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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 3/set/2018

Governo Sarney quis transformar seca nordestina em atração turística, relembra Ciro

Um esdrúxulo projeto apresentado durante o governo do ex-presidente José Sarney, que pretendia fazer da seca do Nordeste atração turística, foi relembrado pelo candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, durante discurso neste domingo (2) em Jundiaí/SP.

O polêmico plano turístico foi proposto em 1987 por João Doria (PSDB), que foi presidente da Embratur no governo Sarney. O tucano queria reduzir a verba para obras de irrigação no Nordeste e transformar a seca na Caatinga em ponto turístico. O projeto causou revolta entre nordestinos e – felizmente – não saiu do papel.

Doria foi indicado ao cargo por um aliado de Sarney, o então governador de São Paulo, Franco Montoro. A dupla Sarney/Doria também é lembrada por uma campanha para promover o Brasil no exterior usando como mote imagens de mulheres nuas, episódio também rememorado nessas eleições pelo candidato ao governo de São Paulo, Luiz Marinho (PT).

  • Jorge Vieira
  • 3/set/2018

Resultado da pesquisa foi balde de gelo no consórcio da oligarquia Sarney

Consórcio, segundo as pesquisas, não vingou; Dino permanece disparado na liderança

Embora a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) tente esconder do eleitorado maranhense os dois principais patronos de sua candidatura (o pai José Sarney e o presidente Michel Temer), os números das últimas pesquisas indicam que o grupo que levou o Maranhão a ostentar os piores indicadores econômicos e sociais do país ao longo de quase cinco décadas continuará em abstinência do poder.

Os números de todas as pesquisas, incluindo o suspeito IBOPE, indicam que vitória do governador Flávio Dino no primeiro turno, o que tem feito a oposição entrar em desespero e partir para agressões, mas nem essa prática de tentar desqualificar o adversário tem surtido efeito uma vez que a cada sondagem feita junto ao eleitorado, os números são praticamente os mesmos.

A situação da candidata Roseana é tão desesperadora que ela tem procurados prefeitos comprometidos com Flávio Dino para pedir votos para o irmão candidato a senador, Sarney Filho, na esperança de manter a família viva na política local e nacional. A família, que sempre usou seu poder em Brasília para perseguir governantes que não rezavam em cartilha, corre sério risco de perder força.

Roseana e seu pai contavam que o consórcio de candidatos idealizado pelo oligarca seria suficiente para evitar a derrota logo no primeiro, mas segundo revelam os números dos institutos Exata, DataIlha e Ibope, Roseana voltará para a sua aposentadoria anunciada no final de 2014, quando abandonou o governo e foi se refugiar em Miami (EUA) com medo da Lava Jato.

O desespero tomou conta de vez do grupo Sarney após o resultados de todas as pesquisas, antes e depois de iniciar o horários eleitoral, revelarem o desempenho pífio dos candidatos Roberto Rocha (PSDB) e Maura Jorge (PSL, a considerada linha auxiliar do sarneysismo, que não conseguem decolar e possuem índice de aceitação baixíssimos, frustrando expectativas da coordenação da campanha de Roseana que esperava contar com eles para levar a eleição para o segundo turno, algo hoje muito distante de acontecer.

  • Jorge Vieira
  • 3/set/2018

Flávio Dino segue na liderança e vence no primeiro turno, diz DataIlha

O candidato à reeleição Flávio Dino (PCdoB) lidera a corrida pelo governo do Maranhão e deve vencer as eleições no primeiro turno com 60,47% dos votos válidos, é o que aponta nova pesquisa DataIlha encomendada pela TV Difusora e divulgada nesta segunda-feira, dia 3.

O levantamento aponta que se as eleições fossem hoje, Dino venceria com quase o dobro de votos de Roseana Sarney (MDB), que aparece em segundo lugar com 31,08%.

Logo atrás estão os candidatos Roberto Rocha (PSDB), com 4,4%; Maura Jorge (PSL), com 3,56%; Ramon Zapata (PSTU), com 0,6% e Odívio Neto (PSOL), com 0,25% das intenções de voto.

Na votação nominal, quando são considerados os indecisos, brancos e nulos, Dino também segue na frente, com 49,19% dos votos. Em seguida aparecem Roseana Sarney, com 25,28%; Roberto Rocha, com 3,29%; Maura Jorge, com 2,90%, Ramon Zapata, com 0,5% e Odívio Neto, com 0,20%. Brancos e nulos somaram 8,20%. Não sabem ou não responderam totalizaram 10,45%.

