
O governador Flávio Dino afagavando a criatura Roberto Rocha, que o traiu
Parece piada, e só pode ser entendida assim, a tentativa do senador Roberto “Asa” Rocha em confrontar o governador Flávio Dino quando todos no Maranhão o conhecem muito bem e sabe perfeitamente que ele não consegue praticar o que prega nem em suas próprias empresas, onde seus funcionários fazem um verdadeiro exercício para trabalhar sem receber salário enquanto seus patrões desfrutam os prazerem que o capital oferece.
Quem já passou pela Rádio Capital sabe o sacrifício que tem que tem fazer para sobreviver num ambiente triste e sem perspectiva. O radialista e jornalista, Gilberto Lima, com passagem breve pela emissora do senador, não se cansa de denunciar que a Rádio Capital, além de não recolher FGTS e INSS, há mais de ano não paga o salário dos funcionários. A Cemar, também, é outra vítima do senador.
Roberto Rocha não tem moral para confrontar o governador, até por conta de sua insignificância política, como vem mostrando as pesquisas de opinião pública que o apontam sempre como penúltimo lugar na preferência do eleitorado, ficando a frente apenas da ex-prefeita de Lago da Pedra e “laranja” da oligarquia, Maura Jorge. A população o identifica como traidor.
Roberto Rocha é reconhecidamente um mal pagador e péssimo investidor, pois recebeu de mão-beijada uma verdadeira fortuna em bens do pai ex-governador Luiz Rocha (considerado o pior governador do Maranhão), e não se tem qualquer informação de que ele tenha feito prosperar, pelo contrário, onde ele botou a mão faliu ou está em situação crítica, a exemplo da TV Cidade.
Se não vingou como empresário, como político não tem sido diferente. Após amargar fracassos, se fingiu de socialista, enganou o falecido ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, se filiou ao PSB, grudou em Flávio Dino, que o elegeu senador. Tão logo assumiu a cadeira mostrou sua verdadeira face de traidor, votando contra os interesses da classe trabalhadora e impedindo que o STF investigasse o presidente corrupto Michel Temer e ainda passou a tramar contra os interesses do Estado. Já o governador, mesmo com todas as dificuldades que o país atravessa, vem trabalhando com determinação e transparência para mudar Maranhão.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) aprovou, por unanimidade, a bonificação de 20% nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio para estudantes maranhenses. Um dos principais defensores da proposta, o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) subiu a tribuna, na tarde desta segunda feira (09), para comemorar a aprovação. O parlamentar teve participação decisiva para a inclusão da capital na proposta.
Em pronunciamento expressivo, o socialista pontuou que a medida beneficia todos os estudantes do Maranhão com política pública afirmativa de enfrentamento ao problema da evasão e das vagas ociosas. De acordo com ele, o problema é gerado quando um estudante de outro estado ocupa uma vaga na UFMA e, antes mesmo do curso acabar ou quando acaba, voltam aos seus estados de origem, passando a desenvolver atividade econômica fora do território maranhense. A bonificação, além de corrigir isso, amplia as oportunidades para a juventude do Maranhão porque permite a democratiza o acesso à Universidade.
“Abre uma perspectiva de vida digna, de desenvolvimento social e econômico para o estado do Maranhão. Estamos falando da formação de pessoas e essa medida corrige uma distorção que foi gerada desde o início da implantação do Sisu (Sistema de Seleção Unificada). Situações como essas precisam ser corrigidas, e nós estivemos lá com os deputados Marco Aurélio, Othelino Neto e Deoclides Macedo para dialogar com o Consepe”, destacou.
Na proposta apresentada pela Universidade, apenas os estudantes do continente eram contemplados. Algo, que, para Bira, não era justo com os estudantes da capital e que ainda dificultaria o trabalho da instituição. Na última sexta-feira (06), em reunião com a reitora Nair Portela, o deputado já havia defendido a inclusão da capital. Hoje, no Conselho, ele fez sustentação oral destacando o erro que seria não contemplar todos os estudantes maranhenses na medida e usou, inclusive, argumentos jurídicos para embasar a defesa.
