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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 14/ago/2018

Roseana assedia prefeitos ligados a Flávio Dino a votarem em Sarney Filho para o Senado

Até nas fotografias dos eventos da coligação, Edison Lobão é colocado em segundo plano

Como se já não bastassem os graves problemas judiciais surgidos a partir de delações na Lava Jato, o ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (MDB) enfrenta internamente na coligação da candidata a governadora da oligarquia uma concorrência desleal com deputado federal Sarney Filho (PV) na luta para tentar renovar o mandato por mais oito anos. A ex-governadora Roseana trabalha na surdina para beneficiar o irmão e rifar o aliado.

Com a eleição de Sarney Filho considerada prioridade da família Sarney, a ex-governadora dos precatórios e dos escândalos de corrupção não tem medido esforços para tentar aliciar prefeitos comprometidos com a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) a votarem somente em Sarney Filho para senador em troca de emendas federais ou convênios. Dois chefes de Executivos municipais relataram a um deputado, inclusive, como foi a conversa.

Segundo revelou ao blog um deputado que será votado em dois municípios em que ocorreram o assédio aos prefeitos eleitores de Flávio Dino, a filha de José Sarney disse que entendia a impossibilidade deles votarem nela, mas que tinha um pedido a fazer: que pelo menos votassem em Sarney Filho para senador. Ofereceu em troca convênios federais. “Eles (família Sarney) estão com muita força no governo de Michel Temer”, observou o parlamentar.

Sem a menor chance de eleger o governador, mas contando com a ajuda de Michel Temer, a família da ex-governadora resolveu investir todas as fichas na eleição de Sarney Filho para tentar evitar ser riscada do mapa político de Brasília e do Maranhão. Para isso vem atropelado Lobão, que está sendo escanteado até nas fotos dos fracassados eventos de Roseana pelo interior do Estado.

Como todos os prognósticos indicam que a aliança do governador fará pelo menos um senador, com maiores probabilidade para Weverton Rocha (PDT), e que a oposição fará outro, o caldeirão do grupo Sarney está fervendo e pode explodir. Lobão cheio de problemas com a Justiça, onde enfrenta cinco inquéritos, assiste tudo em silêncio, mas ninguém sabe até quando vai resistir ou se vai reagir à puxada de tapete.

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2018

Dino entra com embargos de declaração contra decisão da juíza de Coroatá

Juíza Anelise Reginato

Clodoaldo Corrêa – O governador Flávio Dino entrou com recurso (Embargos de Declaração) na própria 8ª Zona Eleitoral de Coroatá para que a juíza Anelise Reginato reveja e modifique sua decisão.

A fundamentação consiste em pontos fundamentais que levaram a juíza a decretar inelegibilidade de Flávio Dino porque considerou o programa Mais Asfalto eleitoreiro. A juíza levantou novos documentos sem dar chance de defesa às partes e já deu a decisão. Os advogados de Flávio Dino tratam do vídeo que a magistrada incluiu sem que nenhuma das partes tenha solicitado e ainda mencionou ter sido peça importante um elemento “completamente estranho ao processo”. “As partes, portanto, foram absolutamente tolhidas das garantidas do contraditório e da ampla “, afirmou a defesa.

Outro ponto crucial foi a imotivada inversão do ônus da prova. Ora, cabe a quem acusa qualquer pessoa provar que o acusado está cometendo um crime. Se a coligação dos Murad alegava que o governador e usou de forma eleitoreira o Mais Asfalto e o governador e os demais acusados alegaram que não, caberia unicamente a quem acusa provar Mas a juíza considerou verdadeiras as falas dos Murad. Por isso, a defesa de Flávio questiona “por qual motivo as alegações da Coligação ‘Coroatá com a Força de Todos’ foram consideradas presumidamente verdadeiras, enquanto coube ao Embargante (defesa) o encargo de demonstrar que as suposições levantadas contra si eram falsas?”

São situações que a juíza de Coroatá agora terá que responder.

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2018

Herança maldita de Sarney, Ferrovia Norte-Sul segue há décadas com problemas

Iniciada em 1987, durante o governo do ex-presidente José Sarney, a Ferrovia Norte-Sul, que prometia cruzar o país continua com problemas. As obras ficaram paradas por décadas e só foram retomadas no governo Lula (PT). O entrave agora é no leilão que o governo Michel Temer (PMDB) tenta fazer de 1.537 km de extensão da ferrovia.

O Estado de São Paulo noticiou hoje (13) que britas colocadas em parte do trecho a ser leiloado são inadequadas para aguentar o porte da ferrovia e da carga que passará por ela. A troca das pedras custaria R$ 103 milhões aos cofres públicos e demoraria mais 32 meses para ser executada.

