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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2013

Educador destaca pioneirismo de São Luís na elaboração do Plano Municipal de Educação

ENTREVISTA: PROFESSOR ROBERTO MAURO GURGEL
“Essa decisão política (da Prefeitura de São Luís) foi primordial para que São Luís fosse pioneira na elaboração do Plano Municipal de Educação”.

“Na avaliação que fizemos a Secretaria já chegou a cumprir 30% das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação. A equipe daqui é uma equipe competente e comprometida.”
O professor Roberto Mauro Gurgel, professor aposentado da Universidade Federal do Maranhão, atualmente é presidente do Conselho Municipal de Educação. Além disso, é integrante do Conselho Estadual de Educação e vice-presidente nacional da Organização Mundial da Educação Pré-Escolar (OMEP/Brasil). Graduado em Sociologia e Agronomia, com pós-graduação em Estudos Comparados da América Latina, Sociologia do Desenvolvimento e Economia Rural, o professor Roberto Mauro Gurgel também foi pró-reitor de Planejamento e de Extensão da UFMA e já publicou 20 livros na área de Educação. Nesta entrevista, ele conversa sobre Plano Municipal de Educação, tendo São Luís como pioneira na elaboração do documento e o trabalho desenvolvido pela equipe da Secretaria Municipal de Educação acerca da Educação integral.
Professor Roberto Mauro Gurgel, São Luís é o único município do Estado do Maranhão que atualmente tem discutido o Plano Municipal de Educação. A que o senhor acha que isso se deve?
O fato de a Prefeitura de São Luís ter visto a questão da elaboração do Plano Municipal de Educação como política de Estado e ter retomado a discussão acerca do documento, respeitando o trabalho iniciado na Conferência Municipal de Educação do ano de 2010. Essa decisão política foi primordial para que São Luís fosse pioneira na elaboração do Plano Municipal de Educação.
O Plano Municipal de Educação 2014/2022, que está sendo elaborado, defende uma política de Educação para todos e é baseado no Plano Nacional de Educação. O primeiro passo foi realizar o diagnóstico de cada nível e modalidade da Educação Básica e, a partir dele, tomando por base o Plano Nacional de Educação, foram elaboradas metas e estratégias que vêm sendo debatidas em reuniões de grupo, com a participação de membros do Conselho, da Secretaria Municipal de Educação e da comunidade.
O que deve ser levado em consideração para a elaboração do Plano Municipal de Educação?
A construção coletiva é o princípio fundamental da construção do Plano Municipal de Educação, com a participação da Secretaria em todas as suas instâncias e também com a participação da sociedade. Eu estou participando da elaboração do Plano Municipal de Educação como consultor, mas participo principalmente como presidente do Conselho Municipal de Educação. Dessa forma, posso mediar as relações apresentando ao Conselho o que está sendo discutido na Secretaria e vice-versa. Acredito que esse deva ser um diálogo constante, pois como já dizia Paulo Freire: “a gente só faz coisa boa quando a gente dialoga”.
Como o Conselho Municipal de Educação tem participado desse processo?
O Conselho, como órgão propositor de políticas educacionais, tem participação fundamental no Plano Municipal de Educação, tanto na elaboração quanto no controle. O conselho, mesmo com sua autonomia, tem dialogado muito com o Secretário de Educação, Allan Kardec Duailibe, a fim de colaborar com a elaboração de metas e estratégias para o Plano Municipal de Educação.
E a participação da comunidade escolar tem sido contemplada de que forma?
O espaço é aberto para a participação dos interessados. Inicialmente, consolidamos um plano preliminar para basear as discussões com a sociedade civil e a comunidade escolar. Em maio a Secretaria reuniu 500 educadores da rede pública municipal. Na oportunidade, foi entregue a cada escola um CD com a orientação para que as unidades de ensino pudessem contribuir com a elaboração do Plano Municipal de Educação, ouvindo os pais e os alunos, pois uma política que não tem a participação dos alunos é deficiente.
