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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Prefeitura capacita cem inspetores para fiscalização embarcada

A
Prefeitura de São Luís promoveu nesta segunda-feira (16) a capacitação de cem
inspetores que vão trabalhar na fiscalização embarcada do transporte coletivo
na capital. O trabalho foi realizado na unidade do Sest/Senat de São Luís, onde
os participantes receberam orientações sobre os procedimentos de abordagem aos
usuários de ônibus. O objetivo é coibir o uso irregular de cartões de
gratuidade e meia-passagem.
O
titular da Secretaria de Trânsito e Transportes (SMTT), Canindé Barros,
informou que a medida está alinhada com o compromisso do prefeito Edivaldo para
remodelamento do sistema de transporte. “Estamos preparando uma grande equipe
para trabalhar na fiscalização embarcada, para atuarmos fortemente no combate à
fraude no nosso sistema de transporte público de São Luís”, disse Canindé
Barros.
O
uso dos cartões de gratuidade e meia-passagem é exclusivo do titular e não pode
ser cedido a terceiros. Com a fiscalização embarcada, os benefícios utilizados
incorretamente serão suspensos por um determinado período e haverá o
recolhimento do cartão. Com a conclusão do processo de capacitação dos
inspetores nesta segunda-feira (16), a fiscalização será iniciada no início da
semana que vem.
De
acordo com a inspetora Regina Maria de Sousa, que participou da capacitação,
durante a abordagem serão repassadas orientações aos usuários. “O treinamento
foi muito importante, eu me sinto mais segura para fazer o trabalho, que é de
recolhimento da carteira e também de orientação do usuário, sobre o que deve
fazer”, disse.
A
capacitação dos servidores foi feita por técnicos da SMTT. Segundo a instrutora
Porfíria Silva, além das informações sobre a operacionalização da fiscalização,
também foram repassadas orientações sobre atendimento ao público. “Esse
trabalho exige toda uma preparação diferenciada para fazer a abordagem
relacionada ao público que utiliza o benefício”, comentou.

No
treinamento, os inspetores foram instruídos a perceber indícios de
irregularidade, a partir de uma simulação do passo a passo do registro da
passagem de um usuário. Eles também foram ensinados quanto à forma de
tratamento e às conduções que devem ser repassadas aos usuários.

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Mototaxistas entregam propostas e declaram apoio a Flávio Dino

Em Paço do Lumiar, Federação dos
Mototaxistas e Motoboys propôs ao pré-candidato a governador a isenção de ICMS
para aquisição de motos
A Federação das Associações e
Sindicatos de Mototaxistas, Motoboys e Motofretistas do Maranhão (FESIMOTO)
entregou ao pré-candidato Flávio Dino (PCdoB), na manhã deste domingo (15), um
documento com dez propostas e reivindicações para atender à categoria e
declarou apoio ao pré-candidato. Presente em todos os municípios do Maranhão, prestando
serviços de transporte de pessoas na área urbana e rural, os mototaxistas
reivindicam isenção fiscal no ICMS para a aquisição de motos, cursos
profissionalizantes e a criação de uma a ala em um hospital do estado destinada
à reabilitação de acidentados de moto.
Ao receber as propostas da categoria, o
pré-candidato Flávio Dino (PCdoB) lembrou que em seu Programa de Governo consta
uma proposta que contempla parte das reivindicações da categoria. Trata-se da
criação de cinco Centros de Reabilitação em parceria com Hospital Sarah,
especializado em reabilitação locomotora e neuroreabilitação. “Defendemos
um governo de proximidade, que atenda às necessidades das pessoas”, disse
ele.
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O presidente da Federal dos
Mototaxistas e Motoboys, David Guarapiranga, relatou que a categoria conta com
120 mil associados em todo o estado, mas, mesmo assim, não recebe nenhum apoio
da administração estadual. “Estamos em todos os lugares desse estado, somos
muitos e precisamos de apoio para melhor regulamentar nossa categoria, não
temos, por exemplo, os benefícios concedidos aos taxistas”, disse.
O deputado estadual Bira do Pindaré
(PSB) esclareceu que foi reapresentado um Projeto de Lei de sua autoria na
Assembleia Legislativa solicitando a isenção de ICMS para os mototaxistas e
motoboys na aquisição de motos. De acordo com o parlamentar o Projeto de Lei
apresentado inicialmente foi vetado pela governadora Roseana Sarney (PMDB) sob
a alegação de que o Parlamento não teria competência para legislar em matéria
fiscal. “Nós, da oposição, estamos atentos às necessidades da categoria. E eu
tenho certeza que, como nós, toda a sociedade considera esta uma luta justa”,
disse Bira do Pindaré.
O deputado federal Domingos Dutra (SD)
relatou que também acompanha a luta da categoria desde 2007, quando participou
da aprovação da Lei 12.009, que regulamenta o exercício da atividade
profissional dos mototaxistas. “Há quase quatro anos vocês estão
regulamentados, mas, isto não basta, é preciso que vocês contem com o apoio do
poder público para se capacitarem, para terem condições de prestar serviços
cada vez melhores à sociedade”, afirmou o parlamentar.

