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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 14/set/2013

Irmão de Luís Fernando defende o fim da oligarquia

O
ex-governador José Reinaldo Tavares surpreendeu o auditório Fernando Falcão, no início da noite de ontem, ao
destacar com toda satisfação a filiação do empresário Fernando Silva ( senhor
de camisa verde na foto) no Partido Socialista Brasileiro, um dos pilares da
pré-candidatura do presidente da Embratur, Flávio Dino, ao governo
do Maranhão.

A
filiação de Fernando Silva revela que nem mesmo os familiares do pré-candidato
do Palácio dos Leões ao governo acreditam em sua capacidade administrativa ou
simplesmente torcem pelo fim do ciclo de dominação de um grupo político que
levou o estado a alcançar os piores indicadores econômicos e sociais do país.
                                               

  • Jorge Vieira
  • 14/set/2013

Líderes da oposição pregam unidade para 2014

Perdeu
feio quem apostou na implosão do PSB por conta das divergências entre os grupos
que disputam o comando do partido no estado. Ao contrário da pregação dos
cavaleiros do apocalipse, o que se viu no final da tarde de ontem no auditório
da Assembleia Legislativa foram todas as lideranças socialistas gritando por
unidade e mostrando a maturidade que o momento exige.
Sentaram
lado a lado José Antônio Almeida e Ribamar Alves, José Reinaldo Tavares e
Roberto Rocha, numa clara demonstração de que os argumentos do presidente
nacional do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, foram
suficientes para aparar arestas e conduzir o PSB à unidade interna.
O
vice-prefeito de São Luís e pré-candidato ao Senado Federal, Roberto Rocha, se
referiu a José Reinaldo como “companheiro” e deixou claro que se for ele o
escolhido para compor a chapa majoritária de senador, trabalhará o município de
Balsas, administrada pelo irmão Rochinha, para apoiar a eleição do
ex-governador a deputado federal.       
Perguntei
ao governador de Pernambuco se era possível conseguiu a unidade do PSB diante
das constantes desavenças interna e ele foi bastante claro: “estou tranquilo e
seguro que esta unidade vai acontecer”. Ele anunciou que devolveu a
responsabilidade das articulações ao comando local do partido por entender que “a
unidade está perto de acontecer”.
Campos
deixou o Maranhão na noite de ontem animado com o que viu e certo de que as
lideranças socialistas do estado e os partidos de oposição deram um passo largo
em direção a unificação.  Todos os
líderes de partidos que formaram a aliança que elegeu o prefeito Edivaldo
Holanda Júnior (PTC, PCdoB, PDT e PSB) estiveram presentes e se manifestaram em
defesa da unidade do grupo.
A
participação do governador no encontro que serviu também para abonar filiações,
inclusive do empresário Fernando Silva, irmão do secretário Luís Fernando
Silva, e tirar qualquer dúvida em relação a opção do PSB para 2014. Eduardo
Campos deixou claro que o caminho do partido é o palanque de Flávio Dino e que
vai se empenhar para ajudar a oposição maranhense conseguir a unidade para
enfrentar o grupo adversário.  

  • Jorge Vieira
  • 13/set/2013

Notas apimentadas

É TUDO SARNEY
De
um deputado, aliado de todas horas da Oligarquia: “Se os Sarneys puderem, eles
lançam pra deputado federal o Adriano Sarney, Edilásio, Carlos Filho, Zequinha
Sarney e Roseana para o Senado. Eles sempre querem ocupar todos os espaços e os
aliados que se virem.”  O Parlamentar que
falou tem conhecimento de causa.
NA DEGOLA
O
desembargador Megbel Abdala, do Tribunal de Justiça de Maranhão, investigado
pelo Conselho Nacional de Justiça por concessão de liminares contra o poder
público para sacar quantias milionárias, pode está com os dias contados no
judiciário. Na sessão de agosto, o CNJ começou a julgá-lo e três conselheiros
votaram pela aposentadoria compulsória. O ministro Joaquim Barbosa pediu vista
e deveria ter trazido o voto na sessão da última terça-feira 10/09, mas o caso
não foi julgado. Megbel, apreensivo, estava sentado na primeira fila do CNJ.
ENROLADO
O
Secretário de Infra-estrutura e candidato da Oligarquia, Luis Fernando Silva,
será acionado judicialmente por se negar a prestar informações públicas sobre
os convênios eleitoreiros de sua pasta. No Maranhão de Luis Fernando, a Lei de
Acesso à Informação não existe e tudo deve ser guardado numa caixa-preta.
Poderá ser acionado por prevaricação e improbidade administrativa.
PRA ELE, EU DESISTO
O
deputado Domingos Dutra, pré-candidato ao Senado pelas oposições, disse que só
existe uma hipótese de retirar sua candidatura: Se José Reinaldo se lançar
candidato ao Senado. Dutra disse que não esquece que foi Zé Reinaldo, em 2006,
que lançou as bases para se construir uma oposição no Maranhão, e merece o
respeito de todos aqueles que pretendem um projeto coletivo.
CASSAÇÃO À VISTA?

