Murad, Remi Ribeiro e João Marcelo, filho do senador João
Alberto e candidato a deputado federal.  
Segundo João
Alberto de Sousa, com a renúncia, o secretário de Infraestrutura do Estado,
Luís Fernando Silva (PMDB), ex-prefeito do município de São José de Ribamar, passa
a ter a preferência do grupo, mas que ainda não existe uma decisão definitiva.
Lobão
agradeceu o apoio de todos os presentes, avisou que prefere continuar o trabalho
a ser concluído do Ministério e anunciou a desistência de representar o grupo
na sucessão estadual.
João
Alberto afirmou que o nome do secretário Luís Fernando é o mais comentado no
grupo e “se as coisas continuarem do jeito que estão, pode ser ele o candidato,
mas ainda não existe decisão definitiva, vamos continuar conversando e
avaliando”.

  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2013

Lobão oficializa desistência e Luís Fernando é aclamado candidato da oligarquia

Luís Fernando, o “picolé de Chuchu” será o candidato da Oliqarquia
Conforme
antecipou a editoria de política do Jornal Pequeno, na edição de sexta-feira, o
ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, em reunião na residência do senador
João Alberto, oficializou a desistência de concorrer ao governo do estado na
sucessão de 2014.
Agora, o
secretário de Infraestrutura, Luís Fernando Silva é o candidato oficial do
grupo Sarney ao governo do Maranhão, acabando com as especulações de que seria
apenas um “boi de piranha”.     
Durante o
encontro da cúpula peemdebista, o presidente do partido, João Alberto, definiu
que Luís Fernando tem o caminho livre para disputar o governo do estado.
A
decisão do candidato do grupo Sarney manteve o mesmo rito de eleições passadas.
A cúpula reúne, define o nome e deixa para a base apenas a missão de fazer
decolar a candidatura do candidato já batizado pelos próprios colegas de
partido de “picolé de Chuchu”.

  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2013

Câmara Municipal vai pedir desocupação do prédio

Pereirinha deve pedir, ainda hoje, a desocupação do prédio

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Isaías Pereirinha, deve solicitar à
Justiça, ainda na manhã de hoje, a reintegração do prédio ocupado desde
terça-feira  por manifestantes e estudantes que reivindicam passe
livre e outras ações na área de transporte público.
Uma
última tentativa de acordo fracassou. Os manifestantes não aceitaram a proposta
da realização de uma sessão extraordinária, na próxima terça-feira, para
discutir a questão do transporte coletivo com a presença de 10 representantes
do movimento em plenário, e os vereadores entregaram de volta ao presidente
Pereirinha a decisão de pedir a reintegração.
Os líderes do movimento
argumentaram que queriam uma sessão com o máximo da presença dos ocupantes no
plenário e mais participação paritária na Mesa Diretora. Os vereadores que
estavam negociando não aceitaram e levaram para Pereirinha a missão de
providenciar a desocupação.
Para o
vice-presidente da Câmara, Astro de Ogum, a Casa fez sua parte de forma
pacífica. “O que estamos vendo já é mais movimento de moradores da Apaco. Isso
aqui deixou de ser movimento de estudante para se transformar em movimento
político. Acredito que o presidente Pereirinha vá pedir a reintegração”,
observou Astro.
O vereador Pavão
Filho, que, juntamente com Astro de Ogum, apresentou a proposta da Casa aos
líderes da ocupação, disse que defendeu a realização da sessão extraordinária,
mas eles preferiram não aceitar.
“Fazer sessão com
todo esse pessoal não tem condições; seria transformada em comício. A Decisão
agora está nas mãos do presidente”, enfatizou Pavão
Filho.    
Pela manhã, os
líderes da ocupação entregaram um ofício a uma comissão composta pelos
vereadores Astro de Ogum, Chaguinha, Nato,Beto Castro, Pavão Filho, Helena
Duailibe e Ivaldo Rodrigues solicitando ao presidente Pereirinha a realização
de uma sessão extraordinária para discutir a questão da mobilidade urbana.
Os vereadores
reuniram com Pereirinha, que aceitou uma sugestão do vereador Pavão Filho de
realizar uma sessão na próxima terça-feira para discutir a questão, mas a
sessão seria apenas dos vereadores; apenas dez representante teriam direito ao
debate, mesmo porque existe um sessão especial aprovada para o dia 14 de agosto
para discutir a licitação do transporte coletivo.  Em contrapartida,
o prédio seria desocupado.
A proposta foi levada
de volta aos ocupantes, já com a recomendação de Pereirinha, em caso da
proposta não ser aceitar, anunciar que a Câmara vai pedir a desocupação. Como a
proposta não foi aceita, o vice-presidente Astro de Ogum acredita que será
pedida a reintegração, o que pode acontecer ainda hoje.