Após a colocação dos quatros deputado presentes e dos conselheiros inscritos para falar, o Consepe aprovou por unanimidade a proposta e contemplou a sugestão de Bira, incluindo a capital na bonificação. Uma decisão, segundo ressaltou, consistente, forte, fundamentada e construída com a participação de todos, principalmente da Casa Legislativa.
“Esse é um momento que engrandece a Universidade Federal, porque é um movimento contrário àquilo que hoje está campeando no mundo inteiro, que é esta onda avassaladora do conservadorismo que ataca todos os direitos da população. Esse é mais um direito importante que é o direito às políticas afirmativas”, completou ao afirmar que está honrado em ter participado do processo desde o início.
O deputado, ao final do discurso, defendeu que a Universidade Estadual do Maranhão agora siga o mesmo caminho e adote medida para priorizar os estudantes maranhenses na ocupação das vagas. “A UEMA também tem curso de medicina. Lá em Caxias, o curso de medicina, se fizer uma conta, a maioria dos estudantes é oriunda do Piauí e do Ceará. Isto é, quando eles se formam, voltam para seus estados de origem. Eles não ficam aqui. Eles não vão desenvolver sua atividade no Estado do Maranhão”, explicou.
O Hospital de Traumatologia e Ortopedia (HTO) do Maranhão será inaugurado pelo Governo do Estado nesta terça-feira (10). Com a unidade de saúde, os maranhenses passam a contar com um hospital específico para atendimento às demandas de alta complexidade, destinado para prestar assistência ambulatorial e atendimento cirúrgico na área da traumatologia e ortopedia. A unidade suprirá o vazio assistencial presente nesta área e cumprirá um papel importante na redução da fila de espera por procedimentos.
O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, ressalta que a entrega do HTO é mais um marco na gestão do governador Flávio Dino. “Temos trabalhado incansavelmente para reorganizar a rede de serviços públicos do estado e, assim, oferecer melhores condições de saúde à população maranhense. Os investimentos com o HTO facilitarão o acesso a serviços especializados nesta área, permitindo que muitos cidadãos, que há anos esperam por um procedimento, possam ser atendidos, reparando a rotina de pessoas prejudicadas por conta de trauma ortopédico”, reforçou.A estrutura do HTO conta com 44 leitos (10 UTI), três centros cirúrgicos, posto de enfermagem, sala de repouso, salas de curativo, além de alas especializadas para atendimento de crianças e idosos. Com corpo clínico com mais de 45 médicos e equipamentos de alta tecnologia, a unidade oferecerá atendimento ambulatorial, marcação de consultas, análises clínicas, exames de imagem (raio-x, ultrassonografia, tomografia). O hospital permitirá tratamento de crianças com doenças musculoesqueléticas, execução de procedimentos como alongamento ósseo e o implante de próteses articulares e realização de videocirurgias.
Estatísticas – Dados indicam que 70% dos pacientes ortopédicos no Maranhão são vítimas de acidente de moto e que, por conta da demanda, há uma fila que dura de dois a oito anos para a realização de cirurgias. Diante deste cenário, desde 2015 o poder público estadual realiza cirurgias eletivas, especialmente pelo interior do estado para reduzir a demanda que cresce diariamente.
O médico ortopedista e diretor do HTO, Newton Gripp, destacou que o hospital vai contribuir consideravelmente com a redução da demanda no estado. “Mesmo com a realização de cirurgias eletivas em doze unidades de saúde pelo interior do estado, não conseguimos atender toda a demanda do estado por esse tipo de procedimento. Com uma unidade de referência, com o porte do HTO, teremos a possibilidade de atender um maior número de pacientes de forma regular. Estamos muito felizes em dar mais esse passo na saúde do estado”, afirmou.O trabalho resultou no aumento do número de procedimentos realizados tanto na capital como no interior do estado. Em 2014, 30 cirurgias eram realizadas mensalmente na capital, número que saltou para 80 em 2017. No interior, o atendimento mensal aumentou de 370 para 1,4 mil.