completou um mês que o ministro Henrique Neves está com o processo que pede a
cassação de Roseana Sarney e seu vice, Washington Oliveira. O ministro poderá
pedir pauta para o julgamento já no mês de outubro. Fontes afirmam que o efeito
do parecer do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que pede a
cassação de Roseana, causou um efeito devastador nos meios jurídicos que
defendem a governadora.
PASSA ADIANTE
Mais
devastador do que o parecer do procurador-geral, foi mesmo a recusa da ministra
Luciana Lossio, ex-advogada de Roseana Sarney, em julgar o caso. A ministra
teria recebido uma “embaixada para analisar com carinho o caso até depois do
carnaval de 2015”. Tão logo o processo chegou às mãos da ministra Lóssio,
voltou com a declaração de impedimento e o caso foi distribuído o ministro
Henrique Neves. 
                                  

  • Jorge Vieira
  • 13/set/2013

MP aciona ex-prefeita de Dom Pedro por improbidade administrativa

As
irregularidades na prestação de contas e execução de um convênio firmado, em
2010, pela Prefeitura de  Dom Pedro com a Secretaria de Estado das Cidades
e Desenvolvimento (Secid) para construção de 100 casas populares motivou o
Ministério Público a acionar judicialmente, no dia 6 de setembro, a ex-prefeita
Maria Arlene Barros Costa por improbidade administrativa.

Na Ação
Civil Pública, o promotor de justiça Luis Eduardo Souza e Silva denuncia que o
Convênio nº 22/2010, no valor de R$ 655.813 mil, fazia parte do Programa Viva
Casa do governo do Maranhão. As casas deveriam ser construídas de alvenaria e
cobertas de telha para substituir as habitações de taipa e palha.
Ao
investigar o convênio, o MPMA constatou que a prestação de contas está
irregular, pois a ex-prefeita não apresentou os documentos necessários para
análise do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Além disso, nenhuma casa foi
construída.
Por conta
das ilegalidades, o promotor pediu à Justiça que determine o ressarcimento
integral do dano causado aos cofres públicos, no valor de  R$ 655.813 mil,
a ser pago por Maria Arlene Costa. Também foi solicitada a indisponibilidade
dos bens da ex-gestora para garantir o pagamento dos valores desviados;
suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos; proibição de contratar com
o Poder Público ou receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios, pelo
prazo de dez anos.

  • Jorge Vieira
  • 13/set/2013

Prefeitura promove ações de infraestrutura no Ipase

A Prefeitura de São Luís está promovendo ações de infraestrutura no bairro do Ipase. A gestão cumpre compromisso com a comunidade daquela localidade e desenvolve medidas que facilitem o acesso às ruas da Eletronorte e Apicum, no bairro. Máquinas trabalham na limpeza e terraplanagem e já está prevista drenagem para a região.
Um dos integrantes da comissão organizada pela comunidade para diálogo com a Prefeitura de São Luís, José Miguel Azevedo Braga, reiterou a importância do diálogo que vem sendo mantido entre a gestão municipal e as comunidades. “Entregamos uma pauta de reivindicações na área de saneamento básico e infraestrutura e, aos poucos, estamos sendo atendidos e contemplados”, conta.
O assessor especial da Prefeitura para assuntos de Habitação, Geraldo Castro, negociou com os moradores à luz das orientações do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. “Houve um acerto com os moradores das regiões do PAC, como no Ipase, de providências de melhorias imediatas, que promovam a eles qualidade de vida até a conclusão das obras que estão sendo retomadas, uma vez que a prefeitura trabalha para garantir os recursos e investir nos projetos que envolvem verbas federais”, disse.  
Para a dona-de-casa Mirian Marfim, que mora na Rua da Eletronorte, a ação continuada da Prefeitura representa melhoras reais para o dia a dia dos moradores. “Antes dessa gestão, ninguém nunca tinha vindo aqui fazer esse trabalho, estou achando muito bom. Aqui, para que os carros entrassem, era muito difícil e acredito que agora vai ficar bem mais fácil para nós”, comemora.
Secretarias Municipais de Obras e Serviços Públicos (Semosp) e de Meio Ambiente (Semmam) trabalham de maneira integrada para realizar ações na área, com relação à limpeza e à boa gestão dos descartes de resíduos, a fim de priorizar as demandas da comunidade.

