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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2013

Simplício denuncia que Donadon votou em seu próprio processo de cassação

O deputado federal Simplício
Araújo classificou de vergonhoso o resultado da votação que manteve
o mandato do deputado presidiário Natan Donadon.  O parlamentar voltou a
defender o fim do voto secreto e solicitou à mesa diretora da Câmara a quebra
do sigilo de seu voto. Na ocasião, descobriu que o deputado Natan Donadon

participou da votação e que seu voto
não fora anulado pela mesa diretora.       
“Solicitei a quebra do sigilo de meu voto pois tenho compromisso com a
sociedade brasileira. A Câmara dos Deputados entra para a história ao manter no
cargo um político condenado em última instância pelo Supremo Tribunal Federal.
Protegidos pelo voto secreto, 131 deputados fecharam os olhos para a população
brasileira que exigiu de nós transparência e moralidade. Enterramos, na noite
de ontem, a chance de darmos a resposta que os brasileiros tanto anseiam.
Mantivemos no cargo um bandido e isso é inaceitável”, afirmou o parlamentar.
Araújo também solicitou a lista dos parlamentares que votaram no
processo e descobriu que o deputado Natan Donadon consta na lista dos votantes
e que seu voto não foi anulado pela mesa. “Ao solicitar a lista dos votantes
descobrimos que o parlamentar votou em seu próprio processo de cassação, o que
vai de encontro ao Art. 180, II, §8º do Regimento Interno da Câmara. Cobrei a
imediata anulação do mesmo. ”Quem garante que Donadon votou não? E se a
consciência dele determinou que se abstivesse?”, disse.
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), percebeu que
Donadon havia votado e tentou contornar a situação. Como a votação foi secreta,
Alves presumiu que Donadon havia votado contra a própria cassação e reduziu, no
placar, um dos votos pelo “não”.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2013

Aluísio assume que não consegue resolver o problema da insegurança no estado

Blog Marrapá

Em
reunião com uma comitiva do município de Buriticupu, na manhã desta
quinta-feira (29), o Secretário Aluísio Mendes afirmou que não consegue mais
resolver os problemas da falta de segurança no Maranhão.

A
comitiva, formada por conselheiros, estudantes, líderes de movimentos sociais,
sindicais e moradores daquela cidade, procurou a Secretaria de Segurança
Pública para cobrar explicações sobre a transferência do delegado Carlos
Alessandro para a delegacia regional de Bacabal, responsável por oito
municípios.
O fato é
que um policial militar assumiu a delegacia, e a população se queixa de maus
tratos cometidos por algumas pessoas da atual gestão. Coisa de filme de
faroeste! Nas alegações de Aluísio Mendes, o delegado foi transferido mediante
necessidade, mas prometeu investigar os casos de maus tratos cometidos na
delegacia. Falou ainda que providenciará concurso público para Polícia Militar,
investigador e, para mais urgente, a transferência de efetivo, urgência essa
com prazo para março de 2014. No final, atribuiu ao judiciário a culpa
pela falta de treinamento de novos delegados. Promessas de palanque ou
afirmações de menino buchudo?
Além da
queixa, a comitiva apresentou as propostas tiradas de audiência pública,
realizada no último dia 25 de julho, com tema: “Conflitos sociais e fragilidade
das instituições no município”. Em seguida, protocolaram um Termo de Ajuste de
Conduta (TAC) assinado em 24 de março de 2009 pela subjudice Roseana Sarney
(PMDB), quando tomou o governo do saudoso Jackson Lago (PDT), e para mostrar
serviço se comprometeu a aumentar o efetivo policial, o número de viaturas e
delegados de carreira, além da construção da delegacia da polícia civil.
Conforme
membros da comitiva, Aluísio afirmou que a Secretaria de Estado não tem
condições de suprir as necessidades da população maranhense, tanto que já
pensou em decretar estado de calamidade pública.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2013

