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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 11/nov/2016

Senador Roberto Rocha provoca estrago no PSB

roberto-com-biraO senador Roberto Rocha, nascido e criado no ceio da oligarquia Sarney, continua causando danos ao Partido Socialista Brasileiro, no Maranhão. A legenda corre o risco de esvaziar e perder sua representação no plenário da Assembleia Legislativa, caso a direção nacional entregue a ele o comando do PSB no Estado.

Segundo adiantou o deputado Bira do Pindaré, nesta manhã de sexta-feira (11), o grupo que defende a manutenção do partido na base do Governo Flávio Dino vai lutar para manter a legenda nesse campo, mas se a direção nacional optar pelo comando do senador, o caminho será buscar uma nova agremiação partidária.

“Com Roberto Rocha é inviável. Se ele permanecer dando as cartas no partido, como fez em São Luís, haverá esvaziamento. A direção nacional vai ter que decidir entre nós e ele. O presidente Luciano Leitoa vai tentar manter o partido na base do governo e nós apoiamos, mas, se no final das contas acontecer o que aconteceu na eleição em São Luís, o caminho será procurar outra legenda”, defende Bira.

O parlamentar adiantou que ainda não definiu para onde migrará, caso da direção nacional entregue o comando do PSB no Estado para o senador, mas observou que a tendência é transferir a filiação para o PDT ou PCdoB, a partir de fevereiro de 2018, quando será aberta a janela partidária na qual os parlamentares poderão mudar de legenda sem serem enquadrados na Lei da Fidelidade.

Outro parlamentar que está decidido a deixar o partido, caso a direção nacional faça opção por Roberto Rocha, é o atual líder do governo, deputado Rogério Cafeteira. A exemplo de Bira, sua permanência no PSB está condicionada a postura da legenda em relação ao apoio do governador Flávio Dino (PCdoB).

O atual presidente estadual, prefeito reeleito de Timon, Luciano Leitoa, pressiona para que a direção nacional decida sobre a questão, pois caso faça opção por entregar o comando do partido para Roberto Rocha, também deverá deixar a legenda.

  • Jorge Vieira
  • 11/nov/2016

Operação Simulacro: MPMA requer perda de bens adquiridos com desvio de recursos públicos

cludio-trinchaoEm denúncia ajuizada no dia 27 de outubro, o Ministério Público do Maranhão (MPMA) pediu à Justiça que determine a perda dos bens dos ex-secretários de estado da Fazenda Cláudio José Trinchão Santos e Akio Valente Wakiyama, adquiridos com o produto do desvio de recursos públicos nas operações ilegais executadas por eles na Sefaz.

O titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária e Econômica de São Luís, Paulo Roberto Barbosa Ramos, solicitou ao Poder Judiciário que arbitre valor de reparação dos danos causados pelas infrações, com base no Código de Processo Penal, no montante do valor envolvido, que é de R$ 410 milhões.

O MPMA constatou que os dois ex-gestores concederam regimes especiais tributários sem observância da legislação e sem publicidade no banco de dados da Sefaz. Foram assinadas 33 concessões de regimes especiais cumuladas com atos de inclusão de empresas e renovação de regime sem observação da legislação pertinente e publicidade, beneficiando 190 empresas. Desse total, 20 atos foram assinados por Trinchão, oito por Wakiyama e cinco por ambos.

O promotor de justiça, na denúncia, destacou que os regimes especiais foram concedidos sem nenhum estudo econômico com justificativa de possíveis resultados compensatórios, a exemplo de promoção de emprego, renda e arrecadação no Estado.

“Além disso, foi evidenciado que foram concedidos regimes especiais de toda ordem, inclusive retirando determinadas empresas do regime de substituição tributária e concedendo a essas empresas crédito presumido em operações não previstas em lei”, afirmou Barbosa Ramos.

  • Jorge Vieira
  • 10/nov/2016

Justiça afasta prefeito de Monção a pedido do MPMA

prefeito-de-moncaoUma Ação Civil Pública proposta, em 1° de novembro, pelo Ministério Público do Maranhão levou o Poder Judiciário a determinar o imediato afastamento do prefeito de Monção, João de Fátima Pereira, por 45 dias. A ação do MPMA trata dos recorrentes atrasos no pagamento dos servidores públicos do município. A decisão foi proferida na última terça-feira, 8.

