Com o período chuvoso que se aproxima a Prefeitura de São Luís, por meio da Superintendência de Defesa Civil Municipal (Sudec), órgão ligado a Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (Semusc), realizou durante o mês de dezembro a atualização do mapeamento das áreas de risco 2015/2016. Os resultados da atualização mostram que a capital maranhense reduziu seis áreas de risco, mas ainda possui 60.
Durante três dias, os agentes da Defesa Civil Municipal percorreram áreas de risco de deslizamentos de encostas visando avaliar a situação em que se encontram estas localidades. “A Defesa Civil Municipal durante todo o ano monitora as áreas de risco. O trabalho é conjunto e envolve as secretarias municipais de Segurança, Assistência Social e Obras e Serviços Públicos, que são fundamentais para um resultado positivo”, enfatizou Breno Galdino, titular da Semusc e coordenador da Defesa Civil Municipal.
Para o mês de fevereiro, por determinação do prefeito Edivaldo, estão previstas as campanhas de prevenção de riscos e desastres. “Esse é um trabalho onde os agentes da Defesa Civil orientam as famílias que residem em áreas de risco sobre como procederem em casos de sinistros durante o período chuvoso. Além da campanha, os agentes mantem contato direto com a comunidade por meio dos Núcleos Comunitários”, ressaltou a superintendente da Defesa Civil Municipal, Elitânia Barros.
Dezenas de prefeitos e prefeitas maranhenses realizaram nesta terça-feira (22), na BR – 135, ato público em defesa dos municípios e de seus moradores e que objetivou, ainda, mostrar para a sociedade a situação de crise financeira instalada nas Prefeituras.
A mobilização inédita no estado aconteceu nas proximidades da Ponte do Estreito dos Mosquitos e também contou com a participação de outras lideranças políticas e comunitárias de várias cidades.
Durante cerca de quarenta minutos, os gestores, utilizando um mini trio, interditaram o trecho da rodovia federal.
Os discursos foram pautados na constante queda de recursos do Fundo de Participação dos Municípios, situação que está inviabilizando as administrações municipais; subfinanciamento dos programas federais; aumento no repasse dos valores unitários para manutenção da merenda escolar; readequação imediata do pacto federativo injusto imposto pela União; dentre outras.
De acordo com informações da Secretaria do Tesouro Nacional, as Prefeituras maranhenses encerrarão o ano de 2015 com um déficit de mais de R$ 195 milhões ocasionado pela queda de recursos do FPM. Já para janeiro de 2016, a previsão é de nova queda estimada em 17,2%.
“Nosso ato visou, tão somente, mostrar para a sociedade que o pacto federativo injusto está massacrando as cidades. Mostrar que, somente através da união dos prefeitos e dos demais agentes da classe política, será possível modificar essa realidade. Hoje, ao promovermos essa mobilização, demos exemplo de força, de união e de compromisso com o povo maranhense”, afirmou o prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim.
Para Miltinho Aragão, prefeito de São Mateus, é necessário que a sociedade entenda que os gestores, ao promover atos como o desta terça-feira, estão lutando a favor das cidades e de seus moradores.
“Hoje, foi um dia histórico. O dia que os prefeitos e prefeitas do Maranhão foram para a rua mostrar o que, de fato, está acontecendo nas finanças das Prefeituras. Continuaremos unidos e trabalhando para fortalecer o municipalismo em nosso Estado”.
O blog publica com exclusividade os gráficos da pesquisa do Instituto Exata que apresentam os resultados da corrida pela Prefeitura de São Luís. A sondagem, conforme post abaixo, foi realizada no período de de 16 a 18 de dezembro, junto a 800 entrevistados.
Na espontânea, o prefeito tem mais do dobro da candidata Eliziane Gama, enquanto na induzida aparace rigorosamente empatado com a deputada federal. Para quem já esteve distante e margem de erro é de 3%, a aproximação é sinal de que o caminho está aberto para a ultrapassagem.
O mais curioso da pesquisa é baixo percentual dos ex-governadores, Roseana Sarney e João Castelo, a primeira aparece com um percentual insignificante de apenas 9%, enquanto Castelo com apenas 14%, na terceira colocação.