Trilhos da Corrupção

Incompleta há 31 anos, a Ferrovia Norte-Sul carrega ainda as severas marcas da corrupção. No ano passado, em delação premiada no âmbito da Lava Jato, executivos da Odebrecht revelaram que o grupo comandado pelo oligarca José Sarney foi beneficiário do recebimento de propina relativa à construção da Norte-Sul.

Pessoas ligadas a Sarney receberam 1% em propina durante a construção da ferrovia. Também em 2017, a Polícia Federal chegou a prender o operador da propina destinada ao grupo Sarney, Juquinha das Neves, ex-presidente da Valec, empresa pública responsável pela obra.

Por ironia (ou não), as pedras que atrapalham a concessão do trecho da ferrovia inacabada foram lançadas quando o “testa de ferro” de Sarney, Juquinha das Neves, era o diretor de estatal.

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2018

PT vai pedir convocação de Raquel Dodge no Senado para explicar pedido à PF

Procuradora geral da República, Raquel Dodge na mira da presidente nacional do PT 

Congresso em foco – A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffman (PT-PR), informou que vai pedir ao Senado que convoque a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para explicar sua atuação no episódio que resultou na permanência do ex-presidente Lula na prisão, em Curitiba, contrariando um habeas corpus dado em julho por um desembargador plantonista para que ele fosse posto em liberdade.

“Raquel Dodge tem explicações a dar ao Senado da República. Qual a justificativa para ligar na PF do Paraná determinando não cumprir ordem judicial, ignorando caminho processual. Espero que o Senado aprove a convocação que iremos apresentar e a investigação sobre seu abuso de autoridade”, escreveu

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Garollo, revelou ter recebido um telefonema da procuradora-geral da República logo depois da decisão do desembargador plantonista Rogério Favreto de soltar o ex-presidente. A libertação foi contestada pelo juiz Sérgio Moro e impedida pelos desembargadores Gebran Neto e Thompson Flores, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). A PF, porém, pretendia libertar Lula, admitiu o policial.

“Diante das divergências, decidimos fazer a nossa interpretação. Concluímos que iríamos cumprir a decisão do plantonista do TRF-4. Falei para o ministro Raul Jungmann [Segurança Pública]: ‘Ministro, nós vamos soltar’. Em seguida, a [procuradora-geral da República] Raquel Dodge me ligou e disse que estava protocolando no STJ [Superior Tribunal de Justiça] contra a soltura. ‘E agora?’ Depois foi o [presidente do TRF-4] Thompson [Flores] quem nos ligou. ‘Eu estou determinando, não soltem’. O telefonema dele veio antes de expirar uma hora. Valeu o telefonema”, contou Garollo em entrevista à repórter Andreza Matais.

Em resposta à entrevista, o PT divulgou nota em que critica o “festival de parcialidade, ilegalidade e perseguição” contra o ex-presidente Lula e exige que “o Conselho Nacional de Justiça, o Ministério da Justiça e o Senado da República, responsável pela aprovação de Dodge no cargo, se pronunciem vigorosamente sobre as violações cometidas – e confessadas publicamente – por agentes do estado que deveriam defender a lei e fizeram o oposto”.

Na entrevista, o diretor da PF também afirmou que a polícia se preparava para invadir, com 30 homens, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista para prender o ex-presidente, em abril. A operação, segundo ele, foi abortada no último instante, porque o petista se entregou no último minuto.

“Quando deu 17h30, eu liguei para o negociador e disse: ‘Acabou! Se ele não sair em meia hora nós vamos entrar’. E dei a ordem para entrar. Às 18h, ele saiu”, relatou Galloro sobre o fim da tarde do dia 7 de abril, um sábado, quando Lula foi preso. (Por Edson Sardinha)

 

 

