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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2017

Waldir Maranhão diz que sua pretensão de disputar o Senado é legítima

Em entrevista a Rádio Educadora, nesta manhã de segunda-feira (8), o deputado Waldir Maranhão (PP), após participar de um debate sobre Reforma Política, na Assembleia Legislativa, falou sobre sua possível candidatura ao Senado e do relacionamento com o com o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), personagem central da Operação Lava Jato, mas ainda um forte cabo eleitoral no Estado. Maranhão foi um dos deputados que votou contra o Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e diz que se o tivesse que fazer novamente, votaria contra.

Waldir, que a exemplo dos deputados Weverton Rocha (PDT) e Zé Reinaldo Tavares (PSB), todos pré-candidatos, é aliado do governador Flávio Dino (PCdoB), observou que seria um movimento legítimo sua pretensão de concorrer ao Senado na eleição de 2018, quando estará em disputa as cadeiras ocupadas hoje por Edison Lobão (enrolado até o pescoço na Lava Jato) e João Alberto (nunca moveu uma palha pelo Maranhão) . Rumores dão conta de que ele o fará o lançamento de sua pré-candidatura ainda este mês.

“De forma legítima, nós estamos vivendo na história recente do Maranhão algo bem interessante. Hoje existem pré-candidaturas ao Senado. Quer dizer, fugiu da centralidade, do domínio de partidos e grupos, então os candidatos que estão postos aí são naturais e buscam viabilizar na base aquilo que seja uma candidatura majoritária para o Senado. Mas é interessante que haja esse debate, esse encaminhamento, que haja legítimas pretensões”.

O parlamentar disse ainda que pretende permanecer no PP. “Não vejo necessidade de mudar de partido. Vamos conversando dialogando,  fazer política no passo a passo, pedagogicamente compreendendo quais são as luzes que haverão de ficar bem claro na nossa conduta política”, declarou.

Questionado sobre o desgaste da política nacional, Waldir Maranhão disse ser inegável que os partidos e os políticos sofram o desgaste do modelo. “Mas em nome da democracia não podemos abrir mão dos partidos e da atividade política, temos de nos reciclar e nos reinventar, afinal, o estado democrático de direito precisa ser preservado e a Constituição precisa ser cidadã”, disse

“Votei contra o Impeachment, votaria novamente. O tempo mostrou que eu estava certo. Você vê que o Estado está anacrônico, e o Estado tem suas naturais deficiências, portanto com esse compromisso social, com o sentimento de político que tenho dentro de mim, é que reafirmo de forma peremptória que votei contra e continuarei sendo contra todo e qualquer atitude que possa desconstruir o papel da Constituição brasileira”, enfatizou.

Sobre sua relação com o ex-presidente Lula (PT), o deputado contou que admira suas realizações no país, em especial no Maranhão.

“O ex-presidente Lula é um companheiro, um amigo que tenho muita admiração e foi um presidente que contribuiu muito para a História do Brasil e principalmente para o Maranhão. O Maranhão com certeza sabe que Lula representou os mais humildes, que ficaram abandonados por décadas e décadas. Foi o presidente lula que abriu as portas das universidades, que despertou para a educação, que despertou no cidadão comum a grandeza de conquistar sonhos, que comunicou como ninguém que o povo é a solução pata todos os problemas da realidade brasileira”, lembrou.

Sobre o depoimento que Lula deve prestar ao juiz Sergio Moro ainda nesta semana, ou na próxima, Waldir disse que considera o processo normal. “Como toda e qualquer audiência é do rito jurídico, não há o que se preocupar, vai dar tudo certo”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2017

Pré-candidatura de Zé Reinaldo ao Senado recebe apoio de lideranças em Tuntum

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Cleomar Tema, reuniu neste último fim de semana na sua residência, na cidade de Tuntum, centenas de lideranças políticas de várias regiões do estado, que declararam apoio à pré-candidatura ao Senado do deputado federal José Reinaldo Tavares (ainda no PSB).

