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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 26/maio/2016

PM reforça policiamento durante o feriadão

Foto1_HandsonChagas - Polícia Militar reforça policiamento durante o feriadão (1)Barreiras, abordagem a veículos e monitoramento permanente. Devido ao feriadão prolongado de Corpus Christi, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) reforçou o policiamento na entrada e saída da capital. Nesta quinta-feira (26), a movimentação estava tranquila e quem passou no trecho colaborou com o trabalho das equipes da Polícia Militar que coordenavam a ação.

Na Estiva, principal entrada da cidade, aproximadamente dez policiais realizavam a fiscalização. Carros, motos e também veículos de grande porte foram vistoriados. O alvo era flagrar situações de tráfico de drogas, documentação irregular e falta de habilitação para dirigir, casos mais comuns neste período.

“Estamos realizando um trabalho de repressão, mas com maior foco na prevenção e educação do condutor. As pessoas têm colaborado com a ação e, em grande parte, os abordados estavam dentro das normas”, destacou o tenente Marcelo Araújo Ribeiro, da 1º Companhia que integra o 21º Batalhão de Polícia Militar, responsável pelo monitoramento do trecho.

A ação também reforça as atividades das polícias no impedimento a ocorrências em coletivos. Além do policiamento a pé, equipes nas viaturas e do canil participam da ação de monitoramento. “O trabalho se dará 24 horas por dia, todos os dias, nas barreiras. E com o feriado reforçamos as vistorias com fins a apreender armas, drogas e deter pessoas suspeitas”, ressaltou o tenente Marcelo Araújo Ribeiro.

Para a vereadora Jodelma Medeiros, 43 anos, o trabalho da polícia vai garantir mais segurança neste período. “Acho ótimo que a polícia esteja monitorando, porque assim, a gente fica mais seguro em poder sair e saber que a família que fica esta protegida. Muito bom trabalho”, disse. O motorista de van, Thiago Mendes, 32 anos, foi um dos que pararam para a barreira policial. Para ele, ações desta natureza devem ser realizadas sempre. “Quanto mais a polícia estiver perto, mais a população estará segura. Tem que revistar mesmo e quem está correto apoia o trabalho. Eu apoio”, reforçou.

Além da região da Estiva, também foram montadas barreiras em outros pontos de entrada e saída da capital como na zona rural e no Terminal da Ponta da Espera. Quem passou pelo Terminal da Ponta da Espera – ferryboat – acompanhou a fiscalização onde foi monitorada a documentação dos veículos, medida preventiva para evitar a passagem de veículos irregulares ou roubados saindo da cidade. O trabalho de policiamento vai garantir, ainda, a segurança para os turistas que entram em São Luís.

O planejamento conta com uma tropa de reação que ficará a postos para realizar perseguições a suspeitos. O grupo conta com armamento de maior calibre que o usual e veículo apropriado para esse tipo de operação. O Grupo Tático Móvel (GTM) e equipes de motocicletas também estão de prontidão caso haja necessidade de acionamento.

  • Jorge Vieira
  • 25/maio/2016

Leia a transcrição dos áudios de Sarney e do ex-presidente da Transpetro

sarneyFolha – Nas conversas entre José Sarney (PMDB-AP) e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, não só o ex-presidente chegou a prometer ajuda ao investigado na Lava Jato como confidenciou caso de resistência a uma transição com Michel Temer, que disse que a delação da Odebrecht é “metralhadora de ponto 100”.

As conversas foram gravadas pelo próprio Machado, que nesta terça-feira (24) fechou um acordo de delação premiada no STF. Em um dos diálogos, ocorridos em março, o ex-senador e ex-presidente manifestou preocupação sobre uma eventual delação de Machado. “Nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada”, disse o ex-presidente.

Machado procurou Sarney e outros políticos do PMDB, como Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR) pois temia que seu caso fosse transferido para a vara do juiz Sergio Moro, em Curitiba (PR).

Renan, padrinho de Machado, também foi gravado.A delação de Machado veio a público após a Folharevelar nesta segunda (23) que ele gravou conversas com peemedebistas para negociar a colaboração. Os áudios divulgados pela reportagem provocaram a primeira crise do governo Temer, levando à saída de Jucá do Ministério do Planejamento. Ele apareceu defendendo um pacto para deter a Lava Jato.

