
Edison Filho encrencados com a Justiça
A edição impressa do jornal O Globo desta segunda-feira-feira (24) trás a relação de suplente de parlamentares que, a exemplo dos titulares dos mandatos, também estão sendo investigados na Lava Jato.
O caso mais notório é do suplente de senador Edison Lobão Filho (PMDB), filho do senador, ex-ministro e presidente da CCJ, Edison Lobão (PMDB), apontado por vários delatores como integrantes do esquema de corrupção que sangrou os cofres da Petrobras.
Titular do mandato, o ex-ministro Edison Lobão, entre outros, é investigado, segundo o Ministério Público Federal por conta do recebimento de propina de R$ 5,5 milhões por interceder em favor de empreiteiras contempladas com contrato na construção da usina de Jirau.
Já o filho, que substituiu o pai e passou mais quase a metade do mandato como titular, segundo a reportagem de O Globo, é investigado por “ ocultação de patrimônio, falsidade ideológica e sonegação fiscal”.
A Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) realizou, nesta quarta-feira (20), uma Sessão Solene em homenagem a Campanha da Fraternidade 2017, que este ano aborda o tema ‘Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida’. A cerimônia foi presidida pelo deputado estadual Bira do Pindaré (PSB), autor do pedido.
“Mais uma vez a gente traz para dentro da Assembleia Legislativa a discussão de um tema que é priorizada pela igreja católica por meio da Campanha da Fraternidade. Esse ano, mais uma vez a questão ecológica, que tem tudo a ver com a promoção da dignidade e da perspectiva de subsistência humana”, afirmou o parlamentar, que tem a vida forjada nos ensinamentos da igreja
Ele destacou o importante papel da Campanha no sentido de fazer a população refletir sobre os temas propostos como forma de promover uma mudança de pensamento e atitude do poder público e da sociedade em relação aos problemas que afetam o mundo.
O bispo Dom Esmeraldo Barreto de Farias, no ato representando o arcebispo metropolitano da arquidiocese de São Luís, Dom José Belisário da Silva, iniciou sua fala na tribuna da Casa Legislativa agradecendo ao deputado Bira a proposição e a organização da homenagem à Campanha da Fraternidade, que, segundo ele, faz sintonia com sessões realizadas em anos anteriores.
O sacerdote destacou que há cinquenta e três anos a igreja católica do Brasil, através da CNBB realiza a Campanha abordando temas muito importantes para a sociedade brasileira e lembrou que nos últimos anos as temáticas estão bem relacionadas, como, por exemplo, em 1986 que trouxe o tema ‘Fraternidade e a Terra’, com o lema “Terra de Deus, Terra de Irmãos”.
O bispo citou também os temas da CF dos anos de 2004 – ‘Fraternidade e a Água’, com o lema “Água fonte de vida”; de 2007 – ‘Fraternidade e Amazônia’, com o lema “Vida e Missão neste chão”; de 2011 – ‘Fraternidade e a vida no Planeta’ e, por fim, do ano passado – ‘Casa comum, a nossa responsabilidade’, com o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”.
Para Bira, “É, portante, importante que a gente reflita e valorize esta campanha para que haja uma mudança de postura e, aqui, é, sobretudo, um momento de reflexão e de discussão, que devemos estender a todos os campos e todas as áreas”, defendeu.
O Prefeito Domingos Dutra (PCdoB), demonstrando mais uma vez e de forma inédita compromisso com a população de Paço do Lumiar conseguiu com a direção do Club Val Paraíso preferência para os taxistas do município, no show Solteirões, que sera apresentado hoje das 14 às 22h na sede do club na entrada da Pindoba.
Serão 40 taxistas do Maiobão que terão credencias para entrarem no estacionamento de forma privilegiada.
“Estou feliz com esta conquista. Os nossos taxistas terão mais renda pois serão tratados de forma especial. Todos os shows realizados em Paço terão que priorizar a nossa gente. Agradeço a direção do Val Paraíso pelo acordo feito”. Declarou o prefeito Dutra.
O show terá como atrações Zé cantor e Solteirões, Bruno Shinoda,Andson Mendonça e Filhinho de Papai.
A Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa do Maranhão realizará audiência pública na próxima quarta-feira (26) para discutir a questão da mobilidade urbana com os trabalhadores do serviço de transporte alternativo dos quatro municípios que integram a região metropolitana de São Luís.
Segundo o presidente da Comissão de Assuntos Municipais, deputado Bira do Pindaré (PSB), a regulação dos serviços oferecidos é um dos principais temas a ser tratado. Os representantes dos trabalhadores reclamam das dificuldades que tem encontrado para prestar serviço à população.
“Há muitos problemas e conflitos em relação todos esses serviços que complementam o sistema de transporte da nossa cidade e de toda a região metropolitana. Então, fui procurado na qualidade presidente da Comissão de Assuntos Municipais, e decidimos receber as comitivas dessas categorias para iniciar uma discussão”, informou Bira.
O parlamentar observou ainda que foram convidados para a reunião os prefeitos e os secretários de trânsito e transporte da capital e dos municípios de São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar, além dos presidentes da Agência de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos e da Agência Metropolitana do Estado do Maranhão.
“Vamos reunir, ouvir os trabalhadores e órgãos competentes a fim de encontrar um caminho que equacione e garanta um serviço de melhor qualidade para a população da região metropolitana”, ressaltou.
O jornal da oligarquia Sarney tem vendido a falsa de ideia de que são “privilegiadas” a respeito da citação do governador Flávio Dino em suposto envolvimento na investigação da Lava Jato.
Acontece que o jornal O Globo já havia noticiado a mesma delação, no dia 07 de agosto de 2016. Então, no dia seguinte, 8 agosto do mesmo ano, a mídia e a oposição da oligarquia apenas reproduziram aquilo que O Globo já havia feito já um ano.
Contrapondo o que esbraveja a oposição, em publicação deste ano na mídia sarneyzista, a certidão de Dino que data do dia 17 de março, não é prova de que houve o vazamento de informações para o governador do Maranhão no momento em que a lista foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal, semana passada.
Se alguém vazou alguma coisa, foi a mídia opositora e não o contrário. E, contra fatos, não há argumentos.