O evento, denominado I Encontro da Gratidão e que lançou oficialmente a pré-candidatura do ex-governador, contou com as participações de prefeitos; ex-prefeitos; deputados estaduais; deputados federais; vereadores; ex-vereadores; secretários estaduais; além de presidentes de partidos, lideranças comunitárias e de movimentos sociais.
“O presidente Cleomar Tema está de parabéns e, mais uma vez, mostrou que, hoje, é uma das maiores e mais fortes lideranças políticas do estado. Liderados por ele, centenas de prefeitos e ex-prefeitos fizeram questão de reconhecer o trabalho do ex-governador José Reinaldo e declarar apoio ao seu nome para o Senado. Eu, mesmo pertencendo a um partido que não faz parte da base de apoio do governo, apoio e irei pedir votos para Zé Reinaldo senador em 2018”, disse o deputado federal Aluísio Mendes (PTN).

O presidente do PC do B no Maranhão e secretário estadual de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, também destacou a liderança política de Cleomar Tema e a sua capacidade de aglutinar apoios.

Jerry elogiou a trajetória política de José Reinaldo e avaliou que a sua pré-candidatura a Câmara Alta nasce grande porque trata-se de um sentimento municipalista de reconhecimento ao seu trabalho pelo Maranhão.

“O ex-governador Zé Reinaldo dispensa comentários. Possui uma bela trajetória política e de excelentes serviços prestados ao estado e ao seu povo. Também quero salientar a força política do presidente Tema, que vem conduzindo muito bem os destinos da FAMEM”, afirmou.

Para Djalma Melo (PTB), prefeito de Arari, a presença maciça de gestores municipais no lançamento da pré-candidatura de Zé Reinaldo mostrou, mais uma vez, que os prefeitos e prefeitas do Maranhão apoiam o ex-governador e o presidente Cleomar Tema.

Gratidão – Zé Reinaldo agradeceu o apoio recebido de todos que participaram do ato. O ex-governador chegou a emocionar-se com as diversas declarações enaltecendo seu nome como o melhor para o Senado e que representa verdadeiramente o sentimento de todos os atores do municipalismo no estado.

“Agradeço, do fundo do coração, o apoio que estou recebendo. Agradeço, de forma especial, ao amigo e irmão Cleomar Tema. Ratifico, mais uma vez, o meu compromisso de ser um senador totalmente voltado para as causas dos municípios do Maranhão”, assegurou.

 

  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2017

Senador oportunista

Conhecido como traidor da oposição que derrotou a oligarquia Sarney no Maranhão, o senador Roberto Rocha (PSB), o “Asa de Avião”, vem revelando um oportunismo sem tamanho por conta de sua ambição de chegar ao Palácio dos Leões.

Rocha, que nunca havia dado uma declaração sobre a causa indígena no Brasil, de repente, diante do conflito registrado no povoado Baías, em Viana, pousou a lado do Cacique Raoni para se dizer defensor da demarcação de terras. Só faltou colocar a cocar.

O oportunismo desse cidadão não tem limite. Num texto distribuído à imprensa, o senador morubixaba se diz atento ao que aconteceu em Viana e anuncia que ele discutiu com Raoni demarcação de terra, especificamente no Maranhão.

Curioso nisso tudo é o fato do senador só mostrar preocupação com os índios que tiveram suas terras invadidas pelo homem branco às vésperas de uma eleição em que ele tanto se esforça para se viabilizar como candidato a governador, mas não encontra quem confie em seu perfil de traidor.

  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2017

Acusada de corrupção, Roseana terá que se livrar de processos se quiser ser candidata

Por mais que os aliados do grupo Sarney na blogosfera tentem passar para a população que a ex-governadora Roseana Sarney estaria livre de processos e apta a concorrer novamente ao Governo do Estado nas eleições de 2018, a verdade é que a filha do ex-senador José Sarney (PMDB) está prestes a acertar contas com a Justiça por conta dos vários escândalos de corrupção que marcaram suas últimas administrações.