Falta coragem ética aos deputados, afirma filósofo sobre caso Donadon

Fabiana
Maranhão
Do UOL
 
A decisão
do plenário da Câmara Federal de não cassar o mandato do deputado federal Natan Donadon (sem
partido-RO) revela a “falta de coragem ética” dos parlamentares,
afirma Roberto Romano, professor de ética e política da Unicamp (Universidade
Estadual de Campinas). Para ele, o STF (Supremo Tribunal Federal) também é
culpado pela manutenção do cargo de Donadon. “É evidente que é contra a
Constituição que ele continue como deputado.”
Em
votação secreta no plenário da Casa na quarta-feira (28), 233 deputados votaram
a favor da cassação, 131 contra e 41 se abstiveram. Para ter o mandato cassado,
eram necessários ao menos 257 votos a favor da perda do cargo. Cento e oito
parlamentares faltaram à sessão.
“Isso
passa a imagem do desleixo, da falta de cumprimento do dever e, sobretudo, da
falta de coragem ética dos deputados de assumir suas atitudes”, diz o
professor.
Roberto
Romano classificou a votação como um “desastre”. “O resultado
veio confirmar o desprestígio, a falta de seriedade e de respeito dos deputados
por seus mandatos”, afirma.
Condenado
pelo STF a 13 anos e quatro meses de prisão por peculato e formação de
quadrilha, Natan Donadon está preso há dois meses no Complexo Penitenciário da
Papuda, em Brasília, após ter se entregado à Polícia Federal.
Ao ouvir
o resultado da votação, Natan Donadon se ajoelhou, agradeceu a Deus e disse que
“a Justiça está sendo feita”. Horas antes, ele apresentou sua defesa no plenário da Câmara.
Sobre o
seu mandato de prisão ter sido expedido à época dos protestos que tomavam o
país, no mês de junho, ele disse que “as vozes das ruas crucificaram
Jesus” e que o Supremo se submeteu à pressão da mídia.
Donadon
chegou a mostrar aos deputados as marcas das algemas em seus braços. “A
imagem dele expressa o atual momento da Câmara, a imagem de um comediante ruim,
de uma pessoa que faz um jogo de cena ridículo como foi ridícula a
decisão”, atesta o filósofo.
Após a
decisão, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), determinou o
afastamento de Donadon de suas funções e a convocação do suplente, Amir Lando
(PMDB-RO).
“A culpa é do STF”
Na
opinião de Roberto Romano, a “culpa” pelo que aconteceu é do STF.
“O Supremo tem votado quase fortemente em favor dos réus do mensalão. Para
resolver o problema deles, decidiu que cabe à Câmara julgar a perda do mandato.
Isso é um absurdo!”, classificou o professor.
Ainda
segundo ele, se Donadon foi condenado pelo STF, é “evidente que é contra a
Constituição que ele continue como deputado ou qualquer cargo do tipo”,
declara.
No
julgamento do mensalão, no ano passado, o STF decidiu que parlamentares
condenados perderiam o mandato assim que o processo transitasse em julgado.
Em agosto
deste ano, com dois novos ministros – Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso -,
a Corte mudou a interpretação da Constituição no julgamento na análise de ação
penal contra o senador Ivo Cassol (PP-RO), condenado a quatro anos e oito meses
de prisão.
Por isso
a cassação do mandato de Donadon teve de ser apreciada na Câmara.
“O
escândalo de ontem na Câmara dos Deputados se deve à conivência dos três
Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Os três têm de ser
responsabilizados. Desse episódio, ninguém sai absolvido”, concluiu.
Entenda o caso
O
deputado foi acusado de participação em desvio de cerca de R$ 8 milhões da
Assembleia Legislativa de Rondônia em simulação de contratos de publicidade. O
julgamento dele só ocorreu no STF por ele ser deputado e ter foro privilegiado.
Após a
prisão, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara recomendou a
cassação por entender que as ações de Donadon, enquanto diretor da Assembleia
Legislativa, configuravam quebra de decoro parlamentar.
No último
dia 14 de agosto, o advogado Gilson Stefanes tentou convencer os deputados da
CCJ da inocência de seu cliente. Durante sua exposição, Stefanes argumentou que
o deputado não cometeu nenhum equívoco durante seu mandato na Casa Legislativa
e, por isso, não deveria ser condenado à perda de mandato.
Na
avaliação do defensor, houve falhas em várias etapas das investigações que
culminaram na condenação do parlamentar no Supremo e na prisão de Donadon.
“Ele foi condenado com uma prova frágil. É uma pessoa ética, uma pessoa
íntegra, uma pessoa que realmente tem compromisso com o mandato”, afirmou
o advogado na ocasião.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2013

Comissão da Verdade ouvirá vítimas da Ditadura Militar no Maranhão

A Comissão Parlamentar da Verdade começará o
procedimento de oitivas das pessoas que foram vítimas ou familiares de vítimas
do período da Ditadura Militar no Maranhão.

A programação começa na próxima segunda-feira (02)
com expediente interno e se estende até a quinta-feira (05), com a realização
de uma audiência pública e visita à Sociedade Maranhense de Direitos Humanos.
De acordo com o deputado estadual Bira do Pindaré
(PT), presidente da Comissão Especial da Verdade da Assembleia Legislativa, o
intuito da programação é encaminhar os trabalhos da Comissão local em
cooperação com a Comissão Nacional da Verdade.
A Comissão Nacional da Verdade enviará a doutora em
Ciência Política, Glenda Mesaroba, Consultoria Técnica para dar todo suporte
técnico as Oitivas. A pós-doutora vai dar um treinamento a consultoria da
Assembleia Legislativa e fará as primeiras oitivas dos familiares de Neiva
Moreira e Maria Aragão.
O deputado Bira garantiu que até o final do ano a
Comissão Parlamentar da Verdade encaminhará seu relatório à Comissão Nacional
da Verdade. “É um trabalho que segue e que até o final do ano vai oferecer o
seu resultado final, que é o relatório que será encaminhado à Comissão Nacional
da Verdade para que o Maranhão seja incluído na história das violações
cometidas durante a Ditadura Militar neste Estado”, destacou. 