A pesquisa DataIlha/Difusora projetou ainda cenário onde há confronto direto entre Flávio Dino e Roseana Sarney. Aqui a vantagem de Dino é ainda maior, com 66,69% dos votos válidos contra 33,31% de Roseana.

Corrida presidencial – O estudo aferiu ainda a intenção de voto dos maranhenses na disputa pelo Palácio do Planalto. Quando foi levada a campo, a pesquisa considerou panorama com o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) como candidato, mas em sessão ordinária na última sexta-feira (39), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu barrar a candidatura do petista.

Caso fosse candidato, Lula venceria as eleições no primeiro turno com 69,41% dos votos válidos. Atrás dele aparecem Jair Bolsonaro (PSL), com 18,58%; Ciro Gomes (PDT), com 5,44%; Marina Silva (Rede), com 3,98%; Geraldo Alckmin (PSDB), com 1,83% e João Amoêdo (Novo), com 0,43%. Os candidatos Henrique Meirelles (MDB), Alvaro Dias (Podemos) e Cabo Daciolo (Patriota) obtiveram 0,11% cada um. Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram.

DataIlha/Difusora estimulou ainda cenário onde Fernando Haddad (PT) é candidato com apoio de Lula. Nesse caso, Haddad aparece na frente com 29,84% dos votos válidos, seguido por Jair Bolsonaro, com 24,87%; Marina Silva, com 18,98%; Ciro Gomes, com 14,40%, Geraldo Alckmin, com 9,82%; João Amoêdo, com 0,52%; Henrique Meirelles, com 0,20%; Guilherme Boulos, com 0,13%; Alvaro Dias, com 0,52%; Vera Lúcia, com 0,39% e Cabo Daciolo, com 0,33%.

Registrada no TRE sob o nº MA-03940/2018, a pesquisa DataIlha/Difusora foi realizada com 2.037 entrevistados em 37 cidades do Maranhão por meio de escutas individuais entre os dias 27 e 30 de agosto de 2018. O intervalo de confiança é de 95 % e a margem de erro é de 3.3%.

 

  • Jorge Vieira
  • 3/set/2018

Esquema de corrupção tem grande impacto nas eleições, diz coordenador da Lava Jato

Ricardo Brandt

O coordenador da força-tarefa da Lava Jato Deltan Dallagnol. Foto: Théo Marques/Estadão

Estadão – “A corrupção desequilibra as disputas eleitorais em favor dos corruptos.” Quem afirma é o procurador da República Deltan Dallagnol.

“Uma vez reeleitos, mantêm ou aumentam seus esquemas, gerando mais propinas, o que nos coloca num círculo vicioso”, completa o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba.

Desde que a Lava Jato virou modelo no enfrentamento à impunidade no Brasil,  Dallagnol passou a viajar o País para palestras em que promove o combate à corrupção.

O fim do foro privilegiado, a criminalização do caixa 2 de campanhas, maior agilidade nos processos judiciais são bandeiras erguidas por ele nesses eventos. Neste ano, o foco são as eleições 2018. Para Dallagnol, o eleitor precisa fazer sua parte no combate à corrupção.

“Enquanto houver grandes incentivos para a prática da corrupção nos ambientes político e empresarial, continuaremos perdendo”, disse o procurador.

Na última semana, ele esteve no Nordeste para participar de eventos e entre um aeroporto e outro concedeu entrevista exclusiva ao Estadão.

Nela, Dallagnol defendeu a eleição de políticos com ficha limpa,  comprometidos com o combate ao colarinho branco e com a realização de reformas “que façam com que o crime de corrupção não compense mais no Brasil”.

Dallagnol tem ajudado a promover as Novas Medidas Contra a Corrupção, 70 propostas de alterações legais e medidas que servem para atacar a corrupção em 12 frentes. Fruto do trabalho de entidades da sociedade civil organizada, como a Transparência Internacional, e instituições como a Faculdade Getúlio Vargas (FGV), o movimento batizado de Unidos Contra a Corrupção reúne apoiadores das propostas em seu site, unidoscontraacorrupcao.org.br.

“Precisamos que o brasileiro se manifeste contra a corrupção por meio do voto consciente. Isso independe de partido político ou de ser conservador ou liberal.”

Leia a entrevista:

O senhor tem defendido em palestras e manifestações pessoais a necessidade de o eleitor votar em candidato com ficha limpa, defensor da democracia e comprometido com propostas anticorrupção ? Por que decidiu fazer isso?