Além da Justiça ter aceito a denúncia contra os supostos integrantes da máfia da Sefaz que lesou o Estado em mais de um bilhão e do promotor Lindojonso Gonçalves de Sousa ter ajuizado uma Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa contra ela e mais onze co-réus por conta do pagamento do precatório de R$ 113 milhões ao Consórcio Constran/UTC, Roseana á acusada também de comandar a máfia que desviou mais de um R$ 1 bilhão da secretaria de Saúde, segundo investigações da Polícia Federal.

No caso do precatório da Constran, se o Brasil fosse um país sério, Roseana e sua gang já estariam atrás das grades para pagar pelos inúmeros crimes que cometeram, pois segundo relato do Ministério Público, o pagamento teria sido feito fora da ordem legal (furou a fila) mediante pagamento de R$ 3 milhões em propina à então governadora, através do secretário da Casa Civil, João Abreu, que já passou um temporada preso por conta desse escândalo.

Como se vê, Roseana e sua turma ainda terão muita dor de cabeça por conta das traquinagens que andaram aprontaram, como por exemplo, colocar filtro no Portal da Transparência para ocultar transações ilegais e feitas para lesar o patrimônio público.

 

  • Jorge Vieira
  • 7/maio/2017

Flávio Dino diz que espera contar com o PSDB de vice em 2018

Ao discursar na convenção estadual do PSDB, realizada neste domingo(7), que reconduziu o vice-governador Carlos Brandão à presidência dos tucanos, o governador Flávio Dino, disse que é sua vontade que o PSDB continue compondo chapa majoritária com o PCdoB. “Estou muito feliz em estar aqui avaliando com vocês os avanços que este partido nos ajudou a construir no governo do Estado. O Brandão é um presidente eficiente. O PSDB continua em mãos eficientes e honradas. Espero que o PSDB continue crescendo em nosso estado – é um desejo sincero do meu coração – com toda minha gratidão e solidariedade”, observou Dino.

Segundo o governador falou aos presentes, o perfil do tucano é algo que lhe inspira confiança. Dino foi mais explicito quando convidou o PSDB a continuar compondo a chapa majoritária que derrotou o grupo Sarney em em 2014.  “Aqui, eu me sinto em casa. Podemos e devemos falar de futuro. É de minha vontade que o PSDB continue compondo chapa majoritária com o PCdoB”, reforçou Dino.

Por aclamação, Brandão fori reeleito presidente estadual do PDSB. “Foi um momento muito importante porque essa recondução nossa à presidência do partido deixa em mim uma satisfação grande pelo reconhecimento ao que vem sido desenvolvido pelo PSDB maranhense nos últimos anos. É um voto de confiança que foi dado a mim, mais uma vez, e eu me sinto com uma responsabilidade muito maior para continuar trabalhando no fortalecimento do nosso partido”, disse Brandão.

Brandão também afirmou que a decisão unânime dos correligionários em mantê-lo presidente do diretório estadual do PSDB é resultado de um forte trabalho realizado por todos os tucanos, em várias instâncias da sigla – da Juventude à participação feminina -, além do destaque nacional e regional que o PSDB maranhense conquistou em termos de quantidade de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e filiados, com os resultados das últimas eleições.

União e Fortalecimento – Todos que fizeram uso dapalavra na convenção, que aconteceu no Rio Poty Hotel, ressaltaram a importância do partido seguir firme nas decisões tomadas coletivamente. “Estilo conciliador, de diálogo. Um partido tem que ser dirigido por quem gosta e por quem sabe fazer política. Esse é o estilo do nosso presidente estadual, Carlos Brandão”, avaliou o prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva. Ele complementou dizendo que “no próximo ano, teremos eleições estaduais e o partido tem todas as condições – inclusive morais – de eleger grandes bancadas. Inclusive compondo uma chapa majoritária vitoriosa em 2018”.