De ações da Secretaria o senhor verifica que já contemplam metas do Plano Nacional de Educação?
A existência de eleição para a escolha de gestores escolares é a meta 19 do Plano Nacional de Educação que atualmente está em discussão no Congresso Nacional e em São Luís já existe um grupo de trabalho que está tratando do tema para implantação. Então, essa ação já evidencia um cumprimento do Plano Municipal de Educação e o comprometimento da Secretaria com a Educação.
Na avaliação que fizemos a Secretaria já chegou a cumprir 30% das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação. A equipe daqui é uma equipe competente e comprometida.
A Prefeitura de São Luís possui como política, a Educação integral do aluno. Como o senhor avalia a Educação integral?
A educação integral é a base do Plano Nacional de Educação e ela tem que estar integrada com os demais seguimentos da sociedade. Sou favorável à educação integral e eu acho que a gente precisa ter um foco na área da educação. Educação integral tem que ser uma educação de qualidade social porque não se pode tratar a educação desvinculada do atual contexto social.
O aluno deve conhecer o contexto que o cerca para que ao sair da escola ele possa enfrentar o mundo. Eu acho que o principal ato da Educação é levar o saber pensar e o saber agir e para isso o aluno precisa conhecer os grandes problemas que a humanidade está passando hoje. Por exemplo, a escola tem que tratar com muita propriedade as questões que envolvem a área ambiental. A questão da violência também precisa ser um tema trabalhado pelos educadores. A gente precisa deixar o aluno se expressar e não se deve tratar o aluno como número, porque dessa forma o aluno perde a identidade. A escola deve ser um espaço feliz.
Para a eficácia da educação integral, acredito que nossos educadores precisam estudar sempre mais. Para mim, a garantia do 1/3 foi uma grande conquista para o professor. Por que o 1/3 permite que o professor tenha tempo para estudar, penso que tanto o estudo individual quanto em grupo engrandece o profissional.
E sobre o Conselho Municipal de Educação? Quais instituições possuem representação? Quais as atribuições, funções e finalidades?
O Conselho é responsável por estabelecer as normas de condições para credenciamento, autorização e reconhecimento das escolas. Essa é nossa tarefa de rotina. Também é de responsabilidade do Conselho definir diretrizes para a política educacional de São Luís. Entre as recentes ações do Conselho podemos citar uma reunião muito importante entre a supervisão escolar da Semed e o Conselho, na qual discutimos uma forma de Educação integrada, de modo a apoiar e orientar mais o trabalho das escolas no sentido da concretização da legislação e das atividades pedagógicas que dizem respeito à Educação integral.
Tendo por base o tema “Os Planos Municipais de Educação: processo participativo e regime de colaboração”, que será abordado nos dias 15 e 16 de agosto no III Encontro Estadual dos Conselhos Municipais de Educação do Maranhão, como o senhor espera que haja essa construção do Plano nos demais municípios do Estado?
Nos demais municípios do estado a ideia do Plano foi lançada durante as Conferências Intermunicipais. Nesse encontro dos conselhos a temática “Os Planos Municipais de Educação: processo participativo e regime de colaboração” será abordada por mim e pelo Fernando Silva, que é o presidente do Fórum de Educação. Eu pretendo relatar experiências daqui de São Luís e a experiência que eu estou tendo hoje como presidente do Conselho. Esse encontro vai ser muito importante para nós, pois será um espaço bom para amadurecermos muitas questões.

