
Paulo Roberto Costa, Lobão e Roseana na enganação da Refinaria Premium
JM Cunha Santos – A campanha começa nesta quinta-feira com um “Acredite se quiser”: Dono de uma fortuna calculada em R$ 250 milhões, conforme noticiou o Blog do Gilberto Lima, o ex-senador José Sarney fez espalhar no mundo político que está sem dinheiro. Tanto que a Revista Veja publicou a seguinte nota, sob o título Desculpa Esfarrapada: “José Sarney continua o mesmo. A todos os fornecedores da campanha de Roseana ao governo do Maranhão diz que está sem dinheiro. Fala até em vender um imóvel para pagar algumas despesas. Ninguém acredita”.
Bom, se a situação de Sarney é tão ruim, é capaz de Roseana estar bem pior, Ricardo Murad no vermelho e Lobão sem um tostão. Ou, então, depois de velho, Sarney se tornou um sovina, canhenga, mão de vaca, pão duro, terra de cemitério.
Liso, Sarney? Mas cadê o dinheiro que, segundo a Polícia Federal, ele recebeu em propina da Transpetro?
Lisa, Roseana? Mas cadê a mala de dinheiro que, segundo a Polícia Federal, desapareceu no Hotel Luzeiros?
Liso, Ricardo? Mas cadê o bilhãozinho que a Polícia Federal afirma que sumiu da Secretaria da Saúde durante sua gestão?
Liso, Lobão? Mas cadê a montanha de dinheiro que os delatores da Lava Jato juram que foi parar em suas mãos?
Cadê o dinheiro que tava aqui?
Quem pode imaginar que Roseana Sarney, candidata de Michel Temer, homem que comprou o Congresso Nacional quase inteiro, por duas vezes, para se manter presidente, não possa mais contar com o dinheiro do papai para fazer campanha?
Liso mesmo quem está é o povo, com o gás de cozinha no preço que está, a gasolina aumentando diariamente, a energia elétrica impagável e o salário mínimo reduzido, tudo graças ao pai da candidatura de Roseana Sarney, o odiado Michel Temer.
E que tal a gente fazer uma vaquinha para pagar a conta de luz e comprar gás de cozinha para fritar regabofes de lagosta na Ilha de Curupu?

Até nas fotografias dos eventos da coligação, Edison Lobão é colocado em segundo plano
Como se já não bastassem os graves problemas judiciais surgidos a partir de delações na Lava Jato, o ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (MDB) enfrenta internamente na coligação da candidata a governadora da oligarquia uma concorrência desleal com deputado federal Sarney Filho (PV) na luta para tentar renovar o mandato por mais oito anos. A ex-governadora Roseana trabalha na surdina para beneficiar o irmão e rifar o aliado.
Com a eleição de Sarney Filho considerada prioridade da família Sarney, a ex-governadora dos precatórios e dos escândalos de corrupção não tem medido esforços para tentar aliciar prefeitos comprometidos com a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) a votarem somente em Sarney Filho para senador em troca de emendas federais ou convênios. Dois chefes de Executivos municipais relataram a um deputado, inclusive, como foi a conversa.
Segundo revelou ao blog um deputado que será votado em dois municípios em que ocorreram o assédio aos prefeitos eleitores de Flávio Dino, a filha de José Sarney disse que entendia a impossibilidade deles votarem nela, mas que tinha um pedido a fazer: que pelo menos votassem em Sarney Filho para senador. Ofereceu em troca convênios federais. “Eles (família Sarney) estão com muita força no governo de Michel Temer”, observou o parlamentar.
Sem a menor chance de eleger o governador, mas contando com a ajuda de Michel Temer, a família da ex-governadora resolveu investir todas as fichas na eleição de Sarney Filho para tentar evitar ser riscada do mapa político de Brasília e do Maranhão. Para isso vem atropelado Lobão, que está sendo escanteado até nas fotos dos fracassados eventos de Roseana pelo interior do Estado.
Como todos os prognósticos indicam que a aliança do governador fará pelo menos um senador, com maiores probabilidade para Weverton Rocha (PDT), e que a oposição fará outro, o caldeirão do grupo Sarney está fervendo e pode explodir. Lobão cheio de problemas com a Justiça, onde enfrenta cinco inquéritos, assiste tudo em silêncio, mas ninguém sabe até quando vai resistir ou se vai reagir à puxada de tapete.