Além do afastamento do gestor, a Justiça também acatou outros pedidos da Promotoria de Justiça da Comarca de Monção, bloqueando de 50% dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb); e determinando prazo de 48 horas para que sejam regularizados os pagamentos de todos os servidores referentes aos meses de agosto a outubro, entre outras determinações.

No caso de descumprimento de qualquer dos itens da decisão, a Justiça estabeleceu multa diária de R$ 2 mil, a ser paga pessoalmente pelo gestor municipal.

Em outubro, o promotor de justiça José Frazão Sá Menezes Neto chegou a encaminhar Recomendação ao prefeito, para que fossem tomadas as providências necessárias à ordenação, autorização e realização de pagamentos de despesas, além de solicitar uma série de documentos, como a relação das folhas de pagamento e a lista de servidores que se encontravam com salários atrasados.

Ao encaminhar a documentação, no entanto, não constavam os nomes de diversos servidores que haviam denunciado a situação ao Ministério Público. Segundo esses servidores, aqueles que declararam posições políticas contrárias ao atual gestor vinham sendo preteridos no pagamento dos vencimentos.

O promotor afirma, na ação, que “a temerária gestão orçamentária adotada pelo município de Monção submeteu centenas de famílias a privações pela ausência no pagamento pontual dos respectivos salários, demonstrando clara transgressão aos princípios que norteiam a administração pública”.

José Menezes Neto complementa que “longe de esclarecer os fatos, a postura adotada pelo atual gestor apenas confirma a ausência de critérios transparentes que justifiquem a preterição de alguns servidores em detrimento de outros, em clara afronta aos princípios da isonomia, da impessoalidade e da moralidade, bem como a sua intenção de omitir informações necessárias à apuração do fato”.

Na decisão, o juiz Marcello Frazão Pereira determina que o presidente da Câmara Municipal seja intimado a empossar interinamente a vice-prefeita Tereza Letícia de Melo Muniz à frente da administração municipal no prazo de 24 horas.

  • Jorge Vieira
  • 10/nov/2016

Municípios maranhenses perdem R$ 50 milhões de recursos da repatriação, diz presidente da Famem

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Gil Cutrim, presidente da Famem

Os municípios maranhenses perderam cerca de R$ 50 milhões em recursos da repatriação que deveriam ter sido repassados pelo Governo Federal. O dinheiro foi depositado nas contas das prefeituras nesta quinta-feira (10) juntamente com o primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A perda de recursos foi confirmada à Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM) pela Receita Federal e Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

A previsão da própria Receita Federal, divulgada no início do mês, era de que o país arrecadaria aproximadamente R$ 50,9 bilhões da repatriação de dinheiro não declarado mantido por brasileiros no exterior.

Deste total, R$ 285 milhões seriam repassados aos 217 municípios maranhenses. No entanto, com a queda de repasses estimada em R$ 50 milhões, as prefeituras do Maranhão tiveram um déficit de 18% em relação ao que deveria ter sido arrecadado.

“Os municípios continuam sendo penalizados com a perda de recursos do FPM e esse dinheiro extra, fruto da repatriação, viria em boa hora. Infelizmente, o Governo Federal também contingenciou este repasse. A FAMEM está acompanhando toda essa movimentação com o objetivo de garantir o direito das cidades maranhenses”, afirmou o presidente da Federação, prefeito Gil Cutrim.

Dos mais de R$ 50 bilhões que deveriam ter sido arrecadados, de acordo com a Receita, R$ 46,8 bilhões foram efetivamente recebidos, acarretando um déficit de R$ 4,153 bilhões.

Ainda segundo a Receita Federal, é possível que, este mês, o restante dos recursos seja enviado aos municípios. Porém, uma data precisa não foi informada.

  • Jorge Vieira
  • 10/nov/2016

Pavão Filho quer a transposição dos agentes de saúde do regime celetista para estatutário

pavaofilhoA Câmara Municipal de São Luís aprovou, na sessão de terça-feira (8), requerimento do vereador Pavão Filho (PDT), no qual solicita que o prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) encaminhe para apreciação do plenário da Casa Projeto de Lei que disponha sobre a transposição dos agentes comunitários de saúde de São Luís do regime celetista para o estatutário.