  • Jorge Vieira
  • 26/jul/2013

Prefeitura e Banco Mundial discutem ações do Programa Bacia do Bacanga

Durante
toda essa semana, o Banco Mundial (Bird) esteve reunido com a equipe da
Secretaria Extraordinária de Projetos Especiais (Sempe) para fazer avaliações e
vistorias nas obras e projetos desenvolvidos dentro do Programa de Recuperação
Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida da Bacia do Bacanga.
De terça
(23) a sexta-feira (26) foram realizadas, na sede da Sempe, diversas reuniões
estratégicas com os membros do Banco Mundial, que envolveram discussões sobre
diversos aspectos do Programa como: questões sociais, ambientais, sanitárias e
urbanísticas.
Os dados
do acompanhamento do Projeto apontam que de janeiro até setembro deste ano, o
Programa está contratando um volume de trabalho superior a todos os anos
anteriores, desde seu início em 2009. O comparativo comprova o empenho da atual
administração na resolução dos problemas e na busca pela celeridade das suas
ações.
A
comissão do Bird informou que os dados positivos podem ser favoráveis à
extensão de prazo do Programa, garantido que todas as demandas pensadas e
planejadas para a área sejam implementadas.
As obras
de contrapartida que a Prefeitura precisava apresentar, entrave que já se
arrastava havia alguns anos, também foram debatidas. A equipe da Sempe
apresentou relatório que neste primeiro semestre a maioria das obras de
responsabilidade da Prefeitura já estão em andamento, seja na fase licitatória
ou de obras.  
BARRAGEM
DO BACANGA
Nesta
semana também foi discutido o andamento do projeto de recuperação da Barragem
do Bacanga. Na quinta feira (25), equipes da Sempe e do Bird se reuniram com a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Sinfra) e conversaram
sobre o andamento dessa ação.
Na
oportunidade, foi apresentada a equipe técnica, responsável pelo Projeto
Executivo de Recuperação da Barragem do Bacanga, que está sendo elaborado pela
Progem. A previsão é que até meados de agosto, os Projetos Executivos estejam
concluídos.
“O
Projeto Executivo está na sua fase de ajustes finais, mas pelos cálculos
acreditamos que a obra de recuperação da Barragem deverá custar cerca de R$ 22
milhões de reais”, informou o Marco Aurélio, responsável técnico pela área de
infraestrutura do Projeto.
O
secretário adjunto da Sinfra, José Raimundo Ribeiro, explicou que a intenção da
secretaria era de realizar a licitação ainda este ano para que os 12 meses,
necessários para conclusão da obra, pudessem ser finalizado em dezembro de
2014, sendo a obra financiada com recursos próprios.
A
equipe da Sempe e do Banco Mundial ressaltaram a importância dessa intervenção
na barragem, na medida em que as ações desenvolvidas no Programa Bacia do
Bacanga podem ser prejudicadas com problemas decorrentes da operação da
Barragem.
O
Gerente de Projetos do Bird no Brasil, Oscar Alvarado, e o secretário da Sempe,
Gustavo Marques, afirmaram que o Programa Bacia do Bacanga, está  à
disposição para atuar em parceria, seja no desenvolvimento, acompanhamento e/ou
consultorias complementares para recuperação na Barragem, podendo
disponibilizar um consultor no tema de barragens para vir à São Luís e discutir
com um grupo técnico, dando suporte e colaboração no que se fizer necessário.
Uma
nova reunião ficou agendada para que as secretarias pudessem afinar seus
interesses na busca por melhorias das famílias que moram no entorno da Bacia do
Bacanga.
A
reunião contou com a presença do secretário municipal de Projetos Especiais,
Gustavo Marques, do secretário adjunto de Infraestrutura do Estado, José
Raimundo Ribeiro, do secretário adjunto de Projetos, Jorge Kusaba, dos
representantes do Banco Mundial, Oscar Alvarado e Emanuela Monteiro, além dos
especialistas e técnicos da Sempe, Paulo Lima, Ayresdiaires Aires, João Medeiros,
Crescêncio Neto e da Progem, Danielle Silva, Marco Aurélio e Márcio Vaz.

  • Jorge Vieira
  • 26/jul/2013

Sebastião Madeira gastou mais de R$ 7,5 milhões com terceirizadas sem licitação

Atual7

Com pedido recente de cassação de mandato,
o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB), parece não se importar com
a Justiça e a possibilidade de perder a cadeira que senta há mais de quatro
anos.
Em dois meses, casal Madeira dispensou
licitações em mais de 25 contratos. Foto: Semus / Prefeitura de Imperatriz
Desde
o início deste ano, Madeira tem criado uma falsa situação de emergência no
município, para justificar o repasse de altas somas de dinheiro público à empresas
contratadas com dispensa de licitação
, para prestarem serviços que poderiam
estar sendo realizados por concursados.
O
Atual7
apurou, com base nos extratos dos contratos publicados na edição de 04 de julho
do Diário Oficial do Estado, que a Prefeitura de Imperatriz, por meio do Fundo
Municipal de Saúde, resolveu desembolsar R$ 7.525.986,90 com empresas
terceirizadas, enquanto não chama os aprovados no concurso público realizado no
ano passado.
Embora
o setor seja de contratação essencial para a população, o gasto milionário não
justifica a dispensa de licitação, salvo quando há inércia do gestor que
contribui para o estado de emergência, o que seria dizer que o próprio Madeira
admite que o caos na saúde de Imperatriz seja consequência de sua própria má
administração.
Prefeito
reeleito em 2012, Sebastião Madeira, que é médico, já deveria ter convocado os
aprovados no certame – ou aberto processo de licitação – para realizar as
atividades da área de saúde contratadas pela prefeitura.
Para
que se tenha uma ideia dos gastos, só uma das empresas, a CEANEST – Central de
Anestesia Ltda, vai levar R$ 960 mil de Madeira. De acordo com o D.O, dos 26
contratos com dispensa de licitação, dois foram assinados no dia 17 de março e
o restante no dia 1º de abril.
Ainda
segundo os extratos dos contratos, todas as movimentações foram assinadas pela
esposa do prefeito da segunda maior cidade do Estado, Conceição de Maria Soares
Madeira, que, apesar da Constituição Federal e da Lei do Nepotismo, ‘recomanda’
a Secretaria Municipal de Saúde de Imperatriz.

1 2.328 2.329 2.330 2.331 2.332 2.798

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