 

  • Jorge Vieira
  • 7/maio/2017

Delações da Odebrecht têm erros e contradições

THAIS BILENKY
Folha de São Paulo

Depoimentos de delatores da Odebrecht e materiais entregues como prova ao Ministério Público Federal contêm erros factuais, contradições e inconsistências.

Políticos ouvidos pela reportagem afirmaram que usarão essas brechas em suas defesas perante a Justiça.

Um ministro do Supremo disse, sob condição de anonimato, que incongruências fragilizam as acusações e que algumas delações terão de ser reanalisadas em órgãos judiciais colegiados.
Segundo ele, “não se pode provar com probabilidades. Prova tem que ser cabal”.

Peças que foram acolhidas pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, apresentam guerras de versões. As petições contra os governadores do PSDB Marconi Perillo (Goiás) e Geraldo Alckmin (São Paulo) são exemplos disso.

A petição contra o goiano é embasada em quatro delatores que apresentaram três versões distintas. Um deles falou em caixa dois sem apresentar documento para corroborar a acusação.

No caso do paulista, os delatores que fundamentam a petição citam números que contradizem eles próprios: o que está nas planilhas não coincide com seus relatos.

Casos comparáveis ocorrem nas citações a Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-diretor da Dersa (delatores falaram em repasses de valores diferentes), e do ministro Aloysio Nunes Ferreira (divergência de datas).

Já a petição contra os petistas Aloizio Mercadante e Edinho Silva a respeito da campanha ao governo de SP em 2010 é baseada em delações que, além de terem números divergentes, contradizem-se.

Um delator, Benedicto Junior, ex-presidente da construtora Odebrecht, afirma que não teve contato com o então candidato petista, Mercadante, e que o pedido de doação via caixa dois chegou por meio de Carlos Armando Paschoal, então diretor da Odebrecht em São Paulo.

Na versão de Junior, Paschoal teria sido procurado por Silva, apontado como o tesoureiro da campanha –função que não exerceu; ele era coordenador político.

Segundo o ex-presidente da construtora, Paschoal e Silva teriam acertado doação de R$ 1 milhão, mas que foram pagos efetivamente R$ 750 mil. “O Carlos entende que o último pagamento não aconteceu por algum motivo que ele não sabe explicar.”

Paschoal, por sua vez, disse que “foram feitos três pagamentos, de R$ 250 [mil], de R$ 500 [mil] e R$ 250 [mil]”. Mas, segundo ele, a doação foi negociada por seu superior. “Benedicto me disse que estava vindo de uma reunião com Mercadante e que havia combinado que a Odebrecht faria uma doação de caixa dois para o candidato no valor de R$ 1 milhão”, relatou.

PEÇAS

Em outros casos, as incongruências estão entre o que delatores afirmaram e o que a Procuradoria apresentou.

O inquérito solicitado pela PGR contra Celso Russomanno (PRB-SP) descreve suposta ilicitude na campanha para a Câmara em 2010, mas naquele ano o acusado disputou o governo paulista.

O delator, que não especificou que cargo Russomanno disputava, afirmou que a Odebrecht repassou via caixa dois R$ 50 mil para ele. Disse que não teve contato com o candidato, mas não soube dizer o nome nem a função da pessoa que o teria procurado.

Na peça contra o governador do Maranhão, Flavio Dino (PC do B), a PGR apontou doação de R$ 400 mil –o dobro do delatado por José Carvalho. O repasse teria sido feito em troca da defesa de um projeto de lei sobre o qual o então deputado Dino não emitiu manifestação e que foi arquivado pouco depois.

A Odebrecht disse que “é de responsabilidade da Justiça a avaliação de relatos”. A PGR não quis se manifestar.

Colaborou DANIELA LIMA, editora do “Painel”

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