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2013

Prefeito Edivaldo participa de audiência de instalação da Promotoria itinerante da Ilhinha

O
prefeito Edivaldo Holanda Júnior, acompanhado de parte de seu secretariado,
esteve presente, na noite desta quarta-feira (28), na audiência pública de
instalação da Promotoria de Justiça Comunitária Itinerante no bairro da
Ilhinha. A audiência tem o objetivo de oferecer soluções aos problemas
enfrentados pela comunidade.

“Este
é um trabalho muito interessante que tem sido feito pela Promotoria Itinerante
através do seu titular, o promotor Vicente de Paulo, e a Prefeitura tem
participado de várias reuniões em vários bairros. Hoje estamos aqui na Ilhinha
e fiz questão de estar presente ao lado do Ministério Público e da comunidade
para discutirmos os problemas e apresentarmos soluções”, destacou Edivaldo
Holanda Júnior.
A
audiência foi realizada na Igreja Santo Antônio e marca o início dos trabalhos
da Promotoria de Justiça Comunitária que durante 90 dias irá dialogar com a
comunidade em busca das demandas de responsabilidade do poder público estadual
e municipal para, junto aos respectivos entes, cobrar as soluções necessárias.
Ao fim dos trabalhos será apresentado um relatório com as demandas cumpridas e
os encaminhamentos para as que tiverem pendências.
O
promotor Vicente de Paulo Silva Martins lembrou que a Prefeitura tem colaborado
com as ações da Promotoria. “Essa é uma parceria que a gente vem estabelecendo
com a Prefeitura de São Luís e procurando sempre aprimorar, no sentindo que os
resultados sejam em maior número, para que ações objetivas possam ser
alcançadas”, observou.
Junto
com uma equipe da Promotoria, o titular Vicente de Paulo irá ouvir as demandas
individuais sobre problemas na oferta de serviços públicos diariamente, das 8h
às 12h, em um posto instalado próximo ao campo de futebol perto da Avenida
Ferreira Gullar. As demandas serão repassadas aos gestores responsáveis e ao
final dos 90 dias será realizada nova audiência como forma de prestar contas
sobre o que foi alcançado e os encaminhamentos às demandas não atendidas.
Os
secretários José Silveira (Obras e Serviços Públicos), Andréia Lauande (Criança
e Assistência Social) e José Cursino Raposo (Planejamento e Desenvolvimento)
falaram durante a abertura da audiência. Eles lembraram da disposição da
administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior para o diálogo com a comunidade.
Eles
também apresentaram algumas providências como o uso do relatório que será
elaborado como contribuição ao Plano Plurianual (PPA) 2014-2017 que direcionará
os investimentos do executivo para os próximos anos. Outros pontos apresentados
foram o acordo com o Governo Federal para a viabilização dos CAPS AD,
destinados a dependentes em álcool ou drogas, e o compromisso de estender as
obras de recuperação asfáltica à região num momento futuro.
A
mesa de abertura dos trabalhos foi composta pelo titular da Promotoria de
Justiça Comunitária Itinerante; da procuradora de justiça Sandra Lúcia Mendes
Alves, representando a procuradora-geral Regina Rocha; do prefeito Edivaldo
Holanda Júnior; da secretária Andréia Lauande; do secretário José Silveira; e
da presidente da Associação Comunitária da Ilhinha, Maria de Jesus Pereira.
A
audiência pública foi acompanhada pelos secretários Raimundo Penha (Esporte e
Lazer); Antônio Araújo (Urbanismo e Habitação); José Cursino Moreira Raposo
(Planejamento e Desenvolvimento); Osmar Filho (Assuntos Políticos); e os
adjuntos Israel Pethros (Trânsito e Transportes), Israel Pereira (Saúde) e
Paulo Guilherme (Educação).
DEMANDAS
Durante
a reunião foram apresentadas várias demandas da comunidade ligadas a serviços
dos entes públicos do Estado e Município. Entre as reivindicações referentes à
administração municipal foram citados problemas de pavimentação, necessidade de
creches, ausência de cursos profissionalizantes para a comunidade,
revitalização do campo de futebol, ampliação do serviço de saúde oferecido para
a área, entre outros pontos.
Algumas
respostas foram apresentadas ainda durante a audiência pela Prefeitura, como a
destinação de emenda do deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA) que
beneficiará o campo de futebol. Além disso, ações para maximizar a qualidade do
serviço de limpeza e o envio de engenheiros da Secretaria de Obras para
verificar a situação das ruas 7, 8 e 9.
A
presidente da Associação de Moradores da Ilhinha, Maria de Jesus Pereira,
destacou a presença do prefeito para ouvir os moradores. “É importante porque
isso nunca tinha acontecido. Nós fizemos esse movimento há quase sete anos onde
teve a presença do secretário de segurança, mas que até então não teve
resultado. Esperamos que com esse novo movimento seja diferente como ele [o
prefeito] acabou de dizer”, disse.
O
morador Marcelo Azevedo Trindade, 32 anos, foi um dos inscritos durante a
audiência pública para apresentar reivindicações coletadas junto a outros
moradores. “Esta comunidade carrega o estigma de ser marginalizada, porém não
existem políticas públicas, do estado ou município, para combater essas
realidades dentro da comunidade. Vemos a Prefeitura e o Estado longe. Este é o
momento de unirmos forças para levarmos não só a comunidade, mas também São
Luís, a crescer”, opinou.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2013

