Os três legítimos representantes do que restou da oligarquia Sarney (Adriano Sarney, Andréa Murad e Sousa Neto) mais o tresloucado professor Wellington do Curso, que nunca passaram sequer próximos a uma aldeia, resolveram encampar a luta de índios manipulados por um empresário do transporte, aliado a politiqueiros de plantão, que deseja impor que o governo Flávio Dino pague R$ 50 milhões deixado pelo governo Roseana por supostos serviços que o Ministério Público Federal e Funai não reconhecem.
Com um punhado de índios acorrentados na galeria da Assembleia Legislativa, Sousa Neto, Adriano e Andréa se reversaram na tribuna, nesta manhã de quarta-feira (08), como se fossem verdadeiros chefes de tribo ou um cacique morubixaba, tentando forçar o governador Flávio Dino cometer uma irregularidade: pagar uma fortuna por serviços duvidosos contratados na desastrada administração Roseana Sarney.
Coube ao deputado Othelinoi Neto repor as coisas no seu devido lugar e mostrar que o governador não vai se dobrar a chantagem e muito menos usar dinheiro público para enriquecimento de empresário espertalhão e perguntou porque que a governadora que contratou o serviço não providenciou o desembolso.
Num discurso completamente confuso e sem qualquer nexo, Adriano Sarney teve a cara de pau de afirmar que os silvícolas vieram se acorrentar na Assembleia “por um móvito digno: reivindicam educação”. Uma mentira do tamanho do nariz do Pinóquio, pois todos que acompanham o caso sabem perfeitamente que eles querem que o governo pague ao empresário esperto a fortuna de R$ 50 milhões, mesmo com parecer contrário da Justiça, e justamente num momento em que o país vive uma das piores crises financeiras de sua história.
Segundo o deputado Othelino, o assunto dos povos indígenas é tratado por este governo de forma responsável e de forma respeitosa. “Existe uma tentativa por parte da oposição de tratar o assunto de forma politiqueira, mas é preciso que consertemos e façamos as observações devidas. Primeiro, não há como deixar de dizer que o calote de cerca de R$ 50 milhões, referente ao transporte escolar indígena, foi deixado pelo Governo anterior da ex-governadora Roseana Sarney, foi ela quem não pagou”, observou.
O parlamentar disse ainda que o Governo Flávio Dino já pagou R$ 4 milhões, sendo R$ 2 milhões referentes a 2013 e R$ 2 milhões referente a 2014 e que os processos já foram auditados. “Aqueles processos onde foram detectadas irregularidades, se elas não forem sanadas, o Governo não terá como pagar. Conversei com o secretário de Articulação Política, ele reforçou a disposição do Governo de negociar, de pagar aquilo que for constatado que o serviço foi executado, mas para o Governo pagar, vai ser necessário constatar a regularidade dos processos, até para que o Governo não seja responsabilizado por pagamentos indevidos”.
Othelino Neto observou também a existência de pareceres do Ministério Público Federal, em posse do Poder Executivo, e da FUNAI, apontando irregularidades em diversos processos referentes ao transporte escolar. “Isso, nem de longe tira o desejo do Governo de resolver o problema, mas é preciso pagar aquilo que é devido dentro do que estabelece a nossa legislação”, advertiu.
Com a falência do sistema de saúde no Brasil e a total falta de apoio do governo estadual, que desde 1° de janeiro de 2013 não aportou um centavo para auxiliar o município de Santa Inês, médicos de plantão no Hospital Tomaz Martins fizeram parto de gravidez gemelar onde um recém-nascido teve baixo peso e sofrimento neonatal o que ensejou medidas médicas que tiveram que ser tomadas de forma heróica, já que existe uma grande deficiência em equipamentos e material na rede hospitalar pública, o que não é privilégio de Santa Inês uma que é comprovadamente um problema na saúde pública do Brasil, mas improvisaram o aquecimento de um dos bebês em plástico para ser transferido para uma unidade de pediatria e neonatologia da capital.
Os recém-nascido estão bem, graças a essa medida heróica.
Vale ressaltar que o G1 publicou recentemente uma ação semelhante na Inglaterra (país de primeiro mundo). Lá salvaram bebê aquecendo-o numa embalagem de sanduíche.
Um dado importante e que merece ser mencionado é que até 2012 a mortalidade em Santa Inês era de 31/1.000 nascimentos e em 2013 e 2014 foram de 14/1.000 nascimentos, enquanto a média nacional é de 17/1.000 nascimento.
Todo esse esforço vem do modelo de gestão implantado em que a responsabilidade e a humanização do atendimento são prioridades. A crítica que porventura tenha advindos foram de cunho pessoal, político e irresponsável.
Esperamos que com o novo governo a secretaria de estado da saúde assuma a sua responsabilidade e assine os convênios pleiteados e que otimizarão o atendimento.