Para a corrupção diminuir e proteger a Lava Jato. A responsabilização dos poderosos na Lava Jato e em outras operações é necessária para controlar a grande corrupção, mas não é suficiente. Enquanto houver grandes incentivos para a prática da corrupção nos ambientes político e empresarial, continuaremos perdendo. Se queremos virar esse jogo, é crucial que coloquemos no Congresso Nacional políticos comprometidos com a aprovação de leis que fechem as brechas por onde o dinheiro público escapa. Além disso, se colocarmos no Congresso pessoas que são investigadas, é natural que trabalhem contra as investigações e processos. É o que aconteceu na Itália e que leis foram aprovadas para garantir a impunidade dos poderosos. Por isso é essencial colocar no Congresso políticos com passado limpo. Sei que essa não é a única pauta da sociedade, mas é uma agenda importantíssima.

A Lava Jato e outras investigações como ela correm risco?

A Lava Jato corre grande risco depois das eleições. Enquanto o Congresso Nacional estiver cheio de investigados, a tendência é que ataquem as investigações aprovando leis contra elas. É o que aconteceu na Itália e é o que já tentaram fazer por aqui algumas vezes quando tentaram passar a anistia de caixa 2, uma lei de abuso de autoridade que amarrava investigações e projetos que impediriam delações. Neste fim de ano, quem perder o foro privilegiado pode entrar em desespero e os demais podem se sentir confortáveis para aprovar leis impopulares porque só haverá novas eleições depois de quatro anos.

Quantos políticos a Lava Jato revelou ligados a irregularidades?

Apenas a colaboração da Odebrecht mencionou 415 políticos de 26 partidos. Nas contas da imprensa, quase um terço dos senadores e ministros e quase metade dos governadores. Um político que decidiu colaborar afirmou que o esquema de nomeações políticas para arrecadação de propinas, que são usadas para enriquecimento dos envolvidos e financiamento de campanhas, existe há várias décadas. O que a Lava Jato revelou é um esquema político-partidário bastante espalhado que vai muito além da Petrobrás e que tem grande impacto nas eleições.

Como a corrupção impacta nas eleições?

A Lava Jato revelou que as propinas não só enriqueceram os envolvidos, mas também financiaram caras campanhas eleitorais. Estudos mostram uma correlação entre o dinheiro investido na campanha e o número de votos. Isso significa que a corrupção desequilibra as disputas eleitorais em favor dos corruptos. Uma vez reeleitos, mantêm ou aumentam seus esquemas, gerando mais propinas, o que nos coloca num círculo vicioso.

Veja-se que o ex-governador do Rio Sergio Cabral foi acusado de desviar para si mais de 300 milhões de reais. O custo médio da campanha para o governo do Rio de 2014 foi estimado, em julho daquele ano, em 186 milhões de reais para 7 candidatos, isto é, 26,5 milhões por candidato. O que aconteceria se Cabral investisse metade dos subornos na campanha? Teria chance para alguém?

A Lava Jato acusou o Partido Progressista de receber mais em propinas da Petrobras do que verbas do fundo partidário ao longo de uma década. De novo, há políticos íntegros e devem ser valorizados. Contudo, precisamos reconhecer que há uma seleção natural adversa que favorece os políticos corruptos, que sobrevivem e se multiplicam.

Como o voto pode influir nesse combate à corrupção?

Na Lava Jato temos feito o nosso melhor, mas sozinhos não vamos conseguir vencer a grande corrupção brasileira. É preciso que o eleitor faça a sua parte nas urnas. Não adianta reclamar da corrupção e eleger pessoas envolvidas até o pescoço nos esquemas. Se isso acontecer, os esquemas continuarão. Precisamos que o brasileiro se manifeste contra a corrupção por meio do voto consciente. Isso independe de partido político ou de ser conservador ou liberal. É importante elegermos um Congresso plural, que represente as diferentes visões da sociedade, e que ao mesmo tempo esteja comprometido com a integridade.

A Lava Jato não ‘judicializa’ o debate eleitoral?

O foco da Lava Jato não é a política, nem mesmo o caixa dois ou o financiamento das campanhas, mas sim o pagamento de propinas. A corrupção, a venda do serviço público, diz respeito à razão ou origem do pagamento. É sobre isso que a Lava Jato atua. Outra coisa é o destino do dinheiro. A propina pode ir para o bolso do político ou para a sua campanha eleitoral, tanto via caixa um como via caixa dois. Focamos na origem ou razão do pagamento, e não no seu destino. Por isso, a Lava Jato não judicializa ou criminaliza a política. A política pode e deve ser praticada sem cometer crimes. Existem políticos íntegros e devem ser valorizados. Agora não adianta querer culpar a Lava Jato pelos crimes que muitos decidiram praticar. Eles também devem estar debaixo da lei.

Olhando a Lava Jato em perspectiva agora, o que ele deve ensinar ao eleitor na escolha do seu candidato?