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2018

Weverton conquista palanques distintos na região do Médio Mearim

A passagem por Lago da Pedra, neste sábado (11), rendeu ao pré-candidato Weverton (PDT) o apoio de dois grupos políticos distintos no município para seu projeto de alcançar uma vaga no Senado Federal nas eleições de outubro. À tarde, o pedetista participou de um ato político organizado pelo grupo do prefeito Laércio Arruda (PSD). No final do dia, esteve em um jantar com o ex-vereador Pablo Sales (PDT); com a prefeita de Satubinha, Dulcinha (PV), e outras lideranças da região, que também declararam apoio à sua pré-candidatura ao Senado.
Após fazer um de seus conhecidos repentes, declarando seus candidatos, Laércio referiu-se a Weverton como um deputado atuante, que já tem demonstrado trabalho pelo estado e pelo município. “Lago da Pedra tem muito a ganhar com ele no Senado”, afirmou o prefeito da cidade.
Agradecido pelo apoio, Weverton reafirmou seu compromisso com a cidade, que já foi contemplada, em 2016, com uma patrulha agrícola adquirida via emenda parlamentar individual. “Lago da Pedra vai ter um representante para ajudar o município, não só enviando recursos, mas para lutar pela cidade, pela juventude e pelo nosso trabalhador”, garantiu.
O ex-vereador Sales revelou que tem grande admiração por Weverton e pelo trabalho que vem fazendo pelo Maranhão. “Tenho certeza que, como Senador da República, o Maranhão só tem a ganhar com esse grande parceiro, que trava uma luta diária pelo povo maranhense”, disse o líder político.
Pedreiras – Mais cedo o pedetista esteve em Pedreiras, onde participou do lançamento da pré-candidatura do deputado federal Juscelino Filho (DEM) no município. “Juntamente com o deputado Juscelino, lançamos nossa pré-candidatura agrupando um número expressivo de prefeitos, lideranças e populares, que reconhecem nossos mandatos a serviço dos municípios”, pontuou Weverton.
Juscelino destacou o trabalho que o presidente do Diretório Estadual do PDT vem desenvolvendo na Câmara pelos municípios do Maranhão. “Não tenho dúvida de que Weverton será o nosso próximo senador e o mais votado no Médio Mearim e em todo estado”, ressaltou o deputado federal pelo DEM.

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2018

Justiça obriga Jornal dos Sarney engolir sua própria fake news e dizer a verdade sobre elegibilidade de Flávio Dino

Jornal do Sarney é obrigado pela justiça a dizer a verdade sobre elegibilidade de Flávio Dino

Através de decisão judicial, o site do jornal “O Estado do Maranhão”, está sendo brigado a retirar a notícia falsa de que o governador Flávio Dino está inelegível.

Nesta segunda-feira (13) o veículo porta voz da oligarquia Sarney, mesmo constrangido, foi obrigado a dizer a verdade: “Candidatura de Flávio Dino está confirmada”. Leia abaixo a íntegra do direito de resposta do candidato sobre do PCdoB sobre mais essa fake news da oligarquia moribunda e que, sem voto, quer usar tapetão para tentar voltar.

Direitos de Resposta – Por meio de decisão judicial, a Coligação Todos pelo Maranhão vem a este espaço confirmar a candidatura de Flávio Dino à reeleição, erroneamente negada por este jornal.

Com mais de 30 anos de vida pública, Flávio Dino nunca foi processado e tem a ficha limpa. Esta decisão vinda de uma juíza de Coroatá, em um caso de eleição municipal, não impede sua candidatura.

Dino e Carlos Brandão, seu candidato a vice, estão devidamente inscritos para debater propostas em favor da justiça social e do desenvolvimento do Maranhão. Da mesma forma, a candidatura de Márcio Jerry a deputado federal está garantida.

A coligação Todos pelo Maranhão reafirma a seriedade, a honestidade e o trabalho sério de Flávio Dino como juiz, deputado e governador.

A Democracia garante e exige que os mandatários submetam-se ao voto popular, livre e secreto, jamais submetendo-se a manobras que somente tumultuam o processo democrático.

Coligação Todos pelo Maranhão

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2018

TRE-MA deve confirma nesta terça-feira (14) inelegibilidade de Ricardo Murad

Gerentão do Governo Roseana Sarney, Murad pode ficar fora do pleito

Com parecer favorável do Ministério Público Eleitoral pela inelegibilidade, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão agendou para esta terça-feira (14) o julgamento do recurso do processo em que o secretário de Saúde Ricardo Murad (PRP) foi condenado a perdas dos direitos por oito anos por abuso de poder políticos e econômico na campanha que elegeu sua esposa Teresa Murad prefeita de Coroatá, em 2012.

Ricardo Murad foi condenado em primeira instância pela então juíza titular da 8ª Zona Eleitoral de Coroatá Josane Araújo Farias a perda dos direitos políticos por 8 anos, acusado de utilizar o cargo de secretário de Saúde para viabilizar convênios de construção de poços artesianos, em pleno período eleitoral, quando Teresa Murad disputava o cargo de prefeito.

Caso o TRE-MA confirme a decisão da juíza que o condenou à perdas dos direitos políticos por abuso de poder, o ex-gerentão do governo Roseana Sarney estará definitivamente fora do pleito de outubro próximo e a população livre da sua baixaria no horário eleitoral. Sua participação na campanha deverá ficar restrita a cabo eleitoral ou organizador de palanque da candidata da oligarquia.

Além desse processo de cunho eleitoral, Ricardo Murad responde a inquéritos na Polícia Federal por suposto desvio de mais de R$ 1 bilhão da saúde pública do Maranhão, já tendo inclusive sido levado de forma coercitiva para depor na PF por conta do escândalo em que é acusado de chefiar a organização criminosa que atuava na secretaria de Saúde do Estado.

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