A pré-candidata a deputada estadual,
Simone Limeira, também presente ao evento, esclareceu que as lideranças de
oposição do estado compreendem a luta dos mototaxistas e apoiam as
reivindicações. “Todas as classes organizadas devem sim fazer suas
reivindicações. Nós vamos lutar junto com vocês e fazer a diferença em nosso
estado”.

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Executiva do PSDB sepulta pré-candidatura de João Castelo

Por cinco votos a um, a executiva
estadual do PSDB decidiu, nesta manhã de segunda-feira (16), sepultar a
pré-candidatura do ex-prefeito João Castelo e reafirmar a apoio a candidatura
de Roberto Rocha ao Senado.
Dos sete integrantes da executiva,
cinco vetaram a candidatura. O Prefeito de São Bento, Carrinho, se absteve por
já ter declarado apoio à candidatura de Gastão Vieira.
Segundo o presidente estadual do
partido, Carlos Brandão, o ex-prefeito João Castelo teria reagido com
tranquilidade.
“Não acredito que o Castelo irá
levar o assunto para a convenção, ele reagiu bem a nossa decisão e disse que
respeitaria o partido”, disse Brandão.

Castelo, que era o último empecilho para a oposição marchar unida, agora deverá disputar um mandato de deputado federal.

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Deputada gaúcha destaca apoio nacional a Dino

A deputada federal Manuela d’Ávila
(PCdoB-RS) destacou nesta segunda-feira (16) que o Brasil inteiro está com
Flávio Dino para derrotar a oligarquia que ainda governa o Maranhão. Forte
liderança nacional, a parlamentar escreveu em sua página pessoal no twitter que
acredita no trabalho de Dino para governar o estado.

                  
Nesta segunda, a deputada Manuela fez
menção à oficialização das candidaturas nas eleições no Rio Grande do Sul. No
twitter, ela se referiu a Abgail Pereira (PCdoB), que teve a candidatura
confirmada como vice na chapa do governador Tarso Genro (PT). Na mensagem
direcionada a Flávio Dino, que terá a candidatura ao governo do estado
homologada durante convenção no dia 29, Manuela falou de uma declaração dada ao
portal de notícias G1.

“@FlavioDino sabe o q não saiu no g1? Q
eu disse q junto a ti, ele seria o mais avançado dos governadores!”, escreveu. A deputada ainda
completou: “@FlavioDino vamos derrotar a oligarquia! O Brasil inteiro esta
contigo!”.

Manuela d’Ávila e Flávio Dino foram
deputados na mesma legislatura de 2007 a 2011, quando também dividiram o Prêmio
Congresso em Foco, eleitos pelos internautas como parlamentares de destaque na
atuação política e forte representação da população na Câmara.