Olhando a Lava Jato em perspectiva, vemos que é muito difícil responsabilizar as pessoas mais poderosas, especialmente aquelas com foro privilegiado. Elas deveriam ser as primeiras a ser responsabilizadas para evitar que continuem a administrar a coisa pública quando provaram não ser confiáveis. Se você descobrisse que uma pessoa que presta serviços para você está roubando o seu dinheiro, você certamente encerraria essa relação. Do mesmo modo, o eleitor pode encerrar a relação com políticos corruptos, nas urnas. Por isso, espero que a Lava Jato incentive as pessoas a não reelegerem quem tem passado sujo. Esse é o modo mais rápido e prático de promover a sua responsabilização. Isso contribuirá também para que sejam investigados de modo mais eficiente, porque perderão o foro privilegiado.

A Lava Jato provou que doações eleitorais e aos partidos foram usadas para lavar dinheiro de propina. E mesmo com as operações em sua fase mais pesada, crimes de corrupção continuavam ativos. O sr. acha que a corrupção e os desvios nas campanhas acabaram, após a Lava Jato?

Eu acredito que diminuíram e é isso que temos ouvido por onde vamos. A Lava Jato promove um efeito educativo e inibidor. Na Mãos Limpas, a corrupção diminuiu também no curto prazo por medo de punição. Contudo, quando as investigações foram esvaziadas e como os incentivos para a corrupção foram mantidos, pesquisadores apontam que a corrupção voltou com força total. É esse o erro que devemos evitar no Brasil.

Como frear de forma efetiva a corrupção e os ilícitos nas campanhas eleitorais, nos governos e partidos?

Por meio de reformas que façam com que o crime de corrupção não compense mais no Brasil, viabilizando sua efetiva punição e a recuperação do dinheiro desviado, e por meio de reformas que mudem as condições que favorecem a corrupção no ambiente político e empresarial. As Novas Medidas Contra a Corrupção constituem um grande pacote de leis com potencial para romper o círculo vicioso da corrupção brasileira.

Quais bandeiras deveriam ser prioritárias para os candidatos no combate à corrupção?

Há muitas pautas importantes para o País, mas considero o compromisso contra a corrupção um requisito indispensável para o voto consciente. Dentre as medidas importantes, que fazem parte do pacote das Novas Medidas, estão a redução drástica do foro privilegiado, a desburocratização, a inserção do tema anticorrupção nas escolas, o aumento das penas da corrupção, a agilização de processos, a criação de instrumentos para recuperar o dinheiro desviado, o estímulo à democracia dentro dos partidos, a punição de partidos que se envolvem com corrupção, a criminalização do enriquecimento ilícito dos agentes públicos, a regulamentação do lobby e o aumento da transparência. E lá tem muito mais…

Como investigador, que dica o senhor dá para um cidadão comum que queira estar atento nessas eleições?

A primeira coisa que eu olharia é se o candidato preenche os requisitos da campanha Unidos Contra a Corrupção, se tem passado limpo, tem um compromisso com a democracia e ap

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2018

Weverton segue em campanha pelo interior do estado

Faltando pouco mais de um mês para as eleições, o candidato Weverton  Rocha segue em campanha pelo interior do estado. Neste sábado, a comitiva formada pelos candidatos do grupo político do governador Flávio Dino, esteve em Dom Pedro, onde participou de uma carreata que arrastou uma multidão.

Em seguida, a comitiva foi para Barra do Corda, onde o prefeito Eric Costa apresentou seus candidatos nesse pleito. A cidade mostrou que quer fazer parte do projeto coletivo que vem mudando a história do Maranhão. “Estamos apoiando Weverton, porque ele já mostrou que defende o trabalhador e o povo e estamos precisando de pessoas assim representando
a gente”, defendeu a cacique Libiana.

No ato político, o candidato pedetista elevou o tom e rebateu os adversários. “A chapa adversária diz que tem experiência. Eu não quero a experiência deles, pois com 5 anos de mandato não fiz parte do golpe que tirou a presidente Dilma, da trama que prendeu Lula, que votaram a favor da Reforma Trabalhista que tira o direito dos trabalhadores, que votaram a favor do congelamento do dinheiro da saúde e da educação. É hora de mudar, de oxigenar o Senado Federal”, disparou Weverton.

De Barra do Corda a comitiva seguiu para uma reunião em Santa Luzia do Paruá, onde o prefeito Plácido Holanda apresentou seus candidatos. “Precisamos eleger nomes parceiros e garantir essa representatividade também no Senado e o nome certo é Weverton”, frisou o gestor.