Com o dobro do número de leitos, atualmente oferecidos pelo estado para atendimento a pacientes com trauma ortopédico, o HTO terá capacidade para realizar 400 cirurgias por mês e será a primeira unidade da rede pública do estado a realizar o atendimento especializado em ortopedia pediátrica. A unidade possibilitará também atendimento especializado para os pacientes idosos, que são mais suscetíveis a fraturas por quedas. “Nossa proposta é, com este novo equipamento de saúde, melhorar a vida de muitos cidadãos maranhenses”, concluiu o titular da SES, Carlos Lula.
O Governador Flávio Dino (PCdoB), em entrevista à Rádio São Luís, nesta manhã de segunda-feira (9), responsabilizou as famílias Sarney/Murad pelo atraso do Maranhão. Segundo Dino, o grupo que dominou o Estado ao longo de quase cinco décadas se preocupou apenas em concentrar riqueza nas próprias mãos.
Para Flávio Dino, a ex-governadora Roseana Sarney “é a síntese do atraso. É a responsável maior por tantos problemas econômicos sociais porque ela representa um sistema de poder. Quando se fala da Roseana Sarney, nós temos que lembrar de Roseana Sarney Murad. É exatamente os Sarneys, os Murads, essas poucas famílias que dominaram o nosso estado politicamente, concentraram riqueza nas mãos, que fizeram com que o Maranhão nunca tivesse progredido tanto como poderia”, observou o governador.
O governador, que tentando mudar o Estado através da implementação de políticas públicas de grande alcance social, enfatizou que a concentração de poder nas mãos de poucas famílias fez com que o Maranhão perdesse terreno para outros estados.
“Outros estados passaram na nossa frente, como Ceará, Pernambuco, porque exatamente havia um modelo político errado e esse modelo é sintetizado nessas poucas famílias que simplesmente achavam que eram donos do Maranhão”, acrescentou.
O governador falou ainda sobre a traição do senador Roberto Rocha, o popular “Asa de Avião”. Dino disse que “lamento muito que tenha tido esse problema do senador Roberto Rocha. Eu espero que ele reflita melhor sobra a história recente do Maranhão. E quem sabe consiga retomar o caminho correto. Infelizmente acho que ele nesse momento, atacando o nosso governo como ataca, até de modo injusto, acaba fortalecendo o atraso do nosso estado, acaba ajudando aqueles que não querem o bem do Maranhão.
Empresário do ramo da educação, o deputado estadual Wellington do Curso escolheu como bandeira da sua legislatura apontar o dedo para eventuais inconsistências do governo do Estado na área.
Sem muito o que criticar, já que a educação é a maior marca do governo Flávio Dino, WC resolveu então partir para a apelação e pro vale-tudo e, para mostrar serviço, está usando todas as artimanhas para denegrir a imagem, sobretudo do programa Escola Digna.
Nesta semana, o parlamentar falou sobre o teto que desabou no Centro de Ensino José de Matos de Oliveira, em Olho D’água das Cunhãs, e creditou ao governo do Estado “que só tem pintado o muro e a fachada das escolas de boa parte das escolas”.
De maneira baixa, WC coloca nas costas do governo uma culpa que ele não tem, já que essa unidade, especificamente, ainda não passou por nenhuma intervenção estadual do Escola Digna. Logo após o incidente, a Secretaria de Educação já anunciou que fará, de maneira urgente, o serviço.
Mais essa mentira sobre os programas do governo por parte de Wellington do Curso demonstra uma estranha obsessão que o deputado tem de macular o governo, sobretudo na área da educação.