Leia a transcrição das conversas:

Primeira conversa

Sarney – Olha, o homem está no exterior. Então a família dele ficou de me dizer quando é que ele voltava. E não falei ontem porque não me falou de novo. Não voltou. Tá com dona Magda. E eu falei com o secretário.

Machado – Eu vou tentar falar, que o meu irmão é muito amigo da Magda, para saber se ele sabe quando é que ela volta. Se ele me dá uma saída.

Machado – Presidente, então tem três saídas para a presidente Dilma, a mais inteligente…

Sarney – Não tem nenhuma saída para ela.

Machado -…ela pedir licença.

Sarney – Nenhuma saída para ela. Eles não aceitam nem parlamentarismo com ela.

Machado – Tem que ser muito rápido.

Sarney – E vai, está marchando para ser muito rápido.

Machado – Que as delações são as que vem, vem às pencas, não é?

Sarney – Odebrecht vem com uma metralhadora de ponto 100.

Machado – Olha, acabei de sair da casa do nosso amigo. Expliquei tudo a ele [Renan Calheiros], em todos os detalhes, ele acha que é urgente, tem que marcar uma conversa entre o senhor, o Romero e ele. E pode ser aqui… Só não pode ser na casa dele, porque entra muita gente. Onde o se nhor acha melhor?

Sarney – Aqui.

Machado – É. O senhor diz a hora, que qualquer hora ele está disponível, quando puder avisar o Romero, eu venho também. Ele [Renan] ficou muito preocupado. O sr. viu o que o [blog do] Camarotti botou ontem?

Sarney – Não.

Machado – Alguém que vazou, provavelmente grande aliado dele, diz que na reunião com o PSDB ele teria dito que está com medo de ser preso, podia ser preso a qualquer momento.

Sarney – Ele?

Machado – Ele, Renan. E o Camarotti botou. Na semana passada, não sei se o senhor viu, numa quinta ou sexta, um jornalista aí, que tem certa repercussão na área política, colocou que o Renan tinha saído às pressas daqui com medo dessa condição, delações, e que estavam sendo montadas quatro operações da Polícia Federal, duas no Nordeste e duas aqui. E que o Teori estava de plantão… Desculpe, presidente, não foi quinta não. Foi sábado ou domingo. E que o Teori estava de plantão com toda sua equipe lá no Ministério e que isso significaria uma operação… Isso foi uma… operação que iria acontecer em dois Estados do Nordeste e dois no sul. Presidente, ou bota um basta nisso… O Moro falando besteira, o outro falando isso. [inaudível] ‘Renan, tu tem trinta dias que a bola está perto de você, está quase no seu colo’. Vamos fazer uma estratégia de aproveitar porque acabou. A gente pode tentar, como o Brasil sempre conseguiu, uma solução não sangrenta. Mas se passar do tempo ela vai ser sangrenta. Porque o Lula, por mais fraco que esteja, ele ainda tem… E um longo processo de impeachment é uma loucura. E ela perdeu toda… […] Como é que a presidente, numa crise desse tamanho, a presidente está sem um ministro da Justiça? E não tem um plano B, uma alternativa. Esse governo acabou, acabou, acabou. Agora, se a gente não agir… Outra coisa que é importante para a gente, e eu tenho a informação, é que para o PSDB a água bateu aqui também. Eles sabem que são a próxima bola da vez.

Sarney – Eles sabem que eles não vão se safar.

Machado – E não tinham essa consciência. Eles achavam que iam botar tudo mundo de bandeja… Então é o momento dela para se tentar conseguir uma solução a la Brasil, como a gente sempre conseguiu, das crises. E o senhor é um mestre pra isso. Desses aí o senhor é o que tem a melhor cabeça. Tem que construir uma solução. Michel tem que ir para um governo grande, de salvação nacional, de integração e etc etc etc.

Sarney – Nem Michel eles queriam, eles querem, a oposição. Aceitam o parlamentarismo. Nem Michel eles queriam. Depois de uma conversa do Renan muito longa com eles, eles admitiram, diante de certas condições.

Machado – Não tem outa alternativa. Eles vão ser os próximos. Presidente: não há quem resista a Odebrecht.

Sarney – Mas para ver como é que o pessoal..