Juíza Anelise Reginato
Clodoaldo Corrêa – O governador Flávio Dino entrou com recurso (Embargos de Declaração) na própria 8ª Zona Eleitoral de Coroatá para que a juíza Anelise Reginato reveja e modifique sua decisão.
A fundamentação consiste em pontos fundamentais que levaram a juíza a decretar inelegibilidade de Flávio Dino porque considerou o programa Mais Asfalto eleitoreiro. A juíza levantou novos documentos sem dar chance de defesa às partes e já deu a decisão. Os advogados de Flávio Dino tratam do vídeo que a magistrada incluiu sem que nenhuma das partes tenha solicitado e ainda mencionou ter sido peça importante um elemento “completamente estranho ao processo”. “As partes, portanto, foram absolutamente tolhidas das garantidas do contraditório e da ampla “, afirmou a defesa.
Outro ponto crucial foi a imotivada inversão do ônus da prova. Ora, cabe a quem acusa qualquer pessoa provar que o acusado está cometendo um crime. Se a coligação dos Murad alegava que o governador e usou de forma eleitoreira o Mais Asfalto e o governador e os demais acusados alegaram que não, caberia unicamente a quem acusa provar Mas a juíza considerou verdadeiras as falas dos Murad. Por isso, a defesa de Flávio questiona “por qual motivo as alegações da Coligação ‘Coroatá com a Força de Todos’ foram consideradas presumidamente verdadeiras, enquanto coube ao Embargante (defesa) o encargo de demonstrar que as suposições levantadas contra si eram falsas?”
São situações que a juíza de Coroatá agora terá que responder.
Iniciada em 1987, durante o governo do ex-presidente José Sarney, a Ferrovia Norte-Sul, que prometia cruzar o país continua com problemas. As obras ficaram paradas por décadas e só foram retomadas no governo Lula (PT). O entrave agora é no leilão que o governo Michel Temer (PMDB) tenta fazer de 1.537 km de extensão da ferrovia.
O Estado de São Paulo noticiou hoje (13) que britas colocadas em parte do trecho a ser leiloado são inadequadas para aguentar o porte da ferrovia e da carga que passará por ela. A troca das pedras custaria R$ 103 milhões aos cofres públicos e demoraria mais 32 meses para ser executada.
Trilhos da Corrupção
Incompleta há 31 anos, a Ferrovia Norte-Sul carrega ainda as severas marcas da corrupção. No ano passado, em delação premiada no âmbito da Lava Jato, executivos da Odebrecht revelaram que o grupo comandado pelo oligarca José Sarney foi beneficiário do recebimento de propina relativa à construção da Norte-Sul.
Pessoas ligadas a Sarney receberam 1% em propina durante a construção da ferrovia. Também em 2017, a Polícia Federal chegou a prender o operador da propina destinada ao grupo Sarney, Juquinha das Neves, ex-presidente da Valec, empresa pública responsável pela obra.
Por ironia (ou não), as pedras que atrapalham a concessão do trecho da ferrovia inacabada foram lançadas quando o “testa de ferro” de Sarney, Juquinha das Neves, era o diretor de estatal.

Procuradora geral da República, Raquel Dodge na mira da presidente nacional do PT
Congresso em foco – A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffman (PT-PR), informou que vai pedir ao Senado que convoque a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para explicar sua atuação no episódio que resultou na permanência do ex-presidente Lula na prisão, em Curitiba, contrariando um habeas corpus dado em julho por um desembargador plantonista para que ele fosse posto em liberdade.
“Raquel Dodge tem explicações a dar ao Senado da República. Qual a justificativa para ligar na PF do Paraná determinando não cumprir ordem judicial, ignorando caminho processual. Espero que o Senado aprove a convocação que iremos apresentar e a investigação sobre seu abuso de autoridade”, escreveu
Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Garollo, revelou ter recebido um telefonema da procuradora-geral da República logo depois da decisão do desembargador plantonista Rogério Favreto de soltar o ex-presidente. A libertação foi contestada pelo juiz Sérgio Moro e impedida pelos desembargadores Gebran Neto e Thompson Flores, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). A PF, porém, pretendia libertar Lula, admitiu o policial.