Na Inglaterra foi um ato heróico, no interior do Maranhão, estado mais pobre da nação, é motivo de depreciação…
Ana Josélia Gaioso Costa
Secretária Municipal de Saúde de Santa Inês
O governador Flávio Dino, ao assinar na última segunda-feira o convênio com a Prefeitura de São Luís para a construção das interbairros, uma das promessas de campanha do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, e a perfeita sintonia entre os dois governantes mostram claramente de que lado estará o Palácio dos Leões na sucessão na capital.
Candidato à reeleição, Edivaldo é um político da mais estrita confiança do governador por ter mostrado lealdade ao longo do período que antecedeu as eleições de 2014 quando o grupo Sarney lhe ofereceu todo tipo de facilidade em troca do apoio ao candidato do PMDB, Edinho Lobão, preferindo ele se manter fiel à coligação de Dino.
O prefeito resistiu a todo tipo de pressão e perseguição, mas não arredou o pé de suas posições. Foram dois anos sendo tratado a tapa pela ex-governadora Roseana Sarney, que preferiu penalizar a população de São Luís, não assinando um único convênio para execução de obras na cidade, a ajudar a administração municipal resolver os problemas mais urgentes da cidade.
Bastou a população botar para correr a velha oligarquia comandada pelo ex-presidente José Sarney, que perseguia a administração, que a Prefeitura voltou a trabalhar, ter recursos para execução de obras importantes com as de mobilidade urbana, saneamento básico, assim como foram conseguidos avanços significativos nas áreas de saúde e educação.
Não adianta a deputada Eliziane Gama aparecer em solenidades no Palácio dos Leões sem ser convidada, para dar a impressão de que possui o apoio do governador em sua pré-candidatura à Prefeitura de São Luís, porque o governador já tem candidato e ela sabe disso. Apenas se faz der desentendida para continuar aparecendo ao lado do governador, cumprindo sua sina de enganadora.
Quatro prefeitos maranhenses estiveram nesta terça-feira (7/jul), no Ministério da Saúde em Brasília, em reunião agendada pelo vice-líder do PCdoB, deputado Rubens Pereira Jr. A secretária de Atenção Básica à Saúde, Lumena Furtado, do Ministério da Saúde, recebeu os prefeitos Suely Pereira, de Matões; Léo Coutinho, de Caxias; Luciano Leitoa, de Timón; e Dr. Davi, de Parnarama.
“Foi uma reunião muito importante para buscar melhorias no atendimento à saúde da população do Leste Maranhense”, afirmou Rubens Jr. No encontro, foi pleiteada a atualização do PPI (Programação Pactuada e Integrada) na Saúde, o planejamento de atendimento à saúde, que define a quantidade de recursos que as prefeituras recebem do Ministério da Saúde. O PPI do Maranhão não é atualizado desde 2008.
Na reunião, foi pleiteada autorização para funcionamento de um SAMU regional, além da normalização dos recursos federais para financiamento do SAMU nas cidades.
“Caxias e todas as cidades da região têm muito a ganhar com um grande SAMU regional, que é um projeto que elaboramos e falta apenas uma portaria do Ministério da Saúde para aprovar”, disse Léo Coutinho, prefeito de Caxias. “Foi muito importante a intervenção do deputado, para garantir essa reunião e saímos com a garantia que logo as portarias, atendendo a todas as cidades do Leste Maranhense”.
O secretário Ricardo Cappelli, representante do Governo do Maranhão em Brasília, também destacou o papel do deputado. “Agradeço a fundamental a liderança e a articulação do deputado Rubens Jr nesse processo”, afirmou.
Abatimento de até 50% do IPVA, crédito em contas bancárias, cupons para shows e jogos de futebol. Este é o programa Nota Legal, pelo qual o Governo do Estado cria regras transparentes para conceder créditos financeiros através da emissão de notas fiscais. O novo programa foi instituído pelo governador Flávio Dino na manhã desta terça (7), criando regras transparentes e novos benefícios aos consumidores.
A nova lei garante a restituição de 2% a 3% do total de ICMS cobrado do cidadão em todas as compras realizadas em seu cotidiano. Para restaurantes, autopeças e gêneros alimentícios o valor será de 3% e nos demais casos, de 2%. A fórmula simplificada é uma das mudanças significativas do novo programa.
O Governo amplia o conjunto de ações de justiça fiscal ao criar a nova tabela do Simples, o programa Mais Empresas e, agora, o Nota Legal. “Requalificamos os parâmetros para estimular a arrecadação em todo o Estado para incentivar a cidadania tributária. Queremos garantir o fluxo de investimentos e formação de novos empreendedores no Maranhão”, disse o governador Flávio Dino.
Através do cadastro do CPF no site da Secretaria de Estado da Fazenda, o cidadão recebe a reposição da porcentagem do ICMS cobrado através de abatimento do IPVA, depósito em conta-corrente ou poupança, crédito no celular, sorteio ou sistema de cupons para troca por ingressos em eventos culturais e esportivos.
As medidas dão maior transparência ao consumidor e fórmula simples para calcular o percentual nas notas fiscais (veja quadro abaixo). O secretário estadual da Fazenda, Marcellus Ribeiro, destacou os benefícios para a população. “Além de se tornar um cidadão fiscal, o contribuinte terá benefícios, como desconto em até 50% no valor do IPVA, recargas de celular, ingressos a shows e eventos esportivos com desconto”, afirmou o secretário.