Machado – Tá todo mundo se cagando, presidente. Todo mundo se cagando. Então ou a gente age rápido. O erro da presidente foi deixar essa coisa andar. Essa coisa andou muito. Aí vai toda a classe política para o saco. Não pode ter eleição agora.

Sarney – Mas não se movimente nada, de fazer, nada, para não se lembrarem…

Machado – É, eu preciso ter uma garantia

Sarney – Não pensar com aquela coisa apress… O tempo é a seu favor. Aquele negócio que você disse ontem é muito procedente. Não deixar você voltar para lá [Curitiba]

Machado – Só isso que eu quero, não quero outra coisa.

Sarney – Agora, não fala isso.

Machado – Vou dizer pro senhor uma coisa. Esse cara, esse Janot que é mau caráter, ele disse, está tentando seduzir meus advogados, de eu falar. Ou se não falar, vai botar para baixo. Essa é a ameaça, presidente. Então tem que encontrar uma… Esse cara é muito mau caráter. E a crise, o tempo é a nosso favor.

Sarney – O tempo é a nosso favor.

Machado – Por causa da crise, se a gente souber administrar. Nosso amigo, soube ontem, teve reunião com 50 pessoas, não é assim que vai resolver crise política. Hoje, presidente, se estivéssemos só nos três com ele, dizia as coisas a ele. Porque não é se reunindo 50 pessoas, chamar ministros.. Porque a saída que tem, presidente, é essa que o senhor falou é isso, só tem essa, parlamentarismo. Assegurando a ela e o Lula que não vão ser… Ninguém vai fazer caça a nada. Fazer um grande acordo com o Supremo, etc, e fazer, a bala de Caxias, para o país não explodir. E todo mundo fazer acordo porque está todo mundo se fodendo, não sobra ninguém. Agora, isso tem que ser feito rápido. Porque senão esse pessoal toma o poder… Essa cagada do Ministério Público de São Paulo nos ajudou muito.

Sarney – Muito.

Machado – Muito, muito, muito. Porque bota mais gente, que começa a entender… O [colunista da Folha] Janio de Freitas já está na oposição, radicalmente, já está falando até em Operação Bandeirante. A coisa começou… O Moro começou a levar umas porradas, não sei o quê. A gente tem que aproveitar ess… Aquele negócio do crime do político [de inação]: nós temos 30 dias, presidente, para nós administrarmos. Depois de 30 dias, alguém vai administrar, mas não será mais nós. O nosso amigo tem 30 dias. Ele tem sorte. Com o medo do PSDB, acabou com el,e no colo dele, uma chance de poder ser ator desse processo. E o senhor, presidente, o senhor tem que entrar com a inteligência que não tem. E experiência que não tem. Como é que você faz reunião com o Lula com 50 pessoas, como é que vai querer resolver crise, que vaza tudo…

Sarney – Eu ontem disse a um deles que veio aqui: ‘Eu disse, Olhe, esqueçam qualquer solução convencional. Esqueçam!’.

Machado – Não existe, presidente.

Sarney – ‘Esqueçam, esqueçam!’

Machado – Eu soube que o senhor teve uma conversa com o Michel.

Sarney – Eu tive. Ele está consciente disso. Pelo menos não é ele que…

Machado – Temos que fazer um governo, presidente, de união nacional.

Sarney – Sim, tudo isso está na cabeça dele, tudo isso ele já sabe, tudo isso ele já sabe. Agora, nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada.

Machado – Não estão falando.

Sarney – Até falando isso para saber até onde ele vai, onde é mentira e onde é valorização dele.

Machado – Não é valoriz… Essa história é verdadeira, e não é o advogado querendo, e não é diretamente. É [a PGR] dizendo como uma oportunidade, porque ‘como não encontrou nada…’ É nessa.

Sarney – Sim, mas nós temos é que conseguir isso. Sem meter advogado no meio.

Machado – Não, advogado não pode participar disso, eu nem quero conversa com advogado. Eu não quero advogado nesse momento, não quero advogado nessa conversa.

Sarney – Sem meter advogado, sem meter advogado, sem meter advogado.

Machado – De jeito nenhum. Advogado é perigoso.

Sarney – É, ele quer ganhar…

Machado – Ele quer ganhar e é perigoso. Presidente, não são confiáveis, presidente, você tá doido? Eu acho que o senhor podia convidar, marcar a hora que o senhor quer, e o senhor convidava o Renan e Romero e me diz a hora que eu venho. Qual a hora que o senhor acha melhor para o senhor?