Com desempenho pífio como deputado, resta a WC apelar para mentiras e factoides para aparecer nas redes sociais e nos dezenas de blogs que ele paga para postarem suas farsas.
O que Wellington do Curso não está levando em conta é que o povo do Maranhão está vendo toda a patacoada que ele vem armando sempre que tem oportunidade.
Essa mentira não passará incólume nas próximas eleições…

Prefeito Edivaldo começa ser visto como vice ideal para Flávio Dino
A guinada da administração Edivaldo Holanda Junior (PDT) neste segundo semestre do ano tem provocado comentários nos bastidores da sucessão estadual e especulações sobre o futuro político do prefeito da capital. A alguns analistas políticos, após com a entrega do PSDB ao senador Roberto Rocha, começam a enxergar no prefeito o nome ideal para compor, como vice, a chapa do governador Flávio Dino (PCdoB).
O atual vice-governador e ainda presidente do PSDB no Maranhão, Carlos Brandão, era tido como certo na chapa majoritária, mas diante da decisão da cúpula nacional dos tucanos mudar os rumos do partido e lançar candidato próprio no Estado, as chances de Brandão continuar fazendo companhia ao governador viraram fumaça e Brandão praticamente perdeu a preferência por conta das circunstâncias.
Edivaldo é um político que desfruta da confiança do governador, vem recuperando a popularidade de forma progressiva com as obras essenciais que estão sendo executadas, principalmente nas áreas de educação e mobilidade urbana, e tem como vice o sindicalista e professor Júlio Pinheiro, militante ativo do PCdoB, que herdaria a Prefeitura de São Luís, algo que seria visto com bons olhos pelos comunistas.
Inicialmente houve a especulação de que Brandão iria se filiar ao PP, legenda que deverá compor o palanque de Dino, para continuar como vice, até por conta do tempo de televisão (3º maior tempo), mas a pergunta que persiste é a seguinte: Ao deixar o governo para ser candidato ao Senado, em 2022, Dino entregaria todo seu legado nas mãos de alguém filiado a um partido de direita?
Edivaldo já provou que é um aliado fiel e o governador não tem medido esforços para ajuda-lo a fazer uma boa administração. E a presença de Júlio Pinheiro em todos os atos da Prefeitura de São Luís, além de revelar a perfeita sintonia, dá margem para pensar que ele, de fato, está sendo preparado para substituir o titular, caso seja confirmada a presença de Edivaldo Holanda Junior na chapa majoritária de Dino.
Na avaliação de quem acompanha o quadro sucessório, o fato de ser de São Luís e o governador também não seria fator impeditivo. O único problema que identificam é o fato do partido do prefeito ter como candidato ao Senado o deputado federal Weverton Rocha, visto que os demais partidos integrantes da aliança vão também reivindicar participação na chapa majoritária.
Como tudo indica que Flávio Dino renovará o mandato, Edivaldo, como vice, não correria o risco de ficar dois anos no ostracismo político a espera da eleição de 2022, já que seu segundo mandato encerra em 2020.

Alvo de inquéritos na Lava Jato, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) se notabilizou em Brasília por ser um profundo conhecedor dos atalhos do poder – e, principalmente, das benesses que a intimidade com o poder proporciona. Natural, portanto, – embora obviamente condenável -, que Lobão se servisse de tão estratégico, por assim dizer, “notório saber” em benefício pessoal. O que não é natural é o desassombro com que ele e sua turma participaram de uma trama para desviar recursos da Petrobras. É o que mostra documento em poder da Polícia Federal, obtido com exclusividade pela ISTOÉ. Ele traça de maneira nítida a trilha da propina até desaguar em Lobão, então ministro de Minas e Energia.