  • Jorge Vieira
  • 11/ago/2013

400 milhões poderiam melhorar o Maranhão

Flávio Dino 

No último domingo, falei aqui sobre a urgência de medidas que melhorem a
qualidade de vida dos maranhenses, elevando nosso posicionamento no ranking brasileiro
do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Lá, figuramos nos últimos lugares há
décadas. Outros estados nordestinos têm melhorado a situação de suas populações
nos últimos anos, melhorando seu posicionamento. Nós, no entanto, mesmo com o
gigantesco aporte de recursos federais, não temos conseguido evoluir. Uma
situação, aparentemente, de difícil solução.
Pois a notícia que tomou conta dos jornais, blogs, rádios e tevês nesta
semana mostra que, sim, há muitos recursos disponíveis para melhorar a situação
de nosso estado. Como todo o Maranhão sabe, o Procurador Geral da República deu
parecer pela cassação da governadora Roseana Sarney Murad. Se alguém podia
pensar que não há dinheiro público disponível para melhorar as condições de
vida dos quase 7 milhões de maranhenses, o Procurador Geral da República mostra
para onde estão indo os recursos que deveriam estar sendo usados para promover
o desenvolvimento econômico e a justiça social: para montar uma máquina que não
governa, apenas se empenha em vencer a eleição seguinte para manter sua fortuna
e seu privilégios. Com efeito, o Chefe do Ministério Público afirma que, às
vésperas da eleição de 2010, os “numerosos convênios chamam a atenção, tanto
pela pressa com que eram realizados como pelo volume dos repasses”.
“Os convênios eram realizados em tempo recorde: no prazo de dois dias,
eles eram assinados, publicados no órgão oficial e o dinheiro creditado na
conta do município, cujos saques, de acordo com notícia nos autos, eram feitos
em espécie, diretamente na boca do caixa”, diz o Procurador Geral
da República. “À medida que se aproximava a data da escolha dos candidatos no
mês de junho, o governo ampliava a celebração dos convênios e o repasse aos
municípios, associações e entidades privadas”, alerta o Ministério Público.
O valor total das ilegalidades e imoralidades impressiona qualquer um:
400 MILHÕES DE REAIS.
Por que tantos recursos que faltam à garantia de direitos da população
ou que se arrastam meses para chegar a quem realmente precisa, chegaram tão
rapidamente aos protegidos da oligarquia, justamente no período da convenção
partidária da governadora? Na própria defesa que apresentou, a governadora
admite que, ao longo de todo o ano de 2009 não foi firmado nenhum convênio com
nenhuma prefeitura! E por que deixar quase todos para serem firmados no mês – e
nos dias – da definição dos candidatos? Para o Procurador Geral da República,
havia um “objetivo claro e imediato: interferir no processo eleitoral em curso
e beneficiar as candidaturas” (da oligarquia).
“Pode-se afirmar com segurança que houve abuso do poder econômico e
político apto a comprometer a legitimidade da eleição e o equilíbrio da
disputa”, diz o Ministério Público. A oligarquia apostou na impunidade. O tempo
passou e, agora, vemos que não é possível ocultar para sempre os fatos. O
Tribunal Superior Eleitoral julgará os abusos ocorridos naquela eleição. E o
povo maranhense, no ano que vem, julgará esses fatos e, principalmente, os
resultados terríveis dessa longa noite que se arrasta por 50 anos.
O Procurador Geral da República, após um longo relato de um narrador
impressionado com os fatos que foram colocados diante de si, conclui: “Na
realidade, o repasse de recursos dos convênios foi determinante não somente na
obtenção de apoio político, mas também na vitória dos recorridos nas urnas” (a
governadora Roseana Sarney).
400 MILHÕES DE REAIS… Realmente, fica fácil compreender como um Estado
tão belo, rico e bom, acaba condenado a ter os piores indicadores sociais do
Brasil. Mas isso está perto do fim.

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2013

Municípios maranhenses criados na década de 1990 estão entre os piores IDH’s do Brasil

Um ponto
de convergência entre as cidades maranhenses que apresentam péssimos
indicadores, no números divulgados recentemente sobre o Indíce de
Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) é  o fato de pertencerem a lista
dos municípios maranhenses criados na década de 1990.
Geralmente
instituídos sem nenhum planejamento prévio e criados  mais para atender a
interesses políticos e eleitoreiros do que por razões de caráter republicano,
estes municípios tem sua economia dependendo quase que exclusivamente dos
repasses que recebem da União e do Estado e a  gritante carência de
políticas públicas faz com que amarguem indicadores sociais preocupantes
Na lista
dos piores IDH´s do Brasil, Fernando Falcão  Marajá do Sena e Belágua
foram criadas na década de 1990. Marajá do Sena foi desmembrada da cidade de
Paulo Ramos e Fernando Falcão era povoado da cidade de Barra do Corda e
Belágua  foi  desmembrado em  de Urbano Santos.
Estas
três cidades, desmembradas de municípios que já não apresentavam 
indicadores sociais satisfatórios , já nasceram com esta herança indigesta.
Dados do IDHM ( Indice de Desenvolvimento Humano Municipal)  indicam
 que elas estão entre as cidades que apresentam a piores rendas per capita
média do país.  Em Marajá do Sena a renda mensal de cada habitante da
cidade não chega a R$ 100( cem reais). Em Fernando Falcão essa renda atinge
apenas R$ 106,99 e em Belágua tal valor é de R$ 107,14.
*Blog Maranhão da Gente