De Santa Luzia, a comitiva se uniu ao grupo de Josimar de Maranhãozinho e saiu em carreata para Presidente Médici, Maranhãozinho e Governador Nunes Freire, onde foram recebidos pelo vice-prefeito, Josimar da Serraria. Mais uma vez o candidato a senador criticou a política do Governo Federal e seus representantes estaduais. “Flávio Dino está mostrando que apesar de toda a crise está fazendo o dever de casa, pagando o funcionalismo em dia e ainda investindo em um projeto de mudança”, destacou o candidato.

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2018

Flávio Dino tem início da campanha fulminante

A campanha do candidato da coligação Todos pelo Maranhão teve início fulminante. O resultado da pesquisa Econométrica/TV Guará foi apenas um ingrediente a mais favorável ao governador Flávio Dino, líder disparado na preferência do eleitorado, para renovar o mandato. Os outros cinco candidatos, conforme as últimas sondagens sobre o índice de preferência do eleitorado, incluindo até o desacreditado Ibope, não chegam sequer ameaçar levar a eleição para o segundo turno e tudo indica que o pleito será decidido dia 7 de outubro.

Enquanto na pesquisa da Econométrica Dino chega 53,1% das intenções de voto,  Roseana Sarney (MDB) tem apenas 28,8%, que somados aos 3,7% de Roberto Rocha (PSDB) 2,1 de Maura Jorge (PSL) e os menos de 1% dos  candidatos Ramon Zapata (PSTU) e Odívio Neto (PSOL) seriam insuficientes para evitar a reeleição logo no primeiro turno. Para complicar ainda mais a vida dos adversários, a pesquisa foi apresentada logo no início da propaganda eleitoral no Rádio e TV o que deve servir para encher ainda mais de entusiasmo a militância.

Quando aplicado apenas os votos válidos, a pesquisa Econométrica confirma números divulgados recentemente pelo Instituto DataIlha, que apontou também vitória de Flávio Dino no primeiro com placar superior a 60% do votos válidos. Roseana até que pontua bem para quem saiu do governo antes de terminar o mandato carregando um caminhão de denúncias de corrupção, sendo alvo inclusive de investigação, mas a linha auxiliar não ajuda. As candidaturas de Roberto Rocha e Maura Jorge simplesmente estão sendo ignoradas e os dois representantes da  esquerda radical participam apenas para marca posição.

Mesmo com o cenário totalmente favorável, a campanha do governador que acabou com a farra da lagosta na Casa de Veraneio, hoje transformada em Casa Ninar, não dorme no ponto, continua acelerando e realizando caminhadas, carreata e mobilizando a militância para ganhar as ruas em busca do voto, comportamento totalmente inverso das campanhas de Roberto Rocha e Maura Jorge, que parecem terem  jogaram a toalha e desistido do pleito.

A candidata da oligarquia Sarney tem feito tentativa de bota o bloco na rua, mas as vezes em que ousou realizar caminhadas nos municípios não encontrou quem caminhasse com ela, outras vezes teve que reunir em varanda de casa e até em quintal, como ocorreu na cidade de Parnarama, ou em baixo de mangueira, como foi o caso de Amapá do Maranhão, por falta de público, ou seja, pelo que se tem observado até agora, o consórcio montada por José Sarney caminha para fracasso.

 

  • Jorge Vieira
  • 1/set/2018

Othelino é recebido com carreata em Peri -Mirim e garante o apoio de lideranças locais

O candidato à reeleição, deputado Othelino Neto, participou, na noite de sexta-feira (31), de uma grande carreata em Peri-Mirim, município que já foi beneficiado com suas emendas parlamentares para a melhoria da infraestrutura.
“O meu objetivo é continuar trabalhando em benefício da população de Peri-Mirim, e tenho convicção de que, com a ajuda de vocês, continuaremos fazendo um bom trabalho”, afirmou o deputado, durante o seu discurso.
Além da participação de populares, a carreata contou com grandes lideranças políticas, que declararam apoio à candidatura de Othelino Neto.
O líder popular e pré-candidato a prefeito de Peri-Mirim, Heliezer Soares, reafirmou a parceria com o presidente da Assembleia Legislativa. “Este jovem deputado tem prestado um grande trabalho no Parlamento  e é muito importante garantir a continuidade dessa atuação, para ajudar no desenvolvimento do nosso município”, afirmou.
A deputada federal Luana Costa, candidata à reeleição, também falou da importância de lutar pelo município, em parceria com o parlamentar. “Othelino foi uma grata revelação na Assembleia Legislativa, mostrando vigor e força. Por isso, tenho o prazer de estar junto a ele nessa luta pela melhoria de Peri-Mirim”, acentuou.

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