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Definido quadro de candidatos a sucessão estadual

O prazo para a realização das convenções partidárias expira dia 30 de junho, mas as que foram realizadas no final de semana começaram desenhar o quadro da sucessão estadual.
Pelo o que saiu dos encontros do PSOL e PPL, a eleição caminha para o que todos
os analistas políticos vêm alertando: o pleito será definido no primeiro turno.
A fragilidade
dos representantes dos partidos considerados da esquerda radical não dar margem
a outra interpretação. Antônio Pedrosa (PSOL) e Zé Luís Lago (PPL) e Saulo
Ancanjo (PSTU) representam nesta disputa o peso de uma pena de Juriti.
Historicamente
estas candidaturas alternativas, que servem apenas para os pequenos partidos apresentarem
suas convicções ideológicas no horário da propaganda eleitoral, nunca
conseguiram reunir cinco por cento dos votos, o que deve transformar a eleição
numa disputa entre Flávio Dino e Edinho Lobão, o “Edinho 30”.
Como
até o momento apenas PCdoB, PMDB, PSTU, PSOL e PPL indicaram seus representantes
e não se tem conhecimento de outro pretendente, tudo indica que o pleito será
plebiscitário e com forte tendência para o representante das oposições, que mantém
uma margem de 30 pontos de diferença para o candidato da oligarquia Sarney,
segundo as últimas pesquisas.
Com o
quadro para governador praticamente definido as atenções se voltam agora para
a eleição de senador. Quase todos partidos ou coligações enfrentam problemas para
a composição das chapas.
No
PMDB, o ex-ministro Gastão Vieira conseguiu derrotar internamente o presidente da Assembleia
Legislativa, Arnaldo Melo, e se viabilizar como candidato do grupo, mas ainda falta
definir os suplentes.
Complicação
maior enfrentar o PSDB, que já confirmou participação na aliança de oposição,
mas enfrenta um problema chamado João Castelo, que tenta se impor como
candidato ao Senado contra os partidos que formam a coligação oposicionista.
O
ex-prefeito que transformou a cidade de São Luís num caos e saiu pela porta do
fundo da prefeitura, no entanto, é repudiado pelos partidos de oposição e deve
ser despachado na convenção do próximo domingo (22) quando os tucanos vão
reunir para sacramentar a aliança com Flávio ao governo e Roberto Rocha ao
Senado.

Outro
partido que indicou o representante ao governo, mas deixou a questão do Senado
aberta foi o PPL. Já PSTU, com a desistência de Noleto disputar o Senado,
transferiu para sindicalista Marcos Silva a missão de representar a legenda, o
mesmo ocorrendo com Haroldo Sabóia, já lançado candidato a senador pelo PSOL.    