Pesquisa induzida mostra empate técnico entre Edivaldo e Eliziane


Aprovação do Governador, é semelhante a do Prefeito

Aprovação de Edivaldo vem crescendo substancialmente
Pesquisa realizada pelo Instituto Exata, no período de 16 a 18 de dezembro, sobre sucessão municipal de 2016 em São Luís, em parceria com o blog releva um rigoroso empate técnico entre os pré-candidatos Edivaldo Holanda e Eliziane Gama. Dentro de instante o blog publica os números.
Na espontânea, segundo o Exata, Edivaldo mantém uma larga margem de vantagem para o segundo colocado e sua administração é aprovada por 57% da população, mesmo percentual concedido à administração do governador Flávio Dino. Os gráficos em instante.
A direção nacional do Partido Popular Socialista decidiu fazer do atual vice-prefeito de Imperatriz, Pastor Porto, sua prioridade nas eleições de 2016 no Maranhão e anuncia que vai buscar o entendimento com os demais partidos do campo popular democrático visando transformá-lo em candidato de consenso do grupo que em 2014 botou a oligarquia Sarney para correr do município.
Segundo explicou o presidente estadual do PPS, suplente de senador Paulo Mato, as principais lideranças nacionais da legenda estarão a cada quinze dias em Imperatriz promovendo atos públicos e conversando com dirigentes de outras legendas visando a composição de um palanque unitário e comprometido com a candidatura.
Para a Paulo Matos, a presença do prefeito Sebastião Madeira (PSDB), hoje a principal liderança do município, no encontro regional do PPS realizado no último final de semana, em Imperatriz, reforça a possibilidade de sua presença no palanque de Porto, que já anunciou que vai montar seu programa de governo ouvindo a população.
Conforme Matos, o PPS não abriu mão de discutir São Luís e que vai fazer isso no momento certo, mas a prioridade será Imperatriz, segundo maior colégio eleitoral do Estado, onde o partido possui reais condições de vencer a eleição e se consolidar na região.
O vice-presidente da Câmara Federal, deputado Waldir Maranhão (PP), investigado no Supremo Tribunal Federal por suposto envolvimento no esquema de corrupção que quebrou a Petrobras, anda querendo sumir do Congresso nestes dias de turbulência em que o presidente Eduardo Cunha está com a cabeça a prêmio e ele na eminência de assumir o posto e ver exposto sua vida pregressa.
E foi pensando em escapar do olho do furacão que provoca estragos em Brasília que Waldir Maranhão, em meio as perspectivas de mudança no secretariado, procurou o governador Flávio Dino (PCdoB) e se apresentou como solução para comandar a secretaria de Educação do Estado, mas não foi bem sucedido em sua empreitada.
Ao expor seu plano para assumir a Educação, em substituição a professora Áurea Prazeres, que deve deixar o cargo até o final deste ano por ter entrado em rota de colisão com o PDT, partido que a indicou e reprovou seu desempenho na pasta, o ex-reitor da Universidade Estadual do Maranhão tentou convencer o governador a lhe nomear, mas levou um sonoro não.
Diante da recusa do governador em aceita-lo, Maranhão deixou o Palácio dos Leões ressentido e foi se lamentar com dirigente de outros partidos que integraram a aliança que acabou com o ciclo de dominação da oligarquia Sarney no Maranhão, em 2014.
A secretaria de Educação vem sendo alvo de disputa nos bastidores do Governo. O PDT já pediu a cabeça da secretaria, não abre mão de indicar o substituto, mas enfrenta resistência. A guerra se acentuou ainda mais com a especulação de que Felipe Camarão, uma espécie de curinga do Palácio dos Leões, estaria cotado para assumir o cargo.
Em reunião, semana passada com o primeiro escalão, Flávio Dino, além de pedir que todo o secretariado coloque o cargo à disposição, foi claro ao informar que em 2016 só quem tem está garantido nos cargos é ele o vice-governador Carlos Brandão

Governador comunicou aos secretários sua preocupação com a crise
O governador Flávio Dino, em reunião do Congep, na última sexta-feira, informou aos participantes que o Estado somente tem previsão orçamentária para pagar a folha até junho de 2016, ou seja, não haverá recursos para investimentos.
Diante da grave crise financeira que ameaça o Maranhão, o governador anunciou a criação de uma comissão especial para rever todos os contratos, principalmente aluguel de carros e telefonia, e promover um corte de 30 por cento.
O governador informou ainda que para pagar o mês de dezembro teve fazer acordo com o Banco do Brasil e que o único recurso que tem lhe permito trabalhar é o empréstimo do BNDES, com o qual tem desenvolvido mais Mais asfalta, mais Educação, etc.