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2013

Ações do Programa Bacia do Bacanga são discutidas em reunião no Parque Timbiras

O
secretário de Projetos Especiais (Sempe), Gustavo Marques, junto com os
especialistas José Antônio Lopes, Antônio Filho e a equipe social da Sempe, se
reuniram na noite de sexta-feira (09), com
as lideranças do Movimento Acorda Coroadinho e as comunidades da margem direita
da Bacia do Bacanga. O encontro, que ocorreu na igreja católica do Espírito Santo,
no Parque Timbiras, serviu para discutir o andamento das ações do Programa
Bacia do Bacanga e apresentar a situação atual das obras.
O
secretário Gustavo Marques frisou que a Sempe está atenta às demandas da
população, tanto que houve reformulações nas propostas sociais que inicialmente
não estavam previstas no Programa. “O prefeito Edivaldo é uma pessoa sensível
às questões sociais e por isso não tem medido esforços para garantir o sucesso
do Programa”, ressaltou.
José
Antonio Lopes expôs o quadro geral do Programa, desde sua concepção e explicou
em detalhes sobre o andamento das ações e projetos que fazem parte do Programa
Bacia do Bacanga. O projeto prevê melhorias de saneamento básico, urbanas e
socioambientais.
A
assistente social Vânia Maria apresentou a nova equipe social, que atua
diretamente na comunidade realizando visitas às famílias diretamente atingidas
pelo programa. Uma equipe, com assistentes e sociólogas, também atende pela
manhã e tarde no escritório social, montado no Canteiro de Obras do Canal do
Rio das Bicas, atrás da Fundação Bradesco.
O
encontro serviu para explicar os trabalhos de pavimentação que já estão em
andamento na área do Pólo Coroadinho e sobre o andamento da obra de reforma e
ampliação da Barragem do Batatã e da ETA do Sacavém, que acontecem sob a
responsabilidade da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp) para
beneficiar os moradores daquela região.
Aos
moradores foram apresentadas as planilhas de desembolso que apontam os valores
que já foram efetivamente pagos pelas obras e projetos já desenvolvidos. Todos
os custos são pagos com a supervisão direta do Banco Mundial, que é um dos
financiadores do programa. Além do monitoramento do Banco, o Programa é
auditado anualmente, o que torna as ações ainda mais transparentes.
As
informações do Programa Bacia do Bacanga estão disponíveis na página da Sempe,
no Portal da Prefeitura (www.saoluis.ma.gov.br),
no blog do Programa, através de visitas ao escritório social montado na
comunidade ou mesmo na sede da Sempe.
A
reunião contou com mais de 60 moradores da região, que tiraram dúvidas com a
equipe da Sempe e apresentaram sugestões que serão avaliadas pela Secretaria.
Também participaram da reunião o superintendente da Sempe, Crescêncio Neto, e o
superintendente da GEPAC, Roberto Sousa.