A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), retoma esta semana o funcionamento integral do Hospital da Criança após as inundações que atingiram a unidade de saúde em abril deste ano, em função das fortes chuvas. Nesta quarta-feira (8), as nove crianças que permaneciam internadas, sob cuidados especiais, na Santa Casa de Misericórdia deverão ser transferidas para o Hospital da Criança.
Além das nove crianças, a Semus garantiu o retorno na manhã desta segunda-feira (6) de outros 33 pacientes à unidade de saúde. Com isso, os dois setores desativados após as inundações (Internação e Unidade de Cuidados Intermediários) estão novamente à disposição da população no local e se somam aos outros dois setores da unidade de saúde que permaneceram ativos (Área Verde e Emergência).
A secretária titular da Semus, Helena Duailibe, destaca o trabalho de recuperação das instalações físicas do prédio e retorno de todos os serviços no Hospital da Criança. “Horas após aquela enchente atípica, recebemos todo o apoio do prefeito Edivaldo, que esteve conosco no Hospital da Criança para dar todo o amparo necessário. Conseguimos reverter o quadro adverso e, a partir desta semana, nosso Hospital da Criança funcionará de forma integral, qualificando o atendimento à população”, destacou.
Após as inundações e com o apoio do Governo do Estado, que cedeu duas ambulâncias na ocasião, a Semus realizou a transferência imediata de pelo menos 62 crianças para outras unidades de saúde da cidade. Na oportunidade, a transferência foi acompanhada por toda a equipe médica do Hospital da Criança – médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas -, além dos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Além do corpo técnico, outras duas ambulâncias do Samu – equipadas com Unidades de Terapia móveis e dotadas de toda a estrutura necessária para este tipo de transporte – foram utilizadas na transferência. Os serviços de ampliação e reforma do Hospital da Criança foram mantidos durante a transferência temporária e seguem em execução.
A região do Vale do Pindaré também é conhecida pela variedade e abundância de produtos cultivados em pequenas lavouras. Porém, as famílias produtoras enfrentaram muitas dificuldades para escoar e/ou comercializar o que plantavam. Muitas desistiram da atividade e tiveram de encarar a vida na área urbana na cidade.
Mas, a partir do ano de 2013, esse panorama vem mudando e os pequenos agricultores de Santa Inês comemoram as oportunidades proporcionadas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que foram implantados no município através da Prefeitura de Santa Inês.
Esses programas federais permitem que as famílias agricultoras plantem, colham e comercializem sua produção com destino certo, tendo como cliente a Prefeitura de Santa Inês, que adquire dos produtores cadastrados e abastece escolas e outras entidades beneficiadas com os programas, gerando uma renda significativa para essas famílias.
O prefeito Ribamar Alves diz que assumiu o compromisso com as famílias produtoras durante sua campanha e implantou o PAA e Pnae no município, uma ação que se destaca no setor da agricultura, servindo inclusive de modelo para municípios vizinhos e de outros estados.
Atualmente, os programas adquirem cerca de 30 itens entre verduras, frutas, hortaliças, legumes, peixe e também doces e frangos, produtos para os quais o Executivo de Santa Inês capacitou e fomentou a produção através de cursos e construção de aviários, com fornecimento dos pintos e assistência técnica para a criação.
PNAE
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) começou a funcionar em Santa Inês no ano de 2013, graças ao empenho da administração municipal, após o prefeito Ribamar Alves montar uma equipe que fez funcionar a Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Piscicultura.
Em agosto daquele ano, foi assinado o primeiro convênio com o Pnae, destinando recursos da ordem de 320 mil reais, beneficiando 40 famílias cadastradas. Já em 2014, o programa se estendeu a 60 produtores, trazendo para a economia de Santa Inês o montante de R$ 540.000,00.
Este ano, o Pnae atende a 80 produtores familiares e até dezembro movimentará cerca de 1 milhão de reais. Esses números foram repassados pela coordenadora dos programas em Santa Inês, Cristyane Larissa Artioli, que pertence à equipe chefiada pelo secretário municipal de Agricultura, Fabrício Morais Filho.
PAA
Com relação ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), a Secretaria Municipal de Agricultura informa que o projeto atendeu entre maio do ano passado e abril deste ano, a 60 produtores, movimentando na economia local R$ 360.000,00.
A Prefeitura já renovou o convênio e a partir do próximo mês (agosto) 95 famílias estarão sendo beneficiadas com a comercialização de sua produção, o que vai render para o município o montante de 612 mil reais.
Resumindo, juntos, o Pnae e PAA já asseguraram a movimentação de R$ 2 milhões e 827 mil na economia de Santa Inês.
AGRICULTORES COMEMORAM
As famílias atendidas comemoram e agradecem pela vinda dos programas, uma renda certa que já fez muitos melhorarem de vida. Eles plantam, cultivam, colhem, criam e transportam com satisfação, na certeza de que sua produção tem destinação certa e lucro garantido.