Em resposta a uma consulta feita pelo Poder Executivo Municipal sobre a possibilidade da transposição pretendida pelo vereador, o TCE-MA emitiu o seguinte parecer: “Não há óbice à transposição do regime celetista (emprego público) para o regime estatutário (cargo público) dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias investidos inicialmente em empregos públicos, desde que promovida por meio de lei que estabeleça as regras para a transposição do regime e para o reenquadramento dos agentes em cargo público”.

Segundo Pavão Filho, no referido Projeto de Lei deve constar o caráter optativo aos agentes comunitários de saúde – ACS – que queiram mudar do regime celetista para o estatutário. O vereador disse ainda está confiante que o Poder Executivo Municipal irá atender o pleito e encaminhar o projeto para ser aprovado pela Câmara.

“Na qualidade de representante da categoria no parlamento municipal, peço que o prefeito Edivaldo atenda o pleito que está sendo formulado a fim de que seja feita a transposição, permanentemente reivindicada pelos agentes comunitários de saúde do município”, observou o vereador autor da proposição.

 

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2016

Governo alerta municípios para prestação de contas com o Ministério da Saúde

Mais de 60 municípios poderão ter os recursos do Fundo Nacional de Saúde bloqueados por não apresentarem prestação de contas referente aos anos de 2015. O repasse dos recursos está condicionado à apresentação do Relatório Anual de Gestão e dos dados que alimentam o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS). Os municípios já foram notificados pelo Ministério da Saúde e orientados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) a atualizarem a prestação de contas.

Os municípios têm até o dia 30 de março de 2017 para enviar os relatórios de gestão do ano de 2016 ao Conselho de Saúde. Os dados devem ser inseridos no Sistema de Apoio à Construção do Relatório de Gestão (SargSUS) e apresentados ao Conselho de Saúde. O documento comprova a execução do Plano de Saúde em cada esfera do Sistema Único de Saúde (SUS) e a aplicação dos recursos da União repassados a Estados e Municípios.

Além do relatório anual de gestão, municípios maranhenses devem o Relatório Resumido de Execução Orçamentária, a ser publicado no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) até 30 dias após o encerramento de cada bimestre. Os municípios têm até 30 dias após o término do exercício para apresentar os dados pendentes. A não apresentação dos dados pode provocar a suspensão das transferências tanto da União quanto do Estado para os Municípios.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, explicou que o bloqueio do recurso interfere no andamento do projeto de reestruturação da rede. “A suspensão dessa transferência prejudica a execução das ações de saúde em prol da população e sobrecarrega o Estado. Estamos vivenciando um momento de crise e não podemos abrir mão de recursos importantes como esses. Por isso estamos cumprindo nosso papel de alertar e orientar os municípios quanto à prestação de contas e repasse das informações”, ressaltou.

Entre os municípios que possuem pendências na apresentação do relatório anual de 2015 estão Bom Jesus das Selvas, Cidelândia, São Pedro da Água Branca, Marajá do Sena, Carolina, Feira Nova do Maranhão, Fortaleza dos Nogueiras, Arame, Aldeias Altas, Buriti, Duque Bacelar, Anapurus, Chapadinha, Magalhães de Almeida, Milagres do Maranhão, Santa Quitéria do Maranhão, Santana do Maranhão, Tutóia, Alto Alegre do Maranhão, Peritoró, Estreito, Governador Edison Lobão, Lajeado Novo, Montes Altos, São João do Paraíso, Sítio Novo, Belágua, Miranda do Norte, Igarapé Grande, Pedreiras e São Raimundo do Doca Bezerra.

Também ainda não apresentaram os dados os municípios de Bacuri, Central do Maranhão, Pedro do Rosário, Peri Mirim, Porto Rico do Maranhão, Turiaçu, Dom Pedro, Graça Aranha, Joselândia, Santa Filomena do Maranhão, Santo Amaro do Maranhão, Bom Jardim, Igarapé do Meio, Monção, Benedito Leite, São João dos Patos, Alcântara, Raposa, Parnarama, São Francisco do Maranhão, Cajapió, Palmeirândia, São Bento, São Vicente Ferrer, Viana, Araguanã, Centro Novo do Maranhão, Godofredo Viana, Governador Nunes Freire e Nova Olinda do Maranhão.