Sarney – Eu vou falar, já liguei para o Renan, ele estava deitado.

Machado – Não, ele estava acordado, acabei de sair de lá agora.

Sarney – Ele ligou para mim de lá, depois que tinha acordado, e disse que ele vinha aqui. Disse que vinha aqui.

Machado – Ele disse para o senhor marcar a hora que quiser. Então como faz, o senhor combina e me avisa?

Sarney – Eu combino e aviso.

[…]

Machado – O Moreira [Franco] está achando o quê?

Sarney – O Moreira também tá achando que está tudo perdido, agora, não tem gente com densidade para… [inaudível]

Machado – Presidente, só tem o senhor, presidente. Que já viveu muito. Que tem inteligência. Não pode ser mais oba-oba, não pode ser mais conversa de bar. Tem que ser conversa de Estado-Maior. Estado-Maior analisando. E não pode ser um […] que não resolve. Você tem que criar o núcleo duro, resolver no núcleo duro e depois ir espalhando e ter a soluç… Agora, foi nos dada a chave, que é o medo da oposição.

Sarney – É, nós estamos… Duas coisas estão correndo paralelo. Uma é essa que nos interessa. E outra é essa outra que nós não temos a chave de dirigir. Essa outra é muito maior. Então eu quero ver se eu… Se essa chave… A gente tendo…

Machado – Eu vou tentar saber, falar com meu irmão se ele sabe quando é que ela volta.

Sarney – E veja com o advogado a situação. A situação onde é que eles estão mexendo para baixar o processo.

Machado – Baixar o processo, são duas coisas [suspeitas]: como essas duas coisas, Ricardo, que não tem nada a ver com Renan, e os 500, que não tem nada a ver com o Renan, eles querem me apartar do Renan…

Sarney – Eles quem?

Machado – O Janot e a sua turma. E aí me botar pro Moro, que tem pouco sentido ficar aqui. Com outro objetivo.

Sarney – Aí é mais difícil, porque se eles não encontraram nada, nem no Renan nem no negócio, não há motivo para lhe mandar para o Paraná.

Machado – Ele acha que essas duas coisas são motivo para me investigar no Paraná. Esse é io argumento. Na verdade o que eles querem é outra coisa, o pretexto é esse. Você pede ao [inaudível] para me ligar então?

Sarney – Peço. Na hora que o Renan marcar, eu peço… Vai ser de noite.

Machado – Tá. E o Romero também está aguardando, se o senhor achar conveniente.

Sarney – [sussurrando] Não acho conveniente.

Machado – Não? O senhor que dá o tom.

Sarney – Não acho conveniente. A gente não põe muita gente.

Machado – O senhor é o meu guia.

Sarney – O Amaral Peixoto dizia isso: ‘duas pessoas já é reunião. Três é comício’.

Machado – [rindo]

Sarney – Então três pessoas já é comício.

[…]

Segunda conversa

Sarney – Agora é coisa séria, acho que o negócio é sério.

Machado – Presidente, o cara [Sérgio Moro] agora seguiu aquela estratégia, de ‘deslegitimizar’ as coisas, agora não tem ninguém mais legítimo para falar mais nada. Pegou Renan, pegou o Eduardo, desmoralizou o Lula. Agora a Dilma. E o Supremo fez essa suprema… rasgou a Constituição.

Sarney – Foi. Fez aquele negócio com o Delcídio. E pior foi o Senado se acovardar de uma maneira… [autorizou prisão do então senador].

Machado – O Senado não podia ter aceito aquilo, não.

Sarney – Não podia, a partir dali ele acabou. Aquilo é uma página negra do Senado.

Machado – Porque não foi flagrante delito. Você tem que obedecer a lei.

Sarney – Não tinha nem inquérito!

Machado – Não tem nada. Ali foi um fígado dos ministros. Lascaram com o André Esteves.. Agora pergunta, quem é que vai reagir?

[…]

Machado – O Senado deixar o Delcídio preso por um artista.

Sarney – Uma cilada.

Machado – Cilada.

Sarney – Que botaram eles. Uma coisa que o Senado se desmoralizou. E agora o Teori acabou de desmoralizar o Senado porque mostrou que tem mais coragem que o Senado, manda soltar.