O fluxograma da propina indica ao menos cinco pagamentos ao senador do PMDB. Murilo Barbosa Sobrinho, funcionário da Petrobras apontado como representante dos interesses de Lobão na estatal, era quem recebia os recursos em nome do parlamentar. Há dois repasses realizados diretamente para Lobão, num total de US$ 41 mil. Os outros três pagamentos, de US$ 410 mil, aparecem divididos com outros beneficiários, como o ex-deputado Cândido Vaccarezza e Márcio Aché, ex-funcionário da Petrobras, mas não está especificado quanto foi destinado para cada um deles. Para a Polícia Federal, o apoio político de Lobão era considerado de fundamental importância para garantir contratos entre Sargeant Marine, uma empresa norte-americana de fornecimento de asfalto, e a Petrobras. Um dos acertos nos quais ele se envolveu pessoalmente rendeu à Marine US$ 180 milhões. O esquema é o mesmo que levou Vaccarezza à cadeia. A chancela de Lobão constituiu uma espécie de “seguro” para que não houvesse problemas em negócios futuros com a Petrobras.
Segundo a Polícia Federal, o esquema beneficiou ao menos dez pessoas. No documento também constam pagamentos para o advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, e alvo da 45ª fase da Lava Jato. Com seu sócio, Sérgio Tourinho Dantas, Tiago recebeu US$ 90,9 mil. O ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, também levou uma bolada: US$ 270 mil em depósitos fracionados, de valores pequenos, uma estratégia para disfarçar o rastreamento do dinheiro pelas autoridades. Delator da Lava Jato, foi Paulo Roberto Costa quem revelou as articulações para derrubar a empresa que fornecia asfalto para a estatal e transferir o contrato para a Sargeant Marine.
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa
também integrou o esquema: levou US$ 270 mil
O rastreamento do dinheiro pela PF revelou que os repasses eram feitos, principalmente, no exterior por meio de contas na Suíça. O dinheiro saía da Sargeant Marine e de outras empresas do mesmo grupo e ia para empresas offshores de Jorge Luz e do filho dele, Bruno. Eram os dois que distribuíam a propina aos destinatários finais. Alguns valores foram entregues em espécie. De setembro de 2010 a julho de 2012, a empresa norte-americana fez doze pagamentos, num total de US$ 2,1 milhões em propina. Para justificar os repasses, a Sargeant Marine firmou um contrato fictício com a Totaltec Power Solutions, empresa de fachada de Jorge Luz. O contrato foi assinado em junho de 2010 e previa pagamentos de até US$ 2,3 milhões por um estudo sobre o mercado brasileiro de asfalto. ISTOÉ teve acesso ao contrato frio, hoje em poder da PF, assinado por Luiz Eduardo Andrade, representante da Sargeant Marine no Brasil, outro alvo da operação Abate.

Um das grandes dificuldades da Polícia Federal na Lava Jato é identificar os recursos ilícitos que saem de grandes empresas, passam por operadores financeiros, e chegam aos destinatários finais – especialmente políticos e agentes públicos. Isso porque, as ferramentas usadas para os repasses ilícitos estão cada vez mais sofisticadas e incluem, por exemplo, contas no exterior, empresas offshores e entregas em espécie. Mapear exatamente por onde passou a propina é um dos pontos mais trabalhosos nas investigações da Lava Jato. Porém, quando isso é feito com sucesso, é possível comprovar, sem sombra de dúvidas, o envolvimento dos investigados em atos ilegais – conforme acontece agora.
À luz desse quadro, o documento entregue à PF pelo lobista Jorge Luz ilumina o cenário e colabora de maneira decisiva com o desbaratamento do esquema descoberto pela operação Abate. Jorge, que atua de maneira ilícita na Petrobras desde os anos 80, tem colaborado com a Lava Jato. Candidato a delator, ele já apresentou uma série documentos e prestou depoimentos aos investigadores que envolveram até o presidente Lula. Agora, ele ajuda a elucidar pagamentos de propina em que Lobão, o “senador dos atalhos”, exibiu o tamanho de seus dentes afiados.