Além dos 61 municípios que ainda não apresentaram o relatório de 2015, 210 municípios possuem pendências na atualização do Relatório Resumido de Execução Orçamentária no SIOPS no último bimestre de 2016. A Secretaria de Estado da Saúde tem se colocado à disposição para orientar as equipes técnicas dos municípios, prestar esclarecimentos e tirar dúvidas por meio dos telefones (98) 99133-5804 ou (98) 3218-8718 e do e-mail: carmen.lucia@saude.ma.gov.br .

 Atenção básica –  Por meio da Portaria n° 2.246, de 3 de novembro, o Ministério da Saúde suspendeu a transferência de incentivos financeiros referente ao número de Equipes de Saúde da Família e Equipes de Saúde Bucal que não alimentaram por três meses consecutivos o Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB). No Maranhão, dez municípios foram penalizados: Alcântara, Alto Parnaíba, Axixá, Bequimão, Cantanhede, Coroatá, PeriMirim, São Félix de Balsas, São Pedro da Água Branca e São Vicente Férrer.

A Secretaria de Estado da Saúde tem acompanhado o repasse das informações pendentes em relação às ações, ao número de atendimentos e à aplicação dos recursos. O bloqueio desse repasse prejudica as atividades na área da atenção básica nos municípios. Por esse motivo, o Estado orienta os municípios a solicitarem junto ao Ministério os créditos retroativos, atualizando as informações e garantindo, assim, a liberação dos recursos.

 Municípios que não apresentaram prestação de contas em 2015

Alcântara, Aldeias Altas, Alto Alegre do Maranhão, Anapurus, Arame, Araguanã, Bacuri, Belágua, Benedito Leite, Bom Jardim, Bom Jesus das Selvas, Buriti, Cajapió, Carolina, Central do Maranhão, Centro Novo do Maranhão, Chapadinha, Cidelândia, Dom Pedro, Duque Bacelar, Estreito, Feira Nova do Maranhão, Fortaleza dos Nogueiras, Godofredo Viana, Governador Edison Lobão, Governador Nunes Freire, Graça Aranha, Lajeado Novo, Igarapé do Meio, Igarapé Grande, Joselândia, Magalhães de Almeida, Marajá do Sena, Milagres do Maranhão, Miranda do Norte, Monção, Montes Altos, Nova Olinda do Maranhão, Palmeirândia, Parnarama, Pedreiras, Pedro do Rosário, Peri Mirim, Peritoró, Porto Rico do Maranhão, Raposa, Santa Filomena do Maranhão, Santa Quitéria do Maranhão, Santana do Maranhão, Santo Amaro do Maranhão, São Bento, São Francisco do Maranhão, São João do Paraíso, São João dos Patos, São Pedro da Água Branca, São Raimundo do Doca Bezerra, São Vicente Ferrer, Sítio Novo, Turiaçu, Tutóia, Viana.

  • Jorge Vieira
  • 9/nov/2016

Deputados realizam visita à Usina de Estrito para avaliar impactos no Rio Tocantins

rio-tocantins2Acontece na manhã desta quinta-feira (10), a visita da comissão especial parlamentar, proposta pelo deputado estadual Professor Marco Aurélio (PCdoB), à Usina Hidrelétrica de Estreito. A visita tem o objetivo avaliar os níveis de vazão de água do empreendimento, além de estudar medidas colaborativas que possam amenizar os impactos da estiagem no Rio Tocantins e toda a Região.

Além de Marco Aurélio, a comissão é composta dos deputados Antônio Pereira, Léo Cunha, Valéria Macedo e Adriano Sarney, o prefeito de Estreito, Cicero Neco, o secretário do meio ambiente do estado, Marcelo Coelho, o promotor do meio ambiente Dr. Jadilson, representantes de segmentos ligados ao meio ambiente e membros da sociedade civil organizada.

O parlamentar reforçou a necessidade da união de todos os segmentos em defesa da preservação do Rio. “Não podemos delegar toda a responsabilidade pela seca no rio à falta de chuvas. Diversos outros fatores também são responsáveis por essa situação. Devemos unir esforços e buscar maneiras de evitar que o rio seja ainda mais prejudicado, falamos da fonte de vida de milhares de famílias ribeirinhas.” Afirmou.

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