Machado – Presidente, ficou muito mal. A classe política está acabada. É um salve-se quem puder. Nessa coisa de navio que todo mundo quer fugir, morre todo mundo.

[…]

Sarney – Eu soube que o Lula disse, outro dia, ele tem chorado muito. […] Ele está com os olhos inchados.

[…]

Sarney – Nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela está envolvida diretamente é que ela falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do… E responsabilizar aquele [inaudível]

Machado – Isso é muito estranho [problemas de governo]. Presidente, você pegar um marqueteiro, dos três do Brasil. […] Deixa aquele ministério da Justiça que é banana, só diz besteira. Nunca vi um governo tão fraco, tão frágil e tão omisso. Tem que alguém dizer assim ‘A presidente é bunda mole’. Não tem um fato positivo.

[…]

Sarney – E o Renan cometeu uma ingenuidade. No dia que ele chegou, quem deu isso pela primeira vez foi a Délis Ortiz. Eu cheguei lá era umas 4 horas, era um sábado, ele disse ‘já entreguei todos os documentos para a Delis Ortiz, provando que eu… que foi dinheiro meu’. Eu disse: ‘Renan, para jornalista você não dá documento nunca. Você fazer um negócio desse. O que isso vai te trazer de dor de cabeça’. Não deu outra.

Machado – Renan erra muito no varejo. Ele é bom. […] Presidente, não pode ser assim, varejista desse jeito.

[…]

Sarney – Tudo isso é o governo, meu Deus. Esse negócio da Petrobras só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?

Machado – Acabou o Lula, presidente.

Sarney – O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão.

Machado – Não houve nenhuma solidariedade da parte dela.

Sarney – Nenhuma, nenhuma. E com esse Moro perseguindo por besteira.

Machado – Tomou conta do Brasil. O Supremo fez a pedido dele.

  • Jorge Vieira
  • 25/maio/2016

Rubens Júnior quer celeridade em projeto sobre atraso de voos e reembolso de passagens aéreas

Rubens Jr..O deputado-federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB) apresentará à Mesa da Câmara dos Deputados um requerimento de pedido de urgência, para que seja analisado o quanto antes pelo Plenário o Projeto de Lei nº 6.716/2006, que versa sobre a regulamentação de atrasos de voos, overbooking (excesso de reservas), extravio de bagagens, entre outros.

Há diversos projetos sobre o mesmo tema tramitando na Câmara, que foram apensados ao PL 6.716/2009, de autoria do senador Paulo Octávio.

Em 2010 foi criada uma Comissão Especial para examinar todos os PL’s sobre esse tema. No relatório aprovado na comissão, prevê que no caso de cancelamento de voos ou atraso superior a três horas, o passageiro tem direito a reembolso do valor pago, embarque em outro voo da mesma companhia ou possibilidade de repasse do bilhete de passagem a terceiros.

Existe ainda a previsão que, em qualquer das hipóteses descritas acima, o passageiro também tem direito de receber, no prazo de sete dias, contado da data do evento, indenização de 50% do valor do bilhete, incluídas as tarifas.

Para Rubens Jr., o PL precisa ser apreciado o quanto antes pelo parlamento: “Com a pauta destrancada, pediremos urgência na análise deste projeto já na semana que vem. O relatório e o substitutivo já foram aprovados em junho de 2010 e está pronto para ser votado pelo plenário. De lá para cá já se passaram quase 6 anos! A sociedade não pode mais esperar”, protestou o parlamentar.

A pauta do plenário é definida pela Presidência da Câmara e pelos líderes de partidos. “Faremos a pressão política para que esse projeto deixe de ‘dormir’ nas gavetas da Mesa da Câmara, e que entre na pauta de votação com urgência”, diz Rubens Jr.

  • Jorge Vieira
  • 25/maio/2016

Agentes de Segurança do Maranhão detalham ações de parceria com a Força Nacional

KGE_Apresentação da FORÇA NACIONAL_04“Sabemos da composição supra estadual da Força Nacional, e desejamos que sejam todos bem vindos para nos ajudar a reforçar o firme combate que as polícias do Maranhão já estão empreendendo contra a criminalidade”, disse o secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela, ao receber os policiais da Força Nacional de Segurança em São Luís, na manhã desta quarta-feira (25).