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2013

FVG e SEGEP divulgam resultado do concurso do Detran-Ma

A Secretária de Estado da Gestão e
Previdência (SEGEP) e a Fundação Getúlio Vargas divulgaram neste sábado (10/08)
os resultados preliminares dos aprovados no concurso público para o
Departamento Estadual de Trânsito do Estado do Maranhão (Detran-MA).
                                        
Ao todo serão preenchidas 160 vagas em cargos de nível médio e superior, 40
vagas para analista de trânsito (nível superior) e 120 para assistente de
trânsito (nível médio).
O salário é de R$ 4.300 para analista
de trânsito e de R$ 1.400 para assistente de trânsito. Os aprovados serão
lotados nas cidades de São Luiz, Caxias, Codó, Imperatriz, Balsas, Bacabal,
Chapadinha, Pedreiras, Santa Inês, Timon, Açailândia, Barra do Corda, Grajaú,
São João dos Patos, Presidente Dutra e Pinheiro.
A prova objetiva foi realizada no dia 7
de julho, nas cidades de Caxias, Imperatriz e São Luís. Ambos os cargos tem
jornada de trabalho de 30 horas semanais, os candidatos nomeados poderão ser
designados para exercer suas atribuições na sede do Detran, em São Luís, ou
municípios do Estado, conforme o edital.
O resultado pode ser conferido no sitio
da FGV no link http://fgvprojetos.fgv.br/concursos/maranhao13/detran.
http://wm.imguol.com/v1/blank.gif

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2013

Degeneração na política

BRASÍLIA
O megaescândalo envolvendo
tucanos em São Paulo com fraudes no Metrô é mais um capítulo da purgação pela
qual passa o sistema político brasileiro pós-ditadura militar.
Não houve
um único governo recente sem grandes escândalos de corrupção. José Sarney teve
a licitação combinada da ferrovia Norte-Sul. Distribuiu emissoras de rádio e TV
a políticos para garantir um mandato de cinco anos.
Fernando
Collor sofreu um processo de impeachment. Seu vice, Itamar Franco, assumiu com
reputação de homem limpo, mas, sob seu governo, eclodiu o caso dos “anões
do Orçamento”, com congressistas roubando à larga o dinheiro público.
Fernando
Henrique Cardoso teve a compra de votos a favor da emenda da reeleição. Depois,
as suspeitas de intervenção indevida na formação dos consórcios do leilão de
privatização das empresas telefônicas.
Luiz
Inácio Lula da Silva e o PT chegaram ao poder federal propondo moralizar as
coisas. 
Protagonizaram o mensalão. Dilma Rousseff já demitiu ministros a
granel, muitos suspeitos de corrupção.
O caso
dos tucanos paulistas ajuda a compor a paisagem. O efeito colateral mais
nefando é reforçar o estereótipo segundo o qual “todo político é
ladrão”. A parte boa é que cada vez mais esses episódios ficam conhecidos.
Observador
da política por dever de ofício, não creio haver hoje governos mais corruptos
do que no passado. A diferença é que agora ficamos sabendo um pouco mais como
são as coisas –embora de maneira modesta.
O
Ministério Público atuante, a Justiça implacável e novas regras como a Lei de
Acesso à Informação são os melhores remédios contra a corrupção na política.
Mas esse receituário só surte efeito de maneira muito lenta. Por essa razão, e
essa é uma má notícia, é prudente esperar ainda uma piora do quadro geral antes
de tudo melhorar.

  • Jorge Vieira
  • 10/ago/2013

Relatora do processo de cassação de Roseana julga-se impedida de julgar

Ministra Luciana Lóssio

Alegando
“suspeição no presente pleito por motivo de fórum íntimo”, a ministra Luciana
Lóssio, devolveu o processo de cassação da governadora Roseana Sarney (PMDB) à presidente do Tribunal Superior
Eleitoral, ministra Carmem Lúcia, para ser redistribuído. Caberá ao novo relator pedir pauta para julgamento em plenário.  
Luciana
Lóssio advogou para Roseana Sarney em outros processos e se considerou impedida
de participar do julgamento, que já tem o parecer favorável da Procuradoria
Geral da República pela cassação.
Roseana,
segundo entendeu o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, conseguiu o
mandato por meios ilícitos.
Segundo
a acusação do ex-governador José Reinaldo Tavares, autor do recurso, Roseana torrou
R$ bilhão em convênios com prefeituras às vésperas da eleição.
Os
advogados de José Reinaldo, Rodrigo Lago e Rubens Júnior, receberam com
naturalidade a suspeição da ministra.    

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