“Diante das divergências, decidimos fazer a nossa interpretação. Concluímos que iríamos cumprir a decisão do plantonista do TRF-4. Falei para o ministro Raul Jungmann [Segurança Pública]: ‘Ministro, nós vamos soltar’. Em seguida, a [procuradora-geral da República] Raquel Dodge me ligou e disse que estava protocolando no STJ [Superior Tribunal de Justiça] contra a soltura. ‘E agora?’ Depois foi o [presidente do TRF-4] Thompson [Flores] quem nos ligou. ‘Eu estou determinando, não soltem’. O telefonema dele veio antes de expirar uma hora. Valeu o telefonema”, contou Garollo em entrevista à repórter Andreza Matais.
Em resposta à entrevista, o PT divulgou nota em que critica o “festival de parcialidade, ilegalidade e perseguição” contra o ex-presidente Lula e exige que “o Conselho Nacional de Justiça, o Ministério da Justiça e o Senado da República, responsável pela aprovação de Dodge no cargo, se pronunciem vigorosamente sobre as violações cometidas – e confessadas publicamente – por agentes do estado que deveriam defender a lei e fizeram o oposto”.
Na entrevista, o diretor da PF também afirmou que a polícia se preparava para invadir, com 30 homens, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista para prender o ex-presidente, em abril. A operação, segundo ele, foi abortada no último instante, porque o petista se entregou no último minuto.
“Quando deu 17h30, eu liguei para o negociador e disse: ‘Acabou! Se ele não sair em meia hora nós vamos entrar’. E dei a ordem para entrar. Às 18h, ele saiu”, relatou Galloro sobre o fim da tarde do dia 7 de abril, um sábado, quando Lula foi preso. (Por Edson Sardinha)
A passagem por Lago da Pedra, neste sábado (11), rendeu ao pré-candidato Weverton (PDT) o apoio de dois grupos políticos distintos no município para seu projeto de alcançar uma vaga no Senado Federal nas eleições de outubro. À tarde, o pedetista participou de um ato político organizado pelo grupo do prefeito Laércio Arruda (PSD). No final do dia, esteve em um jantar com o ex-vereador Pablo Sales (PDT); com a prefeita de Satubinha, Dulcinha (PV), e outras lideranças da região, que também declararam apoio à sua pré-candidatura ao Senado.

Jornal do Sarney é obrigado pela justiça a dizer a verdade sobre elegibilidade de Flávio Dino
Através de decisão judicial, o site do jornal “O Estado do Maranhão”, está sendo brigado a retirar a notícia falsa de que o governador Flávio Dino está inelegível.
Nesta segunda-feira (13) o veículo porta voz da oligarquia Sarney, mesmo constrangido, foi obrigado a dizer a verdade: “Candidatura de Flávio Dino está confirmada”. Leia abaixo a íntegra do direito de resposta do candidato sobre do PCdoB sobre mais essa fake news da oligarquia moribunda e que, sem voto, quer usar tapetão para tentar voltar.
Direitos de Resposta – Por meio de decisão judicial, a Coligação Todos pelo Maranhão vem a este espaço confirmar a candidatura de Flávio Dino à reeleição, erroneamente negada por este jornal.
Com mais de 30 anos de vida pública, Flávio Dino nunca foi processado e tem a ficha limpa. Esta decisão vinda de uma juíza de Coroatá, em um caso de eleição municipal, não impede sua candidatura.
Dino e Carlos Brandão, seu candidato a vice, estão devidamente inscritos para debater propostas em favor da justiça social e do desenvolvimento do Maranhão. Da mesma forma, a candidatura de Márcio Jerry a deputado federal está garantida.
A coligação Todos pelo Maranhão reafirma a seriedade, a honestidade e o trabalho sério de Flávio Dino como juiz, deputado e governador.
A Democracia garante e exige que os mandatários submetam-se ao voto popular, livre e secreto, jamais submetendo-se a manobras que somente tumultuam o processo democrático.
Coligação Todos pelo Maranhão