Aos policiais, Portela explicou que criminosos agiram para tentar fragilizar o Sistema de Segurança, após apreensão do equivalente a milhões de reais em drogas. “A força de segurança elaborou um plano estratégico para orientar as ações em parceria com a Força Nacional e os detalhes serão discutidos em reunião técnica de trabalho”, complementou.

Jefferson explicou, ainda, que a parceria entre o Sistema de Segurança do Estado e a Força Nacional, reforçará as ações de combate aos criminosos com o incremento do número de agentes da Força nos pontos fixos onde criminosos atuam para comandar incêndios criminosos a ônibus. “Com o reforço dos policiais da Força Nacional cobrindo os pontos fixos onde a inteligência policial identificou a ação inicial de criminosos, a polícia do Maranhão, que conhece bem a Ilha e o interior, poderá intensificar ainda mais a ação enérgica de captura de suspeitos”, explicou.

Além da chegada dos policiais da Força Nacional de Segurança, a Polícia do Maranhão recebeu, na segunda-feira (23), o reforço de 80 policiais que concluíram curso de formação. Segundo Jefferson Portela, a presença desses novos soldados foi fundamental para impedir que novos ataques a ônibus ocorressem na cidade.

A Secretaria de Segurança identificou os pontos de ação dos criminosos, que se deslocaram para a zona rural. Jefferson exemplificou o caso da Vila Maracujá, onde criminosos tentaram incendiar, sem sucesso, um ônibus na última segunda-feira.

Transferência de criminosos para presídios federais

A Secretaria de Segurança (SSP) e a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) solicitaram à Justiça a transferência de dezcriminosos acusados de comandar os ataques a ônibus, para presídios federais, de segurança máxima.

“O Poder Judiciário, a quem cabe decidir sobre prisões, tem uma responsabilidade igual a nossa e tem correspondido às nossas expectativas, transformando as prisões provisórias em prisões temporárias e impedindo a soltura desses criminosos. Agora estamos aguardando resposta da Vara de Execuções Penais, que está apreciando o nosso pedido de transferências de presos para presídios federais”, explicou Portela.

O secretario explicou, ainda, que mais de 60 prisões já foram efetuadas, destas, cerca de 30 estão diretamente relacionadas aos incêndios e que a polícia mantém o reforço de operações ostensivas nos bairros e em pontos de grande circulação de pessoas.

“Mais de 40 equipes reforçaram a operação ostensiva de ruas para agir nos bairros e avenidas, além da atuação em toda a cidade, nos pontos estratégicos de saídas das escolas e terminais de ônibus. Tivemos o cuidado de reforçar as ações para aqueles que se deslocam entre 20h e 23h, além do reforço aos corujões”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 25/maio/2016

Com escolta policial nos coletivos nenhum outro ataque foi registrado, diz Rodoviários

onibus ipaseAs forças de segurança do Estado, agora reforçada com tropas federais, botou mesmo para correr os marginais que tentaram aterrorizar a população. Segundo levantamento apresentado pelo Sindicato dos Rodoviários do Maranhão, nesta quarta-ferira (25) nenhum ataque ou tentativa de ataque a ônibus foi registrados na últimas 24 horas,

 O recuo da bandidagem é fruto da reunião que o Sindicato dos Rodoviários teve com  o governador Flávio Dino, quando foi solicitado escolta da Polícia Militar aos coletivos que fazem linha para Zona Rural de São Luís, principal alvo dos marginais semana passada, no que foi prontamente atendido.

Segundo o Sindicato, as medidas adotadas surtiram efeito imediato. Conforme os rodoviários, outras ações também pensadas anteriormente, como policiamento embarcado nos ônibus e reforço da segurança em pontos finais, continuam integrando o conjunto de medidas adotadas.