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

A idade e o risco de Sarney perder a eleição é destaque em O Globo

POR CHICO DE GOIS
(O GLOBO)
MACAPÁ – Com 84
anos, a saúde um pouco abalada e seis décadas de trajetória política, o senador
José Sarney (PMDB-AP) encontra-se num dilema de vida: ser ou não ser candidato
a mais um mandato de senador pelo Amapá, estado que adotou para angariar votos.
Por enquanto, o mistério se mantém. Sarney não diz que sim nem que não. Há
cerca de 15 dias, segundo políticos locais, ele enviou ao Amapá um de seus
colaboradores, que se dedica às reivindicações do estado — do Maranhão, ele
mesmo cuida. O enviado conversou com aliados do velho cacique, ouviu
ponderações e as repassou ao chefe.
Uma das preocupações que estão
atormentando a cabeça do longevo líder político é que, se concorrer, corre
risco de perder. E sair da vida pública vitoriosa — na qual foi tudo o que
quis, inclusive presidente da República — com uma derrota não seria um bom
final. Além disso, a filha, a governadora Roseana Sarney (PMDB), também
desistiu de concorrer ao Senado pelo Maranhão e, a partir do ano que vem,
pretende passar uma temporada nos Estados Unidos — o destino seria Miami, como
vêm dizendo às rodas políticas maranhenses. Uma derrota de Sarney, somada ao
afastamento de Roseana, deixaria a família longe do poder pela primeira vez na
vida. O único representante do clã que pode se eleger com uma certa facilidade
é o deputado Zequinha Sarney (PV-MA).
No Amapá, o candidato que mais
preocupa Sarney é cria sua. Trata-se do deputado federal Davi Alcolumbre (DEM).
Davi era sobrinho de Salomão Alcolumbre, que foi suplente de Sarney e morreu em
abril de 2011, aos 65 anos, de um ataque cardíaco. Davi entende que chegou a
hora de tocar a vida sozinho. Embora jovem, com 37 anos a se completarem dia 19
deste mês, ele não é neófito. Deputado federal por três mandatos seguidos, na
eleição passada para prefeito ficou em quarto lugar no primeiro turno. Acabou
apoiando Clécio Luis (PSOL), ajudando-o a vencer o pleito contra Roberto Góes
(PDT).
Troco à falta de
apoio do PMDB
O deputado afirmou que tomou a
decisão de se lançar ao Senado há oito meses. Ele se ressentiu do fato de que o
PMDB não apoiou sua candidatura a prefeito no ano passado, embora ele próprio
tenha se unido aos peemedebistas em outras eleições. Embora declare que
respeita a história de Sarney, Davi dá a entender que o senador maranhense é
passado.
— Na vida tudo passa. O país mudou
desde junho do ano passado, quando aconteceram as manifestações. E a classe
política precisa dar uma resposta à população — disse ele, e prometeu: — Se
tiver de enfrentar Sarney, vou enfrentar.
Senador quer que PT
impeça candidatura de vice-governadora
Pesquisas informais em posse de
candidatos a senador e a governador apontam que há um empate técnico entre Davi
Alcolumbre (DEM) e José Sarney (PMDB). A diferença varia pouco, segundo essas
sondagens, chegando a no máximo dois pontos percentuais.
Na eleição de 2006, o velho cacique
por pouco não perdeu para uma estreante, a hoje deputada estadual Cristina
Almeida (PSB). Sentindo-se ameaçado, Sarney teve de intensificar o corpo a
corpo no estado, contando com a ajuda do ex-presidente Lula. No final, obteve
53,87% dos votos válidos, contra 43,59% de Cristina e 1,27% de Celisa Penna
(PSOL).
Agora, Sarney dá alguns passos para
se precaver: quer que o PT impeça que a vice-governadora, Dalva Figueiredo
(PT), lance sua candidatura ao Senado. O PT também emite sinais contraditórios
sobre o assunto, à espera da decisão de Sarney. Se ele decidir ser candidato, a
Executiva Nacional petista deve impedir que Dalva se lance.
Na disputa para o governo do Amapá,
Sarney vai subir no palanque do ex-governador Waldez Goes (PDT), preso em
setembro de 2010 pela Polícia Federal na Operação Mãos Limpas. Waldez foi
detido com outras 17 pessoas, incluindo seu vice na época, Pedro Paulo Dias
(PP), e sua mulher, a deputada estadual Marília Góes (PDT). A PF os acusa de
integrar um esquema de desvio de verbas da Educação, com prejuízo aos cofres
públicos estimado em R$ 300 milhões.
— O senador Sarney é nosso candidato
natural. Tem força de trabalho e reconhecimento do povo pelo que fez pelo
Amapá. Ele não vive aqui e nem precisa. O importante é que o gabinete dele está
aberto às pautas do Amapá — disse Waldez.
O ex-governador afirmou que seu grupo
não trabalha com plano B, caso Sarney não queira entrar na disputa. Mesmo
assim, há outros interessados. Um deles é o ex-senador Gilvam Borges (PMDB),
que tem dito a interlocutores que pretende assumir a candidatura caso Sarney desista.
Se o senador lançar seu nome, Gilvan tenta vaga na Câmara.
Influência à
distância
Mesmo ausente fisicamente do estado,
Sarney exerce influência sobre toda a política amapaense. Um exemplo é o
deputado estadual Bruno Mineiro (PTdoB), que lançou sua candidatura ao governo
do estado semana passada. Antes do anúncio, Mineiro foi ao gabinete do senador
em Brasília. Sarney ouviu, disse que seria bom tê-lo como candidato, mas não
anunciou apoio. Nem disse se sairia candidato. A decisão só deve ser conhecida
no fim do mês. Por sua assessoria, o senador afirmou que ainda não decidiu se
será ou não candidato.
Segundo pesquisas informais, não
registradas na Justiça Eleitoral, Waldez Góes aparece na frente; os próprios
adversários admitem a vantagem dele. Precavido, Waldez sabe que a Operação Mãos
Limpas voltará a ser debatida:
— Aquilo foi um estelionato político.
Nunca fui ouvido sobre esse processo. Já faz quatro anos. Minha prisão e a da
minha mulher foram arbitrárias — declarou ao GLOBO.
A prisão e os desdobramentos do
escândalo tiraram Waldez de uma quase certa vitória para o Senado há quatro
anos e derrotaram seu candidato ao governo, Pedro Paulo Dias (PP), que havia
sido seu vice. Ele acabou em terceiro, e o eleito para governar Amapá foi
Camilo Capiberibe (PSB), cuja família é adversária histórica de Waldez e de
José Sarney. Capiberibe admite que a campanha será dura, porque enfrentará
vários adversários. Ele reuniu em torno de si poucas legendas: além do seu
próprio partido, o PSB, terá PT, PCdoB e PSOL.
— É uma aliança muito boa — afirmou.
O deputado estadual Bruno Mineiro,
que há cerca de 15 dias anunciou que também vai concorrer ao governo do estado,
foi secretário dos Transportes de Capiberibe; saiu em abril para poder se
tornar candidato.
— Temos um vácuo de lideranças no
estado, por isso resolvi me apresentar para a disputa — afirmou o deputado.