“Vazamento” alardeado pela oposição já era conhecido desde o ano passado
Ao pedir investigação sobre o “vazamento” de informações da petição citando o nome de Flávio Dino, a oposição tenta criar um factóide e cai novamente em contradição. Os sarneyzistas alegam que o tal “vazamento” teria ocorrido em março deste ano. Mas o próprio jornal Estado do Maranhão já havia destacado o conteúdo desse “vazamento” em agosto de 2016.
Tudo gira em torno da certidão apresentada por Flávio Dino provando que ele jamais atuou num projeto de lei que seria de interesse da Odebrecht. Esse documento, emitido pela Câmara dos Deputados, desmonta a tese de que o governador teria recebido doação ilegal da empreiteira em 2010, quando era deputado, em troca de ajuda no projeto de lei.
Já que a certidão deixou a oposição sem discurso, a tentativa agora é fazer barulho. Deputados ligados à família Sarney dizem que, como o documento é de 17 de março, alguém teria vazado a Flávio Dino a informação de que ele seria citado em uma lista divulgada apenas em abril.
O problema nessa tese é que o próprio Estado do Maranhão, que pertence à família Sarney, já tinha vazado em 8 de agosto de 2016 que o governador seria acusado de ter recebido R$ 200 mil. O boato tinha sido publicado no dia anterior pelo jornal O Globo, que tem circulação nacional.

O “vazamento”, portanto, era de conhecimento público. Em março, com a intensificação dos boatos de que a acusação seria divulgada oficialmente, o governador pediu a certidão à Câmara.
“A assessoria do governador mapeou que situação poderia gerar alguma ilação e solicitou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara uma certidão de que não havia apresentado parecer sobre a proposta”, diz nota do PCdoB.
O pedido de investigação, portanto, revela desespero dos aliados de Sarney com a impossibilidade de contestar a certidão que prova que Dino não atuou em favor da Odebrecht.

O deputado Weverton Rocha (PDT-MA) criticou duramente o substitutivo ao projeto do governo para a Reforma da Previdência, apresentado pelo relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA). “O governo está usando a técnica da distração com números para fazer as pessoas pensarem que ficou melhor. Não ficou. A proposta está igual ou pior”, afirmou Weverton.
Segundo ele, termos sutilmente colocados no relatório anularam todos os benefícios. “Na realidade, para cada medida que ameniza de um lado, o governo colocou outras que endurecem as regras e no final o trabalhador saiu perdendo do mesmo jeito.”
Um exemplo é a troca da palavra “ou”, do projeto original, pelo “e”, nas condições de aposentadorias do substitutivo. Assim um rapaz que começa a trabalhar aos 18 anos – que poderia se aposentar após 25 anos de contribuição, com valor proporcional, ou ao completar 65 anos – terá agora que cumprir as duas condições. Ou seja, mesmo que tenha contribuído por 25 anos, ainda terá que ficar no mercado até fazer 65 anos, trabalhando, portanto, 47 anos ao longo de sua vida.
“Isso prova que essa história de que houve redução do tempo de contribuição de 49 para 40 anos para aposentadoria integral é uma enganação, porque no fim os brasileiros vão continuar tendo que contribuir por mais de 40 anos”, avaliou o deputado.
Weverton também não ficou satisfeito com a solução dada para o trabalhador rural. A idade mínima para aposentadoria dos homens, 60 anos, foi mantida, mas a de mulheres foi aumentada de 55 para 57 anos. Além disso, a contribuição, que passará a ser obrigatória por 15 anos, agora será feita em carnês individuais para cada membro da família. “É inviável para o pequeno agricultor. O governo vai condenar milhares a nunca se aposentarem, principalmente no Maranhão”, argumentou.
“A regra de transição é outro engodo”, diz Weverton. Ele explica que foi retirada do texto a idade de corte de 45 para mulheres e 55 para homens, mas foi criada uma idade progressiva, que vai empurrando para mais tarde a aposentadoria dos mais jovens. Na prática a regra de transição só funciona para mulheres de mais de 45 e homens com mais de 55. “Nada mudou, portanto, e o que mudou foi para pior”, completa o deputado.