Ex-presidente da Câmara de Estreito é denunciado pelo MP

Irregularidades
na prestação de contas do exercício financeiro de 2008 motivou o oferecimento
de Denúncia pelo Ministério Público do Maranhão, em 21 de agosto, contra o
ex-presidente da Câmara de Vereadores de Estreito (a 752km de São Luís),
Benedito Torres Salazar. A manifestação ministerial foi assinada pelo promotor
de justiça Luís Samarone Batalha Carvalho.
Consta
nos autos que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou irregular as contas
da gestão de Benedito Torres Salazar, conforme Acórdão (decisão) nº 118/2011,
imputando débito e aplicando multas ao ex-presidente da câmara.
Entre as
irregularidades constatadas estão ausência de documentação ou existência de
irregularidade no procedimento licitatório para contratação de assessoria
contábil, fragmentação de despesas na compra de combustíveis para veículos
locados a serviço da câmara, ausência de documentação ou existência de
irregularidade no procedimento licitatório para contratação de assessor jurídico
e despesa sem comprovação.
As
despesas e procedimentos irregulares movimentaram a quantia de R$ 104.045, 96.
O
promotor de justiça requer a condenação do réu Benedito Torres Salazar de
acordo com a Lei 8.666/93, conhecida como Lei de Licitações.

  • Jorge Vieira
  • 29/ago/2013

Prestação de contas dos convênios da cassação de Roseana deve ser apresentada pelo TCE

O
jornalista Jorge Vieira, titular deste blog, solicitou ao Tribunal de Contas do Estado a cópia das prestações
de contas da execução dos convênios celebrados entre o governo do estado e
diversos municípios em 2010. O Tribunal é responsável por fiscalizar a correta
aplicação dos recursos públicos, evitando desvios.
O pedido
requer que o Tribunal de Contas apresente os documentos levados pelas
prefeituras ao TCE para comprovar a execução das obras feitas com as verbas
repassadas pelo governo estadual no ano de 2010.
Entre as
informações que devem conter nos documentos apresentados pelas prefeituras ao
Tribunal estão: O objeto e valores totais das obras firmadas em convênio, a
data de início e de conclusão das obras, a localização exata da realização das
obras; e todo o material referente à prestação de contas da execução de tais
projetos (incluindo fotos e plano de trabalho/projeto básico).
A
iniciativa do jornalista se deu após a publicação do parecer do Ministério
Público Federal, alegando que os convênios realizados pelo governo de Roseana
Sarney em 2010 teriam sido usados com fins eleitoreiros, segundo o procurador
geral da república, Roberto Gurgel.
Baseado
na Lei de Acesso à Informação, o jornalista deu entrada no pedido no dia 20 de
agosto na sede do Tribunal de Contas do Estado. A lei federal obriga que todas
as informações públicas sejam fornecidas a qualquer cidadão que requerer
documentos que tratem de informações públicas.
Segundo a
lei de acesso à informação, o Tribunal de Contas tem até 20 dias para fornecer
os dados ao jornalista. O Tribunal tem até o dia 9 de setembro para reunir os
dados referentes à execução dos convênios.
Os
convênios celebrados em junho de 2010, às vésperas da eleição, têm sido alvo de
muita polêmica em todo o Maranhão. Eles deram motivo para que o parecer de
Roberto Gurgel pedisse a cassação da governadora do Maranhão, Roseana Sarney.
Segundo a
avaliação do procurador geral, Roseana “tinha um objetivo claro e imediato:
interferir no processo eleitoral em curso e beneficiar as candidaturas dos
recorridos.” Foram celebrados 979 convênios que somaram mais de R$ 391 milhões,
distribuídos em apenas 3 dias.




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