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Hilton Gonçalo diz que PDT não cumpriu acordo

O ex-pré-candidato ao governo, Hilton
Gonçalo (PDT), revelou neste fim de semana, que aguarda a convenção estadual do
seu partido para que seja anunciado o rumo oficial da legenda nesta eleição. 
O
ex-prefeito de Santa Rita fez questão de lembrar do acordo celebrado, entre a
direção estadual e ele: “o partido me prometeu a legenda, caso não indicasse a
vaga de vice-governador, isto não ocorreu e o acordo não foi cumprido”.
Hilton lembra que o PDT foi
protagonista nas últimas três eleições para governador e após 12 anos, ficará
de fora da disputa majoritária sem indicar sequer o candidato vice-governador,
como foi prometido pelo grupo oposicionista ainda em 2012.
“O PDT está perdendo espaço na política
maranhense, perdemos a prefeitura de São Luís e agora não teremos mais nem
representatividade majoritária, lamento profundamente, que o legado e a memória
de Jackson Lago não esteja sendo respeitado”, declarou.
Ele ainda falou sobre a preocupação ser
maior com os interesses pessoais dentro do seu partido. “Percebo que preferem
priorizar as eleições dos seus deputados à eleição majoritária”, completou.

Sobre seu futuro no PDT, Hilton Gonçalo
anuncia que passará por um momento de reflexão e logo após as eleições, deve
definir seu futuro. Em 2013, o ex-prefeito de Santa Rita, recebeu convites de
diversos partidos para se filiar, entre eles: PV, PP, PR, PRP, PSDC, PPL e
outros.

1 2.097 2.098 2.099 2.100 2.101 2.800

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