“Felizmente a sugestão feita pelo Sindicato dos Rodoviários foi não só aceita como executada. Após a determinação de escolta em ônibus que circulam por localidades mais afastadas, como por exemplo, na zona rural, nenhuma nova ação violenta foi registrada. Nossa preocupação, desde quando os ataques a ônibus começaram, tem sido garantir proteção aos trabalhadores que atuam no transporte público e usuários do sistema. Com a chegada de homens da Força Nacional na cidade, que vieram reforçar a segurança e combater os atos criminosos, estamos confiantes que os ataques acabaram de vez”, avalia Isaias Castelo Branco, Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 25/maio/2016

Após o “Caostelo”, Eliziane fecha aliança com PSDB

ElizianeadesivoA direção nacional do PSDB, como já era esperado, fechou aliança com o PPS e vai apoiar a deputada Eliziane Gama na eleição para prefeito de São Luís. Nada anormal não fosse pelo fato da parlamentar ter sido a maior algoz do ex-prefeito João Castelo, chegando ao ponto de exibir no plenário da Assembleia Legislativa adesivo com o slogan “Caostelo”, para sintetizar a péssima administração do tucano.

A decisão não chegou a surpreender o mundo político local até porque o presidente estadual da legenda, vice-governador Carlos Brandão, já vinha comentando em várias rodas de políticos que as conversações com Eliziane Gama estariam bastante adiantadas e que era praticamente certa a aliança com a representante do PPS.

caosteloEstanho foi a alegria do deputado João Castelo na foto distribuída à imprensa, onde aparece sorridente e feliz com a aliança, que segundo comentário nos bastidores da sucessão, teria passado pela garantia de uma secretaria, em caso de vitória, para a ex-deputada Gardênia Castelo, único motivo do lançamento de sua pré-candidatura.

O PSDB abriu mão da candidatura do jovem deputado Neto Evangelista para se lançar na aventura de uma candidatura que terá que dar muitas explicações durante a campanha eleitoral que se aproxima, como por exemplo, esclarecer os conchavos que a levaram a esquecer sua opinião sobre os tucanos e receber o apoio de quem considerava ser um caos para a cidade que pretende administrar com o apoio dele.

A aliança com o PSDB, sem dúvida reforça o palanque da deputada, mas pode também ter sido um tiro pela culatra, pois Eliziane, uma parlamentar que apoio o golpe contra a presidente Dilma, além da resistência daqueles que se mantiveram ao lado de Dilma, ainda terá que administrar e conviver com a desconfiança de tucanos devido a sua instabilidade política.

 

  • Jorge Vieira
  • 24/maio/2016

Elisabeth Castelo Branco é contra o programa do leite nas escolas

Elisabeth Castelo Branco

Elisabeth Castelo Branco é contra o Programa do Leite

“Se perguntassem para mim e esse eu fosse secretária de educação, eu sou contra o leite. Escola não é para dar leite. Não tem nada a ver. Acho que teria que ser um outro projeto, mas não da educação. Talvez ligado à saúde, mas não à questão da Educação, com outro projeto. E aí, o que eu percebo: sabe qual é o momento que dá mais pai na escola? É na hora de buscar o leite. Por isso que eu sou contra.”

Se havia alguma dúvida de que os interesses da paralisação realizada pelo sindicato de professores de São Luís são políticos, essa dúvida se desfez com a entrevista proferida pela presidente Elisabeth Castelo Branco à Rádio Mirante AM na manhã da última terça-feira.

Ao atacar o programa do leite, que complementa nutricionalmente a alimentação de milhares de crianças, Elisabeth demonstra completo desconhecimento da política educacional, atribuindo à Educação uma política que na realidade compete à área de segurança alimentar. Elisabeth desconhece, também, que a concepção atual de educação pressupõe a atenção integral ao estudante, inclusive, dando condições de saúde e nutricionais para que ele aprenda da forma devida.

Pelas suas tortas declarações, Elisabeth demonstra desconhecer a existência de programas inclusive em nível federal que trabalham para melhorar a saúde dos estudantes, como os programas Saúde na Escola e Olhar Brasil, que beneficiaram milhares de estudantes com óculos gratuitos e até cirurgias, o que, para esses estudantes, representou a diferença entre continuar e abandonar os estudos.

Ao condenar a complementação da alimentação de crianças pobres, a professora Elisabeth parece inclusive desconhecer a realidade da educação municipal, que tanto afirma querer melhorar; de crianças em situação tão delicada para quem a merenda escolar representa um motivo a mais para ir à escola, tão importante quanto as aulas em si. É essa a líder sindical que inicia, hoje, uma paralisação que deixará esses 85 mil estudantes não só sem leite, mas sem merenda, sem professores e sem aprendizado.

 

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