  • Jorge Vieira
  • 13/set/2013

Governadora é responsável pela péssima posição da UEMA no ranking da Folha de São Paulo, diz Bira

A
Universidade Estadual do Maranhão continua repercutindo na classe política. O deputado Bira do Pindaré (PT), por exemplo, responsabiliza a governadora Roseana Sarney (PMDB) pela péssima colocação da UEMA no ranking de
estatísticas da Folha de São Paulo.
No item
Ensino, a UEMA ocupa a 119ª no Brasil e é a penúltima do nordeste. Em um
indicador de 0 a 100 a nota final da UEMA foi 32.36, só ganha da Universidade
estadual de Alagoas. No item Pesquisa, a nota da UEMA é 13.92. No item Mercado
é 12.5.
O
deputado Bira isenta de culpa pelos vergonhosos indicadores os professores,
servidores e estudantes da UEMA. Para ele a responsabilidade total é da
Governadora. Bira defendeu maiores investimentos do Governo do Estado na UEMA e
lembrou que pôde constatar a precariedade da situação da Universidade quando
esteve em reunião com estudantes de Bacabal.
“Eu
estive em Bacabal a convite dos estudantes e eles mostraram para mim, fui a
cada dependência da Universidade, e pude constatar com meus próprios olhos que
realmente a situação é gritante, obras inacabadas. A carência de professores é
gritante. O curso de Direito praticamente não tem professor titular. A ampla
maioria dos professores é provisória, com contratos precários, ganhando R$
1.100,00 para ser professor da UEMA”, criticou Bira.
Para o
parlamentar o povo maranhense clama por oportunidades. A população local viaja
para outros estados em busca de empregos e acaba arriscando a vida em situações
precarizadas e até análogas a escravidão. “O Maranhão não exporta nada. Não
exporta tomate, não exporta cebola, não exporta laranja, a gente exporta é
trabalhador para todo lado, que acaba virando escravo, minério de Ferro e
Soja”, protestou Bira.
O
Deputado ainda lembrou que dos maranhenses que recentemente foram soterrados no
desabamento de uma obra em São Paulo, alguns conseguiram escapar foram
libertados pelo Ministério Público do Trabalho, porque estavam em regime de
trabalho degradante, nessa mesma obra.
De acordo
com o Deputado, a falta de oportunidades no Maranhão cria esta realidade e não
são necessárias estatísticas para concluir que o estado caminha por um trajeto
preocupante. “Não estamos comemorando, estamos preocupados querendo encontrar
uma solução para o Estado. Vamos continuar trilhando pelo mesmo caminho,
tentando construir um projeto alternativo que seja viável, capaz de oferecer
perspectiva de vida digna para a população. Porque isso não existe no Maranhão.
Esse sol, peneira nenhuma vai conseguir esconder, é a nossa triste realidade”,
apontou Bira.

  • Jorge Vieira
  • 13/set/2013

Senador João Alberto diz que votou contra a PEC dos mensaleiros e votará contra voto aberto

Alvo de críticas no plenário da Assembleia Legislativa, na manhã de ontem (12), o
senador João Alberto de Sousa (PMDB) ligou na noite de ontem para o titular do blog
para reafirmar que votou com convicção contra a chamada “PEC dos mensaleiros” e
informar os motivos que o levaram a se posicionar contra a proposta aprovada no
Senado, que seguirá agora para ser apreciada pela Câmara dos Deputados.
A PEC prevê a perda automática de mandato de parlamentares
condenados por crimes contra a administração pública ou improbidade
administrativa, mas João Alberto considera que a tarefa de cassar mandato de
senador, que geralmente chega na Casa com mais de 1 milhão de votos, deve ser
da Conselho de Ética.
“Os senadores Renan Calheiros, Joaquim Roriz, Antônio Carlos
Magalhães e Jader Barbalho tiveram que renunciar para não enfrentar a Comissão
de Ética, enquanto Luiz Estevão não renunciou e foi cassado, José Dirceu também.
Cassar mandato é um direito nosso, uma prerrogativa que não devemos abrir mão
para nenhum tribunal”, defendeu Alberto.
Voto
aberto –
Além
de se posicionar contra a
perda automática do mandato de parlamentares condenados pelo Supremo Tribunal
Federal, sem que os mesmos sejam submetidos à Comissão de Ética, João Alberto encontra-se
no meio de outra polêmica: vai votar contra o voto aberto.
“Sou
contra o voto aberto, o secreto protege a pessoa. Vou citar exemplo: na escolha
de um ministro do Supremo se eu me posicionar contra, certamente vou ficar na
mira dele. Outra coisa: o parlamentar vai ficar refém do governo. Se abrir voto
for uma regra, porque então não abre o voto nas eleições? Não abre para
proteger o cidadão”, observa.
Na
avaliação do senador, o voto secreto “preserva as duas pontas”, ou seja, quem
votou e quem foi votado, por isso vai votar contra o voto aberto e adverte: “ninguém
vai me fazer recuar. Após terminar meu mandato não quero ser candidato mais a
nada, minha única pretensão é ser vereador em Olha D’agua das Cunhãs ou Bacabal”,
enfatizou.    

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